O podcast do Estadão traz a colunista Carlos Andreazza em um papo reto e sem rodeios sobre os principais assuntos do momento.
Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.
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O podcast do Estadão traz a colunista Carlos Andreazza em um papo reto e sem rodeios sobre os principais assuntos do momento.
Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.
A inflação continua pressionando o orçamento dos brasileiros, segundo projeção divulgada na semana passada pelo Banco Central, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) deve fechar este ano em 6,45%. Há uma semana, essa previsão era de 5,65%. É a nona alta seguida na estimativa do mercado financeiro para a inflação, divulgada semanalmente pelo BC.
Porém esse não é o único problema para a economia brasileira, o Índice de Atividade Econômica, considerado a "prévia" do Produto Interno Bruto (PIB), está em queda. O indicador registrou recuo de 0,99% em janeiro deste ano na comparação com dezembro de 2021.
Com isso, o Ministério da Economia reduziu sua projeção de crescimento do PIB para 2022 de 2,1% para 1,5%. E com o aumento da inflação, o mercado financeiro também passou a projetar uma alta maior na taxa básica de juros da economia, a Selic. Aquela que influencia, por exemplo, nos juros dos empréstimos bancários.
Com a economia combalida em pleno ano eleitoral, ministros da ala política de Bolsonaro e a equipe econômica, chefiada por Paulo Guedes, têm trabalhado para lançar uma série de medidas na área econômica.
No episódio do podcast desta segunda-feira, 21, vamos falar sobre essas mudanças em ano eleitoral e o impacto fiscal que elas vão ter, com o economista José Márcio Camargo.
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Apresentação: Emanuel Bomfim
Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer
Montagem: Carlos Valério
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Redes de entretenimento, realidade virtual, metaverso… Quais serão as próximas tendências? Um estudo da McKinsey em parceria com a Box 1824 revelou quatro comportamentos-chave da Geração Z, que contempla as pessoas nascidas entre os anos 1995 e 2010 e que é nativa digital, e as mudanças em termos de consumo.
Essas e outras questões foram discutidas no episódio do McKinsey Talks, com Gabriela Platinetty, Digital Expert Associate Partner da McKinsey em São Paulo, Gabriela Comazzetto, Head of Global Business Solutions Latam e Brasil no TikTok & ByteDance e Paula Englert, CEO e Sócia da Box 1824 e Cofundadora da NexoHW.
Na conversa, as convidadas abordaram a relação das demais gerações com as redes de entretenimento, o marketing como ferramenta para negócios e os hábitos dos usuários como efeito da pandemia. Ouça no Podcast!
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A aplicação prática das tecnologias de cloud na área financeira - usando o poder dos dados para conhecer o cliente, entender o seu momento de vida para assim formatar ofertas e produtos personalizados com base em inteligência - é o ponto-chave do trabalho das instituições que querem se diferenciar no mercado. A nuvem como habilitadora de inovação, desenvolvimento e aplicações tem papel fundamental na estratégia de um dos maiores bancos do Brasil, o BV, com atuação reconhecida na área de crédito, e que acaba de firmar uma parceria com o Google Cloud. O Start Eldorado recebe, para falar do tema, Milena Leal, diretora de negócios de Google Cloud no Brasil, e Adriana Gomes, diretora executiva de Clientes do BV. As executivas ainda analisam a presença feminina em cargos de tecnologia, já que março é o Mês Internacional da Mulher. O programa vai ao ar às 21h na Rádio Eldorado FM 107,3 - SP e canais digitais, com a apresentação de Daniel Gonzales, toda quarta-feira.
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Jair Bolsonaro foi aconselhado pelos seus principais ministros a manter o general Joaquim Silva e Luna à frente da Petrobras, mas é questão de tempo a queda do general, que o presidente colocou há um ano no comando da Petrobras acreditando que iria resolver o problema da alta dos combustíveis na marra. Já naquele momento, o presidente era alvo das críticas de apoiadores pela alta dos preços.
A quinze dias do prazo final para que ministros-candidatos deixem os cargos, o presidente Jair Bolsonaro (PL) avisará a equipe de sua intenção de escalar substitutos “tampões” para o lugar de quem for disputar as eleições de outubro. O “plano A” do presidente é entregar os ministérios a secretários-executivos das pastas, embora o Centrão também esteja de olho nas cadeiras que ficarão vazias.
Ainda no campo eleitoral, o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB), disse que ainda tem tempo para tomar a decisão e que é preciso apoio político para sua eventual candidatura. O caminho no PSD ficou livre para o gaúcho após o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco(MG), anunciar que não vai disputar a Presidência em outubro.
Esses são os assuntos que guiam nossa conversa quinzenal do “Poder em Pauta” com os jornalistas que acompanham o dia a dia da política, em Brasília. Participam no episódio de hoje do ‘Estadão Notícias’ Vera Rosa e Felipe Frazão, diretamente da capital federal.
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Apresentação: Emanuel Bomfim.
Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer.
Sonorização/Montagem: Carlos Valério.
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A China é, sem dúvidas, a maior aliada da Rússia em termos de cooperação internacional e relacionamento externo. No entanto, a guerra na Ucrânia tem colocado em xeque essa amizade. Por enquanto, a China se mantém neutra em relação ao conflito. Mas, nos bastidores, Xi Jinping teme que as sanções impostas para a Rússia possam atingir também o território chinês.
O maior receio da China ao apoiar Moscou é prejudicar seus laços econômicos com a Europa e os Estados Unidos. Embora a China e a Rússia estejam alinhadas contra a estrutura da Otan, o relacionamento sofreu abalos desde a invasão da Ucrânia por Vladimir Putin. Até por isso, o governo chines é cotado para intermediar um acordo de paz entre russos e ucranianos.
Agora, um outro componente começa a atrapalhar a economia chinesa. Quase 30 milhões de pessoas foram confinadas no país, essa semana, depois do registro do maior surto de Covid-19 em dois anos.
No episódio desta quinta-feira, 17, vamos falar sobre os impactos da guerra e da covid na China, e como isso pode afetar a economia mundial, com Livio Ribeiro, pesquisador do Ibre/FGV e sócio da consultoria BRCG. E vamos conversar sobre a nova onda na China e o surgimento da Deltacron, com Renato Kfouri, infectologista e membro do Departamento de Imunizações da Sociedade Brasileira de Pediatria.
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Apresentação: Gustavo Lopes
Produção/Edição: Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer
Montagem: Carlos Valério
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O aumento no preço da gasolina vem impactando toda a população, mas especialmente os que trabalham dirigindo, os motoristas de aplicativos. Por conta disso, as principais empresas do país nesse segmento, como a Uber e a 99, resolveram reajustar suas tarifas.
A 99 explicou que o objetivo da nova política de preços é “anular” a nova escalada da gasolina. Por isso, a companhia reajustou em 5% o valor do km rodado no ganho dos motoristas de todo o país. Já a Uber elevou em 6,5% o valor das corridas pelo aplicativo. A empresa explicou que o aumento no valor do serviço para os usuários é temporário.
Desde que essa sucessão de aumentos no preço dos combustíveis começou, o usuário passou a enfrentar problemas em conseguir uma corrida. A recusa é explicada pelo valor dos trajetos. Os cancelamentos são provocados por conta dos altos custos que os motoristas dos aplicativos precisam arcar, o que os fazem priorizar corridas maiores.
No episódio do podcast desta quarta-feira, vamos falar sobre essa dificuldade enfrentada pelos motoristas de aplicativos com Eduardo Lima, presidente da Associação dos Motoristas de Aplicativos de São Paulo. E sobre esse mercado de trabalho, vamos conversar com o economista Daniel Duque, pesquisador associado do Ibre-FGV.
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Apresentação: Emanuel Bomfim
Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer
Montagem: Carlos Valério
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O presidente ucraniano, Volodimir Zelenski, despertou a esperança de que um acordo para o término da guerra esteja próximo. A agência de notícias russa Interfax citou um representante russo, que relatou que as conversas haviam alcançado progressos substanciais. Apesar desse breve clima de otimismo, há o receio de países ocidentais, principalmente da Europa, de que a Rússia possa ampliar suas ações militares e atingir outras nações.
Neste domingo, um ataque aéreo atingiu uma área militar na região de Lviv, a cerca de 25 km da fronteira com a Polônia. Segundo a administração regional militar, ao menos 35 pessoas morreram e 134 ficaram feridas. Para os ucranianos, o ataque é uma confirmação de que toda a Europa estaria sob a mira dos russos, já que nessa base trabalhavam instrutores militares vindos de vários países.
A Polônia é um dos membros da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan). A fronteira do país com a Ucrânia tem sido um ponto de passagem de material bélico para auxiliar a resistência ucraniana.
No episódio desta terça-feira, 15, do Estadão Notícias, analisamos um possível escalonamento da guerra, que poderia atingir níveis mundiais, numa entrevista com Carolina Pavese, professora de Relações Internacionais da ESPM-SP e doutora pela London School of Economics. E para abordar o aspecto bélico, convidamos o repórter especial do Estadão, e especialista em defesa, Roberto Godoy.
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Apresentação: Emanuel Bomfim
Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer
Montagem: Carlos Valério
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O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva vem buscando evitar o clima de ‘já ganhou' que tomou conta em parte dos apoiadores e simpatizantes do líder petista. Todo esse cuidado aumentou com o resultado dos últimos levantamentos com as intenções de voto para presidência da República. A vantagem para Bolsonaro está diminuindo.
No último levantamento XP/Ipespe, divulgado na sexta-feira, Lula aparece com 15 pontos à frente de Jair Bolsonaro no primeiro turno, com 43% das intenções de voto, ante 28% do chefe do Executivo. Em fevereiro, a pesquisa do mesmo instituto mostrava vantagem de 18 pontos para o petista (43% contra 25%).
Mesmo sem ter lançado oficialmente sua pré-candidatura, uma das propostas já apresentadas pelo petistas é a revogação da reforma trabalhista. Essa declaração começou a afastar liberais, decepcionados com Bolsonaro, e que estavam inclinados a dar seu voto no petista. Inclusive, essa proposta não agrada o provável vice na chapa de Lula, o ex-governador de São Paulo, Geraldo Alckmin.
Soma-se a estas declarações, o fato de Jair Bolsonaro ter “maneirado” suas declarações em relação às medidas de combate a covid-19, como a vacina. Além disso, o presidente tenta colher frutos eleitorais de medidas populares como o novo bolsa-família.
No episódio do podcast desta segunda-feira, 14, vamos falar sobre essa vantagem de Lula e a possibilidade de crescimento de Bolsonaro até a eleição com o cientista político da FGV e colunista do Estadão, Carlos Pereira.
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Apresentação: Emanuel Bomfim
Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer
Montagem: Carlos Valério
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Guerra cibernética e seus impactos globais e no Brasil são os destaques do Start Eldorado. O apresentador Daniel Gonzales recebe Leidivino Natal da Silva, CEO da Stefanini Rafael, Fabio Soto, CEO da Agility Networks e Robson Borges, especialista em engenharia da Trend Micro, para falar do conflito digital que vem repercutindo na Europa juntamente com as operações bélicas na Ucrânia, e como o mundo deve se preocupar com temas como cibersegurança, os principais tipos de ataques contra empresas e governos e seus objetivos, medidas e investimentos em proteção e o cenário futuro. O Start Eldorado vai ao ar todas as quartas-feiras, às 21h, na Rádio Eldorado FM 107,3 - SP.
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Você já ouviu falar em empresas que constroem sua história através do contato com o cliente? Esse é o caso da Porto Seguro, que teve que se reinventar na pandemia para que, mesmo virtual, quem utiliza seus produtos se sentisse acolhido pelos funcionários da companhia.
Nesta conversa entre o jornalista Pedro Doria e Fabio Costa, General Manager da Salesforce no Brasil, Roberto Santos, CEO da Porto Seguro, conta como enfrentou o desafio de transformar a empresa diante da atual realidade do distanciamento social.
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