O podcast do Estadão traz a colunista Carlos Andreazza em um papo reto e sem rodeios sobre os principais assuntos do momento.
Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.
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O podcast do Estadão traz a colunista Carlos Andreazza em um papo reto e sem rodeios sobre os principais assuntos do momento.
Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.
Renovável, integrada e com menos carbono possível. Assim deve ser a matriz energética do Brasil para evitar futuras crises e superar a atual provocada pela seca que impacta a geração hidrelétrica, traz de volta a ameaça de um apagão e aumenta custos com a contratação de termelétricas de emergência.Para especialistas no setor, mitigar e adaptar o sistema são palavras de ordem, no entanto, o país está aumentando a contratação de térmicas, deixando mais cara e mais suja a energia. Falta de planejamento e governança entre os motivos que têm sustentado o alto preço da energia e crises recorrentes, apontam especialistas.
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A filiação de Sergio Moro ao Podemos na última quarta-feira, 10, foi vista por outros pré-candidatos da direita como uma ameaça. O presidente Jair Bolsonaro, em especial, fez críticas ao ex-ministro da Justiça, que fez um discurso alegando ter sofrido boicote do governo e dizendo que não teve apoio para o combate à corrupção durante sua curta estadia no ministério.
A campanha de Moro parece tentar “roubar” votos da direita que estão insatisfeitos com Bolsonaro, mas que reelegeriam o presidente por falta de outra opção competitiva. O ex-juiz citou, em sua fala, valores cristãos, a proteção da família, o livre mercado e reformas econômicas - temas fundamentais para a base conservadora. Além disso, fez um aceno às Forças Armadas, onde busca aliados.
As palavras de Moro geraram um grande debate entre a direita nas redes sociais. Apoiadores de Bolsonaro o chamaram de “traíra”, por conta de vídeos antigos em que o ex-juiz afirma que nunca entraria na política.
Uma pesquisa recente da da Genial/Quaest sobre as intenções de voto para as eleições de 2022, divulgada na semana passada, aponta que Lula teria 48% dos votos; Bolsonaro, 21%; Moro, 8%; Ciro Gomes, 6%; Doria, 2%; e Rodrigo Pacheco (PSD), 1%.
Nas simulações de segundo turno, Lula vence em todos os cenários com 57% dos votos contra 27% de Bolsonaro e contra 22% de Moro. A pesquisa mostra ainda que Bolsonaro perdeu popularidade entre quem votou nele em 2018. 28% desses eleitores avaliam negativamente o governo. E é justamente essa parcela que Moro pretende alcançar.
Por outro lado, o ex-juiz tem um grande desafio pela frente: 61% dos entrevistados disseram que não votariam nele, perdendo apenas para Jair Bolsonaro, em quem 67% das pessoas ouvidas disseram não votar.
E é sobre essa disputa por votos da direita nas eleições de 2022 que o Estadão Notícias falou no episódio desta terça-feira, 16, com a participação da cientista política da FGV, Graziella Testa, e do repórter especial do Estadão, Marcelo de Moraes.
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Apresentação: Emanuel Bomfim.
Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Ana Paula Niederauer e Isabela Moya.
Montagem: Moacir Biasi
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Mais de 30 funcionários do Inep, órgão responsável pela aplicação do Enem, pediram demissão de seus cargos na semana passada. Às vésperas da realização da prova, que será aplicada nos próximos dois domingos, dias 21 e 28 de novembro, os funcionários alegam "fragilidade técnica e administrativa da atual gestão" do órgão e reclamam de situações de assédio por parte do presidente do instituto, Danilo Dupas Ribeiro.
Esses servidores que deixaram seus cargos têm anos de experiência no planejamento e logística de aplicação do Enem. Integrantes da Cesgranrio, responsável pela aplicação das provas, temem que possam acontecer problemas na hora da prova sem a interlocução e a experiência desses técnicos.
Dupas Ribeiro, porém, confirmou que as provas do Enem estão mantidas para os mais de 3 milhões de candidatos. Ele é o quinto presidente do órgão em três anos de governo do presidente Jair Bolsonaro, período em que diversos outros servidores deixaram seus cargos.
Esse cenário evidencia problemas no Ministério da Educação, um dos mais importantes do país. Em abril deste ano, inclusive, parlamentares, ex-ministros da Educação e ex-presidentes do Inep denunciaram o que chamaram de “apagão educacional” e criticaram o descaso da gestão.
Durante a pandemia, o ministro da Educação Milton Ribeiro foi criticado pela falta de planejamento em relação ao ensino público em meio ao lockdown, e pela volta presencial dos alunos. Além disso, o ministério é acusado de diminuir o repasse às universidades federais em mais de 30%.
No episódio do Estadão Notícias desta segunda-feira, 15, vamos conversar sobre o desmonte no Inep e no MEC, e o risco para o Enem, com a repórter especial do Estadão, e que cobre a área de Educação, Renata Cafardo.
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5G em pauta no Start Eldorado desta semana: com o leilão de faixas realizado pela Anatel, as operadoras - tradicionais, virtuais e entrantes neste cenário - se movimentam para implementar as redes buscando soluções de virtualização, orquestração e inteligência para viabilizar as redes em frequências exclusivas. Recebemos o especialista Alberto Boaventura, gerente-sênior de Estratégia da Deloitte, para uma análise do cenário e dos próximos passos. O Start vai ao ar às 21h na Eldorado FM 107,3 - SP, para toda Grande São Paulo, no aplicativo da Rádio Eldorado e canais digitais, e no sábado, como podcast, no canal Estadão Notícias. #StartEldorado
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O que consta no seu currículo? Com o que você se preocupa na hora de montar uma apresentação? Formação, experiências, qualificações...? Talvez o que mais se aproxime do nosso assunto de hoje são as habilidades, mas nem todos incluem e mesmo assim eu não estou falando de habilidades visíveis aos olhos. Hoje o nosso assunto são “soft skills”, ou seja, habilidades socioemocionais. Aquelas subjetivas, difíceis de medir se a gente tem ou não tem, mas que vocês vão ver como são importantes nos dias de hoje. Para falar sobre o assunto, a jornalista Bárbara Guerra conversou com duas gigantes do empreendedorismo: Dani Graicar, CEO da agência PROS e criadora do Movimento Aladas, e a Dani Junco, CEO da B2Mamy.
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Nesta terça-feira, a Câmara dos Deputados do Chile aprovou o impeachment do presidente Sebastián Piñera por suspeitas de corrupção durante seu mandato. O mandatário do País estaria ligado à venda de uma empresa mineradora, a Dominga, nas Ilhas Virgens, um paraíso fiscal. O caso foi revelado pelas reportagens do Pandora Papers.
O negócio ocorreu em 2010, quando Piñera estava em seu primeiro mandato como presidente. O Ministério Público abriu uma investigação para apurar se houve pagamento de propina e violações tributárias na transação.
Para o impeachment de Piñera ser aprovado pelo Senado chileno, ele precisa de dois terços dos votos da casa, que tem 43 congressistas. A votação deverá ocorrer no próximo dia 16 de novembro. Se a acusação for aprovada, o presidente será retirado do cargo e ficará impossibilitado de exercer funções públicas por cinco anos.
Tudo isso acontece às vésperas das eleições no Chile, marcadas para 21 de novembro. As pesquisas mais recentes mostram o advogado de extrema direita José Antonio Kast, de 55 anos à frente. O favorito para ir ao segundo turno com Kast é o candidato da centro-esquerda Gabriel Boric, ex-líder estudantil de 35 anos.
No episódio de hoje, vamos discutir o futuro político no Chile e como o impeachment de Sebastián Piñera, e as eleições presidenciais no País podem impactar aqui no Brasil com o professor do Instituto de Relações Internacionais da Universidade de Brasília, Roberto Goulart Menezes.
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Com 323 votos a favor e 172 contra, a PEC dos Precatórios foi aprovada em segundo turno na Câmara dos Deputados, na noite desta terça-feira, 9. A proposta permite ao governo adiar parte do pagamento dos precatórios, que são dívidas judiciais da União com pessoas físicas ou jurídicas que a Justiça determinou que o governo deve pagar, não cabendo mais recurso. Por isso, o valor de R$89,1 bilhões entraria como gasto obrigatório no orçamento de 2022 do governo.
Além de permitir que apenas R$44,5 bilhões do total sejam pagos no próximo ano, a aprovação da PEC também muda o cálculo do teto de gastos, regra que impede que as despesas cresçam em ritmo superior à inflação. Essa mudança libera mais R$47 bilhões no orçamento, totalizando R$90 bilhões extras para outras despesas, como o programa Auxílio Brasil, que pagará um auxílio de R$400 reais, segundo promessas do governo.
Mas para ser promulgada, a PEC dos Precatórios ainda precisa passar pelo Senado Federal, também em dois turnos, onde a resistência entre os senadores pode ser um desafio para Bolsonaro e Paulo Guedes.
Em paralelo, o Senado aprovou uma PEC que inclui a renda básica para pessoas de baixa renda como direito social. Se o texto, que ainda irá passar pelo Câmara, for aprovado, programas como o Auxílio Brasil se tornarão política de Estado, não mais de governo, e não poderão ser extintos.
Sobre esses assuntos, o Estadão Notícias conversou no episódio desta quinta-feira, 11, com o senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE) e com a repórter Adriana Fernandes, que explica os próximos passos envolvendo a PEC dos Precatórios.
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O presidente nacional do Partido Liberal (PL) Valdemar Costa Neto anunciou nesta terça-feira, 9, que o presidente Jair Bolsonaro escolheu o partido como sua nova casa para tentar a reeleição em 2022. Segundo Costa Neto, Bolsonaro já comunicou a decisão ao ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira, e irá oficializar a filiação ainda em novembro. A ideia seria realizar a cerimônia no dia 22, mesmo número do PL nas urnas.
Após dois anos da saída do Partido Social Liberal (PSL) e ainda sem filiação, o presidente vai integrar o nono partido de sua carreira política, que começou em 1988. Apesar da escolha pelo PL, Bolsonaro não deixou de estreitar relações com outros partidos, como Progressistas e Republicanos, visando apoio político para se reeleger. Quinze deputados federais apoiadores do presidente devem acompanhá-lo na filiação ao PL.
A escolha do partido, porém, contradiz falas do próprio Bolsonaro, que em sua campanha de 2018 criticou Costa Neto por ter sido condenado pelo mensalão e citado na Lava Jato, e disse que não cederia à política do ‘toma lá, dá cá’, nem negociaria com presidentes de partidos visando futuros cargos.
Valdemar Costa Neto foi deputado federal em seis mandatos, mas renunciou ao cargo em dois deles, após envolvimento em esquemas de corrupção. Em 2012, inclusive, foi preso e condenado por corrupção passiva e lavagem de dinheiro.
O político, contudo, é o líder do oitavo partido que mais recebeu dinheiro do fundo eleitoral em 2020 e que conta com 46 deputados federais, 4 senadores, um governador e 345 prefeitos no país.
Para entender o movimento de Bolsonaro rumo ao PL e como isso mexe na corrida eleitoral, o ‘Estadão Notícias’ desta quarta-feira (10) conversa com o cientista político da consultoria Pulso Público, Vitor Oliveira.
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Apresentação: Emanuel Bomfim
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Poucas indústrias estão sendo tão afetadas pela transformação digital quanto a da Saúde. Assim como poucas foram tão impactadas pela pandemia. Ninguém conta melhor essa história do que Edvaldo Vieira, CEO da Amil. É uma história que inspira — de resiliência empresarial e gana de mudar.
Edvaldo Vieira conta nessa conversa com Pedro Doria e Fábio Costa, general manager da Salesforce no Brasil, a indústria muda porque estamos todos nos transformando de muitas maneiras. Pelo cansaço que o baque dos últimos anos traz — saúde mental está se tornando mais importante. Também pela praticidade que o digital impõe. Consultas via apps vão ficar cada vez mais comuns. E, do jeito que Vieira conta, essa não é só uma história de gestão. É, também, a história de todos nós.
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Em uma série de reportagens publicadas desde janeiro deste ano, o Estadão tem revelado a existência de um orçamento secreto no governo Bolsonaro como forma de garantir apoio parlamentar. Tudo começou com a eleição para a presidência das Casas Legislativas, que resultou nas vitórias de Arthur Lira (PP-AL) e Rodrigo Pacheco (PSD-MG), e seguiu em outras votações consideradas estratégicas.
O fluxo das emendas em 2021 prova isso, como agora na PEC dos Precatórios, onde mais de um bilhão de reais foi distribuído a deputados
Por causa disso, a ministra Rosa Weber, do Supremo Tribunal Federal (STF), suspendeu os pagamentos feitos pelo governo de Jair Bolsonaro feitos por meio do orçamento secreto. Hoje, através do plenário virtual, os ministros do STF vão votar sobre a licitude da distribuição desses recursos por parte do governo federal.
Nas redes sociais e no Parlamento brasileiro cresce a pressão para a criação de uma CPI do “Bolsolão”, para investigar a liberação de emendas para deputados na votação da PEC dos Precatórios. Uma espécie de “mensalão” do Bolsonaro.
Mas, como fica a situação política de Bolsonaro e Arthur Lira diante dessa situação? Qual impacto terá se as emendas de relator forem definitivamente suspensas pelo STF?
No episódio do Estadão Notícias desta terça-feira, vamos analisar essas questões com o repórter Breno Pires, autor dessa série de apurações sobre o orçamento secreto.
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Apresentação: Gustavo Lopes
Produção/Edição: Jefferson Perleberg, Ana Paula Niederauer e Leonardo Leão.
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