O podcast do Estadão traz a colunista Carlos Andreazza em um papo reto e sem rodeios sobre os principais assuntos do momento.
Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.
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O podcast do Estadão traz a colunista Carlos Andreazza em um papo reto e sem rodeios sobre os principais assuntos do momento.
Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.
Nas últimas semanas, uma série de cidades brasileiras foi atingida por tempestades de areia semelhantes às que aparecem em ficções, como a aventura distópica Mad Max. No filme, lançado em 1981, os personagens vivem em um futuro seco, onde a água é escassa, o que torna fenômenos como esse mais frequentes.
Tempestades de areia são registrados no Brasil anualmente de forma pontual em períodos de seca, mas casos recentes, como os da região de Franca e Ribeirão Preto, chamam atenção pela proporção, força e frequência. Além das duas cidades paulistas, municípios de Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Goiás e Maranhão também sofreram com o problema.
A incidência do fenômeno tem relação tanto com fatores locais quanto de âmbito mais amplo. Uma das principais variáveis é a devastação recorde da Amazônia, cuja evapotranspiração (umidade liberada no ambiente pelas árvores) regula o regime de chuvas de outras partes do País, como a região sudeste.
O fenômeno também tem impacto na agricultura. As rajadas de vento afetam ainda mais o solo já castigado pela seca, ao remover as camadas mais superficiais, onde está a maior riqueza de nutrientes (inclusive os agrícolas) e microorganismos.
Além do meio ambiente, as nuvens de poeira podem trazer sérios problemas à nossa saúde. O fenômeno pode ser prejudicial para crianças, idosos e quem já sofre com problemas respiratórios, como doença pulmonar obstrutiva crônica, asma e rinite ou sinusite.
No episódio do Estadão Notícias desta quarta-feira, vamos conversar com a pesquisadora Mercedes Bustamante, professora de Ecologia da Universidade de Brasília (UnB), e uma das participantes do grupo de trabalho do IPCC da ONU. Ela vai explicar o fenômeno, suas causas e consequências. Também convidados o médico pneumologista do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, Gustavo Prado, para entender quais as consequências que nuvens de poeiras como as que atingiram Franca tem para a saúde.
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Apresentação: Emanuel Bomfim
Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Ana Paula Niederauer e Victor Farias
Sonorização/Montagem: Moacir Biasi
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Internautas do mundo todo ficaram sem poder utilizar os aplicativos do WhatsApp, Facebook e Instagram por conta de uma instabilidade nas plataformas. Os próprios funcionários do Facebook foram vítimas da situação, segundo o jornal The New York Times. O acesso ao prédio da empresa é feito pelo login da rede social, ou seja, teve gente que ficou pra fora.
No Twitter, única rede social que continuou funcionando, os perfis do Facebook e do WhatsApp postaram: "Estamos cientes de que algumas pessoas estão enfrentando problemas com o WhatsApp no momento. Estamos trabalhando para que as coisas voltem ao normal e enviaremos uma atualização assim que possível".
Porém a queda dos serviços acabou prejudicando muitas pessoas que trabalham pelas plataformas, como pequenos empreendedores que vendem seus produtos e serviços pelo WhatsApp e Instagram.
O Facebook, dona das três redes, também sentiu, economicamente, na pele a queda de seus serviços. As ações da empresa chegaram a cair mais de 5% na bolsa de Nova York e da eletrônica Nasdaq.
Em fóruns que reúnem especialistas em tecnologia, corre a especulação de que parte dos problemas frequentes tem sido causados pelo plano de integração dessas redes, que foi anunciado em janeiro de 2019 e que teve início em 30 de setembro de 2020 com a integração do Facebook Messenger e Instagram.
Também foram relatadas instabilidades em outros aplicativos concorrentes, como Telegram e Tik Tok, e aplicativos dos principais bancos do Brasil. A conta oficial do Nubank informou que foi identificada uma oscilação nos pagamentos de boletos, mas a empresa estava trabalhando para normalizar a situação.
Em meio à pane das redes, usuários afirmaram que as operadoras de telefonia móvel do Brasil estão apresentando falhas, com as ligações e a conectividade móvel. Ao Estadão, Vivo, Claro e TIM negaram que houve problemas e declaram que as linhas funcionavam normalmente.
No episódio do Estadão Notícias desta terça-feira, vamos conversar com o editor do Link do Estadão, Bruno Romani, para tentar entender o que aconteceu com as plataformas. E para falar sobre essa dependência das redes sociais e da falta que sentimos delas, convidamos a psicóloga, Dra. Paula Vicentini.
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Apresentação: Emanuel Bomfim
Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer.
Sonorização/Montagem: Moacir Biasi
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As eleições de 2022 são daqui a um ano, mas as movimentações dos partidos e dos possíveis candidatos já estão a todo vapor. Na última pesquisa do Ipec, de 22 de setembro, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente Jair Bolsonaro lideram as intenções de votos com 48% e 23%, respectivamente.
Com a alta popularidade dos dois melhores colocados nas pesquisas recentes, a chamada "terceira via" tenta se viabilizar e mostrar que pode ser, além de competitiva, uma alternativa à polarização tóxica que tomou o País nos últimos anos.
Os tucanos João Doria, Eduardo Leite e Arthur Virgílio Neto disputam às prévias do PSDB, enquanto que Ciro Gomes é o nome mais cotado para disputar o Palácio do Planalto pelo PDT.
Os ex-ministros Luiz Henrique Mandetta e Sérgio Moro também são nomes que circulam como possíveis presidenciáveis, mas ainda não disseram sim às candidaturas.
Para nos ajudar a entender melhor os caminhos que levam ao próximo pleito, batemos um papo com o editor da Coluna do Estadão, e colunista da Rádio Eldorado, Alberto Bombig, e com o cientista político e professor da Fundação Getúlio Vargas, Carlos Pereira.
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Apresentação: Emanuel Bomfim
Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Ana Paula Niederauer e Rafael Nascimento
Sonorização/Montagem: Moacir Biasi
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As soluções tecnológicas no presente e no futuro do setor energético em pauta no Start Eldorado, com a apresentação de Daniel Gonzales. Ao mesmo tempo em que o setor já emprega em campo inovações como câmeras térmicas e análise de vídeo em tempo real e intensa análise preditiva de dados para evitar falhas e manter a rede funcionando de forma estável, se prepara para a chegada de inovações como o 5G e a internet das coisas, que vai abrir as portas para as redes inteligentes (smart grids) e a entrada de fontes renováveis no sistema, pelas quais o próprio consumidor poderá colocar seu excedente de energia na rede, além da mobilidade elétrica em cidades e estradas. Ouça a entrevista com Rafael Moya, gerente de inovação do grupo CPFL. O Start vai ao ar toda quarta-feira às 21h na Eldorado FM 107,3.
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A chegada da pandemia no País marcou o aumento de 27% do número de brasileiros enfrentando a fome, em comparação com o ano de 2018, totalizando 19 milhões de pessoas, o que corresponde a 9% da população brasileira.
Entre as famílias que enfrentam a insegurança alimentar, 74% são de lares chefiados por mulheres e 66,8% por pessoas pretas. A insegurança alimentar também é maior nas residências habitadas por crianças e adolescentes, e mais frequente nos domicílios do Nordeste e Norte do país.
Nesta quarta-feira, um episódio ocorrido na cidade do Rio de Janeiro, chamou a atenção para a tristeza e a gravidade do problema. Um caminhão com restos de carne e ossos virou ponto de distribuição para moradores que têm fome e não possuem dinheiro suficiente para comprar alimento.
Dois fatores contribuem para essa situação revoltante: aumento do desemprego e da inflação. Em conjunto, esses fatores reduzem o poder de compra da população, sobretudo entre os mais pobres.
Para falar sobre as ações de enfrentamento à fome, no episódio do Estadão Notícias desta sexta-feira, vamos conversar com o presidente nacional da Central Única das Favelas (CUFA), Preto Zezé. Também vamos debater o assunto com o diretor executivo da Ação da Cidadania, Rodrigo “Kiko” Afonso.
E para discutir as perspectivas econômicas para a inflação no País e de que forma ela continuará impactando os mais necessitados, ouvimos a análise da economista Juliana Inhasz, coordenadora do curso de graduação de Economia do Insper.
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Apresentação: Emanuel Bomfim
Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Ana Paula Niederauer e Rafael Nascimento
Sonorização/Montagem: Moacir Biasi
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O conflito entre o presidente Jair Bolsonaro e o Judiciário deve ganhar um novo capítulo em breve. Está em via de ser liberado para julgamento no plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) o pedido de cassação da chapa de Jair Bolsonaro e Hamilton Mourão. A um ano da realização das eleições de 2022, o TSE vai avaliar as denúncias contra a chapa por impulsionamento ilegal de mensagens em massa pelo WhatsApp durante a campanha eleitoral de 2018.
O processo recebeu documentos compartilhados pelo ministro Alexandre de Moraes, coletados pelo inquérito das “fake news” e da investigação sobre atos antidemocráticos, que tramitam no Supremo Tribunal Federal.
Também está sendo investigado o financiamento empresarial ilegal, via caixa 2, dessas redes de desinformação. Nos autos do processo constam indícios de que o uso de sistemas automatizados para envio massivo de mensagens foi bancado por apoiadores do presidente.
Essa prática é proibida pela legislação eleitoral. Pagamentos feitos por empresários em favor de um candidato devem ser declarados, caso contrário podem ser considerados crime de caixa dois.
Se a ação for a plenário em até um mês e o colegiado formar maioria para condenar a chapa por abuso de poder, Bolsonaro e Mourão ficam inelegíveis por oito anos. E assim, não poderão disputar o pleito de 2022.
No episódio desta quinta-feira vamos conversar com Alberto Rollo, advogado especializado em direito eleitoral, para entender os motivos da possível cassação da chapa do presidente. E também vamos debater as consequências políticas da denúncia para Bolsonaro, com o repórter especial do Estadão e colunista da Rádio Eldorado, Marcelo de Moraes.
Apresentação: Emanuel Bomfim
Produção/Edição: Jefferson Perleberg, Ana Paula Niederauer e Rafael Nascimento
Montagem: Moacir Biasi
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Uma nova regra eleitoral promulgada ontem (27) já fez com que os partidos comecem a buscar mais mulheres e negros como candidatos para as eleições de 2022. O texto aprovado pelo Congresso dá um “bônus” financeiro para as legendas que mais conseguirem votos em candidatos desses dois grupos.
Atualmente, os votos recebidos na eleição para a Câmara servem como base para o cálculo de quanto os partidos vão ganhar no chamado fundão eleitoral. Legendas com resultados melhores nas campanhas para deputado federal ganham mais, só que com essa nova regra, os votos em mulheres e negros tem peso dois, o que dobrará também o cálculo sobre a distribuição dessa verba.
Hoje, já existem as cotas obrigatórias para que os partidos tenham uma porcentagem maior de mulheres e negros candidatos, mas o Congresso resolveu reforçar ainda mais essa diversidade.
Para se ter uma ideia, se essa medida já estivesse em vigor, PSOL, PT, PSL, PCdoB e Avante seriam os que mais ganhariam, de acordo com levantamento da consultoria Neocortex e do Instituto Millenium com dados do Tribunal Superior Eleitoral. Por outro lado, PSD, PP, DEM, MDB e PSB, sairiam perdendo.
No episódio do ‘Estadão Notícias’ desta quarta-feira, vamos conversar sobre essa novidade na disputa eleitoral com o repórter do Estadão em Brasília, Daniel Weterman. E para debater a importância da iniciativa para o aumento da diversidade na política convidamos a deputada estadual de São Paulo e integrante da bancada ativista, Mônica Seixas (PSOL), e a deputada federal Talíria Petrone (PSOL-RJ). Quem também fala conosco é a diretora do Instituto Alziras, Michelle Ferreti.
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Apresentação: Emanuel Bomfim
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Sonorização/Montagem: Moacir Biasi
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Depois de 16 anos, Angela Merkel, uma das figuras políticas há mais tempo no poder, está de malas prontas para deixar o cargo de chanceler da Alemanha. Nas eleições gerais deste domingo, 26, o Partido Social-Democrata foi o que teve mais votos, com 25,7% do total. A União Cristã Democrata, o partido de Angela Merkel, ficou em segundo, com 24,1%.
Merkel chegou ao poder aos 51 anos, numa época de crescimento econômico global, mas também de dificuldades na economia alemã, que tentava se modernizar por meio de reformas estruturais. As reformas feitas pela chanceler criaram, em médio e longo prazo, condições para uma queda sistemática do desemprego no país.
Conhecida pelo seu pragmatismo, conseguiu dialogar com adversários e se adaptar a situações adversas, inclusive governando com adversários. Na Europa, continente que ela acabou informalmente liderando, Merkel deixou uma imagem positiva.
No entanto, Merkel vinha perdendo apoio dentro da Alemanha com o passar dos anos. Em abril de 2021, uma pesquisa da Deutschland trend mostrou que apenas 35% dos alemães apoiavam a atuação da chanceler. Essa queda foi observada principalmente por causa da crise imigratória no país.
A política alemã entra agora em uma nova fase, a das negociações. As próximas semanas serão de longas conversas entre as lideranças. Após anos de coalizões entre dois partidos, o Social-Democrata e o União Cristã Democrata, há indícios de que serão necessárias três legendas para formar uma maioria desta vez.
O nome mais cotado é o de Olaf Scholz que é o líder do Partido Social-Democrata, o grande vencedor das eleições.
Para analisar esse cenário pós-Merkel, convidamos para o episódio do Estadão Notícias desta terça-feira a doutora em relações internacionais pela London School of Economics e professora da ESPM, Carolina Pavese.
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Apresentação: Emanuel Bomfim
Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Ana Paula Niederauer, Rafael Nascimento e Julia Corá
Sonorização/Montagem: Moacir Biasi
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O ministro da saúde, Marcelo Queiroga, contraiu covid-19 durante sua participação na Assembleia-Geral da ONU, em Nova Iorque. Ele deve permanecer por mais duas semanas de quarentena na cidade, um gasto de aproximadamente 30 mil reais aos cofres públicos.
Além disso, sua passagem pelos Estados Unidos foi cercada de polêmicas, o ministro chegou a mostrar o dedo do meio a manifestantes que protestavam contra o governo de Jair Bolsonaro. O gesto obsceno pode até ser investigado pela Comissão de Ética da Presidência por conduta inapropriada, segundo especialistas ouvidos pelo Estadão.
Porém essas não foram as primeiras, e provavelmente não serão as últimas polêmicas dele. Queiroga é o quarto ministro à frente da pasta da saúde no governo de Bolsonaro. Desde que substituiu o general Eduardo Pazuello, no dia 15 de março deste ano, o médico cardiologista que era visto como moderado, e a favor da ciência, foi aos poucos alterando seu discurso para uma linha mais bolsonarista, ao estilo do seu líder.
Ainda em junho, o ministro foi a favor da realização da Copa América. Queiroga também acatou pedido de Bolsonaro para estudar a desobrigação do uso de máscaras, contrariando os especialistas.
O ministro também vem trocando farpas com governadores e prefeitos, mais especificamente João Doria, governador de São Paulo.
Afinal, Queiroga se rendeu ao bolsonarismo? Diante de tantas idas e vindas, existe clima para que o médico continue a frente da pasta? No episódio do Estadão Notícias desta segunda-feira, vamos conversar sobre esse assunto com quem estava à frente da saúde no governo Bolsonaro no surgimento da pandemia, o médico e ex-ministro da saúde, Luiz Henrique Mandetta.
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Apresentação: Emanuel Bomfim
Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer
Sonorização/Montagem: Moacir Biasi
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O apresentador Daniel Gonzales recebe Cleber Chinelato, superintendente de Tecnologia da CCR S.A., para uma conversa sobre estradas inteligentes e inovações tecnológicas na gestão do trânsito, dentro do conceito de Smart Cities. Uso de sensores, tecnologia de análise de vídeo em tempo real, edge computing para acelerar processos como uso de tags e contagem de eixos em cobranças, 'free flow' em pedágios, drones para monitoramento das rodovias já são realidade - e ganharão grande aceleração com a consolidação do 5G em breve. O Start Eldorado vai ao ar às 21h, toda quarta-feira, na Rádio Eldorado FM 107,3 - SP e canais digitais.
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