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    News & Politics

    Estadão Analisa com Carlos Andreazza

    O podcast do Estadão traz a colunista Carlos Andreazza em um papo reto e sem rodeios sobre os principais assuntos do momento.

    Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.

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    Latest Episodes:
    Tensão elevada para o 7 de setembro e os atentados em Cabul Aug 27, 2021
    Show notes

    O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), rejeitou abertura de processo de impeachment contra o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes. Segundo ele, Bolsonaro não apresentou elementos mínimos para justificar a medida.

    No texto, Bolsonaro argumentava que o Poder Judiciário passou a agir como um ator político. Por isso, deveria tolerar ataques similares aos que ele diz sofrer enquanto presidente.

    O presidente Jair Bolsonaro agora aposta nas manifestações de 7 de setembro para demonstrar força perante o Parlamento. No Planalto, a data é vista como um “divisor de águas”, com expectativa de recorde de bolsonaristas nas ruas.

    E ainda, um duplo atentado suicida no Aeroporto Hamid Karzai, em Cabul, no Afeganistão, matou ao menos 12 militares americanos e 60 civis afegãos nesta quinta-feira, 26. A filial afegã do Estado Islâmico, conhecida como Isis-K e rival do Taleban, reivindicou as explosões.

    Esses são os temas que guia nossa conversa quinzenal do “Poder em Pauta” com os jornalistas que acompanham o dia a dia da política, em Brasília. Participam no episódio de hoje do Estadão Notícias Vera Rosa e Felipe Frazão, diretamente da capital federal. E sobre os atentados terroristas no Afeganistão, participa o editor de Internacional, Luiz Raatz.

    O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.

    Apresentação: Emanuel Bomfim

    Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer

    Sonorização/Montagem: Moacir Biasi

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    Quem ganha com a recondução de Augusto Aras à PGR? Aug 26, 2021
    Show notes

    Após uma gestão de muitas críticas, o procurador-geral da República, Augusto Aras, foi reconduzido pelo Senado ao cargo de chefe do Ministério Público Federal por mais dois anos. Antes mesmo dessa votação em plenário, Aras fez um aceno para os senadores ao reiterar o compromisso contrário à “criminalização da política”, uma posição popular no Congresso Nacional.

    Desde que tomou posse, em 2019, Aras reduziu a quantidade de denúncias apresentadas pelo MPF contra políticos com foro no Supremo e no Superior Tribunal de Justiça. O procurador-geral chegou ao cargo por escolha do presidente Jair Bolsonaro.

    Apesar de popular entre os políticos, Aras é acusado por colegas na PGR de ser conivente com as falhas do governo na condução da pandemia de covid-19 e com as ações antidemocráticas de Bolsonaro e seus aliados.O seu primeiro mandato ficou marcado pelas duras críticas à Operação Lava Jato, e é considerado responsável por colocar um fim no grupo.

    No ano passado, as críticas contra o PGR se intensificaram em razão de apurações que não tiveram andamento, parte delas referentes à omissão do governo federal no combate à Covid-19.

    No episódio do Estadão Notícias de hoje, convidamos para analisar essa recondução de Augusto Aras ao cargo de procurador-geral da República, o Dr. Roberto Livianu, procurador do Ministério Público do Estado de São Paulo e presidente do Instituto Não Aceito Corrupção.

    E para entender o contexto político do PGR e o que ele representa para o governo Bolsonaro, também vamos conversar com o sociólogo e cientista político da Universidade Presbiteriana Mackenzie, Rodrigo Prando.

    O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google Podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.

    Apresentação: Emanuel Bomfim

    Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Ana Paula Niederauer e Julia Corá.

    Montagem: Moacir Biasi

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    A exigência do passaporte da vacina: o que dizem especialistas? Aug 25, 2021
    Show notes

    O chamado “passaporte da vacinação” passa a ser uma realidade após o anúncio da prefeitura de São Paulo de que vai exigir esse certificado para a entrada em congressos, feiras de negócios, jogos de futebol e outros tipos de eventos. O estabelecimento que estiver com pessoas que não receberam nenhuma dose do imunizante contra a covid-19 será multado.

    Em entrevista à Rádio Eldorado, o diretor da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes de São Paulo, Rodrigo Goulart, disse que o setor continuará seguindo os protocolos exigidos pelo governo, mesmo sem a obrigatoriedade da apresentação do comprovante de vacinação.

    A criação de um certificado nacional também está sendo debatido em Brasília. Um projeto de lei aprovado no Senado que aguarda análise da Câmara dos Deputados pretende criar um Passaporte Nacional de Imunização e Segurança Sanitária. Em uma conversa com apoiadores, o presidente Jair Bolsonaro prometeu vetar a proposta, caso seja aprovada nas duas casas

    Já na Europa, o “passaporte da vacinação” é uma realidade na vida das pessoas. Mais de 300 milhões de certificados já foram emitidos em toda a União Europeia, 13 milhões só na Espanha. Pelo menos 21 países do continente exigem o comprovante para o acesso a shows, espetáculos, eventos esportivos, casamentos, bares ou piscinas.

    Do ponto de vista legal, é possível exigir um documento que comprove que as pessoas se vacinaram para frequentar um espaço público e privado? No episódio do Estadão Notícias de hoje, vamos analisar esse cenário e convidamos para o debate a advogada especialista em direito sanitário e doutora em saúde coletiva pela Universidade Estadual de Campinas, Lenir Santos.

    Também vamos discutir de que forma a medida é vista pelos epidemiologistas, para isso, conversamos com a ex-coordenadora do Plano Nacional de Imunização, a epidemiologista Carla Domingues.

    O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google Podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.

    Apresentação: Gustavo Lopes

    Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Ana Paula Niederauer e Julia Corá.

    Montagem: Moacir Biasi

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    PMs podem aderir a movimento golpista de bolsonaristas? Aug 24, 2021
    Show notes

    O País novamente volta a discutir o risco de golpe contra as instituições democráticas por parte do presidente, após membros da Polícia Militar convocarem a população para os atos pró-Bolsonaro no dia 7 de setembro. O comandante da Polícia Militar de São Paulo, coronel Aleksander Lacerda, usou sua conta no Facebook para convocar seus “amigos” para a manifestação em Brasília, assim como outros militares do Estado.

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    As manifestações do coronel são o mais forte episódio de contaminação do bolsonarismo na PM paulista, pois envolvem um comandante da ativa. Em sua manifestação, Aleksander ainda afirma que o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM), é “covarde”, que o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), é uma “cepa indiana” e o deputado Rodrigo Maia é qualificado como beneficiário de um esquema “mafioso”.

    Como resposta a esse ato do coronel da ativa da PM, o governador de São Paulo, João Doria, determinou o afastamento de Aleksander Lacerda. Outras medidas disciplinares também devem ser tomadas contra o militar.

    Mas este está longe de ser um caso isolado. Ao contrário dos integrantes da ativa, os homens da reserva podem participar de manifestações. O temor é que Bolsonaro use as Polícias Militares para tentar uma ruptura, caso perca as eleições de 2022.

    Os ataques do presidente Jair Bolsonaro à democracia e a ameaça de não aceitar as eleições de 2022 levaram cinco ex-presidente da República a procurar contatos com militares para saber a disposição dos quartéis. Eles ouviram de generais da reserva e da ativa a garantia de que as eleições vão acontecer e de que o vencedor – seja quem for – tomará posse.

    No episódio de hoje, vamos conversar sobre essa tensão de ruptura democrática que agora envolve as Polícias Militares, com o pesquisador do Fórum Brasileiro de Segurança Pública e professor de gestão pública da FGV, Rafael Alcadipani. E também convidamos o repórter especial do Estadão, Marcelo Godoy, que revelou as postagens do coronel Aleksander Lacerda para analisar o caso envolvendo a Polícia Militar de São Paulo.

    O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google Podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.

    Apresentação: Emanuel Bonfim

    Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Ana Paula Niederauer e Julia Corá.

    Montagem: Moacir Biasi

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    Lula e Bolsonaro disputam um lugar no coração do Centrão Aug 23, 2021
    Show notes

    Na busca por apoio para as eleições de 2022, Lula e Bolsonaro começam suas articulações com o chamado Centrão. Nas últimas semanas, o ex-presidente Lula fez uma caravana pelo Nordeste, onde passou por mais de 6 estados. Na viagem, tem fechado acordos para sua candidatura ao Palácio do Planalto com aliados do governo federal.

    Na prática, o Centrão está com Bolsonaro no Congresso Nacional, mas o grupo não tem fidelidade a ele fora da Praça dos Três Poderes. Principal partido do Centrão, o Progressistas (PP) do presidente da Câmara, Arthur Lira (AL), e do ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira, já rachou.

    Na Bahia, por exemplo, o vice-governador João Leão também é do PP e se movimenta para a continuidade da união com os petistas. No Recife, Lula conseguiu selar a paz com o PSB em Pernambuco para pavimentar aliança nacional entre as duas siglas em 2022. Em Teresina, no Piauí, Lula se encontrou com dirigentes de MDB, PSD, PC do B, PL, PTB, PSB, Solidariedade, Cidadania e PDT.

    Porém, a grande figura do Centrão e que será crucial para 2022 é o atual ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira. Principal articulador do governo junto ao Congresso, Ciro tem o sonho de ser governador do Piauí, estado onde Lula é mais forte que Bolsonaro. Os principais aliados de Ciro Nogueira no PP, os deputados Dudu da Fonte e André Fufuca, apoiam Lula.

    Para tentar amenizar esse risco de perder o Centrão para 2022, Jair Bolsonaro, cogita se filiar ao PP de Ciro Nogueira, legenda que daria capilaridade nacional para o pleito do ano que vem.

    No episódio do Estadão Notícias desta segunda-feira, convidamos a colunista do Estadão, em Brasília, Vera Rosa, para analisar e trazer as informações sobre essa aliança paralela de Lula com o Centrão. E também vamos conversar sobre essa postura do Centrão, e o que devemos esperar para 2022, com o cientista político da Tendências Consultoria, Rafael Cortez.

    O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google Podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.

    Apresentação: Emanuel Bonfim

    Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Ana Paula Niederauer e Julia Corá.

    Montagem: Moacir Biasi

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    Conteúdo Patrocinado: A diferença entre um hospital geral e um cancer center Aug 22, 2021
    Show notes

    O câncer é uma doença que, para ser combatida, precisa que diagnóstico precoce, tratamento, tecnologia e pesquisa estejam integrados. Descobrir o tumor o quanto antes é essencial, mas não só. O paciente oncológico precisa ser assistido rapidamente e se tiver acesso ao que há de mais moderno em terapias e medicamentos, aumentam suas chances de vencer a doença e de ter uma boa qualidade de vida.

    Para conversar sobre a importância da sinergia entre medicina, tecnologia, pesquisa e condutas terapêuticas baseadas em evidências científicas no tratamento dos vários tipos de cânceres. Neste podcast, com patrocínio de A. C. Camargo Cancer Center, Rita Lisauskas conversa com o CEO do A. C. Camargo Cancer Center, Victor Piana, que fala sobre a diferença de se tratar o câncer em um um hospital geral e um cancer center.

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    Tecnologia #181: #Start Eldorado: 5G na mira das empresas brasileiras Aug 21, 2021
    Show notes

    Com os avanços da tecnologia e a guinada impulsionada pela pandemia, a implementação do 5G se torna cada vez mais próxima da realidade. Consequentemente, as empresas estão se voltando ainda mais para a conectividade sem fio de última geração, para manter funcionários, máquinas e clientes conectados, com planos de aumentar os investimentos na área assim que a covid-19 estiver mais controlada. O nível de maturidade e a disposição das organizações brasileiras em investir nas novas redes de alta velocidade é surpreendente, mas os desafios para implementá-las de fato no dia a dia do negócio ainda são altos - passam por preocupações com segurança, aplicações, possíveis trocas de fornecedores, etc. Para falar sobre este tema e os dados de recente pesquisa feita pela Deloitte, o Start Eldorado recebe Tiago Novais, gerente da área de Tecnologia, Mídia e Telecomunicações da consultoria. O Start vai ao ar às 21h, às quartas-feiras na Eldorado FM 107,3, com Daniel Gonzales.

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    Por que segregar alunos com deficiência, como quer Milton Ribeiro, é um erro Aug 20, 2021
    Show notes

    O Ministro da Educação, Milton Ribeiro, durante entrevista ao programa "Sem Censura", da TV Brasil, falou que crianças com deficiência “atrapalhavam o aprendizado dos outros”, para se referir ao ato de incluir crianças com e sem deficiências em um mesmo ambiente de aprendizado. O Ministro defendeu a criação de turmas e escolas especializadas, que atendam apenas estudantes com deficiência.

    O senador Romário, que é pai de Ivy, uma menina de 16 anos que tem síndrome de Down, reagiu nas redes sociais. O ex-jogador classificou as falas de Milton Ribeiro como vindas de uma pessoa "imbecil" e afirmou que não era de se esperar que um ministro da Educação tivesse a postura apresentada por ele.

    A Comissão Externa de Acompanhamento do Ministério da Educação, formada por deputados federais, concordou com as críticas de Romário ao ministro. O grupo disse em nota oficial, que a fala do ministro é "segregadora e vai contra as leis e as normas constitucionais brasileiras que promovem a inclusão aos estudantes com deficiência”

    Foi nessa mesma entrevista que o Ministro da Educação disse que a “universidade deveria ser para poucos, nesse sentido de ser útil à sociedade”. O ministro também voltou a defender o retorno do ensino presencial nas escolas, mesmo sem o programa vacinal estar completo. Além disso, o pastor e professor afirmou que essas atividades devem ser classificadas como essenciais, com a aprovação de projeto de lei que tramita no Senado.

    No episódio do Estadão Notícias de hoje, vamos conversar com a repórter de ‘Política’ do Estadão, Adriana Ferraz. Ela é mãe de um filho autista e conta como já é difícil, no atual cenário, encontrar escolas realmente inclusivas. Sobre a importância desse tema, ainda ouvimos a psicanalista e doutora em educação, Ilana Katz. Já a repórter especial do Estadão, Renata Cafardo, faz um balanço da gestão Milton Ribeiro até aqui.

    O episódio também traz relatos em uma reportagem do produtor do podcast, Jefferson Perleberg, que conversou com representantes de duas escolas que aplicam políticas inclusivas nas salas de aulas.

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    Apresentação: Emanuel Bonfim

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    Montagem: Moacir Biasi

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    Conteúdo Patrocinado: A importância da rede de apoio na jornada contra o câncer Aug 19, 2021
    Show notes

    Receber o diagnóstico de câncer afeta não só o paciente oncológico, mas todo o seu entorno. Por isso, vencer o câncer tem muitos significados. Em um primeiro momento, pode parecer que a vitória é apenas a cura ou a remissão da doença. Mas, a verdade é que, durante a jornada do paciente, há diversos momentos que merecem ser celebrados. Para alguns, é sair do consultório, após uma consulta, com a notícia da doença controlada. Para outros, é ter a possibilidade de realizar seu tratamento em casa. Ou mesmo ter mais tempo para aproveitar a vida com qualidade. É buscar a felicidade no dia a dia, em cada atitude e a cada passo dado.

    Essa jornada pode parecer solitária. Mas não se caminha sozinho. Há muitas pessoas e instituições ao redor do paciente que são importantes, focadas em proporcionar suporte, acolhimento e cuidado humanizado que fazem a diferença nesta trajetória. Essa rede é formada por familiares, profissionais da saúde, amigos, grupos de apoio, associações, sociedades médicas. Neste podcast com patrocínio de Janssen, Rita Lisauskas conversa sobre a importância da rede de apoio no tratamento com Mariléia Pinheiro e Roberto Gouveia.

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    A disputa entre bolsonaristas e oposição pelo 7 de setembro Aug 19, 2021
    Show notes

    O presidente Jair Bolsonaro convocou seus apoiadores para um ato no dia 7 de setembro, quando se comemora a independência do Brasil. A pauta da manifestação passa pela defesa do voto impresso, projeto já derrubado na semana passada pela Câmara dos Deputados, e inclui o pedido de impeachment de ministros do STF.

    A maior manifestação está prevista para acontecer na Avenida Paulista, em São Paulo, com forte divulgação nas redes sociais bolsonaristas.

    No entanto, essa manifestação pode não ocorrer porque grupos antibolsonaristas, como Acredito, Povo Sem Medo, Central de Movimentos Populares, sindicatos e partidos de esquerda, entraram com uma ação no Ministério Público para contestar e tentar impedir a realização do ato.

    Com o aumento das manifestações contra e a favor do governo, a Polícia Militar faz uma espécie de rodízio para organizar os atos e evitar que os grupos se encontrem e marquem protestos na mesma data.

    Organizadores do “Fora, Bolsonaro” alegam ser a vez deles no “rodízio” de atos marcados para a mesma data acertado com a Polícia Militar. Segundo a PM, no dia 24 de julho, houve um conflito de agenda, e que naquela data a preferência teria sido dada aos grupos associados à esquerda. Deste modo, quem poderia ir às ruas em 7 de setembro seriam os bolsonaristas.

    No entanto, a “Coluna do Estadão” não localizou convocação de atos da direita bolsonarista e da esquerda para 24 de julho. A questão é que esse conflito tem preocupado as forças de segurança do Estado de São Paulo. O medo é de desrespeito ao rodízio e consequente conflito.

    No episódio de hoje, vamos conversar com quem apurou essa situação, e conta pra gente o que está acontecendo, o editor da “Coluna do Estadão”, e colunista da Rádio Eldorado, Alberto Bombig.

    O episódio do Estadão Notícias também traz relatos exclusivos para o podcast da deputada federal Carla Zambelli (PSL-SP), que pertence ao movimento de apoio ao presidente “Nas Ruas”, e de Marco Martins, líder estadual do “Movimento Acredito”, umas das organizações pró-impeachment do presidente.

    O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google Podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.

    Apresentação: Emanuel Bonfim

    Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Ana Paula Niederauer e Julia Corá.

    Montagem: Moacir Biasi

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