O podcast do Estadão traz a colunista Carlos Andreazza em um papo reto e sem rodeios sobre os principais assuntos do momento.
Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.
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O podcast do Estadão traz a colunista Carlos Andreazza em um papo reto e sem rodeios sobre os principais assuntos do momento.
Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.
O Tribunal Superior Eleitoral iniciou em março a campanha Semana do Jovem Eleitor para incentivar os adolescentes de 16 a 18 anos a tirarem o título de eleitor para votar nas eleições deste ano. O prazo de cadastramento vai até 4 de maio e pode ser feito todo online no site do TSE. Diversos artistas, atores e cantores, como Anitta, pegaram carona na ação do tribunal, mas sob o argumento de tirar Bolsonaro do poder.
Segundo o presidente do Tribunal Superior Eleitoral, ministro Edson Fachin, a campanha já vem dando resultado. Mais de 400 mil jovens com idade entre 15 e 18 anos emitiram o seu título de eleitor só no mês de março, sendo que o trimestre registrou um recorde de cadastramento para o período.
Entretanto, comparado a outros anos, o número continua baixo. Em 2012 houve mais de 4 milhões de pedidos de emissão do título entre os 15 e 18 anos. Em 2020, ano da última eleição, foram 1,36 milhão de solicitações.
Com a aproximação do fim do prazo para a emissão de novos títulos eleitorais, influenciadores e políticos bolsonaristas criaram a campanha “Sou Jovem, Sou Bolsonaro”. Foi uma reação a ações pelo alistamento eleitoral e o voto contra o presidente de personalidades e artistas identificados com a esquerda.
No episódio desta terça-feira, 12, vamos falar sobre o peso do voto facultativo dos jovens na eleição deste ano, bem como a politização deste público, com o cientista político Márcio Black, coordenador do Programa de Democracia e Cidadania Ativa da Fundação Tide Setubal.
Apresentação: Emanuel Bomfim
Produção/Edição: Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer
Montagem: Moacir Biasi
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A cada nova pesquisa fica mais evidente que a eleição será polarizada entre Lula e Bolsonaro, novamente com a chamada terceira via como coadjuvante. Se somarmos a porcentagem de votos dos candidatos que ainda resistem em manter suas disputas ao pleito presidencial, o número não chega nem perto de Jair Bolsonaro, segundo colocado nos levantamentos.
Por causa desse fraco desempenho, alguns nomes já desistiram de concorrer nas eleições, como é o caso do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG). Com a troca de partido, o ex-juiz Sergio Moro (União Brasil) não disse, com precisão, se desiste ou não da sua candidatura.
Já João Doria (PSDB-SP) até ensaiou uma desistência, mas no final, resolveu manter a sua candidatura à presidência. No entanto, mesmo com a desistência de Moro, os candidatos da terceira via não conseguiram subir degraus nas pesquisas. Por causa disso, a turma que tenta emplacar uma candidatura forte para bater de frente com Bolsonaro e Lula, começa a discutir a possibilidade de indicar um nome em consenso.
MDB, União Brasil, Cidadania e PSDB prometeram anunciar um pré-candidato único à presidência da República no dia 18 de maio. Essa decisão foi tomada após reunião dos dirigentes dos partidos em Brasília.
No episódio do podcast desta segunda-feira, 11, vamos falar sobre as eleições e o destino da terceira via com a cientista política e professora da FGV, Graziella Testa.
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Apresentação: Emanuel Bomfim
Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer
Montagem: Carlos Valério
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Ouça a segunda parte do debate "Inteligência Artificial na Saúde", com a presença de profissionais de ponta na área. Atuando como ferramenta de suporte, a tecnologia de análise de dados com a ajuda de algoritmos e alto poder computacional auxilia o profissional possibilitando um diagnóstico precoce, detectando condições que os olhos humanos não conseguem enxergar e fornecendo informações para a tomada de decisões mais rápidas e assertivas. No evento "Conexões", estiveram presentes Felipe Veiga, diretor Médico de TI e Imagens Médicas e da área de Inteligência de Dados do Hospital Sírio-Libanês; Edgar Rizzatti, diretor executivo Médico, Técnico e de Negócios B2B do Grupo Fleury; Marcelo Tsuji, diretor-executivo do Hospital Santa Cruz; e Cristiano Blanez, diretor de Inovação da NEC Brasil. O Start vai ao ar a partir de 21h na Eldorado FM 107,3 - SP, toda quarta-feira, com a apresentação de Daniel Gonzales.
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Declarações recentes do ex-presidente Lula geraram forte repercussão entre deputados bolsonaristas e apoiadores do presidente, o que voltou a acender o embate entre os dois pólos da política brasileira. Um das falas de Lula foi em defesa da legalização do aborto e outra sugeriu a manifestantes da CUT que fossem até a casa de deputados cobrarem pautas e votações dos parlamentares.
A fala desencadeou uma onda de publicações contrárias à sugestão de Lula nas redes sociais. O deputado Junio Amaral (PL-MG) publicou um vídeo empunhando um revólver e disse, ironicamente, que iria aguardar a “turma” do petista chegar em sua casa.
Por causa da ameaça, o PT entrou com uma representação no Conselho de Ética da Câmara contra o parlamentar. A representação do PT afirma que a reação de Amaral foi “desproporcional, autoritária, odiosa, totalmente incompatível com o que se espera de um deputado federal”.
Já sobre a declaração da legalização do aborto, a ex-ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos, Damares Alves (Republicanos-DF) disse que a “pauta do ex-presidente sempre foi a cultura da morte". Deputados federais evangélicos também ampliaram o coro contra o ex-presidente, como é o caso de Marco Feliciano (PL-SP) que condenou a ação nas redes sociais.
No episódio do podcast vamos falar sobre o enfrentamento entre lulistas e bolsonaristas e o impacto das declarações do ex-presidente Lula para as eleições com o cientista político e professor da FGV, Eduardo Grin.
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Apresentação: Emanuel Bomfim
Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer
Montagem: Carlos Valério
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Depois de um período de alta, o dólar começou a cair, em meio a crise que tomou conta do mundo por causa da guerra na Ucrânia. Nesta semana, a moeda americana chegou na casa dos R$ 4,60, menor patamar em 2 anos.
Enquanto o dólar caiu mais de 17% para os brasileiros, ele subiu 12% para os russos, 8% para os argentinos e 3% para os europeus. Com a guerra na Ucrânia, a América Latina passou a receber investimentos estrangeiros em dólar, principalmente nos produtos primários que esses países exportam. E quando o investidor coloca mais dólares na economia brasileira, o volume da moeda aqui cresce, baixando o preço frente ao real.
Esse recuo do dólar frente ao real em 2022 também tem sido favorecido pela disparada nos preços das commodities e dos juros que estão em patamares mais elevados no Brasil.
Com a taxa selic em 11,75% ao ano, o Brasil possui atualmente a segunda maior taxa de juros reais no mundo, atrás somente da Rússia. Juros mais altos no Brasil tornaram o real mais interessante para investidores que buscam rendimento em ativos mais arriscados.
No episódio desta quinta-feira, 07, vamos falar sobre a inflação, taxa de juros e o futuro da moeda brasileira perante o dólar com o economista André Braz, coordenador do Índice de Preços ao Consumidor do FGV-IBRE.
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Apresentação: Gustavo Lopes
Produção/Edição: Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer
Montagem: Carlos Valério
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O Ministério da Educação e o governo se veem envolvidos novamente em um outro escândalo revelado pelo Estadão, mas que dessa vez tem a ver com transporte de alunos. Uma licitação bilionária previa a compra dos ônibus escolares com preços inflados. Segundo documentos obtidos pelo Estadão, o governo aceitou pagar até 480 mil reais por um veículo que, de acordo com o setor técnico, deveria custar no máximo 270 mil.
Nesta terça, dia que aconteceria o pregão, o ministro Walton Alencar, do Tribunal de Contas da União, barrou a conclusão da licitação por suspeitas de superfaturamento. A decisão é cautelar, Walton determinou que a licitação só poderá ser concluída quando houver o julgamento do mérito do caso, ou seja, quando houver uma decisão final.
Para tentar salvar o leilão, o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação, responsável pela licitação, recuou e reduziu o preço máximo para compra dos ônibus escolares. O FDNE, de onde vem a verba para a compra dos ônibus, é presidido por Marcelo Ponte, que chegou ao cargo por indicação do ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira, de quem foi chefe de gabinete.
No episódio do podcast vamos conversar com um dos repórteres do Estadão que investiga esse caso, André Shalders. Sobre como esse assunto pode impactar o próprio presidente Jair Bolsonaro e sua campanha à reeleição, vamos conversar com Marco Antônio Carvalho Teixeira, Cientista Político da FGV.
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Apresentação: Emanuel Bomfim
Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer
Montagem: Carlos Valério
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Este ano, assim como no Brasil, vários países da Europa passam por um processo eleitoral. Neste fim de semana, a Hungria reafirmou seu desejo de um governo ultraconservador e deu ao primeiro-ministro Viktor Orbán o seu quarto mandato consecutivo.
Havia a expectativa de que a oposição conseguisse mais cadeiras, o que permitiria mudar a Constituição do país e diversas leis. No entanto, com os resultados, Orbán segue tendo uma maioria larga.
Expoentes da direita ultranacionalista na Europa fizeram questão de cumprimentar Viktor Orban pela vitória. É o caso do italiano Matteo Salvini que usou as redes sociais para felicitar o líder hungaro.
Marine Le Pen, candidata a presidente na França, também usou suas redes para parabenizar Orbán pela vitória. Ela disputa as eleições no próximo domingo, podendo ampliar o poder nacionalista no continente.
A pesquisa de intenção de voto mais recente, do instituto Ifop, aponta um segundo turno entre o atual presidente Emmanuel Macron e Le Pen, que tem trabalhado nos últimos anos para melhorar a imagem do partido dela, que era visto como racista e xenofóbico, e tem evitado defender, como no passado, a saída da França da União Europeia.
No episódio do podcast desta terça-feira, 05, vamos falar sobre este cenário político europeu recente com Carolina Pavese, professora de Relações Internacionais da ESPM-SP e doutora pela London School of Economics.
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Apresentação: Emanuel Bomfim
Produção/Edição: Gustavo Lopes e Jefferson Perleberg
Montagem: Carlos Valério
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Na última sexta-feira terminou a chamada janela partidária, que é o intervalo de 30 dias que a justiça eleitoral dá, seis meses antes da eleição, para que deputados federais, estaduais e vereadores troquem de partido, sem o risco de perder o mandato. Importantes mudanças ocorreram até os últimos minutos do prazo da janela.
O partido que ganhou mais filiações foi o PL do presidente Jair Bolsonaro. A bancada do partido cresceu 71%, de 42 para mais de 70 deputados. A maior parte dos novos filiados do PL vieram do antigo partido de Bolsonaro, o PSL, que se fundiu ao DEM e formou o União Brasil. Após a fusão, a legenda passou a ser a maior em número de deputados na Câmara com 81 parlamentares. Mas, com a janela partidária, o União Brasil perdeu deputados e diminuiu quase pela metade, cerca de 40 baixas.
Depois do PL, Republicanos e PP foram os partidos que mais conquistaram deputados. Algumas “contratações” prometem reforçar partidos e mexer no xadrez eleitoral deste ano. É o caso do ex-presidente da Câmara, Rodrigo Maia, que deixou o União Brasil e se filiou ao PSDB. E o ex-juiz Sergio Moro trocou o Podemos pelo União Brasil e ainda define se terá candidatura presidencial.
Todas essas migrações partidárias dão um novo tom à Câmara dos Deputados apenas 6 meses antes das eleições, e podem fortalecer os palanques eleitorais dos principais candidatos à presidência.
No episódio do podcast de hoje, 04, vamos falar sobre essa nova composição do Legislativo, e como isso impacta nas eleições de outubro, com o cientista político Bruno Silva, pesquisador do Laboratório de Política e Governo da Unesp Araraquara.
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Apresentação: Emanuel Bomfim
Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer
Montagem: Carlos Valério
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Conectar-se à conteúdos de qualidade nunca saiu de moda. Mas as formas para que isso ocorra foram se moldando com o passar do tempo. O formato áudio, por exemplo, tem ganhado cada vez mais força. Segundo o Ibope, o Brasil é o 5º no ranking mundial de crescimento na produção de podcasts. 28 milhões de brasileiros declararam ouvir podcasts.
Sobre esse assunto e as perspectivas para o mercado, o apresentador da Rádio Eldorado e do podcast 'Estadão Notícias', Emanuel Bomfim, conversou com o diretor de projetos especiais do Estadão, Luiz Fernando Bovo, e a CEO na NZN, Tayara Simões, na estreia do vodcast, o pdocast ao vivo do Estadão. Acompanhe agora!
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