O podcast do Estadão traz a colunista Carlos Andreazza em um papo reto e sem rodeios sobre os principais assuntos do momento.
Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.
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O podcast do Estadão traz a colunista Carlos Andreazza em um papo reto e sem rodeios sobre os principais assuntos do momento.
Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.
De acordo com a pesquisa do Instituto DataSenado, realizada com quase 6 mil pessoas no final do ano passado 21% dos eleitores se declaram de direita e 11% de esquerda no Brasil. No entanto, o maior grupo de entrevistados 55% segue sem se identificar com nenhum dos lados da polarização, tampouco com o centro.
Aliás, esse é o grupo que mais cresceu, 5% a mais em relação à última pesquisa. A tendência de queda dos eleitores que se diziam de direita se estabilizou. Em 2019, 29% se consideravam de direita; agora, são 21%. Já os que declaram ter posicionamento de esquerda permanecem em redução. Eram 18% em 2019, 15% em 2021 e, agora, somam 11%. O menor grupo, segundo o levantamento, é daqueles que se consideram de centro, com 9%.
Entre os entrevistados, a ampla maioria dos brasileiro, 82% diz que a religião é muito importante na própria vida, mas dá mais peso à família na formação das escolhas políticas do que à religião.
Mas, apesar da maioria do eleitorado se dizer de direita, a percepção majoritária da população se choca com ideias defendidas pelo presidente e adotadas pelo governo, em assuntos sociais. Para 69%, facilitar o acesso a armas de fogo não vai aumentar a segurança das pessoas e 72% discordam que o meio ambiente seja bem protegido no Brasil.
Um dos quesitos que registraram mais mudança foi o que envolve aborto. O porcentual de pessoas que não concordam que as mulheres devem ter o direito de interromper a gravidez, caso queiram, passou de 52% para 58%.
No episódio do podcast de hoje, 18, vamos debater sobre este perfil do eleitorado brasileiro apontado pela pesquisa do Senado, com Glauco Peres, cientista político, professor associado do Departamento de Ciência Política da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP.
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Apresentação: Gustavo Lopes
Produção/Edição: Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer
Montagem: Moacir Biasi
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O mesmo motivo que, segundo a Rússia, desencadeou o conflito em território ucraniano, pode se estender a outros países. Segundo Vladimir Putin, a tentativa da Ucrânia em integrar a Otan colocaria sua nação em risco, e este teria sido o estopim para a invasão de seu exército. Agora, a Finlândia, que faz fronteira com a Rússia, decidiu solicitar a adesão à Organização do Tratado do Atlântico Norte.
O anúncio foi feito pelo presidente e a primeira-ministra do país e oficializa o que ambos vinham afirmando desde a semana passada, apesar das ameaças russas de retaliação. Essa decisão encerra uma neutralidade militar histórica da Finlândia, que compartilha uma fronteira de 1.300 quilômetros com a Rússia.
Por causa dessa movimentação, Putin disse ao presidente finlandês Sauli Niinisto que acabar com a neutralidade seria um erro que poderia prejudicar as relações entre os dois países. O governo russo descreveu esse movimento como ‘ameaça à segurança’ e disse que pode retaliar.
A Suécia é outro país que também confirmou que vai pedir a adesão à Organização do Tratado do Atlântico Norte, encerrando mais de 200 anos de neutralidade e não alinhamento militar. Porém, o debate dentro do Partido Social-Democrata, que está no poder, é um pouco mais dividido sobre a questão.
Desde o ano passado, Moscou tem aumentado a presença militar e exercícios de suas tropas no mar Báltico, para onde boa parte do território sueco e a costa oeste da Finlândia e da Rússia têm saída.
No episódio desta terça-feira, 17, vamos falar da entrada de Finlândia e Suécia, e o que isso pode ocasionar em relação à Rússia e aos rumos da guerra na Ucrânia, com Roberto Uebel, Professor de Relações Internacionais da ESPM e Senior Fellow do ISAPE (Instituto Sul-Americano de Política e Estratégia).
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Apresentação: Emanuel Bomfim
Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer
Montagem: Moacir Biasi
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Na pesquisa mais recente divulgada pela Genial/Quest publicada na semana passada, o ex-presidente Lula (PT) e o atual presidente, Jair Bolsonaro (PL), continuam na dianteira, com 46% e 31%, respectivamente. Já outros candidatos somados, totalizaram 13%, brancos e nulos 7% e indecisos 3%. Os dados mostram novamente a dificuldade de inserção de outros nomes fora da polarização bolso-lulista.
Durante um evento no Paraná, o presidente Bolsonaro, que segue 15 pontos percentuais atrás do petista, diz que não “teme resultado de eleições limpas”. Ele também afirmou que a forma como foi recebido na Expoingá e em outros eventos pelo País representa a verdadeira pesquisa popular.
A estabilidade da porcentagem do ex-presidente Lula também surpreende, já que o petista teve um mês de declarações polêmicas, como a fala em que defendeu a legalização do aborto. O assunto entrou inclusive na pesquisa realizada pela Genial/Quaest, onde 50% dos eleitores disseram que uma posição favorável ao aborto de um candidato afeta negativamente a chance de voto nele; 40% disse que não altera.
Os dados da pesquisa também devem preocupar Bolsonaro, já que Lula é favorecido quando o assunto é economia. Para 50% dos entrevistados, a economia é o principal problema enfrentado pelo país neste momento, 13% citam a saúde e a pandemia, 11% questões sociais e 9% corrupção.
Para os eleitores parece que o atual presidente não está conseguindo controlar essa situação. Não é por acaso que 58% dos brasileiros acham que Bolsonaro não merece um segundo mandato como presidente, enquanto 53% acham que Lula merece voltar a ocupar o Executivo federal.
No episódio desta segunda-feira, 16, vamos analisar o cenário eleitoral e avaliar o desempenho dos pré-candidatos até o momento com o cientista político e pesquisador do Laboratório de Política e Governo da Unesp, Bruno Silva.
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Apresentação: Emanuel Bomfim
Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer
Montagem: Moacir Biasi
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A data para que todas as 27 capitais brasileiras estejam cobertas por redes 5G está se aproximando: fim de junho deste ano. Ao mesmo tempo, apenas 11 destas cidades já fizeram totalmente o "dever de casa" de adaptar suas legislações municipais para a instalação mais rápida de equipamentos e antenas, que serão requeridos em maior número por conta da frequência mais alta das redes de quinta geração. Entre os demais municípios brasileiros, 400 cidades já se encontram com seus projetos de antenas em tramitação. Ainda há, porém, grande burocracia, o que pode fazer com que o 5G demore mais para chegar a áreas como o campo. O Start Eldorado conversa com Luciano Stutz, presidente da Abrintel (Associação Brasileira de Infraestrutura para Telecomunicações) e porta-voz do movimento "Antene-se" (antenese.org.br), que reúne operadoras, CNI e outras entidades, que atuam em prol do fortalecimento urgente da infraestrutura. O programa vai ao ar na Eldorado FM 107,3 - SP e canais digitais, com a apresentação de Daniel Gonzales, todas as quartas-feiras.
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Em uma nova rodada de pesquisas realizada pela Genial/Quaest, o ex-presidente Lula (PT) mantém uma larga vantagem sobre Jair Bolsonaro (PL): 46% dos entrevistados dizem que vão votar no petista, enquanto 29% estão com o atual presidente. Mais do que isso, no cenário sem o candidato do PDT, Ciro Gomes, Lula venceria no primeiro turno.
Enquanto isso, a terceira via tenta sobreviver ao pleito de outubro. Os presidentes do PSDB, do MDB e do Cidadania deram uma sobrevida ao projeto de unificar os partidos em torno de um nome que irá liderar a chapa na disputa pelo Palácio do Planalto. Essa escolha será definida a partir da análise conjunta de pesquisas quantitativas e qualitativas de opinião encomendadas pelas legendas.
Do outro lado, Jair Bolsonaro (PL) continua seus ataques contra as urnas eletrônicas, e agora tem a companhia das Forças Armadas. O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) , ministro Edson Fachin, disse nesta quinta-feira, que as eleições “dizem respeito à população civil”, e que quem trata do tema “são forças desarmadas”.
Esses são os assuntos que guiam nossa conversa quinzenal do “Poder em Pauta” com os jornalistas que acompanham o dia a dia da política. Participam no episódio de hoje do ‘Estadão Notícias’, Vera Rosa e Felipe Frazão, diretamente da capital federal.
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Apresentação: Gustavo Lopes
Produção/Edição: Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer.
Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.
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O Centrão opera dentro do Congresso Nacional para aprovar um projeto para a construção de gasodutos pelo País no valor de 100 bilhões de reais. Apesar do Brasil necessitar de vias de distribuição de gás, inclusive para geração de energia, a proposta deve beneficiar apenas um empresário: Carlos Suarez, conhecido como “rei do gás”.
O empresário e seus sócios são os únicos com autorização para distribuir o produto em oito estados do Norte, Nordeste e Centro-Oeste. O valor se aproxima a tudo o que o governo tem para despesas com investimentos e custeio da máquina pública em 2022.
Desde 2015, já houve ao menos dez tentativas de criar o fundo para bancar a rede de gasodutos, conhecido como Brasduto, por meio de projetos de lei e medidas provisórias, porém nenhuma teve êxito. Desta vez, com lugar de destaque no governo de Jair Bolsonaro, o Centrão acredita que tem voto suficiente para concretizar o plano apelidado no meio político de “Centrãoduto”.
O objetivo do projeto é levar tubos de aço até áreas isoladas de grandes centros do País e, assim, viabilizar a construção de usinas movidas a gás nestas regiões. O setor elétrico questiona a estratégia, porque, via de regra, não faz sentido levar gás para uma área remota, se a energia que será produzida com a queima desse insumo será redirecionada a grandes áreas urbanas, por meio de linhas de transmissão.
A estratégia em andamento, porém, vai ao encontro de tudo que almeja o conglomerado criado pelo empresário Carlos Suarez, em parceria com seus sócios, a Gaspetro da Petrobras e os governos do Distrito Federal, Amazonas, Pará, Amapá, Maranhão, Piauí, Rondônia e Goiás.
No episódio desta quinta-feira, 12, vamos conversar sobre esse projeto bilionário que o Congresso Nacional quer aprovar, com o repórter do Estadão, em Brasília, André Borges.
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Apresentação: Emanuel Bomfim
Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer
Montagem: Moacir Biasi
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O governo federal tenta de todas as formas frear a alta da inflação no País. No começo do mês, o mercado elevou pela 16ª semana consecutiva a previsão para a inflação deste ano, agora para 7,89%, segundo o Relatório Focus do Banco Central, mais que o dobro da meta prevista em 3,5%.
Para conter essa tendência de aumento, o governo pretende zerar a alíquota do Imposto de Importação de 11 produtos, entre eles, o aço. Segundo apurou o Estadão/Broadcast, o corte deve ser anunciado ainda esta semana e inclui produtos da cesta básica e da construção civil. Também neste dia, o governo pode anunciar uma nova redução geral de 10% na Tarifa Externa Comum do Mercosul, o que incidiria sobre quase todas as importações brasileiras.
Com essas medidas o governo quer tentar reduzir o custo de importação de vários itens, o que contribuiria para forçar os preços da indústria nacional para baixo.
A avaliação é que a redução do tributo para importados pode ser feita sem prejudicar a indústria nacional, já que decreto do presidente Jair Bolsonaro ampliou a redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) de 25% para 35%.
Porém, a redução do imposto de importação dos 11 itens tem que passar pela Câmara de Comércio Exterior, grupo que reúne representantes de vários ministérios, além da Presidência.
No episódio de hoje, 11, vamos conversar sobre as tentativas do governo em tentar frear o aumento da inflação, com a economista Karina Bugarin, autora de um dos capítulos do livro " Reconstrução – o Brasil nos anos 20”:
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Apresentação: Emanuel Bomfim
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Montagem: Moacir Biasi
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No sábado (06), o Partido dos Trabalhadores (PT), lançou a chapa Lula/Alckmin para as eleições presidenciais de 2022. No evento, quem roubou a cena foi o ex-tucano que, em pouco mais de 15 minutos, fez um discurso contundente e pregando a união contra Jair Bolsonaro.
Geraldo Alckmin (PSB) já deixou claro que não será um vice decorativo, e quer estar à frente não apenas de um futuro governo, mas também da campanha presidencial. O ex-governador diz estar aberto à tarefa de fazer a interlocução com o agronegócio, mas deseja contribuir também na área econômica.
Além disso, nas viagens pelo Brasil, ao longo da campanha, o ex-tucano espera ter direito a parte do holofote e deve manter uma agenda paralela individual, em especial nas regiões em que Lula tem menor intenção de votos, como Sudeste, Sul e Centro-Oeste.
Com esse movimento, Alckmin pode conquistar algo que o seu desafeto político, João Doria (PSDB), quer muito: um lugar no Palácio do Planalto. As pesquisas eleitorais mostram que essa espécie de renascimento do ex-governador na política pode estar próximo de acontecer.
No episódio de hoje do Estadão Notícias convidamos o cientista político, coordenador da pós-graduação em Ciência Política da FESP-SP, Humberto Dantas, para analisar o papel de Geraldo Alckmin na chapa de Lula.
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Apresentação: Emanuel Bomfim
Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer
Montagem: Moacir Biasi
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As mulheres são a maioria do eleitorado brasileiro. São quase 9 milhões de eleitoras a mais do que homens, o que representa 53% dos votantes do País, segundo o Tribunal Superior Eleitoral. E essa diferença tem crescido a cada 4 anos, quando ocorrem as eleições presidenciais. Apesar de serem maioria entre os eleitores, as mulheres não traduzem essa tendência em termos de participação política.
No Estado de São Paulo, maior colégio eleitoral do país, as mulheres representam 53% do eleitorado. Elas também são a maioria entre pessoas na faixa dos 16 a 18 anos. Dos mais de 96 mil novos títulos emitidos neste ano, 52 mil foram de pessoas do gênero feminino.
Em 2018, apenas uma mulher se elegeu governadora entre as 27 unidades da federação. Foi a ex-senadora Fátima Bezerra (PT), no Rio Grande do Norte. Ainda em 2018, apenas seis candidatas foram eleitas para as 54 vagas no Senado. Para a Câmara dos Deputados, foram eleitas 77 deputadas federais, o que dá cerca de de 15% do total de eleitos.
Atualmente, há políticas públicas de incentivo à participação feminina na política. Dois exemplos são a cota de 30% de candidatas mulheres e, mais recente, a cota do fundo eleitoral. Com a emenda promulgada em abril de 2022 pelo Congresso Nacional, os partidos são obrigados a destinar 30% dos recursos para as candidatas.
No episódio do podcast desta segunda-feira, 09, vamos conversar sobre esse assunto com a cientista política da Universidade de Brasília, Noemi Araujo, especialista em Políticas Públicas e Gestão Governamental e Co-idealizadora da Representativa, que capacita mulheres para a política.
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Apresentação: Emanuel Bomfim
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Montagem: Moacir Biasi
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Muitos são os impactos da tecnologia no comércio global, como o uso de dados e a adoção de transformações digitais, que vêm mudando profundamente a forma como ocorrem diversos tipos de operações. Internet das coisas, Blockchain, Big Data, tecnologias cognitivas associadas que muito em breve serão ainda mais potencializadas pelo uso mais intenso do 5G. O Start Eldorado recebe Gabriela Dorlhiac, diretora executiva da ICC Brasil - Câmara de Comércio Internacional, maior organização empresarial mundial, que está bastante atenta a tudo que envolve a transformação digital. Apresentado por Daniel Gonzales, o Start vai ao ar toda quarta-feira, às 21h, na Eldorado FM 107,3 - SP.
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