O podcast do Estadão traz a colunista Carlos Andreazza em um papo reto e sem rodeios sobre os principais assuntos do momento.
Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.
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O podcast do Estadão traz a colunista Carlos Andreazza em um papo reto e sem rodeios sobre os principais assuntos do momento.
Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.
O jogo eleitoral foi movimentado, nesta quinta-feira, pelo governador de São Paulo, João Doria (PSDB), ao anunciar que permanece na disputa ao Palácio do Planalto. Antes, o tucano havia comunicado a aliados que iria desistir de concorrer ao cargo de presidente da República.
Quem deixou a disputa foi o ex-ministro Sérgio Moro, que saiu do Podemos para se filiar ao União Brasil, onde será candidato a deputado federal. Apesar de ter aliados no partido, alguns caciques da legenda, como ACM Neto, e o governador de Goiás, Ronaldo Caiado, não querem tê-lo como candidato a presidente.
Ainda no campo eleitoral, o presidente Jair Bolsonaro (PL) exonerou nove ministros dos seus cargos do governo para a disputa eleitoral de 2022. Com isso, o líder do executivo deu posse aos chamados ministros-tampões, que vão comandar as pastas até o final do ano.
Um dos exonerados é o ministro da Defesa, general Walter Braga Neto, que deve ser confirmado, nas próximas semanas, como candidato a vice-presidente na chapa de Jair Bolsonaro.
Esses são os assuntos que guiam nossa conversa quinzenal do “Poder em Pauta” com os jornalistas que acompanham o dia a dia da política. Hoje, um programa que faz uma conexão São Paulo-Brasília. Participam no episódio de hoje do ‘Estadão Notícias’ a repórter de Política, Adriana Ferraz, e editora da ‘Coluna do Estadão’, Camila Turtelli.
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Apresentação: Emanuel Bomfim.
Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer.
Sonorização/Montagem: Carlos Valério.
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Após dois anos de pandemia, com boa parte da população brasileira imunizada, o Ministério da Saúde pode divulgar, nas próximas semanas, uma portaria que decreta o fim das restrições no país. Bolsonaro tem pressionado o ministro Marcelo Queiroga para tomar essa decisão. O titular da pasta já confirmou que medidas restritivas serão ainda mais relaxadas, mas está reticente em decretar o fim da pandemia.
As medidas que serão canceladas fazem parte de uma relação de 200 portarias que estão sendo revistas pela equipe do ministério. Entre elas, a que prevê acabar com a obrigatoriedade de uso de máscaras em ambientes fechados. A entrada e saída do País também serão relaxadas. A suspensão de exigência de testes de Covid para quem desembarca no Brasil por via aérea e marítima seria uma dessas medidas.
Se a decisão do governo se confirmar, a covid-19 seria rebaixada para o status de endemia, que é quando uma doença, mesmo tendo uma frequência acima do esperado em determinada região, convive com a população de forma contínua. Ao classificar a covid dessa maneira, o governo indica que tem meios suficientes para controlar a doença e abre brecha para eliminar uma série de medidas restritivas.
No episódio do podcast desta quinta-feira, 31, vamos falar sobre essas possíveis mudanças no status de pandemia no País com o médico sanitarista e ex-presidente da Anvisa, Gonzalo Vecina.
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Apresentação: Emanuel Bomfim
Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer
Montagem: Carlos Valério
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A já esperada troca do presidente da Petrobrás, Joaquim Silva e Luna, teve sua conclusão nesta segunda-feira. O general da reserva do Exército, que estava há um ano no cargo, foi rifado após Bolsonaro tentar reverter o desgaste acumulado com as sucessivas altas dos combustíveis. Para assumir o comando da estatal, o presidente indicou Adriano Pires, que é diretor do Centro Brasileiro de Infraestrutura.
A escolha de Pires é uma sinalização pró-mercado financeiro, cujos investidores cobram a manutenção da política de reajuste de preços da Petrobras, que segue a tendência do mercado internacional. O nome foi costurado pelo próprio ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, que trabalha pela adoção de um subsídio temporário do governo para diminuir essa alta.
Adriano Pires foi colocado no cargo para facilitar uma política de contenção de preços da companhia. Ele defende a possibilidade de conceder subsídios em períodos de crise, instrumento que a equipe econômica de Paulo Guedes refuta, alegando que se tratariam de benefícios somente para a classe média e média alta do País.
No episódio do podcast desta quarta-feira, 30, vamos conversar sobre o perfil de Adriano Pires com a colunista de economia do Estadão e da Rádio Eldorado, Adriana Fernandes. E para analisar o cenário econômico em relação aos combustíveis, entrevistamos o economista Gustavo Loyola, sócio da Tendências Consultoria e ex-presidente do Banco Central.
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Apresentação: Emanuel Bomfim
Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer
Montagem: Carlos Valério
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Durante o fim de semana, no festival de música Lollapalooza, uma simples manifestação política da cantora Pabllo Vittar contra o presidente Jair Bolsonaro gerou uma grande polêmica. Depois da atitude, o Tribunal Superior Eleitoral proibiu esse tipo de fala no evento, o ministro Raul Araújo alegou que as declarações são consideradas propaganda eleitoral e determinou multa de R$ 50 mil para a organização do festival se houvessem outras.
A indignação com a decisão do ministro Raul Araújo, do TSE, foi seguida por outros artistas que não participaram do festival. Nas redes sociais diversos artistas criticaram a decisão e a caracterizaram como censura prévia. Outros compararam o ato às atitudes impostas durante o período da ditadura militar no Brasil, onde artistas disfarçavam críticas ao regime em suas músicas para que não fossem censuradas.
O presidente do TSE, ministro Edson Fachin, afirmou que vai levar "imediatamente" ao plenário da Corte a decisão que proibiu manifestações eleitorais no festival, o que pode ocorrer ainda hoje. No entanto, no final da noite desta segunda-feira, a pedido de Bolsonaro, o PL decidiu retirar a ação contra as manifestações no festival.
No episódio do podcast desta terça-feira, 29, vamos falar sobre essas manifestações, e o papel dos artistas na política, com o editor do Caderno 2 do Estadão, Ubiratan Brasil. E sobre a decisão do TSE e a legalidade do ato, vamos conversar com Alberto Rollo, advogado especializado em direito eleitoral.
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Apresentação: Emanuel Bomfim
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Montagem: Carlos Valério
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A última pesquisa Datafolha confirmou uma tendência já captada em outros levantamentos: a diminuição da vantagem de Lula para Jair Bolsonaro. Mas, desta vez, foi possível identificar a natureza deste movimento. O presidente vem aumentando sua popularidade nas camadas mais pobres.
Bolsonaro reduziu em oito pontos, de 40 para 32, sua desvantagem para Lula no grupo de eleitores que ganham até dois salários mínimos, e que representam 53% do eleitorado brasileiro. Esse crescimento de Bolsonaro nessa camada de eleitores pode ser explicado pelos benefícios cedidos pelo governo do ano passado para cá.
O principal deles é o auxílio-brasil, que está distribuindo mais de 90 bilhões de reais a cerca de 18 milhões de pessoas. O valor de 400 reais será pago até depois do segundo turno, quando o auxílio cairá pela metade, de acordo com que foi aprovado pelo congresso.
O governo também anunciou a antecipação do 13º salário para os aposentados e pensionistas e ainda permitirá o saque de até mil reais do FGTS para o restante da população.Na estimativa do governo, a ação pode alcançar 40 milhões de trabalhadores e injetar até R$ 30 bilhões na economia em 2022.
No episódio do podcast desta segunda-feira, 28, convidamos para analisar essas questões, o novo colunista do Estadão e da Rádio Eldorado, Felipe Moura Brasil.
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Apresentação: Emanuel Bomfim
Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer
Montagem: Carlos Valério
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Informações, tendências, casos de uso, avanços e experiências sobre o rápido avanço da tecnologia 5G no mundo e a relevância da jornada Open RAN entre os destaques do Latam Telco Vision Forum. No Start Eldorado, você ouve executivos que estão construindo a quinta geração pelo mundo - Mayuko Tatewaki, vice-presidente da divisão de soluções para provedores de serviço e head de vendas em 5G na NEC Corporation, Roberto Murakami, CTO da NEC na América Latina, além de empresas líderes no mercado, como a operadora japonesa NTTDoCoMo e a Raízen, uma das maiores produtoras globais de açúcar, etanol e bioenergia, além de uma das maiores distribuidoras de energia do mundo. O Start vai ao ar às 21h, com a apresentação de Daniel Gonzales, na Rádio Eldorado FM 107,3 - SP e canais digitais, toda quarta-feira.
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Após mais de um mês de ataques da Rússia à Ucrânia surge o questionamento de quanto tempo mais o país irá resistir. A tensão parece aumentar entre as nações e as restrições de países do ocidente não pressionaram suficientemente os russos para darem um fim à guerra.
O ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergey Lavrov, disse acreditar que alguns líderes estrangeiros estão se preparando para uma guerra contra a Rússia e que Moscou vai continuar com sua operação militar na Ucrânia até “o final”.
No entanto, um dos principais conselheiros do presidente ucraniano Zelensky, afirmou, numa declaração à televisão do país, que, na pior das situações, a Rússia acordaria um cessar-fogo total até ao mês de maio, uma vez que o lado russo “não terá recursos suficientes” para continuar a invasão militar.
A Rússia mantém um contingente militar numeroso na Ucrânia, com mais de 900 mil homens e um vasto arsenal bélico à sua disposição. Além disso, o custo da guerra é altíssimo com as sanções econômicas impostas pelo Ocidente: milhões e milhões por dia são necessários para manter os ataques.
No episódio do podcast vamos conversar sobre a capacidade russa de manter essa guerra por mais tempo com o repórter especial do Estadão, Roberto Godoy, especialista em armamento militar. Já sobre as questões envolvendo a negociação por um acordo de paz quase impossíveis, vamos falar com o professor de Relações Internacionais da FAAP, Carlos Gustavo Poggio.
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Apresentação: Gustavo Lopes
Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer
Montagem: Carlos Valério
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O ex-governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSB), completou nesta quarta-feira, 23, a penúltima etapa para integrar a chapa na corrida presidencial com o ex-presidente Lula: a filiação ao PSB. A ideia tanto do PT como do seu atual partido é que o ex-tucano não seja um mero vice decorativo no governo federal. Em conversas reservadas, Lula tem afirmado querer um vice com quem possa efetivamente dividir a gestão do país.
O lançamento da chapa Lula/Alckmin deve acontecer somente em abril, e tem como um dos entusiastas o pré-candidato ao governo de São Paulo, Fernando Haddad (PT). Aliás, esse deve ser o primeiro “atrito” que Lula e Alckmin devem enfrentar. Isso porque, o PSB não abre mão de lançar Márcio França ao governo de São Paulo.
Um dos principais objetivos de Alckmin na chapa é buscar votos de eleitores de candidatos de centro e centro-direita que poderiam ir para Lula. O ex-tucano seria uma espécie de força moderadora para agradar os empresários e agentes do mercado financeiro.
No episódio do podcast vamos falar sobre essa filiação, e os próximos passos para a concretização da chapa Lula e Alckmin, com o repórter do Estadão, Pedro Venceslau. E para analisar esses cenários e o papel de Alckmin na campanha de Lula, vamos conversar com o cientista político e professor do Mackenzie, Rodrigo Prando.
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Desde o início do governo de Jair Bolsonaro (PL) o Ministério da Educação (MEC) sofre uma espécie de desmonte. Em nova polêmica, o ministro da pasta Milton Ribeiro, disse que verbas da educação foram liberadas para amigos de um pastor a pedido do presidente Bolsonaro.
Há cinco dias, o Estadão denunciou que pastores formam um gabinete paralelo que facilita o acesso ao ministro e participam de agendas fechadas onde são discutidas as prioridades da pasta e até o uso dos recursos destinados à educação no Brasil.
Com trânsito livre no ministério, os pastores atuam como lobistas. Viajam em voos da FAB, e abrem as portas do gabinete do ministro para prefeitos e empresários. O grupo é capitaneado pelos pastores Gilmar Silva dos Santos, presidente da Convenção Nacional de Igrejas e Ministros das Assembleias de Deus no Brasil, e Arilton Moura, assessor de Assuntos Políticos da entidade.
Os pastores operam em duas frentes: levam prefeitos a Brasília, participando de encontros no MEC, e acompanham o ministro em viagens pelo País. Os encontros com prefeitos, agendados pelos pastores, já resultaram em pagamentos e empenhos, que são reserva de valores, na ordem de quase 10 milhões de reais.
Para Priscila Cruz, presidente executiva do Todos Pela Educação, em entrevista ao podcast, as ações mostram uma falta de ética do ministro, além de um favorecimento desproporcional sem qualquer planejamento do recurso. “O propósito do Milton Ribeiro é beneficiar os ‘amigos do rei’, uma base bolsonarista de homens evangélicos”, afirmou a presidente. E também destacou: “Ele é o pior ministro da educação da história da República”.
No episódio do podcast desta quarta-feira, 23, além da Priscila Cruz, vamos conversar sobre como funciona a influência dos pastores dentro do MEC, com o repórter do Estadão, em Brasília, Breno Pires.
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Montagem: Carlos Valério
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A região Nordeste deve ser um importante foco nas eleições deste ano para os candidatos à Presidência. Com a disputa acirrada entre Lula e Bolsonaro em outras partes do Brasil, os nordestinos devem decidir quem será o novo presidente do país.
Historicamente, a região é um reduto do ex-presidente Lula, e isso se traduz nas recentes pesquisas eleitorais. No levantamento da Genial/Quaest, o petista aparece com cerca de 60% das intenções de voto, enquanto o atual chefe do executivo tem apenas 13%.
Em 2018, no segundo turno, Fernando Haddad, do PT, obteve 69% dos votos válidos no Nordeste, enquanto Bolsonaro ficou com 30%. Para conquistar votos na segunda maior região em número de eleitores, com 39 milhões de pessoas aptas a votar, o presidente Bolsonaro e até nomes da terceira via, como o ex-ministro Sergio Moro (Podemos) intensificam as peregrinações em estados nordestinos.
O governador de São Paulo, João Doria, pré-candidato pelo PSDB, já comunicou que sua campanha começará pela região.
No podcast desta terça-feira, 22, vamos conversar sobre a importância da região Nordeste para a eleição à presidência com o cientista político e professor da Universidade Federal de Pernambuco, Adriano Oliveira.
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