O podcast do Estadão traz a colunista Carlos Andreazza em um papo reto e sem rodeios sobre os principais assuntos do momento.
Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.
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O podcast do Estadão traz a colunista Carlos Andreazza em um papo reto e sem rodeios sobre os principais assuntos do momento.
Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.
O Brasil conquistou mais um título macabro: o do segundo país com mais mortes de crianças por covid-19. Desde março do ano passado, 948 crianças de zero a nove anos perderam a vida para o coronavírus no País. A cada um milhão de crianças de zero a nove anos existentes no Brasil, 32 perderam a vida para a covid.
Na Europa, por exemplo, o Reino Unido e a França registraram apenas quatro mortes de crianças de zero a nove anos. As vizinhas Argentina e Colômbia tiveram 12 e 13 mortes por milhão, respectivamente.
De acordo com dados do Ministério da Saúde compilados pelo Estadão, 56,8% das crianças mortas pela covid no Brasil eram negras, 21,8% das vítimas eram brancas e 15,9% não tiveram a raça indicada. Apesar de representarem apenas 0,5% da população brasileira, 4,6% das crianças que perderam a vida para a covid no Brasil eram indígenas. A região Nordeste foi a que registrou mais mortes de crianças no País.
No episódio de hoje, vamos ouvir alguns depoimentos de pais que perderam seus filhos, especialistas, e conversar com os repórteres do Estadão, Mariana Hallal e Bruno Luiz, que compilaram esses dados de mortes de crianças no Brasil pelo novo coronavírus.
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Apresentação: Emanuel Bomfim
Produção/Edição: Gustavo Lopes, Julia Corá e Ana Paula Niederauer
Sonorização/Montagem: Moacir Biasi
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Como está o processo de desenvolvimento das modalidades de energia renovável? O jornalista Maurício Oliveira conversa sobre o tema com Paulo Henrique Van der Ven, vice-presidente de Sustentabilidade e Segurança Operacional da Equinor no Brasil. Com sede na Noruega, a empresa de energia atua em mais de 20 países. O executivo chama a atenção para o papel decisivo que a década que está começando terá para a sustentabilidade e destaca o protagonismo que o Brasil poderá alcançar como produtor de energia renovável.
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Inovações para garantir a segurança de dados e transações, proporcionando aos clientes experiências disruptivas: o setor bancário/financeiro tradicionalmente se encontra na vanguarda dessas transformações no mercado global. Além da multicanalidade no atendimento e do uso intensivo de dados para identificar necessidades dos clientes, uma das instituições mais tradicionais do País, o BMG - que tem 90 anos e uma rede de mais de 4.000 correspondentes bancários - vem utilizando biometria por áudio que “lê” a frequência da voz do cliente, assim que ele entra em contato com a instituição, cruzando-a com os registros próprios para identificar possíveis fraudes. A inteligência artificial, inclusive presente em aplicativos, soma-se à escola de formação para profissionais de TI que o BMG mantém, enquanto se prepara para o modelo do open banking. Quem compartilha as experiências no Start Eldorado é Eduardo Mazon, diretor de Clientes e Tech Core do banco. O Start vai ao ar toda quarta-feira, às 21h, com Daniel Gonzales, na Eldorado FM (107,3 - SP) e canais digitais.
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O comando do Exército decidiu nesta quinta-feira, 13, não punir o general da ativa e ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello por ter participado de ato político ao lado do presidente Jair Bolsonaro. Na avaliação da colunista Vera Rosa e do repórter Felipe Frazão, participantes de hoje do podcast ‘Estadão Notícias’, a decisão é preocupante porque avaliza uma politização das Forças Armadas.
Além de ficar livre de uma punição, Pazuello voltou a ter um cargo no governo federal, após sua saída do Ministério da Saúde. O general foi nomeado nesta terça-feira, 1.º, para uma função na Secretaria Especial de Assuntos Estratégicos da Presidência da República.
Se o Exército parece temer Bolsonaro, setores da sociedade civil estão cada vez mais descontentes. Nesta quarta-feira (2), o presidente Jair Bolsonaro defendeu a vacinação em pronunciamento em rede nacional e voltou a criticar políticas de isolamento social. Durante a transmissão em rádio e televisão, o líder do Executivo enfrentou o maior “panelaço” desde que assumiu o cargo mais importante do País.
Na CPI da Covid, do qual Pazuello também é investigado, recebeu duas defensoras do tratamento com cloroquina: a secretária do Ministério da Saúde, Mayra Pinheiro, e Nise Yamaguchi, apontada como membro de um grupo paralelo que orienta o presidente sobre ações na pandemia. Dimas Covas, diretor do Instituto Butantan, também foi ouvido.
Para piorar a situação do presidente, movimentos sociais, centrais sindicais e partidos de oposição foram às ruas em manifestações contra Jair Bolsonaro e a gestão federal. Os atos criticam a condução federal na pandemia, pedem a retomada do auxílio emergencial de R$ 600 e a vacinação em massa da população, além de defenderem o impeachment do presidente.
Esses são os temas que guiam nossa conversa quinzenal do “Poder em Pauta” com os repórteres que acompanham o dia a dia dos três Poderes da República: Executivo, Legislativo e Judiciário. Participam no episódio de hoje do Estadão Notícias Vera Rosa e Felipe Frazão, diretamente de Brasília.
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Apresentação: Emanuel Bomfim
Produção/Edição: Ana Paula Niederauer, Julia Corá e Gustavo Lopes
Sonorização/Montagem: Moacir Biasi
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Empreender em tempos de pandemia. Se você tem acompanhado os nossos podcasts até aqui sabe quanto o empreendedorismo feminino se movimentou desde quando a pandemia começou. Movimentou-se nos seus mais amplos significados, tanto na abertura, quanto no encerramento de negócios.
Pesquisa do Instituto Locomotiva revelou que as favelas e periferias são os principais centros de empreendedorismo do País. E muitas organizações e projetos dão suporte para que negócios liderados por mulheres prosperem.
Para falar mais sobre o assunto, a jornalista Bárbara Guerra conversa com duas mulheres importantes no empreendedorismo feminino: a consultora do Grupo Mulheres do Brasil, Sônia Hess, também ex-presidente da camisaria catarinense Dudalina, e a empreendedora e líder comunitária do Capão Redondo, Marisa dos Santos Munção.
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O Brasil deu o pontapé inicial para ter uma moeda totalmente digital. O Banco Central do Brasil divulgou no final do mês passado as diretrizes para o lançamento do “real digital”. O real digital será necessariamente custodiado por instituições financeiras. Na visão do BC, a nova modalidade do dinheiro permitirá o desenvolvimento de novas tecnologias e funcionalidades.
Ainda não está definido se um real da moeda digital valerá exatamente um real da convencional. Mas, a ideia é permitir que a criptomoeda brasileira seja transformada em moeda convencional, ou seja, a intenção é que uma pessoa possa sacar em notas parte do seu saldo de reais digitais que está no banco.
O Brasil não é o único país que está estudando o lançamento de uma moeda digital com lastro em sua divisa oficial. Países como Bahamas, China, Estados Unidos, Coreia do Sul e Suécia possuem projetos em andamento.
No episódio de hoje, vamos entender o que são as criptomoedas, e como o Banco Central está desenhando o “Real Digital” com o repórter do e-Investidor, Luiz Felipe Simões, que acompanha o mercado de moedas digitais.
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Apresentação: Emanuel Bomfim e Jayanne Rodrigues
Produção/Edição: Gustavo Lopes, Julia Corá e Ana Paula Niederauer
Sonorização/Montagem: Moacir Biasi
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O Brasil atravessa um de seus períodos mais críticos de seca. Segundo o Ministério de Minas e Energia, este é o maior período de estiagem dos últimos 91 anos. Com isso, os reservatórios de água das usinas hidrelétricas estão com o nível cada vez mais baixo, o que fará com que o País dependa cada vez mais das termelétricas.
De acordo com o Sistema Nacional de Meteorologia, o déficit de precipitação na bacia do Paraná está provavelmente relacionado à influência de dois fenômenos: La Niña e a Oscilação Antártica. O desmatamento na Amazônia também é apontado como um fator determinante para diminuição da chuva.
Com o custo deste tipo de energia é mais caro, os brasileiros terão que continuar a pagar pela bandeira tarifária vermelha, que tem um valor adicional de R$ 6,24 para cada 100 kWh de energia consumidos.
Mas esse não é o pior cenário, como as termelétricas não tem capacidade de geração de energia para todo o País, o risco de termos um novo apagão, seguido do racionamento de energia, como aconteceu em 2001, é cada vez maior.
No episódio de hoje, vamos abordar os riscos de um apagão no País, e projetar o futuro energético do Brasil, com o geógrafo e mestre em ecologia, Carlos Durigan, e com a repórter do Broadcast, Anne Warth, que acompanha o setor energético brasileiro.
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Apresentação: Emanuel Bomfim e Jayanne Rodrigues
Produção/Edição: Gustavo Lopes, Julia Corá, Jayanne Rodrigues e Ana Paula Niederauer
Sonorização/Montagem: Moacir Biasi
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Depois de Argentina e Colômbia desistirem de sediar a Copa América 2021, a Conmebol anunciou que o torneio será realizado no Brasil, com a anuência do governo federal. Inclusive, a entidade agradeceu pessoalmente ao presidente Jair Bolsonaro por ter “aberto as portas do país para a competição."
Ocorre que o Brasil também não controlou sua onda de contaminação da covid-19, o que levou a Argentina a declinar do torneio. O País continua enfrentando altos e baixos e novas ondas de mortes e contágios, além de ter suas UTIs em alguns Estados em utilização alta, acima dos 80%.
O Governador de Pernambuco, Paulo Câmara, já avisou, através da assessoria de imprensa, que o Estado não fará parte das sedes. Senadores da CPI da Covid criticaram a realização da Copa América no Brasil. O relator, Renan Calheiros, classificou a decisão de "escárnio" e chamou o torneio de "campeonato da morte".
No episódio de hoje, vamos abordar os aspectos sanitários, políticos e esportivos para realização da Copa América com o infectologista Renato Kfouri, diretor da Sociedade Brasileira de Imunizações, com o cientista político da Tendências Consultoria, Rafael Cortez, e com o editor de Esportes do Estadão, Robson Morelli.
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Apresentação: Emanuel Bomfim
Produção/Edição: Gustavo Lopes, Julia Corá e Ana Paula Niederauer
Sonorização/Montagem: Moacir Biasi
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A estagnação da economia brasileira pode ser explicada por dois dados preocupantes: o desemprego e a inflação. De acordo com números do IBGE, 14,8 milhões de pessoas estão fora do mercado de trabalho, ou seja, quase 15% da população total do País vive praticamente sem renda.
Se não bastasse isso, o IPCA-15, conhecido como prévia da inflação, apresentou em maio alta de 0,44%, e acumula 3,27% no ano. O maior impacto foi no grupo saúde e cuidados pessoais. Individualmente, o maior impacto veio da alta na energia elétrica e combustíveis, como o gás de cozinha.
Especialistas apontam que a retomada do mercado de trabalho depende da reação do setor de serviços. Para isso, o avanço da vacinação contra a Covid-19 é considerado fundamental para permitir a melhora nos negócios. A aprovação de reformas sensíveis ao País, como a administrativa e tributária, também são apontadas como inevitáveis na recuperação econômica.
No episódio de hoje, vamos conversar sobre esses assuntos com o economista e ex-secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, José Roberto Mendonça de Barros, e com a editora do Broadcast, Sílvia Araújo.
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Apresentação: Emanuel Bomfim
Produção/Edição: Gustavo Lopes, Julia Corá, Ana Paula Niederauer e Jayanne Rodrigues
Sonorização/Montagem: Moacir Biasi
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Já dita o mercado que as frentes de sustentabilidade e responsabilidade social são as novas diretrizes de empresas de diferentes setores econômicos. Mas como endereçar essas agendas nos negócios de maneira efetiva e sem abrir mão da competitividade? Para debater o assunto, o jornalista Mauricio Oliveira conversou com duas especialistas da Ambipar, empresa referência em gestão ambiental: Onara Lima, diretora de sustentabilidade, e Bianca Ayres, diretora executiva de iniciativas de carbono.
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