O podcast do Estadão traz a colunista Carlos Andreazza em um papo reto e sem rodeios sobre os principais assuntos do momento.
Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.
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O podcast do Estadão traz a colunista Carlos Andreazza em um papo reto e sem rodeios sobre os principais assuntos do momento.
Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.
Uma das promessas de campanha de Jair Bolsonaro pode começar a sair do papel e tramitar no Congresso Nacional. Nessa semana, o presidente da Câmara dos Deputados deve pautar dois projetos na área da educação: o Sistema Nacional de Educação e a Política Nacional de Educação Digital.
No meio dessas duas propostas, a Frente Parlamentar de Educação teme que Arthur Lira inclua no meio dos projetos a liberação do homeschooling. Na educação domiciliar, a criança ou adolescente não frequentam a escola tradicional. Em vez disso, eles são educados em suas residências, geralmente pelos pais.
Na prática, o homeschooling funciona mediante aplicação de atividades interativas, dinâmicas e utilização de ferramentas em casa. No começo deste ano, na abertura do ano legislativo, Jair Bolsonaro colocou o homeschooling como prioridade para a educação em 2021.
Na Câmara dos Deputados, o texto é de relatoria da deputada Luísa Canziani, do PTB do Paraná, que estabelece uma série de regras para permitir o homeschooling. Entre eles está o vínculo com alguma escola e a aplicação de testes periodicamente.
No Brasil, por causa da pandemia e da introdução das aulas online, a discussão sobre essa prática voltou aos debates. Muito por conta da desigualdade no ensino e na defasagem escolar, o que preocupa especialistas é uma possível evasão escolar, caso o projeto seja aprovado.
No episódio do Estadão Notícias desta terça-feira (7), convidamos para analisar essa questão do homeschooling a socióloga Maria Helena Guimarães de Castro, presidente do Conselho Nacional de Educação. E também conversamos com a relatora do projeto na Câmara dos Deputados, deputada do PTB-PR, Luísa Canziani.
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Apresentação: Emanuel Bomfim.
Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer.
Montagem: Moacir Biasi.
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O período da campanha eleitoral nem começou, mas a largada já foi dada pelos partidos. A busca é por nomes viáveis para barrar um segundo turno entre Lula e Bolsonaro, porém o atual cenário continua favorecendo os dois candidatos. Segundo recente pesquisa do Instituto Atlas Político, Lula chegou a 42,8% das intenções de voto, contra 31,5% do atual presidente Jair Bolsonaro.
Com a recente filiação ao PL, Bolsonaro já se movimenta em busca da reeleição. A aprovação de Bolsonaro pela primeira vez caiu abaixo do patamar de 20%. Segundo levantamento feito em novembro pela consultoria Atlas, 19% dos brasileiros classificam a administração como ótima ou boa.
Nesse desgaste do presidente, outros nomes tentam se mobilizar para chegar a um possível segundo turno ao lado de Lula. Quem assumiu a frente desta corrida foi o ex-ministro Sergio Moro, filiado ao Podemos. Segundo a pesquisa da Atlas, o ex-juiz ficaria em terceiro lugar na disputa com 13,7% das intenções de voto.
Outro pré-candidato é o ex-ministro Ciro Gomes, que novamente pretende disputar a corrida presidencial. Ciro avaliou como ‘momentânea’ sua queda para 6,1% nas intenções de voto e a perda da 3ª colocação nas pesquisas eleitorais para Moro.
O nome tucano é o do governador João Doria, vitorioso nas prévias presidenciais do PSDB. Apesar de ficar com 1,7% na última pesquisa da Atlas, Doria já se prepara para 22.
Já para o ex-presidente Lula, o trabalho de sua pré-campanha é se distanciar como favorito para buscar a vitória ainda em primeiro turno. Para isso, segundo o presidente, já são mais 22 nomes de vices cotados para o cargo. Incluindo o de Geraldo Alckmin, que anunciou saída do PSDB.
No episódio do ‘Estadão Notícias’ desta segunda-feira, 06, convidamos para debater sobre este cenário eleitoral incerto, a cientista política e coordenadora do Núcleo de Estudo das Instituições Políticas e Eleições (Nipe/Cebrap), Andréa Freitas.
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Apresentação: Emanuel Bomfim.
Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer.
Montagem: Moacir Biasi.
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Marcio Jesus Silva, VP da Algar Telecom, fala sobre o cenário e o futuro do #5G no Brasil, no Start Eldorado. A tradicional operadora obteve lotes de várias frequências no leilão da Anatel e planeja uma expansão da marca por meio de parcerias e franquias, para novos mercados, contemplando um investimento inicial de mais de R$ 64 milhões. Além disso, criar, desenvolver e oferecer novos serviços para os setores de Agro, Indústria e Smart Cities estão nos planos. O programa tem a apresentação de Daniel Gonzales e vai ao ar toda quarta-feira, às 21h, na Eldorado FM 107,3 - SP.
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Bolsonaro conseguiu colocar o seu ministro “terrivelmente evangélico” no Supremo Tribunal Federal (STF), mas o desfecho feliz para o governo só aconteceu após pressão de deputados e lideranças evangélicas sobre o Senado Federal.
No entanto, o grupo quer mais participação dentro do governo, e na campanha de Jair Bolsonaro nas eleições de 2022. A reivindicação é para que o presidente escolha um vice evangélico para disputar mais um mandato. Um nome que é ventilado nos corredores do Palácio do Planalto é o do atual ministro das Comunicações, Fabio Faria.
De olho em 22, Lula continua tentando costurar uma chapa com o ex-governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, que deve se filiar ao PSB. Um levantamento do partido mostra que o petista ganharia votos em São Paulo com o apoio do ainda tucano, que comandou o estado por quatro mandatos.
Já o atual governador de São Paulo, João Doria, que venceu as prévias do PSDB para concorrer à presidência pelo partido, informou que vai se encontrar com o ex-ministro da Justiça Sérgio Moro, pré-candidato pelo Podemos. Uma aliança entre os dois não é descartada.
Esses são os temas que guia nossa conversa quinzenal do “Poder em Pauta” com os jornalistas que acompanham o dia a dia da política, em Brasília. Participam no episódio de hoje do ‘Estadão Notícias’ Vera Rosa e Felipe Frazão, diretamente da capital federal.
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Apresentação: Emanuel Bomfim.
Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer
Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.
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A busca pelos votos dos religiosos deve se intensificar às vésperas das eleições, principalmente pela força adquirida por este grupo ao longo dos anos. No último levantamento feito pelo Datafolha sobre religião, em 2020, os evangélicos representam cerca de 31% da população brasileira.
No Congresso Nacional, a bancada evangélica está cada vez mais numerosa. Em 1994, eram 21 deputados federais, hoje já são 105 deputados e 15 senadores, o que equivale a 20% dos parlamentares das duas casas.
A chamada Bancada da Bíblia tem em comum a defesa dos valores cristãos, como a “defesa da família”, incluindo propostas legislativas restritivas a direitos reclamados por movimentos de mulheres, negros, indígenas e LGBTI+, entre outros.
Essa força foi demonstrada na pressão feita por lideranças evangélicas e parlamentares da Bancada da Bíblia para pautar a sabatina do indicado de Jair Bolsonaro ao STF, André Mendonça, que também é pastor. Com toda a mobilização de líderes religiosos no Congresso e fora dele, o Senado aprovou o nome de Mendonça para o STF.
Boa parte desses pastores, principalmente os das maiores igrejas, está ao lado do presidente Jair Bolsonaro, e veem a esquerda como uma ameaça aos valores cristãos. No entanto, evangélicos progressistas repelem a noção de um bloco monolítico de fé, como se todo fiel seguisse cegamente o que Malafaia, Edir Macedo e outros dizem.
Para debater sobre esse assunto convidamos ao ‘Estadão Notícias’ desta quinta-feira, 2, o Pastor da Igreja Batista do Caminho, Henrique Vieira. E para discutir o viés político do tema conversamos com o cientista político do Insper, Leandro Consentino.
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Apresentação: Emanuel Bomfim.
Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer.
Montagem: Moacir Biasi.
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Nesta terça-feira, 30, foi divulgado o índice de desemprego no Brasil que recuou para 12,6% no terceiro trimestre deste ano, segundo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, IBGE. Mesmo assim, o número de pessoas fora do mercado de trabalho ainda é grande, cerca de 13 milhões e meio de desempregados entre os últimos meses de julho e setembro.
Entre as categorias de emprego que mais cresceram estão os empregados do setor privado sem carteira assinada, que somaram quase 12 milhões de pessoas. Também houve aumento de pessoas que passaram a trabalhar por conta própria. São 25 milhões de indivíduos nessa categoria, o maior número desde o início da série histórica da pesquisa.
Já o número de empregados com carteira de trabalho assinada atingiu 33 milhões de pessoas, subindo 4,4% em relação ao trimestre anterior. Entre as atividades que mais geraram emprego estão: o comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas, indústria em geral, e a construção civil.
No entanto, o levantamento do IBGE mostrou que ainda faltavam oportunidades no mercado para cerca de 30 milhões de trabalhadores. Este contingente forma o que o instituto classifica como trabalhadores subutilizados.
No episódio do ‘Estadão Notícias’ desta quarta-feira, 1º, convidamos o economista da FGV Ibre, Rodolpho Tobler, para analisar esses dados e explicar por que a taxa de desemprego tem diminuído a passos de tartaruga.
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Nesta edição extraodrinária do podcast 'Estadão Notícias', a editoria de Internacional do Estadão analisa os impactos do populismo nas principais democracias do mundo em 2021, com as eleições sob suspeita na Nicarágua, os abusos contra a autonomia universitária na Hungria e a mudança em regras no Judiciário na Polônia.
Além disso, o debate, composto pela equipe de Internacional do Estadão, faz projeções para 2022, com os principais países que podem sofrer retrocessos democráticos.
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Enquanto o mundo se perguntava quando conseguiríamos controlar a pandemia do novo coronavírus, surge uma nova variante descoberta na África do Sul: a Ômicron. Nesta segunda-feira, a Organização Mundial da Saúde alertou os países que o risco global da variante é “muito alto”.
A entidade destaca que as principais preocupações residem na capacidade de transmissão da nova cepa, se as vacinas existentes têm potencial para conter a Ômicron, e se ela pode levar a casos mais graves.
A variante foi identificada pela primeira vez em 24 de novembro, na África do Sul, e ainda está sendo estudada pelas autoridades. O que já se sabe é que a Ômicron apresenta 50 mutações. Cerca de 30 estão localizadas na chamada proteína spike, aquela que permite a entrada do vírus nas células humanas e é um dos principais alvos das vacinas contra a covid-19.
Os primeiros relatos dos médicos da África do Sul indicam que o vírus se espalha rapidamente, mas sem grande número de casos graves. Com novos casos confirmados por Austrália, Dinamarca e Holanda, a nova cepa já foi identificada em quatro continentes: Ásia, Europa, Oceania e África.
Para tentar conter a nova variante, Estados Unidos, Brasil, Canadá, países da União Europeia, Austrália, Japão, Coréia do Sul, Indonésia, Arábia Saudita e Tailândia impuseram restrições de viagens vindas da África do Sul, onde a Ômicron possivelmente teve origem.
No episódio do Estadão Notícias desta terça-feira, 30, conversamos com o médico infectologista Julio Croda, pesquisador da Fiocruz, para entender um pouco mais sobre essa nova variante.
E para analisar os impactos econômicos e o futuro incerto com o possível retrocesso nas restrições convidamos a economista Juliana Inhasz, coordenadora do curso de graduação de Economia do Insper.
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É comum que os anos pré-eleitorais sejam mais mornos e circunscritos às movimentações de bastidores. O que definitivamente não se observa neste 2021. Vários candidatos já estão colocados e, muitos deles, em verdadeiro ritmo de campanha - especialmente nas redes sociais. Isso mexe não só com as estratégias de partidos e de suas lideranças, como no interesse da população brasileira sobre o tema.
Pesquisa recente do Instituto Paraná Pesquisas mostra que 46% dos dois mil eleitores entrevistados em 164 municípios dos 26 estados da nação, e no Distrito Federal, entre 15 e 19 de novembro, têm algum “interesse” ou “muito interesse” no pleito do próximo ano.
Um levantamento da Ipsos e do Global Institute for Women’s Leadership mostrou que 42% dos brasileiros querem que os políticos priorizem os interesses do País ao invés de suas próprias carreiras. No entanto, 4% citaram como prioritária a necessidade de que líderes saibam dialogar e atuar conjuntamente com quem pensa diferente.
Ou seja, a guerra ideológica é um fator que leva as pessoas a se interessar mais pela política. De um lado, os apoiadores fiéis a um candidato, do outro, aqueles que querem colocar uma terceira alternativa à polarização que se criou no Brasil. No entanto, outros motivos devem atrair o eleitor às urnas no ano que vem. Hoje, os temas que mais engajam as pessoas nas redes sociais são o auxílio emergencial, a reforma tributária, o desemprego e a inflação.
Afinal, o que tem despertado o interesse do brasileiro na política e na eleição nos últimos anos? O que tem atraído a atenção, em especial, para o pleito de 2022? Como está a corrida eleitoral?
No episódio do Estadão Notícias desta segunda-feira, 29, convidamos para um debate sobre o tema, o cientista político da Unesp de Araraquara, Bruno Silva, e o editor da Coluna do Estadão, Alberto Bombig
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Passada a concorrência dos lotes de frequências e regiões nas quais as operadoras colocarão o 5G no Brasil, as vencedoras do leilão se movimentam para cumprir os prazos que prevê as redes no ar em frequências exclusivas em todas as 26 capitais mais o DF até julho do ano que vem. Outras cidades virão na sequência; o país todo deve estar coberto até 2029. Há contrapartidas a cumprir e altíssimos investimentos a se fazer em toda a infraestrutura, fora os gastos com a outorga das frequências. Dez operadoras dividirão as diversas faixas e locais de implementação do 5G no Brasil. Vamos saber mais sobre o cenário e as perspectivas recebendo Marcos Ferrari, presidente-executivo do Conexis Brasil Digital, entidade que reúne e representa as operadoras brasileiras. O Start Eldorado vai ao ar às 21h na Eldorado FM 107,3 - SP e canais digitais, com a apresentação de Daniel Gonzales, toda quarta-feira.
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