O podcast do Estadão traz a colunista Carlos Andreazza em um papo reto e sem rodeios sobre os principais assuntos do momento.
Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.
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O podcast do Estadão traz a colunista Carlos Andreazza em um papo reto e sem rodeios sobre os principais assuntos do momento.
Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.
Atualmente, mais de 33 milhões de pessoas não têm o que comer no Brasil. Em apenas um ano, o número de pessoas passando fome no país aumentou 14 milhões. Os dados são do 2º Inquérito Nacional sobre Insegurança Alimentar no Contexto da Pandemia de Covid-19, produzido pela Rede Penssan e pela Oxfam e lançado nesta quarta-feira, 08.
A fome no Brasil alcançou um patamar registrado pela última vez nos anos 90. A pesquisa mostra ainda que mais da metade da população brasileira — 58,7% — convive com algum grau de insegurança alimentar.
A pandemia e o agravamento da crise econômica só aumentaram as desigualdades que já existiam. O desmonte das políticas públicas por parte do governo também é um dos motivos para um número tão grande. As ações isoladas do governo Bolsonaro não conseguem enfrentar questões estruturais, como a alta da inflação, que está na casa de dois dígitos desde setembro do ano passado.
Na média nacional, 15% dos brasileiros estão abaixo da linha da pobreza. Mas a realidade varia de acordo com a região. No Nordeste, esse número é de 21%. Na região Norte, chega a 25%.
No episódio desta quinta-feira, 09, vamos debater esse cenário de fome e pobreza extrema do País com Rodrigo “Kiko” Afonso, diretor-executivo da Ação da Cidadania.
Apresentação: Emanuel Bomfim
Produção/Edição: Jefferson Perleberg, Bárbara Rubira e Gabriela Forte
Montagem: Moacir Biasi
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A poucos meses das eleições, Bolsonaro pretende realizar uma manobra para reduzir os preços dos combustíveis e assim tentar aumentar a popularidade nas pesquisas. Na última segunda-feira, 6, anunciou uma nova proposta que prevê o pagamento de uma compensação a Estados e municípios para zerar o ICMS — Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços — sobre o diesel e o gás de cozinha.
O Congresso Nacional já estava discutindo um projeto de lei complementar com a ideia de fixar um teto de 17% para a alíquota do ICMS sobre combustíveis e energia. Porém, Bolsonaro quer ir além, com a aprovação do projeto de lei complementar, o governo pretende zerar o ICMS. Com isso, a União pagaria uma compensação aos Estados, proporcional ao valor do teto.
A proposta prevê ainda a isenção de impostos federais — como o PIS/Cofins — sobre a gasolina e o etanol. Em março, diesel e gás de cozinha já tinham sido desonerados desses tributos. As medidas seriam válidas até o fim deste ano, no final do mandato. Mas, para entrarem em vigor, precisam da aprovação do Congresso Nacional.
O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou que as medidas para compensar as perdas de arrecadação dos Estados e as renúncias fiscais de impostos federais teriam um custo entre 25 e 50 bilhões de reais.
No episódio do podcast desta quarta-feira, 8, vamos tentar entender as propostas do governo federal e o impacto para os consumidores com Carlos Eduardo Navarro, pesquisador do Núcleo de Estudos Fiscais da FGV Direito SP. E para falar sobre a manobra política de Bolsonaro a poucos meses da eleição, convidamos Mariana Carneiro, editora da Coluna do Estadão.
Apresentação: Emanuel Bomfim
Produção/Edição: Jefferson Perleberg, Bárbara Rubira e Gabriela Forte
Montagem: Moacir Biasi
Editor do núcleo de Podcasts: Emanuel Bomfim
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Hoje, 7 de junho, é o Dia Nacional da Liberdade de Imprensa. Nesta data, em 1977, cerca de três mil jornalistas assinaram um manifesto exigindo o fim da censura e instauração de uma imprensa livre no Brasil. E relembrar o tema é essencial para a categoria que vem sofrendo cada vez mais ataques.
Desde o início do mandato, o presidente Jair Bolsonaro deixa claro por meio de ameaças e agressões o seu desdém pelo trabalho da imprensa brasileira. Esse comportamento também inspira agressões de apoiadores do presidente.
Só em 2021, o Brasil registrou 430 casos de violência contra profissionais de comunicação. Os números são do relatório “Violência contra jornalistas e liberdade de imprensa no Brasil”, feito pela Federação Nacional da categoria. O documento classificou o presidente Jair Bolsonaro como o “principal agressor” de jornalistas e veículos de comunicação.
Porém estes ataques não são novidade, a imprensa brasileira, e inclusive o Estadão, passou por diversos momentos de censura e opressão.
No episódio do podcast desta terça-feira, vamos trazer uma análise sobre o assunto do professor da ECA-USP e jornalista Eugênio Bucci. Para relatar os diferentes momentos históricos de censura do Estadão conversamos com o jornalista Edmundo Leite, coordenador do Acervo Estadão.
E para debater sobre o cenário atual da liberdade de imprensa no Brasil, convidamos a presidente da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo e professora do Insper, Natalia Mazotti.
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Apresentação: Emanuel Bomfim
Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Bárbara Rubira e Gabriela Forte
Montagem: Moacir Biasi
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Os debates presidenciais fazem parte do cenário eleitoral brasileiro e historicamente têm um peso na decisão do eleitor. Entretanto, o atual presidente Jair Bolsonaro já afirmou que não pretende participar dos eventos em primeiro turno e que vai pensar, caso haja segundo turno.
Em janeiro deste ano, Bolsonaro chegou a dizer que iria a todos os debates presidenciais, mas, não enviou representantes aos encontros das emissoras que planejam os eventos nesta eleição. O receio de Bolsonaro é que ele vire alvo de ataques de todos os seus rivais, o que poderia prejudicar a sua imagem perante a opinião pública.
Dez encontros já foram marcados para o primeiro turno em TVs, internet e rádios pelo Brasil. Inclusive, em 24 de setembro, terá o promovido pelo Estadão e Rádio Eldorado, juntamente com o SBT.
Lula já comunicou que vai aos debates, mas sua estratégia de campanha quer limitar os eventos em que ele estará presente. A pré-campanha do petista informou que estuda apresentar uma proposta de realização de três debates no primeiro turno, em forma de pool, quando diferentes emissoras usam o mesmo sinal para transmissão.
Entretanto, a ausência em debates não é novidade, o próprio ex-presidente Lula, FHC e Collor não foram participar de debates durante o primeiro turno, em 2006, 1998 e 1989, respectivamente.
No episódio desta segunda-feira, 06, vamos analisar o debate na era digital, e qual o peso que eles ainda têm na eleição, com Glauco Peres da Silva, professor associado do depto. de ciência política da USP.
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Para garantir um bom funcionamento do 5G, serão necessárias mais torres e mais estações de rádio-base, com mais antenas. Elas são menores, mas instalar os equipamentos e colocar tudo isso em pé demanda estudos adequados e investimentos. Esse é o mercado das chamadas "neutral hosts", como a QMC Telecom: a empresa atua criando sites de transmissão inclusive ao "street level" (disfarçando as antenas em equipamentos urbanos como postes, bancas de jornal, viadutos, etc), em ambientes internos, como hotéis, shoppings, aeroportos, etc, e até mesmo ocultando-as em locais históricos e turísticos, onde não pode haver interferências urbanas. Ouça Murilo Almeida, presidente da QMC, no programa desta semana. Apresentado por Daniel Gonzales, o Start vai ao ar toda quarta-feira, às 21h, na Eldorado FM 107,3 - SP.
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O partido União Brasil lançou recentemente o deputado federal Luciano Bivar como pré-candidato à Presidência. O partido tem a maior fatia do fundo eleitoral na eleição deste ano, estimado em mais de R$ 900 milhões, e também maior tempo de TV. Porém a falta de popularidade de Bivar, que não chegou a somar 1% nas últimas pesquisas eleitorais, levanta questionamentos sobre a viabilidade de sua candidatura.
Além de deputado, Luciano Bivar é presidente do União Brasil, partido que é resultado da fusão entre o PSL e o DEM. O político ganhou notoriedade após o seu partido, PSL, abrigar Jair Bolsonaro, em 2018, para a disputa das eleições presidenciais. Porém, logo após a vitória, por causa de disputas internas pelo poder dentro do partido, Jair Bolsonaro deixou a legenda.
Segundo Bivar, sua candidatura nasce com o objetivo de ser uma opção entre a polarização dos primeiros colocados Lula (PT) e Jair Bolsonaro (PL). Entretanto, o deputado já foi candidato à presidência em 2006 pelo PSL e teve 62 mil votos, ficando na última colocação da disputa.
Hoje, o seu foco é nos ideais liberais econômicos e democráticos, ainda com a defesa de um imposto único federal.
No episódio desta sexta-feira, 03, para analisar a candidatura de Luciano Bivar, e o que está por trás dela, vamos conversar com o colunista do Estadão e da Rádio Eldorado, Felipe Moura Brasil.
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Nesta quinta-feira, a Inglaterra inicia as comemorações do Jubileu de Platina da Rainha Elizabeth II, a mais longeva monarca do Reino Unido com 70 anos de liderança da nação. O ápice das comemorações acontece no sábado, durante um concerto que contará com grandes shows de estrelas e lendas da música mundial, como Queen, Diana Ross, Rod Stewart, Elton John, entre outros.
Mas quem vê a simpática senhora com seus 96 anos e com uma saúde que já inspira cuidados, não imagina a trajetória pela qual ela passou. As questões familiares sempre foram o calcanhar de aquiles de Elizabeth II. O momento mais delicado do seu reinado foi justamente no momento da separação entre o príncipe Charles e a princesa Diana, fazendo com que o regime monárquico fosse questionado na Inglaterra.
Do ponto de vista político, a rainha enfrenta um momento delicado no país, envolvendo o primeiro-ministro Boris Johnson, que perdeu a confiança do parlamento britânico ao promover festas durante a pandemia. O caso pode custar o cargo do premier.
No entanto, Elizabeth II chega no seu jubileu com uma aprovação de mais de 70% dos britânicos, segundo levantamento da YouGov. Especulações da imprensa inglesa dão conta de que esse reinado está perto do fim. A rainha deve abdicar do trono, em 2023, em nome do seu filho, Charles.
No episódio de hoje, 02, vamos analisar o reinado de Elizabeth II, e todas as questões que permeiam o presente e o futuro da monarquia britânica com a professora de Relações Internacionais da ESPM, Carolina Pavese.
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A grande quantidade de pesquisas sobre a corrida presidencial pode deixar o eleitor um pouco confuso sobre os dados apresentados. Por isso o Estadão criou um agregador de pesquisas, uma ferramenta que usa dados dos levantamentos de 14 empresas, para calcular o cenário mais provável da disputa a cada dia.
A ferramenta controla diversos parâmetros e dá pesos diferentes aos levantamentos para impedir que números destoantes ou desatualizados puxem um dos concorrentes para cima ou para baixo.
Os usuários também poderão fazer recortes dos resultados, destacando apenas as linhas do gráfico de determinados candidatos, e compartilhar essas visualizações em redes sociais e aplicativos de mensagens.
Além disso, o agregador vai trazer outras análises sobre os candidatos à presidência da República. Por exemplo, a ferramenta indica que, apesar do noticiário carregado de polêmicas, a corrida presidencial tem sido marcada pela monotonia.
De acordo com a Média Estadão Dados, que calcula o cenário mais provável a cada dia com base em pesquisas presenciais e telefônicas, Lula (PT) está mais ou menos no mesmo lugar há seis meses, com taxas de intenção de voto flutuando em torno de 44%.
No episódio de hoje, 01, vamos falar mais sobre o lançamento do agregador Média Estadão Dados, com o repórter de Dados e editor do Estadão Verifica, Daniel Bramatti.
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A partir de hoje, a cada 15 dias, você passa a ouvir no feed do 'Estadão Notícias' a série 'Cenários', com entrevistas de Sonia Racy com grandes nomes dos cenários político e econômico brasileiros.
Neste episódio, a jornalista recebe Fabio Coelho, presidente do Google Brasil, que fala como a empresa atendeu ao aumento impactante do uso da mídia digital durante a pandemia, comenta os desafios da inovação no mundo digital e analisa a valorização de bons conteúdos na internet.
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A polarização política no Brasil chegou também aos palcos. Após uma crítica à cantora Anitta e a Lei Rouanet feita pelo cantor sertanejo Zé Neto, está sendo levantada uma série de questionamentos sobre o mau uso do dinheiro público e o financiamento de shows, principalmente em pequenas cidades do interior do Brasil.
Os ataques contra a Lei Rouanet não são novidade no arsenal da direita que se associou a Bolsonaro e acontecem desde antes das eleições de 2018. Entretanto, muitos dos cantores que se utilizam desta retórica, como Bruno e Marrone, Gusttavo Lima, Israel e Rodolffo e outras duplas sertanejas, realizam shows milionários com verba paga por prefeituras de cidades pequenas.
O jornal “O Estado de Minas” revelou que Gusttavo Lima iria faturar R$ 1,2 milhão por sua apresentação na 32ª Cavalgada do Jubileu do Senhor Bom Jesus do Matozinhos, na cidade de Conceição do Mato Dentro, em Minas Gerais, entre 17 e 23 de junho. Ao todo a cidade pagaria quase 2 milhões e meio de reais para seis shows com nove artistas no município.
O montante milionário, conforme a prefeitura, veio de recursos da Compensação Financeira pela Exploração Mineral. Esse é um tributo pago pelas mineradoras para municípios e cidades onde há atividades minerárias. No entanto, a verba só pode ser usada em educação, saúde e na infraestrutura.
Por causa dessas revelações, na semana passada, a tag #CPIDOSSERTANEJOS esteve entre os assuntos mais comentados nas redes sociais. Sobre esse assunto, vamos conversar no episódio do podcast de hoje, 31, com Julio Maria, repórter do Caderno 2 do Estadão. E para analisar esses casos e falar sobre o uso de dinheiro público em shows, convidamos o coordenador do Centro de Gestão e Políticas Públicas do Insper, André Marques.
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