O podcast do Estadão traz a colunista Carlos Andreazza em um papo reto e sem rodeios sobre os principais assuntos do momento.
Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.
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O podcast do Estadão traz a colunista Carlos Andreazza em um papo reto e sem rodeios sobre os principais assuntos do momento.
Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.
Neste domingo, 24, a França reelegeu Emmanuel Macron com 58% dos votos válidos. A candidata da extrema-direita, Marine Le Pen, obteve 41% dos votos, a maior votação desse grupo na história moderna da França.
Em seu discurso de vitória, Macron afirmou que quer governar para todos, inclusive para aqueles que preferiam Le Pen. Macron defende uma Europa mais forte na economia e quer um governo mais reformista e liberal, com a proposta de adiar a idade de aposentadoria de 62 para 65 anos.
Já Le Pen propunha inscrever na Constituição a "prioridade nacional", a fim de excluir os estrangeiros dos auxílios sociais, e defendia o abandono da Otan e a redução dos poderes da União Europeia.
Apesar da vitória, o desempenho de Macron foi pior se comparado com o de 2017, quando teve 66% dos votos. Com isso, a extrema-direita foca suas forças, agora, nas eleições legislativas, que ocorrem daqui a 2 meses.
No episódio de hoje, 26, vamos entender os significados da vitória de Macron e o avanço da extrema-direita na Europa e a relação disso com o Brasil. Para isso, conversamos com a professora de Relações Internacionais da ESPM, Carolina Pavese.
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Apresentação: Emanuel Bomfim
Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer
Montagem: Moacir Biasi
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O Banco Central (BC) tem feito o possível para segurar os choques inflacionários que seguem atingindo a economia brasileira. A principal ferramenta é o aumento da Selic (a taxa básica de juros da economia), que continua em ritmo de alta e deve ter novo ajuste para cima na reunião que ocorre nesta semana. Mas o ciclo de aperto vai surtir efeito desejado e trazer a inflação para o centro da meta?
Somente no mês de março, o aumento da inflação foi de 1,62%, a maior marca para o mês em 28 anos. Na soma dos últimos 12 meses chegou a 11,30%. A situação vem se deteriorando desde a pandemia e, agora, ainda sofre com os efeitos da Guerra na Ucrânia. Tudo isso casado com diversos problemas domésticos, como o descontrole fiscal e os impactos de um ano eleitoral.
Fato é que este processo vem corroendo o poder de compra do brasileiro, que não vê seu salário recomposto de acordo com os aumentos inflacionários. Isso faz com que grande parte da população tenha que repensar as prioridades do orçamento doméstico, em especial na compra dos alimentos, o grupo mais atingido pela inflação. Até o pesadelo da era pré-real volta a assombrar a vida de muitas famílias.
Nos últimos meses, 73,1% dos consumidores deixaram de comprar carne, quase 10% cortaram iogurte, queijo, laticínios e bebidas alcoólicas e perto de 6% não levaram para a casa biscoito e feijão, alimento básico. Esses são dados de uma pesquisa do Sindicato do Comércio Varejista de Gêneros Alimentícios do Estado de São Paulo (Sincovaga), feita pela JFP Consultoria e obtida pelo Estadão.
No episódio desta segunda, 25, do podcast, conversamos com a repórter de economia, Márcia de Chiara, que destrinchou os dados dessa pesquisa e foi a campo identificar personagens atingidos por uma inflação permanente. E para analisar o cenário macroeconômico, entrevistamos Guilherme Moreira, Coordenador do Índice de Preços ao Consumidor da Fipe.
Apresentação: Emanuel Bomfim
Produção/Edição: Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer
Montagem: Moacir Biasi
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O Start Eldorado recebe Cintia Gonçalves, estrategista com foco em comportamentos e inteligência de dados e sócia-fundadora da Wiz&Watcher Cultural Strategy. Ela fala sobre metaverso: as possibilidades e desafios para as marcas, muitas ainda entendendo como se posicionar nesse novo mundo da tecnologia, as experiências "phigital", o uso de big data para detectar preferências e assim expandir os negócios e também o desenvolvimento de novos produtos e serviços, a inovação e a construção de experiências encantadoras para os consumidores. A apresentação é de Daniel Gonzales.
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A capacidade de dar respostas na área econômica é sempre um ativo elementar para qualquer campanha presidencial. Neste ano, em especial, o tema deve ganhar ainda mais relevância. E não à toa: o País vive um ciclo de baixo crescimento, agravado pela pandemia e refletido em índices como desemprego e inflação.
Em 2018, Bolsonaro apostou todas as suas fichas na agenda liberal de Paulo Guedes, o “posto Ipiranga”. Agora, na busca pela reeleição, é difícil imaginar que essa cartilha tenha o mesmo efeito, basta ver a gastança em benesses assistenciais, como o Auxílio Brasil, e em incentivos tributários, como a redução do IPI.
O PT, que tende a apelar para a nostalgia da era Lula na comunicação com o eleitor, tem o desafio de apagar da memória recente do País o desastre econômico da era Dilma. A composição com o centro, representada pela figura de Geraldo Alckmin (PSB) na provável chapa, traz desafios extras para o projeto petista. As últimas sinalizações não têm sido no caminho da moderação, basta ver a recente defesa pela revogação da reforma trabalhista.
E no caso de Ciro Gomes (PDT) e dos demais nomes da chamada terceira via: o que está sendo formulado em torno das propostas econômicas?
Para falar sobre o cenário que o próximo presidente vai herdar e o que está sendo desenhado sobre as estratégias econômicas das candidaturas, o episódio desta sexta-feira, 22, do podcast Estadão Notícias conversa com a repórter e colunista de ‘Economia’ do Estadão, Adriana Fernandes.
Apresentação: Emanuel Bomfim
Produção/Edição: Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer
Montagem: Moacir Biasi
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Essa semana o pré-candidato à presidência Ciro Gomes (PDT) inicia uma nova etapa de sua campanha nas redes sociais. Ciro se coloca como alternativa à polarização entre o ex-presidente Lula (PT) e o presidente Jair Bolsonaro (PL), mas o ex-ministro encontra dificuldades para chegar aos dois dígitos nas pesquisas.
Ciro aparece em terceiro lugar, mas com apenas 9%, segundo última pesquisa XP/Ipespe divulgada no início do mês.Apesar de não tão expressiva nas pesquisas, a chamada terceira via segue se articulando. E até mesmo Ciro afirmou estar disposto a conversar.
O pedetista fez um aceno ao MDB, União Brasil, PSDB e Cidadania – que decidiram anunciar um candidato de consenso no dia 18 de maio – e disse que a saída do ex-juiz Sérgio Moro da disputa abre caminho para as negociações.
Ciro também afirmou que vai procurar outros partidos e espera se mostrar competitivo até julho na disputa contra Lula e Bolsonaro. O ex-ministro repetiu que é o único pré-candidato com “proposta consistente” contra o sistema econômico em vigor no País e elogiou o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco.
No episódio do podcast desta quarta-feira, 20, vamos debater se Ciro consegue viabilizar sua candidatura e crescer nas pesquisas sem apoio da terceira via. Para isso, conversamos com o cientista político Rafael Cortez.
Apresentação: Emanuel Bomfim
Produção/Edição: Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer
Montagem: Carlos Valério
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No último domingo, 17, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, anunciou o fim da Emergência em Saúde Pública de Importância Nacional da covid-19 no País. A decisão marca o fim de medidas impostas ainda no início da pandemia, mas não o fim da pandemia em si, essa é de responsabilidade da Organização Mundial da Saúde (OMS). O ministro atribuiu a decisão à queda nos índices da doença e à vacinação no País, que alcançou 73% da população.
O estado de Emergência em Saúde Pública de Importância Nacional da covid-19 foi instaurado em fevereiro de 2020. Desde então, foram publicadas mais de 2000 normas em todo País sobre a pandemia, que autorizam por exemplo a possibilidade de comprar medicamentos e insumos médicos sem licitação.
A pasta deve editar um ato regulamentando a decisão ainda esta semana e também deverá estabelecer um prazo de 30 dias de transição para que os órgãos públicos se adaptem. Outra mudança anunciada por Queiroga é em relação ao uso da vacina Coronavac, que deverá ser restrito somente a crianças e adolescentes de 5 a 18 anos.
No episódio do podcast desta terça-feira, vamos falar sobre estas mudanças no status do país em relação ao combate a pandemia com a epidemiologista Ethel Maciel, Professora da Universidade Federal do Espírito Santo, com pós-doutorado pela universidade Johns Hopkins.
Apresentação: Emanuel Bomfim
Produção/Edição: Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer
Montagem: Carlos Valério
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A polarização entre Lula e Bolsonaro não está somente na eleição presidencial. Os dois pré-candidatos disputam eleitores nos pleitos estaduais também. Ter uma candidatura forte nas unidades da Federação significa também ter palanques fortes na disputa presidencial.
Dos 16 governadores que tentarão se reeleger em 2022, oito têm afinidade com o presidente Jair Bolsonaro. Entre eles, importantes colégios eleitorais como Rio de Janeiro, com Cláudio Castro, e Minas Gerais, com Romeu Zema.
O presidente Jair Bolsonaro tem apostado suas fichas em São Paulo e Rio Grande do Sul, para demonstrar força nas eleições de outubro. Para isso, lançou os ministros Tarcísio de Freitas e Onyx Lorenzoni para tentar a eleição nestes importantes colégios eleitorais.
Já do outro lado, Lula ainda costura suas alianças nos estados e, por enquanto, tem apoio de 3 candidatos a reeleição: Helder Barbalho, no Pará, Fátima Bezerra, no Rio Grande do Norte e João Azevedo, na Paraíba.
A grande aposta do PT é nas candidaturas de novos nomes para as disputas estaduais, como a do senador Fabiano Contarato no Espírito Santo. Mas, a disputa deve se intensificar nos três maiores colégios eleitorais do país: São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais. Para isso, os petistas lançaram o nome do ex-prefeito Fernando Haddad para o Palácio dos Bandeirantes.
No episódio do podcast desta segunda-feira, 18, vamos falar sobre a importância das campanhas estaduais para os candidatos à presidência com o repórter de política do Estadão, Pedro Venceslau.
Apresentação:Gustavo Lopes
Produção/Edição: Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer
Montagem: Carlos Valério
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Ouça a terceira parte do debate "Inteligência Artificial na Saúde", com a presença de profissionais de ponta na área. Atuando como ferramenta de suporte, a tecnologia de análise de dados com a ajuda de algoritmos e alto poder computacional auxilia o profissional possibilitando um diagnóstico precoce, detectando condições que os olhos humanos não conseguem enxergar e fornecendo informações para a tomada de decisões mais rápidas e assertivas. No evento "Conexões", estiveram presentes Felipe Veiga, diretor Médico de TI e Imagens Médicas e da área de Inteligência de Dados do Hospital Sírio-Libanês; Edgar Rizzatti, diretor executivo Médico, Técnico e de Negócios B2B do Grupo Fleury; Marcelo Tsuji, diretor-executivo do Hospital Santa Cruz; e Cristiano Blanez, diretor de Inovação da NEC Brasil. O Start vai ao ar a partir de 21h na Eldorado FM 107,3 - SP, toda quarta-feira, com a apresentação de Daniel Gonzales.
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O ex-presidente Michel Temer (MDB) foi escalado para mediar um acordo entre o ex-governador de São Paulo, João Doria (PSDB-SP) e a senadora Simone Tebet (MDB-MS), que desponta como o nome mais "estável" no consórcio político formado entre o PSDB, o MDB e o União Brasil, por uma candidatura única do bloco.
Enquanto isso, Bruno Araújo, presidente do PSDB, disse que o acordo entre os partidos está acima das prévias tucanas, vencidas por Doria. As três legendas determinaram o dia 18 de maio como data-limite para o anúncio do palanque único da chamada "terceira via".
Enquanto este bloco do centro patina em suas definições, a disputa na prateleira superior está cada vez mais acirrada. Lula segue à frente nas pesquisas, mas o atual presidente, Jair Bolsonaro, vem ganhando espaço e popularidade.
Apesar do crescimento, Bolsonaro pode ter de lidar com novos obstáculos à frente, como a instalação de uma CPI para investigar os escândalos no Ministério da Educação, revelados pelo Estadão em série de reportagens.
Em São Paulo, o Conselho de Ética da Assembleia Legislativa do Estado decidiu, por unanimidade, acatar o relatório que pede a cassação do mandato do deputado estadual Arthur do Val (União Brasil), como resultado de áudios machistas em que depreciava a condição de refugiadas ucranianas. O parecer agora segue ao plenário.
Esses são os assuntos que guiam nossa conversa quinzenal do “Poder em Pauta” com os jornalistas que acompanham o dia a dia da política. Participam no episódio de hoje do ‘Estadão Notícias’ Adriana Ferraz, de São Paulo, e Felipe Frazão, diretamente da capital federal.
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Apresentação: Emanuel Bomfim.
Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer.
Sonorização/Montagem: Carlos Valério
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A série de denúncias feitas pelo Estadão sobre como o Ministério da Educação tem sido usado para atender interesses pessoais de integrantes do governo e aliados pode terminar em uma CPI no Senado. O senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) tenta recolher as 26 assinaturas necessárias para que a comissão seja aberta, já o governo articula para que CPI não saia do papel em ano eleitoral.
Um dos focos da CPI atinge diretamente os religiosos, pois irá investigar a atuação dos pastores Gilmar Santos e Arilton Moura, acusados por prefeitos de cobrar propina em troca de facilitar a liberação de verbas do Ministério da Educação. Por isso integrantes da bancada evangélica no Congresso não querem o andamento da comissão.
Além da bancada evangélica, o governo também montou uma força-tarefa para tentar minar qualquer tentativa de instalar uma CPI do MEC. O ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira, convocou integrantes do governo e aliados para convencer os senadores a não aderirem a criação da comissão. O ministro é parte diretamente interessada nesta questão, já que seu nome está envolvido em algumas suspeitas de irregularidades no MEC.
No episódio do podcast de hoje, 13, vamos conversar sobre quais são as chances de abertura de nova CPI no Senado com o repórter do Broadcast Político em Brasília, Daniel Weterman. Já sobre os impactos eleitorais da comissão para o presidente, vamos analisar com o cientista político da FGV e colunista do Estadão, Carlos Pereira.
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