O podcast do Estadão traz a colunista Carlos Andreazza em um papo reto e sem rodeios sobre os principais assuntos do momento.
Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.
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O podcast do Estadão traz a colunista Carlos Andreazza em um papo reto e sem rodeios sobre os principais assuntos do momento.
Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.
Desde a semana passada, pelo menos seis Estados relataram que estão sem a vacina da AstraZeneca para fazer a aplicação. O governo paulista resolveu administrar o imunizante da Pfizer para não atrasar o cronograma de quem tomou a primeira dose da vacina da Oxford.
O Ministério da Saúde afirmou que entregou todas as doses e que o problema foi a utilização de AstraZeneca destinada à segunda dose para imunizar as populações mais jovens nos Estados.
Já o Supremo Tribunal Federal formou maioria para confirmar a decisão do ministro Ricardo Lewandowski que obrigou o Ministério da Saúde a assegurar o envio de vacinas suficientes ao Estado de São Paulo para a aplicação da segunda dose, seja da Pfizer ou da Astrazeneca.
Além de São Paulo, cinco estados estão sem vacinas da AstraZeneca para a segunda dose: Rio Grande do Norte, Rondônia, Tocantins, Rio de Janeiro e Mato Grosso do Sul, onde também está prevista a troca pela vacina da Pfizer.
A intercambialidade de diferentes imunizantes já é uma realidade em alguns públicos da campanha de vacinação. É o caso das gestantes, que tomaram a primeira dose da Astrazeneca e devem receber a segunda da Pfizer, e dos idosos com mais de 70 anos, que tiveram acesso a duas doses da CoronaVac, e agora poderão levar uma terceira aplicação de Pfizer, Astrazeneca ou Janssen.
No episódio do ‘Estadão Notícias’ desta quarta-feira, vamos conversar sobre essa mistura de imunizantes com a infectologista Mônica Levi, diretora da Sociedade Brasileira de Imunizações. E para entender um pouco mais sobre essa queda de braço entre Estados e o governo federal, vamos falar com a repórter do Estadão, Mariana Hallal.
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Apresentação: Emanuel Bomfim
Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer
Sonorização/Montagem: Moacir Biasi
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Manifestações contra o presidente Jair Bolsonaro ocorreram em pelo menos em 15 capitais neste último domingo (12). Os protestos foram organizados por grupos de centro-direita como MBL, Vem Pra Rua e Livres. Porém, os atos tiveram baixa adesão, em larga medida, porque não conseguiram atrair setores da esquerda.
Partidos como o PT e PSOL não aderiram à manifestação, já o PDT de São Paulo e algumas centrais sindicais anunciaram apoio.
A Avenida Paulista, em São Paulo, reuniu o maior público com cerca de 6 mil pessoas, número bem menor do que os 125 mil registrados nas manifestações pró-governo do feriado de 7 de setembro
No local, pré-candidatos à Presidência discursaram. Entre eles, o governador de São Paulo, João Doria, do PSDB; Ciro Gomes, do PDT; o ex-ministro, Luiz Henrique Mandetta, do DEM; o senador Alessandro Vieira, do Cidadania, e a senadora Simone Tebet, do MDB.
Os conflitos entre partidos de esquerda, centro e direita dificultam a criação de uma frente ampla e diversa em defesa do impeachment.
Para entender como foi o clima das manifestações e o que pode surgir daqui para frente, vamos conversar com Pedro Venceslau, repórter de política do Estadão que acompanhou o protesto na Avenida Paulista. E para debater a viabilidade de uma frente ampla contra Bolsonaro e como os atos de domingo impactam na corrida eleitoral de 2022, convidamos Roberto Gondo, professor de comunicação política da Universidade Mackenzie.
Apresentação: Emanuel Bomfim
Produção/Edição: Jefferson Perleberg, Ana Paula Niederauer e Julia Corá
Montagem: Moacir Biasi
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Na última semana, pressionado pelos efeitos das manifestações do 7 de Setembro, o presidente Jair Bolsonaro adotou momentaneamente um discurso mais moderado, sem os tradicionais ataques que faz a outros Poderes, especialmente ao Supremo Tribunal Federal (STF). Essa metamorfose ficou cristalizada na nota intitulada “Declaração à Nação”.
O documento é dividido em 10 pontos e parece ser uma carta de desculpas pelas ameaças proferidas no feriado, quando participou dos atos em São Paulo e Brasília. A inflexão comportamental não foi obra única de Bolsonaro, já que ele precisou das digitais do ex-presidente Michel Temer para redigir o texto.
Outro episódio que evidenciou a mudança de postura de Bolsonaro foi o áudio em que o presidente pedia para os caminhoneiros que não paralisassem as rodovias. Muitos motoristas não acreditaram no conteúdo. O ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, teve que gravar um vídeo para confirmar a autenticidade do áudio de Bolsonaro.
O recuo na retórica hostil de Bolsonaro empolgou o mercado de ações. Agentes celebraram a trégua entre os Poderes, porém a duração da postura pacificadora do presidente é vista por especialistas com ceticismo. Além disso, os “problemas reais”, como a inflação em alta, continuam preocupando economistas.
O ambiente econômico pode melhorar com os novos sinais emitidos por Bolsonaro? O que é preciso ser feito para melhorar as condições de vida da população? Conversamos sobre o tema numa entrevista com o economista e ex-presidente do Banco Central, Gustavo Loyola. E o que restou da agenda econômica do governo que pode prosperar no Congresso? Quem nos conta é a repórter do Estadão/Broadcast em Brasília, Idiana Tomazelli.
Apresentação: Emanuel Bonfim
Produção/Edição: Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer
Montagem: Moacir Biasi
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Digitalização da saúde, com o uso intenso de inteligência de dados em toda a jornada do paciente, do primeiro atendimento ao tratamento. Dispositivos capturando informações revertidas em ganhos para o desempenho dos sistemas hospitalares. As preocupações com a segurança das informações nestes ambientes. Em mais um programa da série "Infra Week", o Start Eldorado recebe EIiezer Silva, diretor de Medicina Diagnóstica e Ambulatorial do Hospital Israelita Albert Einstein e responsável por Transformação Digital na instituição, e Luciano Moizio, diretor de tecnologia da NEC, para a segunda parte da conversa sobre esses temas. O Start vai ao ar todas as quartas-feiras, às 21h, na Rádio Eldorado FM 107,3 - SP, com a apresentação de Daniel Gonzales.
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A prisão de Guantánamo, criada por George W. Bush após os atentados de 2001 para trancafiar terroristas, atravessa governos americanos como uma herança incômoda da guerra ao terror. Os Estados Unidos chegam ao aniversário de 20 anos dos ataques com a prisão de Guantánamo ainda aberta, presos sem acusação formal e julgamentos intermináveis à margem da lei americana.
Não há respostas legais aos acusados pela arquitetura do ataque às Torres Gêmeas, nem responsabilizações pelos atos de tortura do próprio governo.
Obama fracassou em fechá-la. Trump nem tentou. Joe Biden promete acabar com o presídio que virou símbolo de tortura e violações, mas enfrentará resistências.
Neste episódio especial do 'Estadão Notícias', a repórter Beatriz Bulla, correspondente do Estadão em Washington, viaja até Guantánamo para contar qual é a situação atual da prisão e as curiosidades dessa base naval americana.
Cerca de 780 presos já passaram pela prisão, mas a maioria foi transferida para outros países ainda nos governos Bush e Obama. Hoje, são 39. Só dois dos detentos que continuam na base foram condenados pelas comissões militares. A maior parte nunca foi sequer acusada. Dez já podem ser transferidos para outros países; 17 têm casos que devem ser revisados e outros dez estão à espera da sua vez nas comissões militares. Entre eles os cinco acusados de arquitetar o 11 de setembro. A saída dos EUA do Afeganistão pressiona Biden a resolver esse imbróglio.
A reportagem do Estadão passou quatro dias em Guantánamo para acompanhar sessões das comissões militares, uma espécie de julgamento dos poucos detentos que foram acusados de terrorismo e crimes de guerra. E contamos tudo aqui.
Apresentação, roteiro e reportagem: Beatriz Bulla
Produção: Julia Corá.
Montagem: Carlos Amaral.
Editor do núcleo de áudio do Estadão: Emanuel Bomfim
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Há 20 anos, no dia 11 de setembro, um atentado terrorista em solo americano mudou definitivamente a história. Um grupo de terroristas ligados à Al-Qaeda sequestrou quatro aviões comerciais e, como se fossem mísseis, os lançaram em direção às Torres Gêmeas e ao Pentágono, matando cerca de 3 mil pessoas.
Além de chocar o mundo, o atentado marcou o início da “Guerra ao Terror”, liderada pelos Estados Unidos. Como resposta aos ataques do 11 de setembro, o presidente George W. Bush invadiu o Afeganistão para derrubar o Taleban, que na época controlava o país.
O grupo ainda tinha alianças com a própria Al-Qaeda. Havia suspeita de que Bin Laden estivesse em território afegão, acobertado pelos extremistas.
Outros países entraram na guerra em apoio aos americanos, como a França, a Alemanha e o Reino Unido. Essa coalizão conseguiu estabelecer na capital, Cabul, um governo apoiado pelo Ocidente.
O grupo porém não desapareceu por completo, seguiu com atentados e expandiu sua influência política. Este ano, após quase duas décadas de disputas, os EUA anunciaram a retirada das tropas do país e o grupo extremista islâmico retomou o poder em Cabul, no último dia 15 de agosto.
Estima-se que mais de 242 mil vidas foram perdidas, entre civis e militares, durante o conflito.
No episódio do 'Estadão Notícias' desta sexta-feira que antecede o 11 de setembro, vamos conversar com quem acompanhou a notícia de perto naquele 2001: o repórter especial do Estadão, Roberto Godoy, que na época era Editor Executivo, e Paulo Sotero, que era correspondente do Estadão em Washington.
E para entender o futuro das relações entre os países nesta “era pós guerra ao terror” vamos conversar com o doutor em Relações Internacionais e professor da FAAP, Carlos Gustavo Poggio. Quem também participa da entrevista é o editor de Internacional, Luiz Raatz.
Apresentação: Emanuel Bomfim
Produção/Edição: Jefferson Perleberg, Ana Paula Niederauer e Julia Corá
Montagem: Moacir Biasi
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As manifestações de 7 de Setembro aumentaram consideravelmente a tensão entre os Poderes em Brasília. As declarações antidemocráticas do presidente Jair Bolsonaro, em seus discursos em São Paulo e em Brasília, geraram uma série de reações institucionais ao longo desta quarta-feira, 8.
Um dos pontos mais contestados do discurso de Bolsonaro foi quando disse que não acatarria mais decisões judiciais do ministro do STF, Alexandre de Moraes, a quem chamou de “canalha”. Ele ainda cobrou que o presidente da Corte enquadrasse o magistrado, que é responsável pelos inquéritos que apuram possíveis crimes de Bolsonaro.
O presidente do Supremo, ministro Luiz Fux, respondeu às críticas na sessão plenária desta quarta-feira, afirmando que as atitudes do chefe do Executivo representam um “atentado à democracia”. E que as ameaças de Bolsonaro, se levadas adiante, configuram “crime de responsabilidade”, o que pode levá-lo ao impeachment.
Com menos contundência do que Fux, o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), também se posicionou contra a postura de Bolsonaro, apesar de não citá-lo nominalmente. Lira é quem pode autorizar abertura de processo de impeachment contra o presidente. Partidos como PSDB já se mobilizam mais intensamente nessa direção, após os protestos.
As diferentes reações do Judiciário, do Legislativo e da classe política é o que guia nossa conversa quinzenal do “Poder em Pauta” com os jornalistas que acompanham o dia a dia da política, em Brasília. Participam no episódio desta quinta-feira do ‘Estadão Notícias’, Felipe Frazão e Marcelo de Moraes.
Apresentação: Emanuel Bomfim
Produção/Edição: Jefferson Perleberg, Ana Paula Niederauer e Julia Corá.
Montagem: Moacir Biasi
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O feriado de 7 de Setembro foi marcado por diversos atos contra e a favor do presidente Jair Bolsonaro. Foi um longo dia de tensão e ameaças, parte delas feitas pelo próprio presidente, que a cada discurso atacava, mesmo que indiretamente, ministros do Supremo Tribunal Federal.
Já na madrugada de segunda-feira, 6, um grupo de apoiadores do presidente furou o bloqueio de segurança e conseguiu entrar com carros e caminhões na Esplanada dos Ministérios em Brasília. Ao contrário do anunciado pela Polícia Militar do Distrito Federal, não houve um cordão de revista na chegada dos manifestantes bolsonaristas ao local.
Pela manhã, Bolsonaro participou do hasteamento da bandeira, andou de helicóptero sob o local e desfilou no tradicional Rolls-Royce até a Praça das Bandeiras com a condução do ex-piloto de Fórmula 1, Nelson Piquet. Quando discursou, o presidente atacou o STF e falou que pretende se reunir com o “Conselho da República”.
Em São Paulo, no protesto da Avenida Paulista, Bolsonaro voltou a falar sobre a urna eletrônica e exigiu voto impresso e auditável e desta vez direcionou suas críticas ao ministro Alexandre de Moraes.
Os ataques do presidente Jair Bolsonaro nas manifestações também mobilizaram PSDB, PSD, Solidariedade e MDB a discutirem um novo pedido de impeachment contra o chefe do Executivo.
No episódio desta quarta-feira do Estadão Notícias vamos ouvir o relato dos repórteres do Estadão que participaram da cobertura dos protestos. Em São Paulo, o repórter Tulio Kruse, e de Brasília a repórter Camila Turtelli.
Para fazer uma análise de como será o contexto político daqui para frente convidamos a colunista do Estadão e da Rádio Eldorado, Eliane Cantanhêde, e também o cientista político da Consultoria Pulso Público, Vitor Oliveira.
Apresentação: Emanuel Bomfim
Produção/Edição: Jefferson Perleberg, Ana Paula Niederauer e Julia Corá
Montagem: Moacir Biasi
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O Brasil se destaca por sua matriz energética renovável. A chamada energia limpa é toda a produção que não emite substâncias poluidoras, como a energia solar, eólica, geotérmica, hidráulica, biomassa e maremotriz.
No Brasil, 62% da energia é gerada pelas hidrelétricas, uma fonte renovável. Essa porcentagem vem diminuindo nos últimos anos, dando lugar a outras fontes de geração de energia. Mesmo assim, o setor está saturado e não consegue dar conta da demanda do país, crise agravada por causa do clima e da falta de chuvas que esvazia reservatórios das hidrelétricas.
Uma das alternativas foi importar energia de países vizinhos e acionar mais usinas termelétricas, uma produção não renovável que além de causar mais impactos ambientais com a queima de combustíveis fósseis, encarece a conta de luz.
O custo elevado da energia impacta também na inflação dos produtos e no setor produtivo, dos serviços até a indústria e a construção civil. Para que o País não passe por essa situação novamente é necessário buscar soluções inovadoras a médio e longo prazo, como a diversificação da nossa matriz energética.
No episódio desta terça-feira do ‘Estadão Notícias’, vamos conversar sobre o futuro energético do país com o professor de Ciências Ambientais da UNIFESP, Décio Semensatto. E para conhecer mais as potencialidades da energia solar, uma das alternativas para a crise, entrevistamos Markus Vlasits, coordenador de armazenamento da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica.
Apresentação: Emanuel Bonfim
Produção/Edição: Jefferson Perleberg, Ana Paula Niederauer e Julia Corá.
Montagem: Moacir Biasi
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As manifestações do dia 7 de setembro ainda nem aconteceram, mas já vem movimentando o cenário político e institucional brasileiro há algum tempo. O que preocupa autoridades e especialistas é o teor antidemocrático da mobilização, que ameaça ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e opositores ao governo de Jair Bolsonaro.
O próprio presidente já confirmou sua presença nos eventos de Brasília e São Paulo e há algumas semanas vem convocando apoiadores para as manifestações. Na internet, os bolsonaristas dominam a discussão sobre o feriado. De acordo com levantamento da Bites, das 100 mensagens sobre o dia com mais recirculação no Twitter, 97 são publicações a favor dos protestos.
Entretanto, a maior preocupação das autoridades está sendo a participação de policiais militares da ativa, ato que é considerado ilegal. O Estadão apurou que policiais militares têm ajudado a impulsionar as manifestações em pelo menos seis Estados.
Em Sorocaba, interior de São Paulo, o coronel Aleksander Lacerda, à frente do Comando de Policiamento do Interior, convocou ‘amigos’ em redes sociais para ato bolsonarista, além de fazer ataques ao STF em sua conta. Após a reportagem, ele foi desligado do posto por indisciplina.
Ao menos 16 Estados já têm manifestações programadas. Além de policiais, o 7 de Setembro deve também mobilizar outros grupos do ‘bolsonarismo raiz’. Organizadores dizem que irão propagar ideias do campo bolsonarista. Inclusive temas já superados pelo Congresso, como o voto impresso e o pedido de impeachment de ministros do Supremo.
No episódio do ‘Estadão Notícias’ desta segunda-feira, vamos conversar sobre o perfil destes manifestantes com o repórter do Estadão em Brasília, Felipe Frazão. E para entender as consequências destes protestos para a democracia brasileira, convidamos para o debate o cientista político e professor da FGV, Claudio Couto.
Apresentação: Emanuel Bomfim
Produção/Edição: Jefferson Perleberg, Ana Paula Niederauer e Julia Corá
Montagem: Moacir Biasi
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