O podcast do Estadão traz a colunista Carlos Andreazza em um papo reto e sem rodeios sobre os principais assuntos do momento.
Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.
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O podcast do Estadão traz a colunista Carlos Andreazza em um papo reto e sem rodeios sobre os principais assuntos do momento.
Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.
Digitalização da saúde, com o uso intenso de inteligência de dados em toda a jornada do paciente, do primeiro atendimento ao tratamento. Dispositivos capturando informações revertidas em ganhos para o desempenho dos sistemas hospitalares. As preocupações com a segurança das informações nestes ambientes. Em mais um programa da série "InfraWeek", o Start Eldorado recebe EIiezer Silva, diretor de Medicina Diagnóstica e Ambulatorial do Hospital Israelita Albert Einstein e responsável por Transformação Digital na instituição, e Luciano Moizio, diretor de tecnologia da NEC, para a primeira parte da conversa sobre esses temas. O Start vai ao ar todas as quartas-feiras, às 21h, na Rádio Eldorado FM 107,3 - SP, com a apresentação de Daniel Gonzales.
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O tempo está passando e cada vez fica mais difícil viabilizar um representante que se lance como alternativa à polarização entre Lula e Bolsonaro. Nessa corrida pela terceira via, muitos nomes foram colocados, seja da política tradicional ou fora dela, como o de Ciro Gomes, João Doria, José Luiz Datena, o do ex-ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, e até do apresentador Luciano Huck, que já desistiu da candidatura para substituir o Faustão nos domingos da Rede Globo.
Por conta da CPI da Covid, novos nomes do Senado também começam a surgir como possíveis concorrentes à Presidência. É o caso do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), de Simone Tebet (MDB-MS) e, mais recentemente, de Alessandro Vieira (Cidadania-SE). São candidaturas com perfil semelhante, buscam um caminho mais moderado, apoiados pelo centro e com bandeiras como combate à corrupção.
Na pesquisa eleitoral recente divulgada pela Genial/Quaest, o ex-presidente Lula segue com quase a metade dos votos em um cenário de primeiro turno e iria para o segundo turno com Bolsonaro, onde venceria a disputa.
Além do alto percentual de eleitores sem candidato, o levantamento diz que 25% dos entrevistados, quando oferecida a opção, preferem alguém que não seja nem Lula, nem Bolsonaro. Em agosto, essa fração era de 28%, o número está em queda e segundo especialistas é necessário um nome concreto para conquistar os eleitores.
No episódio desta sexta-feira do 'Estadão Notícias', vamos conversar sobre a viabilidade de uma candidatura de terceira via à Presidência com a cientista política e pesquisadora na Fundação Getulio Vargas (FGV), Lara Mesquita.
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O Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços produzidos na economia em um período, voltou a cair, 0,1% em relação ao primeiro trimestre de 2021. O resultado negativo veio após três altas consecutivas e ficou abaixo das estimativas dos economistas.
No início do ano, a retomada da economia brasileira foi puxada por atividades como a agropecuária e a indústria extrativa, voltadas para a exportação. Já neste segundo trimestre, o comportamento da economia foi mais parecido com o “normal”. O setor de serviços, que responde por pouco mais de 70% da economia, voltou a aquecer. Os dados recentes do setor correspondem a um aumento de 0,7% sobre o primeiro trimestre.
No lado da demanda, o consumo das famílias, que tem um peso de cerca de 60% no total do PIB, ficou estável. A desorganização geral das cadeias globais de produção da indústria, com encarecimento do frete e falta de insumos básicos, puxou a retração de 0,2% no PIB da indústria, na comparação com o início do ano.
A agropecuária, que tinha sido um dos motores de crescimento no primeiro trimestre com safra recorde de soja, também recuou 2,8% no segundo trimestre. O vilão do setor foi a falta de chuvas que afetou o centro-sul do país.
No episódio desta quinta-feira do ‘Estadão Notícias’, vamos analisar essa queda nos indicadores e as perspectivas para o futuro da economia no País com o economista Claudio Considera, Coordenador do Monitor do PIB e pesquisador associado do FGV IBRE. E para discutir as perspectivas políticas deste cenário de retração do PIB, vamos conversar com a colunista do Estadão, Adriana Fernandes.
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O Supremo Tribunal Federal (STF) deve retomar nesta quarta-feira, 1º, o julgamento do “marco temporal” que pode mudar o destino de centenas de processos de demarcações de terras indígenas em andamento na Justiça brasileira. Na semana passada, mais de 6 mil indígenas se mobilizaram e acamparam na Esplanada dos Ministérios - cerca de mil continuam no local para acompanhar a decisão.
O processo analisado pelo STF vai determinar se cabe ou não aplicar sobre as demarcações novas, ou em andamento, essa linha de corte a partir da data da promulgação da Constituição. Ou seja, uma terra indígena só poderia ser demarcada se for comprovado que os indígenas estavam sobre a terra no dia 5 de outubro de 1988. Quem estivesse fora da área nesta data ou chegasse depois deste dia, não teria direito a pedir sua demarcação.
Especialistas apontam que o marco pode inviabilizar a demarcação de terras ainda não regularizadas, assim como pode abrir a possibilidade de questionamentos sobre terras já demarcadas.
No episódio desta quarta-feira do Estadão Notícias, vamos conversar sobre as questões legais que envolvem a demarcação de terras com o procurador da República Julio José Araujo Junior e autor do livro: "Direitos territoriais indígenas: uma interpretação intercultural". Também vamos ouvir o indígena Maurício Ye'kwana, Diretor da Hutukara Associação Yanomami, e o repórter de política do Estadão em Brasília, André Shalders.
Apresentação: Emanuel Bomfim
Produção/Edição: Jefferson Perleberg, Ana Paula Niederauer e Julia Corá
Montagem: Moacir Biasi
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O que uma empresa de pagamentos tem a aprender com a Disney? A pista está em como o digital muda o comportamento do consumidor, contam Augusto Lins, presidente e sócio da Stone, e Fabio Costa, general manager da Salesforce no Brasil, ao jornalista Pedro Doria neste podcast produzido pelo Estadão Blue Studio com patrocínio da Salesforce.
E isto é chave: quem usa um produto tem acesso a muita informação sobre a concorrência. O que a Disney faz é encantar clientes, deixá-los em permanente estado de satisfação. É, também, a lição da Zappos, varejista online de sapatos, nos EUA. Justamente os dois modelos da Stone de como tratar seu público.
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O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva já começou sua jornada em busca de apoio e alianças pelo País, tendo em vista a campanha eleitoral de 2022. Em um de seus discursos Lula trouxe à tona um tema que permeou o seu governo: a “regulação dos meios de comunicação”.
O ex-presidente afirmou que o assunto voltará a ser discutido se assumir novamente a liderança do País. Na semana passada, em entrevista a uma rádio em Salvador, afirmou que alguns setores da imprensa não querem que ele retorne ao poder, porque, em suas palavras, “irá regular os meios de comunicação”.
A equipe de sua pré-campanha conta com o apoio do jornalista e ex-ministro Franklin Martins. Ele foi titular da Secretaria de Comunicação Social, entre 2007 e 2010, um dos responsáveis por um polêmico projeto que criava um marco regulatório na comunicação eletrônica do País, a chamada Lei de Comunicação Eletrônica, que não chegou a ser encaminhada para o Congresso e acabou engavetada na gestão de Dilma Rousseff.
Entre os pontos polêmicos considerados na época estava a criação de uma agência reguladora única para a comunicação social. A intenção do PT é formular um novo projeto em caso de vitória em 2022.
Faz sentido Lula propor “regulação da mídia”? O que está por trás desse controverso projeto? Conversamos sobre o tema com o jornalista e colunista do Estadão, Pedro Doria. As declarações do ex-presidente desagradaram várias frentes do espectro político brasileiro, conforme vai nos contar neste episódio Alberto Bombig, editor da 'Coluna do Estadão'.
Apresentação: Emanuel Bomfim
Produção/Edição: Jefferson Perleberg, Ana Paula Niederauer e Julia Corá.
Montagem: Moacir Biasi
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As fake news já fazem parte das mídias sociais e do contexto político brasileiro há algum tempo. A desinformação ocorre muitas vezes por contas automatizadas, com características de ‘robôs’, que espalham mensagens rapidamente.
Na semana passada, especialistas ouvidos pelo Estadão, no evento “Debate eleições e fake news: política e desinformação” apontam que o cenário nas redes para a disputa em 2022 também será intenso. O ano eleitoral terá grande volume de conteúdos enganosos e fará com que o Tribunal Superior Eleitoral passe por seu maior teste na democracia brasileira.
Desde o início da pandemia do coronavírus, o Brasil enfrenta também uma infodemia de Covid-19. O novo termo é utilizado para descrever o aumento excessivo no volume de informações, verdadeiras ou não, relacionadas a um determinado assunto. O que acaba atrapalhando a tarefa de encontrar fontes e orientações confiáveis.
O assunto das fake news também foi incluído pela CPI da Covid no Senado como uma das linhas de investigação dos parlamentares. O núcleo que apura o negacionismo na pandemia elencou principais fake news da covid e identificou sites, pessoas físicas, influenciadores e políticos que disseminaram conteúdo falso. Também foram feitas quebras de sigilo bancário de ao menos oito sites que propagaram notícias falsas.
No Supremo Tribunal Federal outro inquérito, o das “Fake News”, investiga o tema desde 2019. Além de apurar originalmente ameaças contra ministros do STF e atos antidemocráticos, a investigação revelou uma rede de produção de notícias falsas. O que desencadeou uma série de operações de busca e apreensão e até a prisão de apoiadores do presidente Bolsonaro.
No episódio do Estadão Notícias desta segunda-feira, vamos conversar sobre o tema com os dois mediadores do evento realizado pelo Estadão sobre fake news: a repórter de ‘Política’, Adriana Ferraz, e o editor do “Estadão Verifica”, Daniel Bramatti.
O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.
Apresentação: Emanuel Bomfim
Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer
Sonorização/Montagem: Moacir Biasi
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Cresce o interesse pelo armazenamento de energia no Brasil. Em meio a crise energética por aqui e mudanças climáticas em todo o mundo, armazenar energia parece ser o caminho mais seguro para integrar novas fontes renováveis e driblar as intermitências do sistema.
Vários países estão mergulhando no desenvolvimento e nas aplicações das diferentes maneiras para guardar energia (sejam baterias ou usinas reversíveis) e não depender das termelétricas poluentes. No Brasil, o setor privado e os cientistas buscam sistemas capazes de atender essa necessidade.
No terceiro episódio da série, especialistas ajudam a entender o armazenamento e a tendência mundial. "Por conta da transição energética e do esforço da meta da descarbonização, as matrizes elétricas vão ter de aumentar a participação de fontes renováveis, deixando de lado gás, petróleo, carvão e colocando eólica, solar, biomassa e hidrogênio", diz Nivalde de Castro, coordenador do Grupo de Estudos do Setor Elétrico (Gesel) do Instituto de Economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
Também estão neste episódio Markus Vlasits, coordenador de armazenamento da Associação Brasileira de EnergiaSolar Fotovoltaica (Absolar) e Rodolfo Meyer, CEO do Portal Solar.
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Tecnologia na base da mobilidade do futuro, com uso intenso de dados, produtos muito mais inteligentes, mudanças na matriz energética rumo à eletricidade como combustível, a conectividade baseando carros autônomos em meio ao ecossistema de coisas como sensores em vias e semáforos, celulares, a integração do automóvel como ‘hub’ de serviços na smart city. O Start Eldorado recebe, nesta quarta-feira, Hermann Mahnke, diretor executivo de marketing da General Motors na América do Sul, que compartilha a sua visão de um tempo no qual as montadoras deixarão de ser só produtoras de veículos, mas se tornarão empresas de tecnologia e soluções que também produzem carros, numa jornada em direção a um tempo “zero emissões”. É às 21h, na Eldorado FM (107,3 - SP) e canais digitais, com a apresentação de Daniel Gonzales.
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Segundo o Instituto Nacional do Câncer, o INCA, o câncer de próstata é o segundo mais comum entre os homens no Brasil e dados do Instituto ainda apontam para 65.840 novos casos de câncer de próstata a cada ano, entre 2020 e 2022.
Mas quando é preciso se preocupar com esse assunto que ainda assombra muitos homens? Fazer exames, procurar um médico? Existe uma data, idade, suspeita? Aliás, como suspeitar de qualquer problema?
Para responder essas perguntas, a jornalista Bárbara Guerra conversou com Camila Mosci, médica especialista em medicina nuclear, e Miguel Srougi, urologista e maior especialista em câncer de próstata do Brasil.
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