O podcast do Estadão traz a colunista Carlos Andreazza em um papo reto e sem rodeios sobre os principais assuntos do momento.
Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.
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O podcast do Estadão traz a colunista Carlos Andreazza em um papo reto e sem rodeios sobre os principais assuntos do momento.
Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.
O Ministério da Saúde admitiu a possibilidade de indicar a terceira dose da vacina contra a covid-19 em alguns casos, conforme declaração feita pela secretária de Enfrentamento à Covid-19 da pasta, Rosana Leite Melo. O assunto já estava em discussão no planejamento de aplicação da vacina em alguns estados que solicitaram o aval do ministério para a dose de reforço em idosos.
Os casos de internação e morte de idosos com esquema vacinal completo reacenderam o debate sobre a necessidade de mais uma dose, como já ocorre em países como Israel e Chile.
Um estudo da Fiocruz projetou aumento de internações de idosos com mais de 80 anos nos Estados de São Paulo e do Rio, como ocorreu com o ator Tarcísio Meira, que mesmo vacinado, faleceu no dia 12 de agosto. As ocorrências de infecções não indicam que as vacinas não funcionam, mas podem significar que há redução da proteção ao longo do tempo em idosos.
Nos Estados Unidos foi autorizado o uso emergencial das vacinas Pfizer/BioNTech e Moderna na aplicação de uma terceira dose dos imunizantes, válida somente para indivíduos imunossuprimidos, como pessoas que receberam órgãos transplantados ou que tenham doenças que prejudiquem seu sistema imune.
No Brasil, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) enviou um ofício ao laboratório Pfizer pedindo informações sobre os estudos de 3ª dose de sua vacina contra a covid-19. O laboratório AstraZeneca é outro que também está avaliando a segurança, a eficácia e a imunogenicidade de uma terceira dose da sua vacina.
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Apresentação: Emanuel Bonfim
Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Ana Paula Niederauer e Julia Corá.
Montagem: Moacir Biasi
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Após 20 anos, o Taleban reconquistou o poder no Afeganistão. Na última semana, o presidente americano Joe Biden ordenou a retirada das tropas norte-americanas do país. Foi então que o grupo rapidamente começou a tomar cidade por cidade no Afeganistão até chegar à capital Cabul.
O presidente afegão, Ashraf Ghani, ainda buscava uma solução com os invasores, porém teve que abandonar o território. Ghani disse em publicação no Facebook que decidiu sair para "evitar um banho de sangue" e que "inúmeros patriotas teriam sido martirizados e Cabul seria destruída" caso ele não entregasse o poder.
O grupo prometeu a livre saída para quem quiser deixar a cidade, o que já está acontecendo. Vídeos publicados nas redes sociais mostram cidadãos correndo para os aeroportos na esperança de deixar o país.
Militantes do grupo já afirmaram que estão determinados a impor sua versão da sharia, a lei islâmica, que inclui apedrejamento por adultério, amputação de membros por roubo e proibição de meninas com mais de 12 anos de ir à escola.
No episódio desta terça-feira do Estadão Notícias, vamos falar sobre a repercussão nos Estados Unidos com a mudança de governo no Afeganistão e a resposta das autoridades, com a correspondente do Estadão em Washington, Beatriz Bulla. Também vamos conversar com a jornalista Adriana Carranca, que esteve no país em diversas coberturas. Ela é autora dos livros "O Afeganistão depois do Talibã" e "Malala, a menina que queria ir para escola".
E para discutir sobre o poderio militar do grupo extremista e a possibilidade de uma nova ofensiva militar contra o Taleban, convidamos o repórter especial do Estadão, Roberto Godoy, especialista em armamento bélico. Ainda ouvimos a análise do professor da Universidade de Stanford, Robert Crews.
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Apresentação: Emanuel Bonfim
Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Ana Paula Niederauer e Julia Corá.
Montagem: Moacir Biasi
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Apesar da retomada gradual dos serviços, a saúde econômica do Brasil não está tão bem assim. Os números de julho mostram um avanço de 0,96% no Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo, o IPCA, que mede a nossa inflação, um acumulado de 4,76% nesses primeiros sete meses de 2021, quase 9% nos últimos 12 meses.
O aumento dos alimentos e da energia são os principais responsáveis pelo índice elevado. As ondas de frio intenso, geada e neve prejudicaram pastagens e plantações e devem trazer mais prejuízos aos agricultores.
A seca que atinge o Centro-Sul do Brasil gerou a maior crise hídrica dos últimos 90 anos, o que reduziu o nível dos reservatórios das hidrelétricas, responsável por 70% da produção de energia. Situação que obrigou o País a acionar termelétricas, encarecendo a produção de energia.
A bandeira vermelha patamar 2 nas tarifas de energia elétrica contribuiu para um avanço de 7,9% na conta de luz em julho.
A situação também é delicada no preço dos combustíveis, a Petrobrás aumentou o preço médio por litro do combustível vendido às distribuidoras de R$ 2,69 para R$ 2,78. Só neste ano a gasolina acumula uma alta de 51%.
Em uma de suas lives semanais, o presidente Jair Bolsonaro se eximiu da responsabilidade do aumento da inflação, culpou a pandemia e disse que o governo federal “não irá resolver tudo”.
No episódio do Estadão Notícias de hoje, vamos falar sobre esses indicadores e as perspectivas para o país, com a economista-chefe da A.C. Pastore & Associados, Paula Magalhães.
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Apresentação: Emanuel Bonfim
Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Ana Paula Niederauer e Julia Corá.
Montagem: Moacir Biasi
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Ser mulher e empreender são situações desafiadoras. Mas o nível aumenta quando a mulher que decide empreender é uma refugiada.
De acordo com dados do Observatório das Migrações Internacionais, de 2011 a 2019 mais de 1 milhão de imigrantes foram registrados no Brasil. Muitos desses imigrantes refugiados, e até mesmo brasileiros retornados, buscam ser inseridos no mercado de trabalho. E muitos deles veem no empreendedorismo a única alternativa.
De tão importante que é o assunto, o tema do podcast de hoje traz uma conversa entre a jornalista Bárbara Guerra e a refugiada e apaixonada pela gastronomia, Liliana Patrícia Bariga.
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O Start Eldorado recebe Ivo Mósca, líder do grupo de trabalho de Open Banking na Febraban. A segunda fase do modelo que vai abrir a possibilidade de as instituições brasileiras oferecerem novos produtos e serviços ancorados em alta tecnologia e intensa análise de dados começou em 13 de agosto e permite que as instituições compartilhem informações financeiras dos clientes entre si - apenas com a autorização expressa destes. A expectativa é que o Open Banking incentive a competição e a inovação, trazendo benefícios aos clientes e ao setor. O Start vai ao ar às 21h, com a apresentação de Daniel Gonzales, na Eldorado FM 107,3 - SP e canais digitais.
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A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid recebeu nesta quinta-feira, 12, o líder do governo Bolsonaro na Câmara, deputado Ricardo Barros (Progressistas-PR), suspeito de envolvimento na compra da vacina indiana Covaxin.
Barros afirmou que a CPI da Covid "produziu efeito negativo" e "afastou empresas interessadas em vender vacinas" ao país, o que provocou reação dos senadores e fez com que Omar Aziz novamente suspendesse a sessão. A comissão da CPI chegou a decidir por não retomar o depoimento nesta quinta-feira, mas voltou atrás, somente para que o senador Omar Aziz encerrasse a sessão assim que foi retomada.
Ainda nesta semana, o Centrão não aderiu por completo à Proposta de Emenda à Constituição (PEC) do voto impresso na Câmara, rachou e ajudou a emplacar, na terça-feira, 10, uma importante derrota política para o presidente desde o início do seu mandato.
Lira trabalhou pessoalmente para que a proposta fosse sepultada. Ele dizia a pessoas próximas que era necessário tirar esse assunto de cena para que propostas importantes possam ser apreciadas. Líderes de partidos contaram, sob reserva, que receberam telefonemas dele pedindo votos contrários à matéria.
Ainda sobre processo eleitoral, a Câmara aprovou nesta quarta-feira, 11, o texto-base da proposta de emenda à Constituição (PEC) com uma nova reforma eleitoral. A principal mudança traz de volta as coligações entre partidos, extintas em 2017, nas eleições para deputados e vereadores. O “distritão”, que até então era o mote da proposta, foi derrotado após um acordo com os partidos de oposição.
Se a mudança for confirmada pelo Senado, as eleições municipais de 2020 terão sido as únicas realizadas sem as coligações proporcionais.
Esses são os temas que guia nossa conversa quinzenal do “Poder em Pauta” com os jornalistas que acompanham o dia a dia da política, em Brasília. Participam no episódio de hoje do Estadão Notícias Vera Rosa e Felipe Frazão, diretamente da capital federal.
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Apresentação: Emanuel Bomfim
Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer
Sonorização/Montagem: Moacir Biasi
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Após a Câmara dos Deputados ter enterrado a proposta de voto impresso, o Congresso Nacional se debruça sobre outras alterações para as próximas eleições. Na noite desta quarta-feira, o plenário da Câmara dos Deputados derrubou a proposta do distritão que havia passado na comissão especial.
Mas, como parte do acordo para derrubar o distritão, o plenário manteve a volta das coligações para eleições proporcionais, ou seja, nas vagas para vereadores, deputados estaduais e federais.
As alianças podem aumentar as chances de eleição no Legislativo, pois a quantidade de votos de cada um dos candidatos de um mesmo grupo de legendas é somada e dividida pelo quociente eleitoral. Essas coligações partidárias foram extintas em 2017, por meio de emenda constitucional.
Diretamente de dentro da Câmara dos Deputados, o repórter do Estadão em Brasília, André Shalders, conta para o podcast como foi costurado o acordo. E para analisar o impacto das mudanças na dinâmica do nosso sistema político eleitoral, convidamos o cientista político da Unesp de Araraquara, Bruno Silva.
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Apresentação: Emanuel Bonfim
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Montagem: Moacir Biasi
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A Reforma Administrativa, um conjunto de iniciativas que o Congresso Nacional está avaliando para tornar os serviços públicos mais eficientes e, ao mesmo tempo, menos onerosos para os cofres do país, tem sido muito discutida e foi tema de debate numa edição do Fórum Estadão Think realizada em parceria com a CNI, Confederação Nacional da Indústria.
Hoje, o Brasil gasta 12,9% do seu Produto Interno Bruto com o funcionalismo público. É o sétimo maior percentual do mundo. Infelizmente, como todos nós vivenciamos no dia a dia, esses investimentos nem sempre têm resultado em serviços públicos de alta qualidade. Diante desse quadro, a Reforma Administrativa se torna não apenas necessária, mas urgente. A jornalista Bárbara Guerra destacou os melhores momentos do evento nesse podcast.
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A Câmara dos Deputados enterrou de vez a tentativa do presidente e de seus aliados de implantar o chamado voto impresso nas eleições brasileiras. Após ser rejeitado em uma comissão especial, o parecer do deputado bolsonarista Filipe Barros, a favor do tema, foi colocado em votação no plenário da Casa, nesta terça-feira.
A defesa dessa proposta tem feito o presidente Jair Bolsonaro lançar reiteradas ameaças golpistas ao dizer que não haverá eleições em 2022 se não houver mudança no sistema eleitoral. Na manhã que antecedeu a votação da proposta, houve um desfile de blindados da Marinha, em Brasília, que foi visto como uma forma de intimidação pelos parlamentares.
O presidente da Câmara, Arthur Lira, classificou o episódio como “coincidência trágica”. Durante a CPI da Covid, o presidente da comissão, senador Omar Aziz, fez duras críticas ao ato que chamou de “arroubo golpista”.
Em paralelo, o Tribunal Superior Eleitoral apresentou ao Supremo Tribunal Federal uma notícia-crime contra o presidente Jair Bolsonaro pelo vazamento do inquérito sigiloso da Polícia Federal que apura um ataque ao sistema interno da Corte ocorrido em 2018.
O inquérito divulgado por Bolsonaro nas redes sociais foi aberto pela Polícia Federal dez dias após o segundo turno das eleições de 2018 para apurar uma denúncia de invasão do sistema interno do TSE.
No episódio do Estadão Notícias desta quarta-feira, vamos discutir os dois assuntos, para debater sobre a legalidade e o simbolismo desse ato ocorrido na Esplanada dos Ministérios, conversamos com o repórter especial do Estadão, especialista em Forças Armadas, Roberto Godoy. E sobre a decisão da Câmara e o que esperar da aceitação do presidente Bolsonaro sobre o resultado, vamos falar com a colunista do Estadão e da Rádio Eldorado, Eliane Cantanhêde.
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Apresentação: Emanuel Bonfim
Produção/Edição: Gustavo Lopes, Ana Paula Niederauer, Jefferson Perleberg e Julia Corá.
Montagem: Moacir Biasi
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As altas temperaturas, nunca antes registradas em diversos países, mostram uma mudança climática extrema no planeta. Nesta segunda-feira, 09, o aquecimento da Terra foi um dos principais temas tratados pelo Painel Intergovernamental sobre o Clima da ONU.
O planeta está esquentando mais rápido do que era previsto e se prepara para atingir 1,5ºC acima do nível pré-industrial já na década de 2030, dez anos antes do que era esperado. Com isso, haverá eventos climáticos extremos em maior frequência, como enchentes e ondas de calor, secas severas, tornados, incêndios florestais e a tendência de aumento do nível do mar.
No Brasil, um dos exemplos mais claros foi o aumento das queimadas no Pantanal. Mais de 22% do bioma queimou, impulsionado pelas condições de seca causadas pelas mudanças climáticas. Além disso, as recentes enchentes na Amazônia e a seca no sudeste, que pode comprometer a geração de energia, também preocupam as autoridades ambientais.
A redução sustentada nas emissões de dióxido de carbono (CO2) e outros gases de efeito estufa, no entanto, ainda pode limitar as ameaças dessas mudanças climáticas. Caso contrário, alguns dos efeitos diretos para países como o Brasil serão secas mais frequentes e a queda na capacidade de produção de alimentos.
No episódio do Estadão Notícias desta segunda-feira vamos conversar com a pesquisadora Mercedes Bustamante, professora de Ecologia da Universidade de Brasília, e uma das participantes do grupo de trabalho do IPCC da ONU.
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