O podcast do Estadão traz a colunista Carlos Andreazza em um papo reto e sem rodeios sobre os principais assuntos do momento.
Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.
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O podcast do Estadão traz a colunista Carlos Andreazza em um papo reto e sem rodeios sobre os principais assuntos do momento.
Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.
Faltam 3 meses para o carnaval no Brasil e uma pergunta ainda paira no ar: a festa vai acontecer? O prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, garantiu que os blocos poderão sair às ruas e que os desfiles das Escolas de Samba irão ocorrer. Mas a decisão está longe de ser consenso.
No Estado de São Paulo, ao menos 70 cidades do interior, que são tradicionais em promover o carnaval, já cancelaram a festa em 2022 motivadas pela pandemia de covid-19. As prefeituras alegam o risco de um aumento nas infecções pelo vírus, por causa do fluxo de pessoas e aglomerações.
Na capital, a decisão sobre a realização do carnaval só deve ser tomada em dezembro. A prefeitura já recebeu mais de 860 solicitações de desfiles de blocos de rua em, pelo menos, oito dias de festividades. Em cidades do nordeste brasileiro, a sensação ainda é de insegurança sobre o tema. Os municípios de Salvador, Recife e Olinda ainda tratam como incerta a saída de trios elétricos e de blocos pelas ruas devido à pandemia de Covid-19.
A preocupação de muitos municípios brasileiros se justifica se olharmos para o que está acontecendo no mundo. Nos Estados Unidos, mais de 90 mil novos casos estão sendo registrados diariamente. Na Europa, o crescimento das internações por covid-19, tem levado países a ampliar o cerco contra não imunizados.
No episódio do Estadão Notícias desta sexta-feira, 26, convidamos o médico sanitarista e professor da Faculdade de Saúde Pública da USP, Gonzalo Vecina. Quem também participa do programa é o repórter do Estadão, José Maria Tomazella, que atualiza as decisões dos municipios em relação ao carnaval.
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Apresentação: Emanuel Bomfim.
Produção/Edição: Gustavo Lopes e Ana Paula Niederauer.
Montagem: Moacir Biasi.
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Nesta semana, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados deu o primeiro passo para mudanças na chamada “PEC da Bengala”. O novo texto diminui de 75 para 70 anos a idade máxima que um ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) pode permanecer no cargo.
A medida foi vista pela oposição como uma tentativa de aumentar o número de indicações a qual o presidente Jair Bolsonaro tem direito. Os ministros Ricardo Lewandowski e Rosa Weber já estão com 73 anos, e com isso teriam que deixar a Corte.
Mais do que isso, a mudança na PEC é vista pela oposição como uma vingança dos bolsonaristas pelo fato do STF ter proibido o pagamento das emendas de relator a deputados e senadores. O chamado “orçamento secreto”, que foi revelado pelo Estadão, era usado pelo governo para ter apoio em votações importantes no Congresso Nacional.
Em paralelo, a novela envolvendo o ex-ministro da Justiça, André Mendonça, parece que terá um fim. Indicado em julho por Bolsonaro para uma vaga no Supremo, o jurista e pastor evangélico aguardava a marcação de sua sabatina pelo presidente da CCJ do Senado, Davi Alcolumbre, que após pressão, decidiu pautar o tema na semana que vem.
No episódio do Estadão Notícias desta quinta-feira, 25, convidamos o professor de Direito da FGV, Oscar Vilhena, para falar sobre essa mudança na “PEC da Bengala”. Quem também participa do programa é o repórter do Broadcast, Daniel Weterman, que nos conta mais sobre a sabatina de André Mendonça.
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O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva causou polêmica, em entrevista ao jornal espanhol El País, ao comparar o regime ditatorial de Daniel Ortega, na Nicarágua, aos anos de governo de Angela Merkel, na Alemanha. Para o petista, não há diferença entre as duas nações, se comparar os anos de gestão à frente de seus países.
Daniel Ortega conquistou o seu quarto mandato consecutivo, após uma eleição de fachada, em que concorreu com candidatos que eram a favor do seu governo. Dias antes do pleito, o governo promoveu a prisão de opositores sob a acusação de diversos crimes, entre eles, lavagem de dinheiro.
Na mesma entrevista, Lula relativizou a decisão do governo cubano que, neste mês, proibiu a realização de atos da oposição, e colocou militares nas ruas para garantir que permanecessem vazias. Os protestos eram contrários à ditadura do país, e foram motivados pelos cortes de luz, perseguição a dissidentes e a falta de alimentos e remédios.
A ironia está no fato de que o PT criticou duramente, e com razão, a entrega de uma das honrarias mais altas do Brasil, por parte de Bolsonaro, ao emir de Dubai, Mohamed Bin Rashi al-Maktoum, acusado de diversos crimes, mas, ao mesmo tempo, permanece apoiando regimes totalitários pelo mundo.
No episódio do Estadão Notícias desta quarta-feira, 24, convidamos o historiador Alberto Aggio, professor da Universidade Estadual Paulista (Unesp), e autor de “Um Lugar no Mundo: Estudos de História Política Latino-Americana” para analisar o tema.
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As aguardadas prévias do PSDB para a escolha do candidato do partido para as eleições presidenciais, em 2022, foram paralisadas, sem uma definição, depois que o aplicativo de celular desenvolvido para que os filiados pudessem votar apresentou falhas, o que impossibilitou a conclusão do pleito.
Segundo o Estadão/Broadcast apurou, apenas 8% dos mais de 44 mil tucanos que se registraram conseguiram votar. Tucanos históricos como o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, José Serra e Aloysio Nunes, por exemplo, não conseguiram votar.
Agora, as campanhas dos candidatos do PSDB entram em um embate para decidir o que fazer em relação à continuidade da votação. O governador de São Paulo, João Doria, e o ex-senador Arthur Virgílio defenderam que elas sejam adiadas em uma semana. Já o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, defende que a votação seja concluída em até 48 horas.
Esse “fiasco” nas prévias do PSDB causou surpresa e até preocupação em possíveis aliados de outras siglas para as eleições de 2022. Mais do que falha técnica no aplicativo de votação, o problema revelou desorganização e divisão dentro do partido.
No episódio do Estadão Notícias desta terça-feira, 23, convidamos o cientista político da Tendências Consultoria, Rafael Cortez, para analisar a questão. Além disso, o repórter do Estadão, Felipe Frazão, traz as últimas informações de como ficarão as prévias do PSDB.
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O mercado brasileiro foi impactado na semana passada com uma notícia que não tem nada a ver com indicadores econômicos, e sim com uma escultura, mais precisamente a de um touro dourado que foi colocado na frente da Bolsa de Valores de São Paulo.
A estátua é quase uma cópia do já existente touro de bronze de Wall Street, em Nova York. Para quem trabalha no mercado financeiro, o touro representa “otimismo e a força dos investidores”.
No entanto, desde que foi colocado em frente ao prédio, que fica na região central de São Paulo, o touro se tornou um ponto de protestos contra a fome e contra os ricos. Os movimentos Juventude Fogo no Pavio e Movimento Raiz da Liberdade colocaram cartazes no touro com a palavra “fome”. Em outro ato, foi pichado a frase “taxar os ricos”
A muito tempo já se discute a taxação de grandes fortunas no Brasil. No entanto, o debate sobre o tema é sempre deixado de lado. Neste momento, existem, pelo menos, 37 projetos que tratam do tema, parados no Congresso Nacional. A implementação de um imposto sobre grandes fortunas está prevista na Constituição de 1988.
Afinal, taxar grandes fortunas ajudaria a diminuir a desigualdade social no Brasil? Quais medidas poderiam ser tomadas para diminuir o abismo entre ricos e pobres no País?
No episódio do Estadão Notícias desta segunda-feira, 22, convidamos o professor de economia da FEA-USP, Paulo Feldmann, para analisar essa questão. Além disso, o repórter fotográfico do Estadão, Tiago Queiroz, dá um depoimento sobre uma foto que viralizou que mostra um catador de recicláveis na frente do touro de ouro.
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Um projeto inédito para testar a conectividade 5G na saúde está nascendo no Brasil, por meio de uma parceria do Hospital das Clínicas (HC) com um ecossistema de colaboradores. O projeto OpenCare 5G vai implementar uma rede indoor/privada no modelo Open RAN (arquitetura aberta) no HC, conectando máquinas, profissionais e pacientes, permitindo a geração de dados com maior rapidez e alta taxa de transmissão. Testar aplicações em exames, monitoramento, UTI, diagnósticos, cirurgias à distância, ensino dos profissionais etc será a base para o desenvolvimento e escalabilidade dessas soluções ancoradas em 5G para todo o País. O Start Eldorado recebe Giovanni Cerri, médico e presidente do Inova HC; Marcia Ogawa, líder de tecnologia na Deloitte; e Roberto Murakami, diretor de tecnologia da NEC. O Start vai ao ar às 21h na Eldorado FM 107,3 - SP, e canais digitais, com apresentação de Daniel Gonzales, toda quarta-feira.
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Poucas cadeias de lojas, no Brasil, têm a tradição conquistada pela C&A. Quantos de nós não nos vestimos por lá nas últimas muitas décadas? Quantas campanhas de TV memoráveis não marcaram nossa cultura? Pois, durante a pandemia, esta empresa com tanta tradição se viu obrigada a fechar as portas e se digitalizar.
Nesta conversa entre o jornalista Pedro Doria e Fabio Costa, General Manager da Salesforce no Brasil, Paulo Correa, CEO de C&A, conta como uma cultura pode ser transformada apesar da pressão pelo imediatismo. Resiliência, uma das palavras badaladas pelos consultores de plantão, tem também significado no mundo real.
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Em sua viagem ao Oriente Médio, Jair Bolsonaro resolveu dar um “pitaco” na polêmica envolvendo a realização do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), que será aplicado a partir deste fim de semana. Após a debandada de funcionários do Inep, instituto responsável pela prova, o presidente declarou que agora o exame terá a “cara do governo”. Parlamentares não gostaram da declaração e convocaram o ministro da Educação, Milton Ribeiro, que negou interferência no Enem.
Enquanto isso, a novela da ida de Bolsonaro ao PL continua. Após ter a cerimônia de filiação adiada por discordâncias com o presidente da legenda, Valdemar Costa Neto, o partido divulgou nota afirmando que está “pronto e alinhado” para receber o presidente.
A terceira via também se movimenta de olho em 2022. O ex-juiz Sergio Moro já começou a apresentar nomes de seu futuro governo, caso eleito. O magistrado anunciou o ex-presidente do Banco Central Affonso Celso Pastore como um de seus conselheiros na área econômica.
Tudo isso acontece às vésperas das prévias do PSDB que ocorrem neste domingo. As eleições internas do partido serão disputadas por João Doria, governador de São Paulo; Eduardo Leite, governador do Rio Grande do Sul; e Arthur Virgílio Neto, ex-prefeito de Manaus.
E ainda, uma conversa com a repórter de ‘Política’, Adriana Ferraz, sobre racismo na política, assunto pertinente próximo a data em que se celebra o Dia da Consciência Negra, neste sábado, 20.
Esses são os temas que guia nossa conversa quinzenal do “Poder em Pauta” com os jornalistas que acompanham o dia a dia da política, em Brasília. Participam no episódio de hoje do ‘Estadão Notícias’ Vera Rosa e Marcelo de Moraes, diretamente da capital federal.
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Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer
Sonorização/Montagem: Moacir Biasi
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O Ministério da Saúde anunciou, nesta semana, que pessoas maiores de 18 anos terão que tomar uma dose de reforço da vacina contra a covid-19. Até então, somente aqueles que têm mais de 60 anos, ou alguma comorbidade, precisavam da terceira aplicação do imunizante.
Para essa terceira dose, é preciso aguardar 5 meses depois de ter tomado a segunda dose. A única exceção são aqueles que tomaram a vacina da Janssen, que terão que aplicar primeiro a segunda dose, que deve acontecer depois de 2 meses da primeira, e depois, seguir o esquema dos 5 meses.
O ministro da Saúde Marcelo Queiroga chamou a atenção de que a medida foi tomada devido ao que tem se observado na Europa. Mais de 2 milhões de novos casos de covid-19 e cerca de 30 mil falecimentos em razão da doença foram relatados no continente, nas últimas semanas.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) informou que "não foi consultada sobre a ampliação da dose de reforço para todas as pessoas maiores de 18 anos”. Segundo a agência, a Pfizer foi a única empresa das vacinas utilizadas no Brasil que solicitou a mudança no esquema vacinal previsto na bula.
No episódio do Estadão Notícias desta quinta-feira, 18, convidamos o infectologista Renato Grinbaum, consultor da Sociedade Brasileira de Infectologia para falar sobre a decisão de aplicar uma dose de reforço para os adultos acima de 18 anos, e seus efeitos para conter uma nova onda de contágios no Brasil.
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Apresentação: Emanuel Bomfim.
Produção/Edição: Gustavo Lopes e Ana Paula Niederauer.
Montagem: Moacir Biasi
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Na última semana, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva confirmou sua aproximação com o ex-governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, cotado para ser seu vice na eleição ao Planalto do ano que vem. Alckmin disse ter ficado muito honrado por ser lembrado para compor uma chapa presidencial.
De acordo com o ex-governador, o petista valoriza a democracia e, por isso, os diálogos estão abertos. No entanto, sugeriu calma na expectativa para que ele bata o martelo.
Lula e Alckmin sempre foram adversários na eleição presidencial, com duros embates entre os candidatos e seus partidos. A mudança no discurso se dá, em parte, por conta do anúncio da saída de Alckmin do PSDB.
Um dos seus prováveis destinos é o PSD, de Gilberto Kassab. Neste caso, como o próprio dono do partido já afirmou neste podcast, Alckmin sairia para o governo do Estado de São Paulo pela quinta vez.
A viabilidade de uma união com Lula só seria possível se Alckmin se filiasse ao PSB. Para Lula, ter Alckmin como seu vice, o tira do isolamento da bolha petista, e atrai um público fiel ao ex-governador de São Paulo, entre eles, pessoas ligadas ao mercado. Já para Geraldo Alckmin pode significar um ressurgimento no cenário político, visto que Lula é apontado nas pesquisas eleitorais como favorito ao Palácio do Planalto.
No episódio do Estadão Notícias desta quarta-feira, 17, convidamos para falar sobre essas negociações, o editor da “Coluna do Estadão”, Alberto Bombig. Já sobre essa aliança e o que ela pode significar no tabuleiro político, conversamos com o cientista político e coordenador do blog e podcast ‘Legis-Ativo’, Humberto Dantas.
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