O podcast do Estadão traz a colunista Carlos Andreazza em um papo reto e sem rodeios sobre os principais assuntos do momento.
Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.
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O podcast do Estadão traz a colunista Carlos Andreazza em um papo reto e sem rodeios sobre os principais assuntos do momento.
Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.
A dobradinha Jair Bolsonaro (PL) e Sergio Moro (União Brasil) está de volta. Depois de alguns anos rompidos pelas acusações do ex-juiz de que o presidente estaria interferindo na Polícia Federal, quando ele era ministro da Justiça e Segurança Pública, os dois resolveram fazer as pazes com o intuito de derrotar Lula (PT).
Essa aproximação já se deu no primeiro turno, quando, de olho no voto bolsonarista para o Senado no Paraná, Moro declarou seu voto no candidato do PL. Não que esse voto seja surpresa, já que o ex-juiz e o petista travaram um embate de narrativas, a ponto de Moro ser considerado parcial nos julgamentos que levaram à condenação e prisão de Lula.
Mas, o que não se acreditava, é que neste segundo turno Sergio Moro iria ter um papel tão ativo na campanha de Bolsonaro. No primeiro debate entre os presidenciáveis depois das eleições, na Band TV, o ex-juiz assumiu papel de assessor do presidente, dando orientações nos intervalos do evento.
Afinal, qual a força de Sergio Moro como cabo eleitoral? O ex-juiz consegue atrair votos para Bolsonaro? No ‘Estadão Notícias’ desta terça-feira, 18, vamos conversar com o cientista político Silvio Cascione, colunista do Estadão e diretor da consultoria Eurasia.
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Apresentação: Emanuel Bomfim
Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Gabriela Forte e Erick Souza.
Sonorização/Montagem: Moacir Biasi
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A vitória de Lula (PT) sobre Jair Bolsonaro (PL) no primeiro turno foi com uma margem de pouco mais de 5%. Essa diferença dá ao petista um certo favoritismo no pleito do próximo dia 30. Mas a campanha do atual presidente acredita que seja possível ultrapassar Lula no segundo turno.
O desafio é grande, já que, desde a redemocratização, nunca o segundo colocado no primeiro turno conseguiu reverter a vantagem do primeiro. No entanto, um outro dado pode animar a campanha de Bolsonaro: todos os presidentes que tentaram a reeleição, venceram as eleições.
Mas, para isso, é preciso ultrapassar alguns obstáculos. No caso do atual presidente, diminuir a diferença em Minas Gerais é vital, além de ganhar votos na região Nordeste. Já Lula, traça uma estratégia de ganhar votos em São Paulo e Rio de Janeiro para consolidar sua vitória.
Afinal, qual o tamanho do desafio que tem Bolsonaro diante da diferença aberta por Lula no primeiro turno? E Lula? Como manter uma boa vantagem sobre o atual presidente? No Estadão Notícias de Hoje, vamos conversar sobre o assunto com o cientista político Bruno Silva, diretor de Projetos do Movimento Voto Consciente.
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Saúde digitalizada e medicina de ponta, transformadas profundamente pela tecnologia. No Start Eldorado, recebemos Lilian Quintal Hoffmann, diretora de Tecnologia e Inovação de um dos principais centros hospitalares de São Paulo, a Beneficência Portuguesa, para uma conversa sobre uso de dados e predição dos atendimentos, internet das coisas, 5G e inovação, além dos projetos em andamento no dia a dia da instituição. O programa vai ao ar às 21h, na Eldorado FM 107,3 - SP, com apresentação de Daniel Gonzales, toda quarta-feira.
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O uso da religião como “arma” eleitoral deu o que falar no último dia 12. No Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida, no interior de São Paulo, Jair Bolsonaro (PL) teve que ouvir do Arcebispo da cidade, Dom Orlando Brandes, um sermão sobre misturar eleição com a fé das pessoas.
No mesmo dia, apoiadores de Bolsonaro vaiaram um padre que falava sobre fome, e agrediram duas equipes de televisão que faziam a cobertura da comemoração. Os funcionários eram da TV Vanguarda, afiliada da TV Globo, no interior do Estado, e da TV Aparecida, que transmitia sua programação direto do santuário.
Enquanto isso, o presidente tem guardado as sete chaves o relatório produzido pelas Forças Armadas sobre a fiscalização das urnas eletrônicas no primeiro turno. Jornalistas apuraram que o documento não detectou nenhuma fraude, o que teria irritado Bolsonaro.
Nas eleições estaduais, o clima é de indefinição em vários entes da federação. O pleito promete ser apertado, e definido voto por voto, na Bahia e em Pernambuco. Já em São Paulo, as pesquisas registram uma diferença de 5% entre Tarcísio de Freitas (Rep) e Fernando Haddad (PT).
Estes são alguns dos assuntos que guia o ‘Poder em Pauta’, nossa conversa semanal com os repórteres do Estadão que cobrem o dia a dia da política e das eleições. Participam desta edição Felipe Frazão e Pedro Venceslau.
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Apresentação: Emanuel Bomfim
Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte.
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Os candidatos à presidência da República têm sido pressionados a divulgar um plano de governo mais detalhado para os próximos quatro anos. No caso de Lula (PT), a pressão é maior na área econômica, após o petista dar alguns indicativos preocupantes ao mercado financeiro, como a derrubada do teto de gastos.
Devido ao ruído, a campanha de Lula tenta contornar a situação, principalmente, com economistas respeitados no meio político. O escolhido para mostrar que Lula será moderado na área foi Henrique Meirelles, que pode vir a ser o futuro ministro da Economia em um governo petista.
O apoio dos “pais” do Plano Real, também serviu para acalmar o mercado. No entanto, a mesma cobrança não é feita para Jair Bolsonaro (PL), que ainda não decidiu se Paulo Guedes continua no governo em caso de uma reeleição. O atual presidente tem sido vago também sobre a questão do teto de gastos, que foi implodido em sua gestão.
Por que planos de governo não são levados a sério? Quais serão as âncoras fiscais de Lula e Bolsonaro? No Estadão Notícias de hoje, vamos conversar com a repórter e colunista de Economia do Estadão, Adriana Fernandes.
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As famílias brasileiras nunca tiveram tão endividadas como em 2022. 80% delas relataram que possuem alguma pendência no cheque pré-datado, cartão de crédito, cheque especial, carnê de loja, crédito consignado, empréstimo pessoal, entre outros, segundo levantamento da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo.
E quem sofre mais com isso são as mulheres, que passaram a ser maioria nas chefias de famílias. Apesar do número preocupante, ele vem desacelerando. No entanto, a inadimplência, que é quando o devedor deixa de pagar, vem crescendo no País, principalmente, pelo aumento da taxa de juros, que encarece as linhas de crédito.
O tema já faz parte das campanhas presidenciais de segundo turno. Lula propôs uma renegociação por meio dos bancos públicos, além de aderir a proposta de Ciro Gomes (PDT) de zerar os débitos no Serviço de Proteção ao Crédito (SPC). Já Bolsonaro, aposta no programa da Caixa Econômica Federal que pretende perdoar 90% das dívidas dos clientes.
Afinal, as propostas apresentadas para diminuir o endividamento das famílias são factíveis? Como reverter esse quadro no País? No Estadão Notícias de hoje, vamos conversar com Viviane Seda, coordenadora das Sondagens do FGV IBRE.
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Neste episódio da série 'Cenários', Sonia Racy recebe o ex-presidente Michel Temer, que avalia os desafios a serem enfrentados nos próximos quatro anos no Brasil. Temer lembra que “um presidente, no primeiro ano, tem um poder enorme” e destaca que a tarefa prática mais urgente “é continuar a agenda de reformas”.
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Jair Bolsonaro (PL) já sinalizou que, caso seja reeleito, pode analisar uma proposta de aumentar o número de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). O intuito seria ter mais 5 indicações, além das duas que o próximo presidente poderá fazer por causa da aposentadoria de magistrados da Corte.
No entanto, especialistas dizem que essa proposta é uma tentativa de Bolsonaro de controlar o Judiciário, com quem ele tem travado algumas batalhas nos últimos anos. Inclusive, o próprio candidato do PL já disse que pode desistir da ideia caso o STF abaixe a temperatura em relação ao Executivo, e deixe de praticar o que ele chama de “ativismo judicial”.
Essa medida não é inédita, e já foi tomada no período da Ditadura Militar quando o Ato Institucional Nº 02, aumentou o número de ministros na Corte, e limitou os poderes que os magistrados tinham em relação a atitudes tomadas pelo governo federal.
Por outro lado, o STF trabalha para barrar qualquer tentativa de tutela do Judiciário por parte de Bolsonaro. A intenção dos magistrados é conversar com o Congresso Nacional para que eles garantam a autonomia entre os poderes, sem qualquer interferência de um sobre o outro.
Mas afinal, o que está por trás dessa proposta? Tentar controlar o STF é uma forma de governo autoritário? Sobre o assunto, vamos conversar com o analista político e professor de Relações Internacionais da FGV, Oliver Stuenkel.
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Apresentação: Emanuel Bomfim
Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Gabriela Forte, Erick Souza.
Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.
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Jair Bolsonaro é satanista? Lula vai fechar igrejas? Essas foram algumas das fake news que circularam nas redes sociais logo após o fim do primeiro turno das eleições presidenciais. E elas têm se intensificado conforme as campanhas de segundo turno vão avançando.
A campanha de Jair Bolsonaro (PL) tenta contornar o surgimento de um vídeo onde o atual presidente participa de um evento em uma loja maçônica. A publicação gerou polêmica entre os eleitores religiosos, que veem os maçons como uma seita demoníaca.
Pelo lado do PT, a equipe de Lula vem traçando estratégias para desmentir informações que dizem que o petista irá perseguir cristãos e fechar igrejas pelo Brasil. A ideia é mostrar que nos oito anos de seu governo, uma série de medidas a favor das igrejas evangélicas foram tomadas.
Essas mentiras que tiram o foco do debate programático, tem o objetivo de levar o medo para o eleitor. No Estadão Notícias de hoje, vamos falar sobre o efeito psicológico dessas fake news com o psiquiatra do Instituto de Psiquiatria do hospital das clínicas e colunista do Estadão, Daniel Martins de Barros. Sobre essa onda de informações falsas, vamos bater um papo com a editora do Estadão Verifica, Alessandra Monnerat,
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Apresentação: Gustavo Lopes
Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Gabriela Forte, Milena Félix.
Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.
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Muito se fala sobre a Inteligência Artificial e como a tecnologia está transformando indústrias e a vida das pessoas. Mas na prática, o que realmente muda? Um dos devices que mais usamos hoje em dia, o smartphone, é um grande exemplo de IA aplicada no cotidiano. No Start Eldorado, saiba mais sobre como a indústria de processadores vem desenvolvendo IA embarcada para aplicações de saúde, segurança, conectividade e entretenimento, preparando um futuro de interação com cidades e carros inteligentes, medicina conectada, identificação biométrica, etc, na conversa com Hélio Oyama, diretor de produtos da Qualcomm. O Start vai ao ar às 21h na Eldorado FM 107,3 - SP, e canais digitais, com apresentação de Daniel Gonzales, todas as quarta-feiras.
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