O podcast do Estadão traz a colunista Carlos Andreazza em um papo reto e sem rodeios sobre os principais assuntos do momento.
Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.
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O podcast do Estadão traz a colunista Carlos Andreazza em um papo reto e sem rodeios sobre os principais assuntos do momento.
Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.
O Start Eldorado fala do 5G como plataforma - contemplando a expansão das redes privadas e a tecnologia de internet das coisas. Muito mais do que apenas telefonia, o 5G verdadeiramente, é um ecossistema de conectividade que vai criar oportunidades em muitas áreas da sociedade e das empresas, abrindo espaço para negócios terem suas próprias redes, para aplicações específicas. Recebemos André Martins, presidente do Comitê de Redes, e Paulo Spacca, presidente, ambos da Abinc (Associação Brasileira de Internet das Coisas), e também Márcia Ogawa, líder de Tecnologia, Mídia e Telecomunicações da Deloitte. Ouça ainda novidades sobre o Smarter Cities & Digital ID Forum, evento da NEC que ocorrerá nos dias 16 e 17 próximos, com temas de cidades inteligentes e biometria digital. O Start começa às 21h na Eldorado FM 107,3 - SP e canais digitais, com a apresentação de Daniel Gonzales, toda quarta-feira.
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Desde a derrota nas urnas, apoiadores mais radicais de Jair Bolsonaro, que não aceitaram o resultado das eleições, começaram a promover uma série de manifestações ilegais pelo País. Além do fechamento de estradas federais, alguns grupos se reuniram na porta de quartéis das Forças Armadas para pedir intervenção militar.
Enquanto isso, a equipe de transição do novo governo já começou a trabalhar, nesta quinta-feira (03), sob a coordenação do vice-presidente eleito, Geraldo Alckmin (PSB). A principal pauta será como manter o Auxilio-Brasil de 600 reais para o ano que vem. Por parte do atual governo, quem vai auxiliar nessa transição é o ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira (PP-PI)
O governo Lula também começa a negociar apoios no Congresso Nacional. Para isso, vai manter conversas com partidos que fazem parte da base de Jair Bolsonaro (PL), como PSD e União Brasil. Não está descartada uma aproximação com líderes dessas legendas que sustentaram o atual governo, como o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL).
Estes são alguns dos assuntos que guia o ‘Poder em Pauta’, nossa conversa semanal com os repórteres do Estadão que cobrem o dia a dia da política e das eleições. Participam desta edição Felipe Frazão e Pedro Venceslau.
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Apresentação: Emanuel Bomfim
Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte.
Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.
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Após a vitória nas urnas, o presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT), prometeu que seu governo seria de uma frente ampla democrática, com a participação de todos aqueles que trabalharam para a sua eleição e, consequentemente, a derrota de Jair Bolsonaro (PL). Para isso, o petista deve aumentar o número de ministérios dos atuais 23 para 34.
Alguns nomes já são tidos como certos no futuro governo, como o da senadora Simone Tebet (MDB), do candidato derrotado ao governo de São Paulo, Fernando Haddad (PT), e do próprio vice-presidente eleito, Geraldo Alckmin (PSB). Além desses nomes, lideranças petistas também devem fazer parte da gestão de Lula.
A negociação com partidos do bloco que hoje dá sustentação ao presidente Jair Bolsonaro, principalmente com o PP, o PL e o Republicanos, também é vista como fundamental para construir acordos no Congresso, que terá maioria conservadora a partir de 2023. Alguns políticos do bloco também podem integrar ministérios.
Afinal, Lula conseguirá fazer um governo com a frente ampla? Unir todos esses partidos em torno de um projeto, vai reunificar o País? No Estadão Notícias de hoje, vamos conversar sobre o assunto com o professor e cientista político da FGV, Eduardo Grin.
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Apresentação: Emanuel Bomfim
Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, e Gabriela Forte.
Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.
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Bolsonaristas radicais, principalmente caminhoneiros, bloquearam as principais rodovias do Brasil por não aceitarem a derrota de Jair Bolsonaro (PL) nas eleições presidenciais. O ato afetou a distribuição e serviços pelo País. Em algumas localidades faltou combustível e alimentos. Crianças foram impedidas de irem a escolas, e o cidadão teve seu direito de ir e vir comprometido.
Mas, o que chamou a atenção foi a conivência da Polícia Rodoviária Federal (PRF) com essas manifestações, inclusive contribuindo com os radicais em alguns momentos. Por causa disso, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, determinou a imediata liberação das estradas e ameaçou aplicar multa de 100 mil reais, por hora, e prisão do Diretor-Geral da PRF, Silvinei Vasques, caso essa desobstrução não fosse feita.
Diante do “corpo mole” da corporação federal, o magistrado permitiu que policiais militares dos estados atuassem em rodovias federais, com rigor, para garantir o desbloqueio dessas rodovias, inclusive com o uso da força. A partir dessa decisão, as estradas passaram a ser liberadas.
Afinal, qual a gravidade da politização dentro da Polícia Rodoviária Federal? Como combater essa insurgência dentro da corporação? No Estadão Notícias de hoje vamos conversar sobre o assunto com o sociólogo Luís Flávio Sapori, coordenador do Centro de Estudos e Pesquisa em Segurança Pública, da PUC Minas.
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Apresentação: Emanuel Bomfim
Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, e Gabriela Forte.
Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.
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Jair Bolsonaro (PL) foi o grande derrotado nestas eleições, mas o bolsonarismo saiu vitorioso em várias frentes. O atual presidente conseguiu eleger a maior bancada na Câmara dos Deputados, com 99 parlamentares, e cerca de 14 senadores da República.
Além disso, conseguiu fazer o governador do Estado mais rico da nação. Tarcisio de Freitas (Rep) ganhou as eleições em São Paulo, derrotando Fernando Haddad, do PT. No total, 15 candidatos apoiados por Jair Bolsonaro conseguiram sair vitoriosos em seus Estados.
Além disso, o atual presidente deixa uma herança de 58 milhões de votos conquistados no pleito. Uma poupança gorda para manter os valores e a ideologia do bolsonarismo nos holofotes nos próximos anos. No entanto, a ala mais radical desse grupo deve sofrer uma espécie de isolamento, e dar espaço aos mais “moderados”.
Jair Bolsonaro terá que enfrentar também a prerrogativa de foro especial que tem o presidente da República. Ou seja, a partir de 1 de janeiro, poderá responder na Justiça comum sobre denúncias de possíveis ilícitos durante o seu governo. Afinal, qual deve ser o futuro do bolsonarismo? O que o futuro reserva para Jair Bolsonaro?
No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre este assunto com Camila Rocha, doutora em ciência política pela USP e pesquisadora do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (CEBRAPE).
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Apresentação: Emanuel Bomfim
Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, e Gabriela Forte.
Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.
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O Brasil presenciou, neste domingo (30), a disputa presidencial mais acirrada desde a sua redemocratização. Um pleito que foi marcado por uma polarização histórica, fake news nas redes sociais, batalha religiosa e episódios de violência. Ao final da apuração dos votos, Lula teve mais de 60 milhões de votos, contra 58 milhões de Jair Bolsonaro.
Após ser libertado da carceragem da Polícia Federal (PF), em 2019, o petista já dizia sobre o seu desejo de disputar mais uma vez a presidência do País, e enfrentar aquele que ele chamou de “mal para a democracia”. Mas Lula pegará um Brasil bem diferente daquele que deixou, em 2010.
O Congresso Nacional, em 2013, estará repleto de partidos de direita, com predomínio das legendas do Centrão, que conquistaram a maioria das cadeiras da Câmara e do Senado em disputa. Os presidentes das duas Casas, Arthur Lira (PP-AL) e Rodrigo Pacheco (PSD-MG), desejaram sorte para os eleitos, e o desejo de pacificação do País.
Na edição de hoje do podcast ‘Estadão Notícias’, vamos analisar os resultados das urnas com Luiz Bueno - professor de Filosofia da FAAP e Coordenador do Núcleo de Filosofia Política do Laboratório de Política, Comportamento e Mídia da PUC-SP e com Tathiana Chicarino, Cientista Política. Professora de pós- graduação da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo.
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Apresentação: Emanuel Bomfim
Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Gabriela Forte, Alex Braga, Ana Clara Praxedes e Zeca Ferreira.
Sonorização/Montagem: Vitor Reis
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O herpes-zóster é uma doença infecciosa causada por um vírus, o varicela-zóster, o mesmo que é responsável pela catapora. Ele que permanece no organismo de quem teve a doença e pode ‘despertar’ em qualquer fase da vida, principalmente em momentos em que ocorre uma queda expressiva na imunidade. A boa notícia é que o herpes-zóster pode ser prevenido por vacinação. Para entender mais essa doença, seus sinais e sintomas, ouça o podcast produzido pelo Estadão Blue Studio com o patrocínio da GSK.
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No Start Eldorado desta semana, destaques para o governo digital, o uso de dados e a inteligência a favor de um atendimento de excelência aos cidadãos - como se cria uma estrutura competitiva e se integram os dados com o setor privado. Vamos receber Rodrigo Mauro Ruiz de Matos, diretor da Prodesp, empresa de tecnologia da informação que pertence ao governo paulista e está desenvolvendo soluções com foco em mudar a gestão pública e o relacionamento com o cidadão. O Start vai ao ar às 21h, na Eldorado FM 107,3 -SP e canais digitais, com apresentação de Daniel Gonzales, toda quarta-feira.
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A pouco mais de 24 horas do início da votação em segundo turno, o presidente Jair Bolsonaro (PL) e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) fizeram na noite desta sexta-feira, 28, o último debate da eleição, na TV Globo.
O derradeiro confronto direto entre os presidenciáveis reforçou a temática agressiva da campanha, marcada pela prevalência das acusações mútuas e a carência de propostas. Planos para um futuro governo foram pontuais em discussões que em diversas oportunidades resultaram em troca de ofensas.
No primeiro turno, Lula foi o mais votado com 48,4% dos votos. Bolsonaro teve 43,2%. A diferença entre os dois foi de pouco mais de 6,2 milhões de votos. Na maioria das pesquisas de intenção de voto no segundo turno, o petista mantém a liderança por margem apertada.
O debate derradeiro antes do segundo turno teve um vencedor? Ele pode mudar o panorama na disputa por votos? Qual o saldo final da campanha neste segundo turno?
Estes são os temas presentes nessa edição do Poder em Pauta, nossa conversa semanal com os repórteres que cobrem a política e as eleições dentro do podcast ‘Estadão Notícias’. Participam desta edição Felipe Frazão, de Brasília, e Pedro Venceslau, de São Paulo.
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Apresentação: Emanuel Bomfim
Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte.
Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.
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Há 20 anos, o Brasil ficou estarrecido com um dos crimes mais impactantes da nossa história. O casal Manfred e Marísia foi assassinado enquanto dormia em sua casa no bairro do Brooklin, em São Paulo. Após as investigações, o que parecia um roubo seguido de morte, acabou revelando uma face mais perversa: a autora do crime foi a filha mais velha do casal, Suzane, junto com o namorado, Daniel Cravinhos, e seu irmão, Christian.
A descoberta aconteceu apenas uma semana depois dos assassinatos. Em julho de 2006, os três foram a julgamento. Enquanto os advogados de Suzane alegavam que sua cliente havia sido manipulada por Daniel; a defesa dos irmãos Cravinhos afirmava que fora Suzane quem planejou a morte dos pais.
Apenas cinco dias depois, saiu o resultado do julgamento: todos foram condenados a mais de 35 anos de prisão. Hoje, Suzane Richthofen e Daniel Cravinhos cumprem a pena em regime semiaberto. Suzane, inclusive, teve autorização para cursar Biomedicina em uma faculdade particular. Christian se envolveu em outros crimes e permanece preso no interior de São Paulo.
No ‘Estadão Notícias’ de hoje, você vai ouvir depoimentos históricos sobre o caso, entrevistas de quem participou do processo, e um bate papo com o repórter José Maria Tomazela, que cobriu toda essa história ao longo dos anos, e produziu um especial para o Estadão.
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Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Gabriela Forte e Alex Braga
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