O podcast do Estadão traz a colunista Carlos Andreazza em um papo reto e sem rodeios sobre os principais assuntos do momento.
Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.
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O podcast do Estadão traz a colunista Carlos Andreazza em um papo reto e sem rodeios sobre os principais assuntos do momento.
Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.
Desde a sua saída do Ministério da Justiça, Moro se tornou mais um oposicionista do governo Bolsonaro. Após período de trabalho na iniciativa privada nos Estados Unidos, o ex-magistrado está de volta ao Brasil. Um retorno cercado de expectativas, já que Moro acaba de anunciar sua filiação ao Podemos, com pretensões de ser o candidato do partido à disputa presidencial de 2022.
A filiação de Moro será no dia 10 de novembro, às 9h, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em Brasília. O slogan da campanha de filiação de Moro será “Juntos, Podemos construir um Brasil justo para todos”. Lideranças do PSL, antigo partido de Bolsonaro, e do DEM, que vão se fundir e chamar União Brasil, estarão presentes na cerimônia, o que demonstra que um apoio deve ser firmado.
Em sua coluna no Estadão, o repórter especial Marcelo Godoy, informou que a filiação de Sergio Moro no Podemos, despertou a atenção dos militares. O ex-juiz é quase uma unanimidade na caserna, não só por ter colocado Lula atrás das grades, mas também por simbolizar as ideias do salvacionismo e do combate à corrupção.
Sergio Moro sempre disse que não tinha o desejo de ser candidato à Presidência da República. Por isso, o Podemos trabalha com uma outra opção. Lançar Sergio Moro para uma vaga no Senado. Em 2022, os brasileiros irão escolher um congressista que ficará por lá durante 8 anos.
No episódio do ‘Estadão Notícias’ desta segunda-feira, vamos conversar sobre a filiação de Sergio Moro ao Podemos e a possibilidade dele concorrer à Presidência, com o senador do partido, Allvaro Dias (PR). Para analisar o cenário político e as perspectivas para a eleição do ano que vem também vamos falar com o repórter especial do Estadão, Marcelo de Moraes.
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Apresentação: Gustavo Lopes
Produção/Edição: Jefferson Perleberg, Ana Paula Niederauer e Leonardo Leão.
Montagem: Moacir Biasi
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A migração para a nuvem das corporações e a cloud assumindo um papel central na transformação dos negócios são os temas do Start Eldorado. Você ouve a terceira de três partes do debate “Cloudification: A nuvem para a eficiência do negócio”, gravado na Japan House São Paulo, sobre as motivações, benefícios e desafios na jornada para a nuvem, a abordagem híbrida e a importância da infraestrutura segura, eficiente e confiável para a circulação dos dados e a orquestração de todas as tecnologias envolvidas. Participam Marcos Siqueira, COO da Ascenty, Edson Tavares, CTO da Via e Roberto Murakami, CTO Latam da NEC. Com a apresentação de Daniel Gonzales, o Start vai ao ar às 21h na Eldorado FM 107,3 - SP e canais digitais.
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O governo de Jair Bolsonaro obteve uma importante mas apertada vitória em relação à PEC dos Precatórios. A Câmara dos Deputados aprovou, em primeiro turno, o texto que dá ao governo espaço extra no teto de gastos para bancar o Auxílio Brasil de 400 reais. A medida é criticada por alguns economistas por considerar um artifício que pode trazer consequências para as contas públicas nos próximos anos.
Essa votação contou com algumas surpresas, como a posição do PDT de votar junto com o governo. A decisão desagradou o principal nome do partido, Ciro Gomes, que anunciou a suspensão da sua pré-candidatura até que a legenda reveja os votos a favor da PEC dos Precatórios.
Enquanto isso, o presidente Jair Bolsonaro prestou depoimento, na noite desta quarta-feira, 3, no âmbito do inquérito que investiga suposta tentativa de interferência política do chefe do Executivo na Polícia Federal. Em oitiva realizada no Palácio do Planalto, Bolsonaro disse que “jamais teve qualquer intenção” de interferir na PF quando “pediu” ao ex-ministro Sérgio Moro as mudanças na diretoria-geral e nas superintendências da corporação, e que pediu a substituição do delegado Maurício Valeixo “em razão da falta de interlocução”.
Já no exterior, o presidente Jair Bolsonaro participou da cúpula do G20, em Roma. No entanto, o que se viu foi um líder isolado, com poucas reuniões bilaterais, e tendo como seu encontro mais importante o do diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom. Além disso, os seguranças do presidente protagonizaram cenas de violência contra jornalistas nas ruas da capital italiana.
Esses são os temas que guia nossa conversa quinzenal do “Poder em Pauta” com os jornalistas que acompanham o dia a dia da política, em Brasília. Participam no episódio de hoje do ‘Estadão Notícias’ Vera Rosa e Felipe Frazão, diretamente da capital federal.
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Apresentação: Emanuel Bomfim
Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer
Sonorização/Montagem: Moacir Biasi
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Depois de muita polêmica e tentativas de censura, chega aos cinemas brasileiros o filme Marighella, que conta a história do baiano que foi um dos principais organizadores da luta armada contra a ditadura militar brasileira. O filme escrito e dirigido por Wagner Moura é baseado no livro de Mário Magalhães, que tem o título Marighella: O guerrilheiro que incendiou o mundo.
Além da dificuldade na liberação do filme aqui no Brasil, o longa sofreu ataques no IMDb, site especializado em análises e notas para as produções cinematográficas, por motivo político. Usuários começaram a “bombardear” o título com nota mínima para prejudicar o longa.
A data de lançamento do filme não foi escolhida por coincidência, neste 4 de novembro, mas no ano de 1969, Carlos Marighella foi morto em uma emboscada na alameda Casa Branca, na cidade de São Paulo, por agentes do DOPS, em uma ação coordenada pelo delegado Sérgio Paranhos Fleury.
No episódio do Estadão Notícias desta quinta-feira, vamos conversar sobre a dualidade política que envolve o filme de Marighella, com o professor e cientista político da USP, José Álvaro Moisés. Sobre esse período, também vamos falar com o ex-senador e ex-ministro das Relações Exteriores, Aloysio Nunes Ferreira, que integrou junto de Carlos Marighella a Aliança Libertadora Nacional.
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Montagem: Moacir Biasi
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A disputa pela chamada terceira via das eleições presidenciais do ano que vem é constantemente alvo de debate. Antes, a candidatura de João Doria à presidência pelo PSDB era dada como certa, mas outro player surgiu dentro do partido e pode tirar a condição de favorito do paulista. Trata-se de Eduardo Leite, governador do Rio Grande do Sul.
As prévias do partido estão marcadas para ocorrer entre os dias 21 e 28 de novembro, com um clima tenso entre os pré-candidatos. Eduardo, de 36 anos, anuncia que pretende ser o polo “pacificador” de uma eleição que, segundo ele, vive dois extremos com Lula e Bolsonaro. Já Dória, tem toda a campanha de vacinação e da Coronavac a seu favor nessa disputa.
Nesse embate, existe um outro candidato que corre por fora nas prévias do PSDB. Trata-se do ex-senador Arthur Virgílio, de 75 anos. Ele já foi deputado federal, senador da República e prefeito da cidade de Manaus, capital do Amazonas, além de ter sido ministro do Governo Fernando Henrique Cardoso.
No episódio do ‘Estadão Notícias’ desta quarta, a repórter Adriana Ferraz ouviu o que cada um dos candidatos pensa sobre temas como o Auxílio Brasil e a pandemia. Além disso, conversamos com o repórter especial do Estadão, Marcelo de Moraes sobre o que esperar dessas prévias do PSDB.
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Enquanto a vacinação avança no mundo e no Brasil, em especial nos maiores de 18 anos, as discussões sobre vacinar ou não adolescentes seguem a toda. No Brasil, o Ministério da Saúde já teve dois posicionamentos em relação ao tema.
Primeiro, no dia 16 de setembro, a pasta se manifestou contra a vacinação dos adolescentes de 12 a 17 anos que não apresentem algum fator de risco. Seis dias depois, o ministério voltou atrás e passou a recomendar a vacinação desses jovens contra a covid-19, incluindo os sem comorbidade.
Na Europa e Estados Unidos, já estão vacinando essa faixa-etária. A China foi mais radical e anunciou que crianças de 3 a 11 anos vão começar a receber vacinas contra a covid-19.
A vacinação do público infantil ainda não foi liberada no Brasil, mas a Pfizer já anunciou que vai pedir neste mês a autorização junto à Anvisa. Qual é a importância de iniciar a imunização deste público?
No episódio do ‘Estadão Notícias’ desta terça-feira, conversamos com o pediatra, infectologista e diretor da Sociedade Brasileira de Imunizações, Renato Kfouri
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Com o fim da CPI da Covid, outra comissão começa a entrar no radar: a das Fake News. Seu principal escopo é investigar a propagação de informações falsas com fins políticos. Das mais de 60 pessoas que foram indiciadas no relatório final do senador Renan Calheiros, 15 já eram alvo da CPI Mista das Fake News. O próprio Bolsonaro faz parte dessa lista.
Criada em dezembro de 2019, a comissão foi interrompida em março do ano passado por causa da pandemia, mas deve ser retomada em fevereiro de 2022. Em seu pouco tempo de investigação, a comissão teve como principal foco a atuação do chamado “gabinete do ódio”, grupo ligado ao vereador Carlos Bolsonaro, que alimenta a militância mais radical do bolsonarismo nas redes sociais.
Além disso, no paralelo, a Câmara dos Deputados começa a discutir o Projeto de Lei das Fake News, já aprovado no Senado Federal. Segundo o relator Orlando Silva (PCdoB-SP), a intenção é definir regras para serviços de mensagens.
No episódio do ‘Estadão Notícias’ desta segunda-feira, conversamos com a relatora da CPMI das Fake News, a deputada federal Lídice da Mata (PSB-BA), e com o diretor executivo do Instituto de Tecnologia e Sociedade (ITS Rio), Fabro Steibel.
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Inicia neste domingo, 31, em Glasgow, na Escócia, mais uma edição da Conferência do Clima (COP-26), evento organizado pelas Nações Unidas sobre mudanças climáticas. Sob o olhar de desconfiança, a delegação brasileira participa deste que é um dos encontros mais esperados, pois vai discutir a primeira grande revisão e atualização dos compromissos assumidos no Acordo de Paris, assinado em 2015.
A ideia é limitar o aumento da temperatura média do planeta a 1,5 grau celsius até 2050 e disponibilizar recursos para essa meta. A delegação brasileira, com cerca de 100 pessoas, será a segunda maior enviada por uma nação, ficando atrás apenas dos Estados Unidos (EUA).
No entanto, não contará com nomes importantes da área ambiental como a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, e até mesmo o das Relações Exteriores, Carlos França. Isso sem contar na ausência do próprio presidente Jair Bolsonaro.
O Brasil chega ao COP 26 com a imagem desgastada com aumentos nos níveis de desmatamento no País.
No episódio do ‘Estadão Notícias’ desta sexta-feira, vamos abordar os desafios diplomáticos para o Brasil com o repórter Felipe Frazão, que cobre o Itamaraty. E para entender mais sobre os grandes temas que devem guiar a COP-26, convidamos o Secretário Executivo do Observatório do Clima, Márcio Astrini.
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Na reunião desta quarta-feira, 27, o Copom (Comitê de Política Monetária do Banco Central) resolveu elevar a taxa básica de juros em 1,5%. Agora, a Selic está em 7,75% ao ano, o maior patamar em quatro anos. Em outubro de 2017, os juros estavam em 8,25%. Nos dois últimos encontros, a elevação dos juros foi de um ponto percentual.
Porém, depois das incertezas causadas pelas declarações do ministro da Economia, Paulo Guedes, que afirmou que irá "furar" o teto de gastos para bancar o programa Auxílio Brasil, o mercado começou a prever uma elevação maior.
Aumentar a taxa Selic é a forma que o Banco Central utiliza para conter a alta de preços e segurar a inflação, já de olho na meta do ano que vem. Porém essa conjuntura de incertezas tem causado revisões também nas projeções de PIB e IPCA para 2021 e 2022.
No episódio do ‘Estadão Notícias’ desta quinta-feira, vamos falar sobre o cenário macroeconômico para o País depois da decisão do Copom. Conversamos com o economista Gustavo Loyola, ex-presidente do Banco Central e sócio da Tendências Consultoria.
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