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    News & Politics

    Estadão Analisa com Carlos Andreazza

    O podcast do Estadão traz a colunista Carlos Andreazza em um papo reto e sem rodeios sobre os principais assuntos do momento.

    Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.

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    Latest Episodes:
    O dólar baixou: o que isso muda nas nossas vidas? Jun 28, 2021
    Show notes

    Semana passada foi a primeira vez em um ano que o dólar fechou abaixo dos cinco reais. Notícia que foi comemorada por investidores e por quem acompanha o sobe e desce da moeda americana, seja para investir ou para que produtos e serviços fiquem mais baratos. Com este resultado, a queda acumulada no ano já é de mais de 4%.

    São duas as principais razões para a queda, um motivo externo e outro interno do país. A moeda americana caiu aqui e no exterior depois que o Federal Reserve, que é o banco central americano, destacou que a alta na inflação do país é transitória, e com isso acalmou investidores.

    Já no Brasil, a baixa foi influenciada pela indicação do Banco Central sobre a inflação, que veio acompanhada da sinalização de mais altas da Selic. O encontro do Comitê ocorreu na semana passada, quando a taxa básica de juros foi elevada de 3,5% para 4,25% ao ano, o maior patamar em um ano e meio.

    Os especialistas estão divididos entre o otimismo e o conservadorismo, mas é quase unânime que o cenário doméstico, ou seja, dentro do País, será mais decisivo que o externo para o preço, especialmente a questão fiscal.

    No episódio de hoje, vamos conversar com a economista do Insper, Juliana Inhasz, para entender melhor como a queda do dólar impacta diretamente em nossas vidas, e o que podemos esperar daqui pra frente. E para falar sobre como a moeda americana influencia nas aplicações e investimentos dos brasileiros, vamos falar com o economista do BTG Pactual, Álvaro Frasson, especialista em estratégia de investimentos.

    O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google Podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.

    Apresentação: Emanuel Bomfim

    Produção/Edição: Gustavo Lopes, Julia Corá, Ana Paula Niederauer, Jefferson Perleberg e Larissa Burchard.

    Sonorização/Montagem: Moacir Biasi

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    Conteúdo Patrocinado – ESG na prática Jun 27, 2021
    Show notes

    O ESG é o assunto do momento, que veio para ficar. Mas, para realmente introduzir esse conceito dentro das empresas ou adaptar modelos de negócio, o caminho nem sempre é tão claro. Por onde começar? Como estruturar os processos e as operações? Como mensurar resultados? Onara Lima, diretora de sustentabilidade da Ambipar, responde a essas perguntas e muito mais neste podcast. A apresentação é de Bárbara Guerra.

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    Tecnologia n#173: #Start Eldorado: A transformação digital no setor financeiro - parte 3 Jun 26, 2021
    Show notes

    Tradicionalmente, os bancos sempre estiveram à frente na virada digital. Agora, tanto as grandes ou pequenas, tradicionais ou novas instituições, se preparam para um cenário ainda mais disruptivo com o lançamento de serviços atrelados ao Pix e ao novo modelo de open banking no panorama brasileiro. Nestes e em novos serviços que ainda surgirão, diversas tecnologias compõem a grande base que fundamenta novas experiências para o consumidor, diferentes soluções, mais concorrência e os novos modelos de negócios, garantindo o futuro das próprias instituições. Acompanhe a segunda parte da conversa sobre o tema com executivos do Bradesco, XP, NEC e Deloitte no Start Eldorado, que vai ao ar na Rádio Eldorado (FM 107,3), toda quarta-feira, às 21h, com Daniel Gonzales.

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    Caso Covaxin tem potencial para “explodir” a República? Jun 25, 2021
    Show notes

    Nos últimos dias, o relato do parlamentar Luis Miranda (DEM-DF), e de e seu irmão Luís Ricardo Fernandes Miranda, que é servidor do Ministério da Saúde, atearam fogo no debate sobre irregularidades na compra da vacina indiana Covaxin. Segundo documentos do Ministério das Relações Exteriores, o governo comprou o imunizante por um preço 1.000% maior do que era anunciado pela própria fabricante seis meses antes. O deputado ainda garante que avisou à presidência da República sobre o caso.

    A vacina produzida pela Bharat Biotech tinha o preço estimado em US$ 1,34 a dose. Em fevereiro deste ano, o Ministério da Saúde pagou US$ 15 por unidade, a mais cara das seis vacinas compradas até agora. O acordo da Covaxin previa o fornecimento de 6 milhões de unidades já em março, mas condicionava a um aval da Anvisa, que só foi dado no dia 4 deste mês.

    Segundo o deputado Luis Miranda, a denúncia foi apresentada para Bolsonaro com provas e relata ter ouvido uma promessa de que a Polícia Federal iria investigar o caso. Em depoimento ao Ministério Público Federal seu irmão, Luís Ricardo afirmou ter recebido "pressões anormais" para a aquisição da Covaxin, o que não ocorreu em relação a outras vacinas.

    O Ministério Público Federal, que investiga suspeitas envolvendo a compra do imunizante, afirmou ver indícios de crime e “interesses divorciados do interesse público” na contratação. Um dos investigados é Francisco Emerson Maximiano, proprietário de empresas do ramo farmacêutico, uma delas é a Precisa, que em janeiro deste ano havia se tornado a única representante no País da Bharat Biotech, fabricante indiana da Covaxin.

    No episódio de hoje, quem nos explica toda essa história que envolve o imunizante da Covaxin e a suspeita de irregularidades é a repórter do Estadão, em Brasília, Camila Turtelli. Também vamos falar sobre o potencial explosivo que essa denúncia tem para o governo com o cientista político e diretor-executivo da Transparência Brasil, Manoel Galdino.

    O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google Podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.

    Apresentação: Emanuel Bomfim e Larissa Burchard

    Produção/Edição: Gustavo Lopes, Julia Corá, Ana Paula Niederauer, Jefferson Perleberg e Larissa Burchard.

    Sonorização/Montagem: Moacir Biasi

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    A queda de Salles, o ministro que tentou ‘passar a boiada’ Jun 24, 2021
    Show notes

    Mais um ministro da ala ideológica do governo Bolsonaro caiu. Agora foi a vez de Ricardo Salles, que pediu demissão após dois anos e meio no cargo de ministro do Meio Ambiente. O ex-titular da pasta não resistiu ao desgaste provocado pelas suspeitas de envolvimento num esquema ilegal de retirada e venda de madeira - ele é alvo de duas investigações no STF. Salles será substituído pelo atual Secretário da Amazônia e Serviços Ambientais, Joaquim Álvaro Pereira Leite. As mudanças foram publicadas ontem, quarta-feira, 23, no Diário Oficial da União.

    Salles está sendo investigado pela Operação Akuanduba, conduzida pela Polícia Federal, onde são apurados crimes contra a administração pública, especialmente, facilitação de contrabando praticado por agentes públicos e empresários do ramo madeireiro. E também pela Operação Handroanthus, que investiga a prática de dificultar a fiscalização ambiental em favor da extração ilegal de madeira. A operação, que ocorria nas Justiças do Pará do Amazonas, foi suspensa em junho a pedido da PF para decidir se as investigações vão continuar em primeira instância ou passarão para o STF.

    Salles foi alvo de mandados de busca e apreensão e teve seus sigilos bancários e fiscais quebrados. A situação piorou com a substituição de mais um delegado da Polícia Federal que participava das investigações a seu respeito. Mesmo com todas essas acusações, o presidente Jair Bolsonaro continuava defendendo seu aliado, inclusive com elogios públicos.

    Desde que assumiu a pasta, Salles sempre esteve no meio de polêmicas. Em 2019, o ministro afirmou que a solução para a extração ilegal na Amazônia seria “monetizá-la”. Durante as queimadas no Pantanal, em 2020, Salles sugeriu que um aumento na criação de gado poderia combater o fogo. Ainda no ano passado, em reunião ministerial de Bolsonaro, Salles recomendou ao presidente que aproveitasse o enfoque da imprensa na pandemia para “passar a boiada”, flexibilizando leis ambientais e de proteção à natureza.

    No episódio do Estadão Notícias de hoje, vamos analisar a gestão Salles com Ricardo Galvão, ex-diretor do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, o Inpe. “Ele será lembrado como o anti-ministro de Meio Ambiente”, avalia o físico e engenheiro, que foi exonerado do cargo ao defender os dados produzidos pelo Inpe sobre o desmatamento. Bolsonaro disse que eram mentirosos e ainda acusou Galvão de estar “a serviço de alguma ONG”.

    O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google Podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.

    Apresentação: Emanuel Bomfim

    Produção/Edição: Gustavo Lopes, Julia Corá, Ana Paula Niederauer, Jefferson Perleberg e Larissa Burchard.

    Sonorização/Montagem: Moacir Biasi

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    Bolsonaro na mira de Haia: presidente pode ser preso? Jun 23, 2021
    Show notes

    Após quase dois meses de CPI da Covid no Senado, algumas manifestações de senadores mostram uma tendência que começa a ser especulada na comissão, a de denunciar o presidente Jair Bolsonaro ao Tribunal Internacional de Haia. Em nota pública divulgada por dez senadores da CPI, o termo genocídio foi utilizado ao se referir aos 500 mil mortos pela doença no país. Se a denúncia for feita, esse será o segundo processo contra o líder do Executivo na corte internacional que tem a missão de investigar e julgar acusados de genocídio, crimes de guerra e contra a humanidade.

    Senadores relataram que a imunidade de rebanho defendida por Bolsonaro pode ser caracterizada como crime contra a vida, explicou o relator da CPI da Covid, Renan Calheiros, em entrevista à Rádio Eldorado. Membros da cúpula da Ordem dos Advogados do Brasil vão ajudar a comissão a tipificar os crimes em um relatório final de investigação.

    Contra Bolsonaro, já tramita na Corte um procedimento denominado “análise preliminar da jurisdição”, em resposta a processo iniciado antes da pandemia, em 2019, quando o Coletivo de Advocacia em Direitos Humanos e a Comissão Arns denunciaram o presidente no tribunal de Haia por destruir o meio ambiente e atacar povos indígenas.

    A CPI da Covid poderá encaminhar ao Tribunal provas de que Bolsonaro é diretamente responsável por centenas de milhares de mortes que poderiam ter sido evitadas na pandemia. Caberá ao Tribunal de Haia analisar se decisões absolutamente contrárias à saúde pública e à ciência, que mataram em massa no Brasil, caracteriza crime contra a humanidade.

    No Estadão Notícias de hoje vamos entender o funcionamento do Tribunal Penal Internacional e quais são os cenários para uma possível denúncia do presidente Bolsonaro à corte. Para isso, conversamos com Maristela Basso, professora de Direito Internacional da USP. Também vamos discutir a sequência da CPI da Covid e seu potencial de incriminar Bolsonaro com o repórter especial do Estadão e colunista da Rádio Eldorado, Marcelo de Moares.

    O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google Podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.

    Apresentação: Emanuel Bomfim

    Produção/Edição: Gustavo Lopes, Julia Corá, Ana Paula Niederauer, Jefferson Perleberg e Larissa Burchard.

    Sonorização/Montagem: Moacir Biasi

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    Distritão, voto impresso, candidatura avulsa… Nova reforma vai pegar? Jun 22, 2021
    Show notes

    A cada novo ciclo eleitoral, entra na pauta do Legislativo a necessidade de uma profunda reforma política, como se ela, por si só, resolvesse todos os nossos problemas de representatividade. Neste ano não é diferente: a Câmara dos Deputados tenta emplacar um pacote de mudanças. Entre elas, o chamado voto distrital, ou distritão, que é diferente do nosso modelo atual, que leva em conta a proporcionalidade que um candidato ou partido recebeu de votos.

    No formato da votação existente hoje, a distribuição de vagas nos Legislativos federais, estaduais e municipais é feita proporcionalmente à soma total dos votos recebida por cada partido. Entram nessa conta os votos dos eleitos, dos derrotados e os da legenda. Já no distrital, são eleitos os candidatos mais votados em cada estado ou município. Não existe voto na legenda. Se um estado tiver 50 cadeiras, os 50 mais votados serão eleitos.

    Essa mudança de sistema já foi derrotada duas vezes na Câmara dos Deputados, mas voltou a ser discutida após pressão de políticos que temem não se eleger no atual sistema, em 2022. Um dos entusiastas da ideia é o presidente da Câmara, Arthur Lira, mas que tem sofrido pressão de dirigentes partidários que são contra a mudança, pois as legendas perderiam força neste sistema.

    Para valer em 2022, o novo modelo tem que ser aprovado e promulgado até o início de outubro pelo Congresso, com o apoio de pelo menos 60% dos deputados federais e senadores.

    No episódio de hoje, para entender a discussão que está na Câmara dos Deputados, vamos conversar com a repórter do Estadão, Adriana Ferraz. E para analisar se o voto distrital, e as mudanças propostas pelos parlamentares são boas para a democracia brasileira vamos falar com o cientista político e pesquisador do laboratório de Política e Governo da Unesp de Araraquara, Bruno Silva.

    O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google Podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.

    Apresentação: Emanuel Bomfim

    Produção/Edição: Gustavo Lopes, Julia Corá, Ana Paula Niederauer e Jefferson Perleberg

    Sonorização/Montagem: Moacir Biasi

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    O inferno astral de Bolsonaro Jun 21, 2021
    Show notes

    O cenário atual para o presidente Jair Bolsonaro não é um dos melhores. Denúncias de possíveis crimes contra a humanidade, perda de apoio internacional com a saída de Trump e Netanyahu, CPI da Covid, pesquisas mostrando derrota para Lula em segundo turno, são algumas das razões que podem levar Bolsonaro a temer. E não se reeleger em 2022 significa o fim de sua imunidade parlamentar.

    Em maio de 2020, o agora ex-primeiro-ministro de Israel, Binyamin Netanyahu, avisou a Bolsonaro do risco real de ser investigado pelo Tribunal Penal Internacional, com sede em Haia. As denúncias são de possíveis crimes contra a humanidade.

    Outro acontecimento notado é a perda de apoio do presidente pelo mundo. Donald Trump e o ex-premiê israelense, os dois principais parceiros externos do governo de Jair Bolsonaro, já não ocupam mais cargos de liderança por seus países.

    Já no próprio País, a rejeição ao governo Bolsonaro alcançou 45%, segundo última pesquisa divulgada pelo Datafolha. Enquanto a aprovação ficou em 25%, a menor até então. A pesquisa também mostrou dificuldade para a reeleição, segundo o instituto, 54% não votariam nele de jeito nenhum.

    Avanços na CPI, com investigação de membros do governo e aliados também prejudicam a presidência. O STF aprovou a quebra do sigilo telefônico e telemático de Eduardo Pazuello e Ernesto Araújo, ex-ministros da Saúde e Relações Exteriores. Todos os citados passarão a ser investigados na CPI.

    Para tentar reverter o possível colapso de uma derrota eleitoral, Bolsonaro intensificou as viagens pelo Brasil para a inaugurações e, principalmente, reinaugurações de obras do governo federal. Porém, mesmo entre apoiadores, o presidente ouve críticas.

    No episódio de hoje, vamos conversar com o cientista político Leandro Consentino, para tentar entender como se dá essa queda de apoio de Jair Bolsonaro, e a sua tentativa desesperada de recuperar parte do seu eleitorado. E para entender quais as consequências deste isolamento internacional do presidente, vamos conversar com Roberto Uebel, Doutor em Estudos Estratégicos Internacionais pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

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    Apresentação: Emanuel Bomfim e Patrick Freitas

    Produção/Edição: Gustavo Lopes, Julia Corá, Ana Paula Niederauer, Jefferson Perleberg e Patrick Freitas.

    Sonorização/Montagem: Moacir Biasi

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    Tecnologia #172: #Start Eldorado: A transformação digital do setor financeiro - parte 2 Jun 19, 2021
    Show notes

    Tradicionalmente, os bancos sempre estiveram à frente na virada digital. Agora, tanto as grandes ou pequenas, tradicionais ou novas instituições, se preparam para um cenário ainda mais disruptivo com o lançamento de serviços atrelados ao Pix e ao novo modelo de open banking no panorama brasileiro. Nestes e em novos serviços que ainda surgirão, diversas tecnologias compõem a grande base que fundamenta novas experiências para o consumidor, diferentes soluções, mais concorrência e os novos modelos de negócios, garantindo o futuro das próprias instituições. Acompanhe a segunda parte da conversa sobre o tema com executivos do Bradesco, XP, NEC e Deloitte no Start Eldorado, que vai ao ar na Rádio Eldorado (FM 107,3), toda quarta-feira, às 21h, com Daniel Gonzales.

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    O esfriamento da CPI, as novas manifestações e o ‘serial killer do DF’ Jun 18, 2021
    Show notes

    O Brasil deve ter mais um final de semana de dor de cabeça para Jair Bolsonaro. A oposição organiza outra manifestação, neste sábado (19), contra a gestão do governo federal na pandemia. O ato deve novamente pedir o impeachment do presidente, o retorno do auxílio emergencial enquanto durar a pandemia e a vacinação em massa contra o coronavírus.

    Os protestos do sábado, 29 de maio, ocorreram de forma pacífica, com exceção de Recife (PE), onde a repressão praticada pela Polícia Militar resultou em duas pessoas com ferimentos graves nos olhos.

    Na CPI da Covid, cada vez mais sem apelo popular, aconteceu o depoimento mais curto desde que os senadores começaram a ouvir os convocados. Sob o argumento de que a audiência estava descambando para ofensas, o ex-governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, resolveu parar de falar, e foi embora. Antes, trocou ofensas com o filho do presidente, senador Flávio Bolsonaro (Patriota-RJ).

    No tabuleiro político para 2022, uma das peças resolveu abandonar a partida. O apresentador Luciano Huck declinou da possibilidade de se candidatar à presidência da República, e anunciou que vai assumir os domingos da Rede Globo no lugar de Fausto Silva. Agora, os partidos do chamado “centro democrático” vão ter que focar em outros nomes como opção para a polarização entre Lula e Jair Bolsonaro.

    Esses são os temas que guia nossa conversa quinzenal do “Poder em Pauta” com os repórteres que acompanham o dia a dia da política, em Brasília. Estão no episódio de hoje do Estadão Notícias Vera Rosa e Felipe Frazão, diretamente da capital federal. E ainda contamos com a participação extraordinária do repórter Lauriberto Pompeu, que vai falar sobre a caça ao “serial killer do DF”.

    O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google Podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.

    Apresentação: Emanuel Bomfim

    Produção/Edição: Gustavo Lopes, Julia Corá, Ana Paula Niederauer, Jefferson Perleberg e Patrick Freitas.

    Sonorização/Montagem: Moacir Biasi

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