O podcast do Estadão traz a colunista Carlos Andreazza em um papo reto e sem rodeios sobre os principais assuntos do momento.
Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.
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O podcast do Estadão traz a colunista Carlos Andreazza em um papo reto e sem rodeios sobre os principais assuntos do momento.
Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.
O presidente Jair Bolsonaro está em São Paulo para realização de exames, cujos resultados indicarão se há necessidade de procedimento cirúrgico ‘de emergência’. Exames realizados no Hospital das Forças Armadas constataram obstrução intestinal decorrente do atentado a faca sofrido por Bolsonaro em 2018.
Em função dos problemas médicos de Bolsonaro, foi cancelada a reunião que estava marcada entre os presidentes dos Poderes Judiciário, Executivo e Legislativo prevista para esta quarta-feira, 14. O encontro com Arthur Lira (Câmara), Rodrigo Pacheco (Senado) e Luiz Fux (Supremo Tribunal Federal) para tentar apagar o fogo causado pelas declarações recentes do presidente contra as eleições em 2022, será reagendado.
Eleição também é um tema discutido, neste momento, na Câmara dos Deputados. Uma comissão começou a discutir a Proposta de Emenda à Constituição que trata da reforma eleitoral. O texto recomenda a mudança para um modelo criticado duramente por cientistas políticos, o chamado “distritão”.
E ainda, a semana da CPI da Covid que ouviu a diretora técnica da Precisa Medicamentos, Emanuela Medrades, que negou em depoimento à que a empresa tenha ofertado doses da vacina Covaxin ao Ministério da Saúde por um valor de US$ 10 a dose, em novembro de 2020.
Esses são os temas que guia nossa conversa quinzenal do “Poder em Pauta” com os repórteres que acompanham o dia a dia da política, em Brasília. Participam no episódio de hoje do Estadão Notícias Vera Rosa e André Shalders, diretamente da capital federal.
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Apresentação: Emanuel Bomfim
Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte.
Sonorização/Montagem: Moacir Biasi
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A partir do mês que vem, começa a funcionar uma nova ferramenta no sistema bancário brasileiro: o Open Banking. De maneira resumida, essa novidade permitirá que você autorize o seu banco a compartilhar seus dados pessoais e financeiros com outras instituições financeiras. Mas qual a vantagem disso?
Com esse novo sistema, os bancos poderão oferecer aos clientes produtos cada vez mais personalizados, inclusive, abrindo uma disputa por este cliente, o que deve gerar vantagens, por exemplo, no financiamento da casa própria. Em agosto, um número bem pequeno de pessoas vai passar a ter acesso ao Open Banking, que começará a ser ofertado gradativamente.
Mas como ficam os seus dados? Qual a segurança que você terá sobre eles? De acordo com o Banco Central não haverá uma centralização de dados, tudo vai ficar nas bases dos bancos, como é hoje, com os mesmos procedimentos de segurança do internet banking.
No episódio de hoje, quem apresenta e explica esse novo sistema é o repórter de Economia do Estadão, Felipe Siqueira, que traz também relatos de dirigentes de bancos, federações, especialistas em segurança digital e do Banco Central do Brasil.
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Apresentação: Felipe Siqueira
Produção/Edição: Gustavo Lopes e Felipe Siqueira.
Montagem: Moacir Biasi
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Desenvolvido pelo Ministério Público Federal e pela ONG Imaflora (Instituto de Manejo e Certificação Florestal e Agrícola) em parceria com algumas empresas, entre as quais a JBS, programa tem como objetivo fortalecer os compromissos sociais e ambientais na cadeia de valor da carne bovina na Região Norte. Saiba mais neste podcast, com Isabel Drigo, coordenadora de Clima e Cadeias Agropecuárias do Imaflora, Rafael da Silva, Procurador do Ministério Público Federal, e Márcio Nappo, diretor de Sustentabilidade da JBS. A apresentação é de Daniel Gonzales.
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Nas últimas semanas, o presidente da República voltou a colocar em risco a estabilidade democrática no Brasil. Jair Bolsonaro afirmou que não irá reconhecer as eleições do ano que vem, caso o voto impresso não seja aprovado.
Diante das ameaças, o presidente do Congresso, Rodrigo Pacheco, reagiu e disse que não aceitará ataques à democracia. Sobre a possível adoção do voto impresso, Pacheco disse que essa questão será definida pelo Congresso, e não pelo Executivo e nem pela Justiça.
Os arroubos de Bolsonaro tem uma outra explicação também: a crescente queda na popularidade. Em pesquisa divulgada pelo Datafolha, 54% dos entrevistados disseram concordar com a abertura do processo de impeachment na Câmara dos Deputados. Outro dado indica que 63% dos brasileiros consideram o presidente incapaz de governar, além de uma rejeição de 59% da população.
Já o presidente da CPI da Covid, senador Omar Aziz, foi alvo de críticas ao falar do "lado podre" das Forças Armadas por envolvimento em "falcatrua" no governo Jair Bolsonaro, principalmente na Saúde. Os comandantes e o ministro da Defesa acusaram Aziz de desrespeitar as Forças Armadas e generalizar "esquemas de corrupção" na CPI.
No episódio de hoje a repórter do Estadão, em Brasília, Camila Turtelli nos traz os bastidores desse clima entre os poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, após as declarações do presidente Jair Bolsonaro. E para entender o contexto das declarações de militares de alto escalão e explicar se existe a possibilidade de ruptura da democracia, conversamos com o repórter especial do Estadão, Roberto Godoy.
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Apresentação: Emanuel Bomfim
Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte.
Montagem: Moacir Biasi
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A última manifestação contra o governo de Jair Bolsonaro foi marcada pela presença de diferentes partidos do espectro político, todos com o mesmo objetivo, o pedido de impeachment do presidente. Porém, manifestantes do PSDB foram agredidos por integrantes do PCO durante um ato na Avenida Paulista. O ocorrido, foi visto dentro da organização da manifestação como um fato negativo, que pode afastar participantes das próximas marchas e inibir a diversidade ideológica.
Nos bastidores, há quem defenda que o PCO deveria ser expulso da organização das manifestações até os que defendem o diálogo para convencer a sigla a impedir violência de seus integrantes. Por causa desses conflitos, grupos que não pertencem ao espectro da esquerda decidiram promover seus próprios movimentos.
O Movimento Brasil Livre (MBL) e o Movimento Vem Pra Rua, que lideraram as manifestações pelo impeachment da presidente Dilma Rousseff em 2015, decidiram organizar um ato em conjunto contra o presidente Jair Bolsonaro.
De acordo com o MBL, a manifestação a ser organizada por eles não deve contar com a adesão da esquerda, que tem promovido atos volumosos desde o início de maio. O protesto será realizado no dia 12 de setembro, a data foi divulgada em uma entrevista coletiva na Câmara dos Deputados.
Na semana passada, lideranças de direita, centro e esquerda protocolaram um superpedido de impeachment de Bolsonaro. Foram apontados 23 crimes que teriam sido cometidos por Bolsonaro desde que assumiu a Presidência da República. O novo pedido é o de número 125 na gaveta de Lira, mas a maioria chegou à Casa ainda na gestão de Rodrigo Maia.
No episódio do Estadão Notícias, para avaliar esse possível racha no movimento contra o presidente Jair Bolsonaro, vamos conversar com a cientista política e professora da FGV, Graziella Testa. Também vamos ouvir depoimentos enviados ao podcast do presidente nacional do PSOL, Juliano Medeiros, do deputado federal do PT, Paulo Teixeira, do coordenador nacional do MBL, Renato Battista, e do deputado estadual Arthur do Val.
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Apresentação: Emanuel Bomfim
Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Gabriela Forte e Daniel Reis.
Montagem: Moacir Biasi
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A Take Blip implementa o conceito de contato inteligente nos vários meios de contato que podem ser usados pelos clientes na relação com as empresas. Com a inteligência artificial e a análise de dados, o desenho da jornada é feito para encantar o consumidor, possibilitar o uso de automação ao lado de atendentes humanos e tornar a experiência suave e positiva, gerando ainda insights para os negócios. Saiba como no podcast, na conversa com Roberto Oliveira, CEO e co-fundador da Take Blip. A apresentação é de Daniel Gonzales.
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O apresentador Daniel Gonzales conversa sobre as expectativas para o leilão das frequências para o 5G no Brasil com Marcos Ferrari, presidente-executivo do Conexis Brasil Digital, entidade que reúne as operadoras que atuam aqui. O Start Eldorado também falar sobre as redes de quinta geração de arquitetura aberta, virtualização e cloudificação, na entrevista com Roberto Murakami, diretor de tecnologia da NEC Brasil. É a segunda parte de um especial sobre essa tecnologia revolucionária e estratégica, um dos pilares da recuperação econômica e porta de entrada para inúmeros serviços digitais. O Start vai ao ar às 21h na Eldorado FM 107,3 - SP, toda quarta-feira.
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O ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal, vai se aposentar após 31 anos de atuação, no dia 12 de julho, ele completa 75 anos e chega na idade limite para permanecer em cargo público. O decano é dono de bordões jurídicos, com decisões polêmicas, e muitas vezes uma voz dissonante no plenário. Após informar que deixaria o cargo no dia 5 de julho, adiou decisão para diminuir o número de processos que ficarão em seu gabinete.
Nomeado em 1990 pelo então presidente Fernando Collor de Mello, seu primo, iniciou a trajetória estimulando juízes de todas as partes do país a ousar contra a tradição de julgar burocraticamente e a “discordar”. Juiz à moda antiga, o ministro tem o hábito de levar a papelada dos processos para casa, e somente há pouco tempo passou a utilizar o plenário virtual, ferramenta tecnológica que permite a análise de casos a distância, numa plataforma online.
Durante seu período no Supremo também esteve à frente do Tribunal Superior Eleitoral, onde foi um dos responsáveis pela implementação da urna eletrônica no Brasil.
Com personalidade mais direta, dura, marcada por frases de efeito, frequentemente foi voto vencido no plenário. Em um levantamento feito pelo Anuário da Justiça, ligado ao site Consultor Jurídico, com base nas 514 decisões mais importantes tomadas pelo STF entre 2006 e 2015, Marco Aurélio foi voto vencido em 161, um terço delas.
Com a saída de Marco Aurélio, o presidente Jair Bolsonaro terá a oportunidade de indicar o segundo nome para o Supremo desde que assumiu a Presidência. O primeiro escolhido foi o ministro Nunes Marques. O segundo nome será o do advogado-geral da União e ex-ministro da Justiça, André Mendonça.
E no episódio do Estadão Notícias de hoje vamos conversar com o professor de Direito da FGV e coordenador do Supremo em Pauta, Rubens Glezer, para analisar a passagem de Marco Aurélio Mello pelo STF, e os possíveis substitutos do magistrado.
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Apresentação: Emanuel Bomfim e Júnior Moreira Bordalo
Produção/Edição: Gustavo Lopes, Ana Paula Niederauer, Jefferson Perleberg e Júnior Moreira Bordalo.
Montagem: Moacir Biasi
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Uma das propostas de privatização que mais geram polêmica nos últimos anos é a dos Correios. O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), quer acelerar a votação do projeto ainda no mês de julho.
O secretário especial de Desestatização, Desinvestimento e Mercados do Ministério da Economia, Diogo Mac Cord, anunciou que o governo decidiu privatizar 100% do capital dos Correios.
Para o leilão acontecer no primeiro trimestre de 2022, como planejado, o Congresso ainda precisa aprovar o projeto de lei. Um dos argumentos do governo para vender a empresa é de que hoje existe uma incerteza quanto à autossuficiência e capacidade de investimentos futuros por parte da estatal
No entanto, entre 2013 e 2016, a estatal acumulou um prejuízo de quase 4 bilhões, fruto de problemas, como os rombos nos planos de previdência (o Postalis) e de saúde (o Postal Saúde) dos funcionários.
Hoje, os Correios possuem mais de 6 mil agências próprias, além de cerca de 4 mil comunitárias, mil franqueadas e 127 permissionárias, sendo a única marca presente, sem exceção, em todos os municípios brasileiros. Com a potencial privatização, uma das principais dúvidas é de onde virá a garantia de que cidades afastadas ou menos rentáveis terão o mesmo serviço de hoje.
No episódio do Estadão Notícias de hoje, vamos conversar com o economista-chefe da Necton, André Perfeito, para analisar a possibilidade de privatização e como o mercado enxerga essa desestatização dos Correios. Para entender melhor como anda a tramitação deste projeto, vamos falar com a repórter de economia da Agência Estado, Amanda Pupo.
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Apresentação: Emanuel Bomfim
Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Gabriela Forte e Daniel Reis.
Montagem: Moacir Biasi
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Esta semana, novos áudios foram divulgados por uma reportagem do Portal Uol, que mostram que o presidente da República estaria envolvido diretamente em esquemas de “rachadinha”, quando era deputado federal. Quem faz a denúncia é a ex-cunhada de Jair Bolsonaro, Andrea Siqueira Valle. Na gravação, Andrea afirma que o irmão André Siqueira Valle foi demitido do cargo de assessor de Jair Bolsonaro porque se recusou a repassar o valor definido pelo esquema.
Dados obtidos via quebra de sigilo bancário e fiscal já apontavam indícios da prática de rachadinha no antigo gabinete de Jair Bolsonaro na Câmara. A devolução indevida pode configurar crime de peculato. Esse delito ocorre quando servidor se apropria ilegalmente de verba pública.
O presidente não é o primeiro da família Bolsonaro a ser acusado de comandar um esquema em que servidores alocados em seu gabinete são obrigados a depositar parte do salário para o deputado.
O senador Flávio Bolsonaro é apontado pelo Ministério Público do Rio de Janeiro como chefe de uma organização criminosa que atuou em seu gabinete no período em que foi deputado da Assembleia Legislativa do Estado, entre 2003 e 2018. A estimativa é que tenham sido movimentados cerca de dois milhões e 300 mil reais no esquema.
Outro filho do presidente, o vereador da cidade do Rio de Janeiro, Carlos Bolsonaro, também é investigado sob suspeita da mesma prática. Ao menos quatro funcionários do gabinete do filho 02 do presidente sacaram 87% de seus salários em dinheiro vivo. Juntos, eles retiraram um total de 570 mil reais.
No episódio do Estadão Notícias de hoje, vamos conversar com o professor de Direito Constitucional da PUC-São Paulo, Roberto Dias, para tentar entender o que pode acontecer para o presidente Jair Bolsonaro, se comprovada a denúncia de rachadinha. E para falar sobre o peso político de mais uma acusação contra o presidente, vamos falar com o repórter especial do Estadão e colunista da Rádio Eldorado, Marcelo de Moraes.
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Apresentação: Emanuel Bomfim
Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Gabriela Forte e Daniel Reis.
Montagem: Moacir Biasi
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