O podcast do Estadão traz a colunista Carlos Andreazza em um papo reto e sem rodeios sobre os principais assuntos do momento.
Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.
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O podcast do Estadão traz a colunista Carlos Andreazza em um papo reto e sem rodeios sobre os principais assuntos do momento.
Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.
Até 1946 os jogos de azar eram liberados no Brasil. O presidente Eurico Gaspar Dutra (1883 - 1974), sob o argumento de que o jogo era degradante para o ser humano, resolveu revogar a licença das casas de apostas. Arquivos da época mostram que havia no País cerca de 71 cassinos que empregavam cerca de 60 mil pessoas em empregos diretos e indiretos.
Os bingos voltaram a funcionar legalmente nos anos 90, mas, em 2004, um escândalo envolvendo Waldomiro Diniz, assessor do então ministro da Casa Civil José Dirceu, colocou um fim à atividade. Diniz foi acusado de extorquir dinheiro de empresários donos de bingos para arrecadar fundos para o Partido dos Trabalhadores.
Atualmente, alguns setores da sociedade brasileira defendem a legalização dos jogos de azar, argumentando que os cassinos gerariam empregos e a tributação deles ajudaria na arrecadação federal. No entanto, há diversos fatores negativos que devem ser considerados, na esfera criminal e de saúde pública.
Após várias tentativas nos últimos anos, a bandeira da legalização volta a ganhar força no Congresso Nacional, mas não sem causar rachaduras na base de apoio do governo. De um lado, o Centrão age para aprovar a liberação de uma proposta ampla, que inclui até jogo do bicho, sob a justificativa de que vai alavancar a economia e o turismo. Do outro, a bancada evangélica afirma que o vício nos jogos prejudica as famílias e corrompe valores religiosos defendidos por eles.
No episódio do ‘Estadão Notícias’ desta segunda-feira, ouvimos o relator do projeto, o deputado federal, Felipe Carreras (PSB-PE), e o psiquiatra Hermano Tavares, professor do Departamento de Psiquiatria da USP e fundador coordenador do Amjo - Ambulatório do Jogo Patológico. E sobre a queda de braço no Congresso, conversamos com o repórter do Estadão em Brasília, Lauriberto Pompeu.
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Apresentação: Emanuel Bomfim
Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer.
Sonorização/Montagem: Moacir Biasi
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Nesta edição do Start Eldorado, grandes nomes globais da tecnologia falam sobre temas como 5G, redes de arquitetura aberta (Open RAN) e suas aplicações, as transformações digitais na retomada do setor aéreo, inovação aberta, cidades inteligentes, biometria e inteligência artificial, em um programa especial sobre o evento "Visionary Week", da NEC, diretamente do Japão. O Start vai ao ar a partir de 21h, na Eldorado FM 107,3 - SP, com a apresentação de Daniel Gonzales, toda quarta-feira.
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Em janeiro deste ano, o Reino Unido concluiu o chamado Brexit, ou seja, sua saída do bloco conhecido como União Europeia. Depois de anos de negociação, países como Inglaterra, Escócia, Irlanda do Norte e País de Gales, voltam a ter regras próprias como, por exemplo, a questão da imigração.
Entretanto, os primeiros meses de “liberdade” da Grã-Bretanha tem sido de dificuldades, com a escassez de combustível e alimentos. As estimativas oficiais apontam que mais de um milhão de estrangeiros teriam deixado o Reino Unido em 2020 e, entre os que ficaram, muitos não regularizaram sua situação.
Por causa disso, estima-se que, agora, faltam 100 mil motoristas no Reino Unido, onde 90% das cargas são entregues por via rodoviária. O governo britânico tem tomado algumas medidas pontuais para tentar amenizar os problemas. A validade de milhares de vistos temporários de trabalho para estrangeiros poderem trabalhar no Reino Unido foi prolongada até os primeiros meses do próximo ano.
No episódio do Estadão Notícias desta sexta-feira, vamos entender a conjuntura de fatores que levaram o Reino Unido a atravessar esse momento delicado, com o professor dos cursos de Relações Internacionais e Economia da FAAP, Vinícius Rodrigues Vieira. E ainda, o depoimento de brasileiros que moram na Inglaterra sobre como estão vivendo essa realidade.
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Apresentação: Emanuel Bomfim
Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Ana Paula Niederauer e Rafael Nascimento
Sonorização/Montagem: Moacir Biasi
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Aliado de Jair Bolsonaro, o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), está sentado sobre mais de 130 pedidos de impeachment do presidente da República. Inclusive, um “superpedido'' que reuniu deputados de diferentes linhas ideológicas e ex-apoiadores de Bolsonaro, como Joice Hasselmann e Alexandre Frota (ambos, PSDB-SP).
O documento é assinado principalmente por movimentos sociais e partidos de esquerda e centro esquerda como PT, PDT, Rede, PSB, PSTU e PSOL, além do Cidadania. Porém, nomes associados à direita também se somaram ao superpedido, incluindo o deputado Kim Kataguiri do Movimento Brasil Livre (MBL).
Por causa dessa atitude do presidente da Câmara em segurar as denúncias, o PDT entrou com uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF) para obrigar Arthur Lira a desengavetar o impeachment contra o presidente.
A Advocacia-Geral da União também já se manifestou e disse ao Supremo Tribunal Federal que o impeachment é um processo de natureza política e, por isso, não é papel da Corte definir prazo para sua análise.
O tema do impeachment também chegou à CPI da Covid, que deve ter o seu relatório divulgado na semana que vem. O senador Renan Calheiros (MDB-AL), relator da CPI, disse que o documento final da comissão deve conter uma proposta estabelecendo prazo para o presidente da Câmara se manifestar sobre processos de impeachment contra presidentes da República.
No episódio do Estadão Notícias de hoje, vamos entender melhor a obrigação do presidente da câmara em pautar os pedidos de impeachment com Luiz Fernando Amaral, professor de Direito da FAAP. Sobre o aspecto político, e o que está por trás da análise desses pedidos de impeachment, vamos falar com com Graziela Testa, cientista política da FGV.
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Apresentação: Emanuel Bomfim
Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer.
Sonorização/Montagem: Moacir Biasi
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Entre os nomes apontados como possíveis candidatos da chamada “terceira via”, um dos mais polêmicos, até pelas discussões acaloradas nas redes sociais, é o de Ciro Gomes, do PDT. O pedetista é visto pela esquerda vinculada ao PT como uma espécie de “traidor” por não ter apoiado Fernando Haddad no segundo turno das eleições de 2018.
Além disso, Ciro Gomes, que já foi ministro de Lula, é um grande crítico da possível candidatura do ex-presidente em 2022. Esse racha na esquerda ficou evidente nas últimas manifestações que pediam o impeachment de Jair Bolsonaro. Ao subir no caminhão de som para discursar, na Avenida Paulista, em São Paulo, Ciro Gomes foi vaiado por parte dos presentes.
Já de olho em 2022, Ciro Gomes contratou o ex-marqueteiro de Lula, João Santana, para comandar sua campanha presidencial. O pedetista tem sido também o primeiro a costurar alianças e tentar formar uma chapa para 2022.
No começo de outubro, o pedetista jantou com José Luiz Datena para conversar sobre a possibilidade do apresentador ser o seu vice nas próximas eleições.
O núcleo empresarial brasileiro, que vai se descolando de Jair Bolsonaro, tem olhado atentamente o desempenho dos nomes da “terceira via”, para apoiar um candidato que possa fazer frente à disputa entre o atual presidente e Lula.
No episódio do Estadão Notícias desta quarta-feira, recebemos o próprio Ciro Gomes para falar, entre outros assuntos, sobre eleições, a sua relação com o PT e a possibilidade de impeachment de Jair Bolsonaro.
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Apresentação: Emanuel Bomfim
Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Ana Paula Niederauer e Victor Farias.
Sonorização/Montagem: Moacir Biasi
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O segmento dos eventos culturais e do entretenimento foi um dos mais afetados pela pandemia. Apesar da crise no setor, aos poucos, essas atividades estão voltando à “normalidade” aqui no Brasil.
No Estado de São Paulo, os eventos culturais voltaram a ser liberados desde meados de agosto, com a recomendação do uso de máscara e restrição a aglomerações. Já os shows com o público em pé devem voltar somente em novembro.
No Rio de Janeiro, os eventos em espaços abertos com até 500 pessoas foram liberados no meio de setembro. A cidade exige um “passaporte da vacina” para circulação, mas a questão segue em embate jurídico.
Já o carnaval, a maior festa do ano no Brasil, ainda não foi confirmado. As três cidades com as maiores folias, Rio, São Paulo e Salvador já se organizam para a realização do evento do próximo ano.
Essa retomada à normalidade é gradual, mas nem todos artistas e profissionais que trabalham no setor conseguiram voltar com segurança ou se reerguer do tombo causado pela pandemia.
No episódio do Estadão Notícias desta terça-feira, vamos falar sobre os prejuízos para o setor e como está sendo organizada esta retomada com Doreni Caramori Júnior, presidente da Associação Brasileira dos Promotores de Eventos. E para comentar sobre as ações programadas para este período de transição da pandemia, convidamos o secretário estadual de Cultura de São Paulo, Sérgio Sá Leitão.
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Apresentação: Emanuel Bomfim
Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer.
Sonorização/Montagem: Moacir Biasi
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O preço do combustível está cada vez mais caro no País. Em alguns estados, o valor já ultrapassa a marca de R$ 6,00 por litro. Para piorar, a Petrobras anunciou na sexta-feira passada, 8, um aumento de 7% na gasolina e no gás liquefeito de petróleo (GLP), o gás de cozinha.
O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) diz que a culpa dos preços cada vez maiores é dos governadores e pede a redução do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS).
Aliado de Bolsonaro, o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), articula em favor de uma proposta que altera o valor sobre o qual é calculado o ICMS sobre os combustíveis. Segundo Lira, a proposição, prevista para ser votada na quarta-feira, 13, pode baratear o preço da gasolina em até 8%.
A proposta, no entanto, enfrenta rejeição de Estados e municípios que alegam que não houve alteração no imposto, e que os sucessivos aumentos são culpa da política de preços praticados pela Petrobras.
O preço da gasolina é formado pela fatia da Petrobras, 33,43%; pelos tributos federais Cide e PIS/Pasep e Cofins, de 11,6%; pelo ICMS, cobrado pelos Estados, de 28%; pelo custo do etanol anidro, de 16,3%; e pela fatia dos distribuidores e revendedores, de 11%.
Além das discussões sobre tributação, também é preciso olhar para fora do País para entender o aumento nos preços dos combustíveis. Desde 2016, a Petrobras se orienta pelo Preço de Paridade Internacional, que leva em consideração a cotação do barril de petróleo e a variação cambial.
No episódio do ‘Estadão Notícias’ desta segunda-feira, vamos conversar com a repórter do Broadcast, Fernanda Nunes, para entender o que acontece na Petrobrás. Também vamos conversar com o advogado tributarista Fernando Zilveti, para analisar as questões relativas ao preço do combustível.
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Apresentação: Emanuel Bomfim
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O apresentador Daniel Gonzales recebe Luiz Eduardo Medici, VP de Dados e Inteligência Artificial da Vivo, para uma conversa sobre as inovações, o uso de tecnologia de análise de dados e inteligência artificial para entender os clientes e suas necessidades, ao mesmo tempo em que a operadora que se prepara para um novo cenário de negócios com a chegada do 5G e a possibilidade de desenvolver e oferecer novos tipos de serviços e integrações. O Start vai ao ar às 21h na Eldorado FM 107,3 - SP e canais digitais, todas as quartas-feiras.
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O presidente Jair Bolsonaro informou ao Supremo Tribunal Federal (STF) que pretende depor presencialmente no inquérito que apura suposta interferência política na Polícia Federal. Até então, Bolsonaro queria se manifestar apenas por escrito. Com isso, o STF adiou novamente o julgamento que definiria se Bolsonaro poderia, ou não, prestar depoimento por escrito nesse caso. Esse inquérito foi aberto a partir de denúncias feitas pelo ex-ministro da Justiça, Sergio Moro, em 2019.
Adversário de Bolsonaro em 2022, Lula está em Brasília onde tenta angariar apoio a sua candidatura. O petista se reuniu com a bancada da legenda na Câmara e no Senado, além de se reunir com outras lideranças partidárias do MDB, PSD e PSB. Esta é a terceira vez que Lula vai à capital federal desde que saiu da prisão.
Enquanto isso, têm legendas que resolveram se fundir. Em convenções realizadas, em Brasília, DEM e PSL resolveram virar um só com o nome de União Brasil, que passará a ter o número 44. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ainda precisa aprovar a nova sigla. Se for dado o “ok” pelo TSE, o novo partido terá 82 deputados federais, se tornando a maior bancada da Câmara dos Deputados.
Esses são os temas que guia nossa conversa quinzenal do “Poder em Pauta” com os jornalistas que acompanham o dia a dia da política, em Brasília. Participam no episódio de hoje do Estadão Notícias Marcelo de Moraes e Felipe Frazão, diretamente da capital federal.
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Apresentação: Emanuel Bomfim
Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer
Sonorização/Montagem: Moacir Biasi
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O Brasil vem registrando com o passar dos anos uma diminuição no número de imigrantes haitianos em seu território. Enquanto isso, o número de haitianos apreendidos nos EUA passou de 5 mil, entre outubro de 2019 e setembro de 2020, para 30 mil, entre outubro de 2020 e agosto de 2021.
Os haitianos que deixam o Brasil usam na maioria das vezes a rota que um dia fizeram para chegar ao País. Muitos vão até Roraima, de onde cruzam por Amazonas e Mato Grosso, passando para Bolívia e Chile, de onde partem para a América Central até o destino final.
Para aqueles que chegam à fronteira dos EUA, o desafio é ficar no país. Usando uma regulação sanitária aplicada ainda durante o governo de Donald Trump, Washington iniciou as deportações para o Haiti. Desde o dia 19 de setembro, mais de 5 mil haitianos foram deportados.
Imagens de milhares de haitianos acampados embaixo de uma ponte no Texas e alguns sendo “caçados” por agentes a cavalo levaram a uma série de críticas às políticas migratórias americanas.
No episódio do Estadão Notícias desta quinta-feira, vamos conversar com quem acompanha esse movimento de saída dos haitianos do Brasil, os repórteres da editoria de internacional do Estadão, Fernanda Simas e Renato Vasconcelos. Também falamos com um dos líderes das ações de acolhimento de imigrantes no Brasil, padre Júlio Lancelotti, da Pastoral do Povo da Rua de São Paulo.
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