O podcast do Estadão traz a colunista Carlos Andreazza em um papo reto e sem rodeios sobre os principais assuntos do momento.
Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.
php/*
O podcast do Estadão traz a colunista Carlos Andreazza em um papo reto e sem rodeios sobre os principais assuntos do momento.
Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.
O caso de Aracruz, no Espirito Santos, quando um adolescente invadiu 2 escolas armado e matou 4 pessoas e feriu outras 12, acendeu um alerta sobre a recorrência desses casos nos últimos anos. Coincidentemente, com a facilitação do acesso às armas no Brasil, durante o governo Bolsonaro, houve um aumento desse tipo de crime no País.
Além disso, o crescente ódio na sociedade brasileira, que não aceita o contraditório, pode ter influenciado nesses casos. O pai do atirador de Aracruz tinha postagens no Instagram de apoio ao atual presidente e de ódio à esquerda. Ele, que é policial militar, postou também uma imagem do livro “Mein Kampf”, que traz a ideologia nazista.
Em entrevista exclusiva ao Estadão, ele negou que seja nazista, ou que tenha incentivado o filho a cometer o crime. Segundo ele, o filho sofria bullying na escola, e que esse pode ser o problema que serviu como gatilho para fazer o que fez. O policial militar, no entanto, admite que errou ao deixar suas armas desprotegidas.
Afinal, como podemos resolver esse problema de ataques nas escolas? Como o discurso de ódio influencia na mente de jovens em formação? O que explica o aumento vertiginoso deles nos últimos anos? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com Telma Vinha, pedagoga, doutora em educação e professora da Faculdade de Educação da Unicamp.
O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.
Apresentação: Emanuel Bomfim
Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte
Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.
See omnystudio.com/listener for privacy information.
Apesar de vivermos em uma era promissora para empresas que atuam com tecnologia, em que os recursos digitais são cada vez mais exigidos, as chamadas Big Techs, que englobam as maiores companhias do segmento, passam por um crise sem precedentes, com falta de investimentos e tendo que diminuir seus quadros de funcionários.
A Meta, que comanda o Facebook, Instagram e WhatsApp, demitiu 13% da força de trabalho. Já a Amazon, iniciou os cortes de 10 mil funcionários, cerca de 3% da companhia americana, e planeja mais uma rodada em 2023. Outras demissões ocorreram também na Netflix e no Snapchat nos últimos meses.
O caso que mais tem chamado a atenção nos últimos meses é o do Twitter, que foi adquirido, após um imbróglio jurídico, pelo bilionário sul-africano, Elon Musk. Com as dívidas adquiridas por causa do negócio, e com a queda de anunciantes na plataforma, a companhia fez cortes e fechou escritórios pelo mundo.
Afinal, o que está acontecendo com as Big Techs? Por que empresas que contam com um número gigantesco de clientes estão sofrendo financeiramente? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar com Junior Borneli, CEO da escola internacional de negócios StartSE, e com Lucas Dezordi, professor do curso de Economia da PUC-PR.
O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.
Apresentação: Emanuel Bomfim
Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte
Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.
See omnystudio.com/listener for privacy information.
Uma das questões que mais tem preocupado a equipe de transição do presidente eleito Lula (PT) é a relação com as Forças Armadas, principalmente com os seus comandantes. A escolha do próximo ministro da Defesa entra nesse bojo. A tendência é que a pasta volte a ser chefiada por um civil.
A dificuldade de interlocução com integrantes das Forças se explica, em grande medida, pelo aparelhamento de militares no governo Bolsonaro, além da própria contaminação política da caserna. Não à toa, as Forças Armadas foram usadas para questionar a confiabilidade das urnas eletrônicas. E, agora, bolsonaristas têm se plantado em frente às portas de quartéis pelo País para contestar o resultado do pleito.
Por tudo isso, se viu com estranheza a decisão das Forças Armadas de permitirem que Lula escolhesse os novos comandantes da Marinha, Aeronáutica e Exército já em dezembro, antes mesmo de dar posse ao novo ministro da Defesa. A equipe de transição viu a decisão como uma forma dos atuais chefes das Forças Armadas não quererem se submeter, mesmo que por alguns dias, ao comando de Lula.
Afinal, o que levaria a essa troca repentina e precoce no comando das Forças Armadas? Como será a relação do futuro governo Lula com os militares? Qual deve ser o perfil ideal do novo Ministro da Defesa? Para falar sobre esses temas, a edição de hoje do podcast conversa com o repórter especial do Estadão, Marcelo Godoy.
O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.
Apresentação: Emanuel Bomfim
Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte
Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.
See omnystudio.com/listener for privacy information.
Segurança e proteção de dados no ambiente de uma cidade conectada e inteligente hoje no Start Eldorado. Vamos receber Daniel Aragão, head of Cybersecurity Business Line, da NEC, para falar sobre o tema, e ouvir alguns destaques do primeiro dia do Smarter Cities & Digital ID Forum, em uma cobertura especial sobre o evento. O Start vai ao ar às 21h, todas as quartas-feiras, na Eldorado FM 107,3 - SP, com apresentação de Daniel Gonzales.
See omnystudio.com/listener for privacy information.
O PL insistiu na sua cruzada golpista para deslegitimar parte das urnas usadas nas eleições de outubro. Mesmo que especialistas digam que o problema apresentado não influencia na contagem de votos, o presidente do partido, Valdemar Costa Neto, por pressão de Jair Bolsonaro, continuou com a tese de que o seu candidato foi prejudicado.
A resposta do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) foi dura. O ministro Alexandre de Moraes não aceitou as argumentações, aplicou uma multa de R$ 22,9 milhões ao PL, bloqueou o fundo eleitoral até o pagamento do valor, e enviou o nome de Valdemar Costa Neto para o inquérito das milícias digitais
Enquanto isso, Lula, que foi declarado o vencedor do pleito, continua tendo dificuldades na articulação política dentro da equipe de transição. O problema está na relação do grupo com o Congresso Nacional, principalmente em relação a aprovação da PEC da Transição, que garantiria um valor de cerca de R$ 200 bilhões para o pagamento do Bolsa Família.
Após a reclamação de bolsonaristas sobre a falta de espaço em um futuro governo de Tarcísio de Freitas, em São Paulo, o governador eleito nomeou vários apoiadores de Jair Bolsonaro para sua equipe de transição. Entre eles estão: negacionistas, evangélicos e membros de partidos aliados, como Republicanos, PL e PSC.
Estes são alguns dos assuntos que guiam o ‘Poder em Pauta’, nossa conversa semanal com os repórteres do Estadão que cobrem o dia a dia da política e das eleições. Participam desta edição Felipe Frazão e Pedro Venceslau.
O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.
Apresentação: Emanuel Bomfim
Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte.
Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.
See omnystudio.com/listener for privacy information.
Nos dois últimos anos, o Brasil começou a perceber um aumento de grupos neonazistas em território nacional. De acordo com o Observatório Judaico dos Direitos Humanos no Brasil, foram mais de 100 casos entre 2019 e junho de 2022. Um desses episódios, nesta semana, levou à prisão de oito pessoas em uma célula neonazista em Santa Catarina.
Aliás, o Estado é o que tem registrado o maior número de casos desse tipo. Até por isso, um grupo foi criado pelo Ministério Público para investigar essas células no Estado. O procurador-geral da República, Augusto Aras, já manifestou preocupação com grupos neonazistas de Santa Catarina durante uma conversa com o governador eleito, o senador Jorginho Mello (PL).
De acordo com a antropóloga e pesquisadora do tema, Adriana Dias, entre 2019 e 2021, houve um aumento de 258% no número de pessoas que passaram a integrar grupos neonazistas. São cerca de 10 mil novos militantes nos 52 grupos organizados em 530 células, que estão distribuídas nas cinco regiões do Brasil.
Afinal, a que se deve a expansão desses grupos no Brasil? De que maneira o bolsonarismo contribui para a ascensão desse tipo de ideologia? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos falar sobre o assunto com a doutora em Antropologia Social pela Unicamp e pesquisadora dos movimentos neonazistas no Brasil, Adriana Dias.
O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.
Apresentação: Emanuel Bomfim
Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte
Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.
See omnystudio.com/listener for privacy information.
Orçamento secreto. Essa expressão passou a ser conhecida pelos brasileiros após uma reportagem exclusiva do Estadão mostrar o uso desenfreado e político das chamadas emendas do relator. O instrumento, fortalecido ao longo do governo Bolsonaro como uma forma de ter apoio no Congresso, foi duramente criticado durante a campanha eleitoral dos presidenciáveis.
Mas, para quem achou que o vencedor do pleito, no caso Lula (PT), iria acabar com o orçamento secreto, já dá pra saber que essa não será uma tarefa fácil, praticamente impossível. O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), já disse que as emendas vão continuar, e já condicionou o apoio dos parlamentares à manutenção do instrumento.
Para garantir que Lula não mexa com o orçamento secreto, deputados e senadores querem incluir o dispositivo dentro da PEC da Transição, que visa garantir cerca de R$ 200 bilhões fora do teto de gastos para custear programas sociais, como o Bolsa Família de R$ 600 para os brasileiros mais pobres.
Afinal, é possível acabar com o orçamento secreto? Existe a possibilidade de torná-lo mais transparente? No Estadão Notícias de hoje, vamos conversar sobre o assunto com a colunista do Estadão, Vera Rosa.
O podcast de hoje ainda traz uma análise sobre a importância de Erasmo Carlos para a música. O cantor e compositor morreu nesta terça-feira, 22, aos 81 anos. Para o repórter e crítico musical do ‘Caderno 2’, Julio Maria, Erasmo não pode ser visto à sombra de seu principal parceiro, Roberto Carlos.
O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.
Apresentação: Emanuel Bomfim
Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte
Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.
See omnystudio.com/listener for privacy information.
Jair Bolsonaro está encastelado no Palácio do Alvorada desde a derrota para Lula nas eleições de outubro. Alguns aliados dizem que esse comportamento é de inconformismo com o resultado do pleito, mas também um certo medo de que, sem o foro privilegiado, ele possa acabar preso.
Há também a informação de que Bolsonaro está com uma grave inflamação na perna provocada por uma doença dermatológica chamada erisipela, que tem o deixado com dificuldades de caminhar e de vestir calças. O ex-ministro da Defesa, Braga Netto, disse a apoiadores que o presidente deve reaparecer em breve.
A questão é que esse silêncio tem sido entendido pelos bolsonaristas como um recado de que ele apoia os atos golpistas nos quartéis, e que estaria planejando uma virada de mesa para impedir a posse de Lula. Inclusive, vídeos publicados nas redes sociais do presidente também têm sido entendidos como recados de que algo vai acontecer.
Afinal, o que o silêncio de Bolsonaro representa? O inconformismo da derrota ou o planejamento de um golpe contra as eleições? Sobre esse assunto, vamos conversar com o repórter do Estadão em Brasília, Vinicius Valfré, e com o cientista político Bruno Silva, diretor de Projetos do Movimento Voto Consciente.
O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.
Apresentação: Emanuel Bomfim
Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte
Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.
See omnystudio.com/listener for privacy information.
A falta de indicações mais concretas de como o novo governo vai atuar na sua política fiscal contribui para um cenário de incertezas e, por consequência, de um mercado “mais sensível”. Para piorar, o presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), tem dado declarações que geram ainda mais dúvidas sobre o nível de compromisso que sua gestão terá com os gastos públicos.
Lula criticou diretamente o teto de gastos - que já prometeu revogar - e tem colocado em lados opostos a responsabilidade social e a responsabilidade fiscal, como se essa última fosse a grande vilã. Na COP-27, o petista classificou preconceituosamente o mercado. “Se eu falar isso, vai cair a bolsa, vai aumentar o dólar. Porque o dólar não aumenta e a bolsa cai por conta das pessoas sérias, mas por conta dos especuladores que vivem especulando todo santo dia”.
O mais curioso é que Lula já ocupou a cadeira de presidente por dois mandatos e, em tese, deveria conhecer profundamente a dinâmica e funcionamento do mercado.
Afinal, quem é esse mercado e por que ele é tão reativo às falas do presidente? Um governo de esquerda precisa dar mais garantias ao mercado do que um governo de direita ou de centro? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com a economista e consultora econômica, Zeina Latif.
O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.
Apresentação: Emanuel Bomfim
Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte
Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.
See omnystudio.com/listener for privacy information.
Integração de dados vindos de sensores, dispositivos de IoT, monitoramento, aplicativos - e a inovação no gerenciamento das questões urbanas de uma grande cidade, aplicando inteligência ao trânsito, mobilidade no transporte público, segurança pública e atendimento a emergências como alagamentos e acidentes. Para compartilhar experiências de uma smart city e as tecnologias envolvidas, o Start Eldorado recebe Alexandre Caderman, chefe-executivo do COR - Centro de Operações do Rio de Janeiro. O programa vai ao ar às 21h na Rádio Eldorado FM 107,3 - SP, com a apresentação de Daniel Gonzales, todas as quartas-feiras.
See omnystudio.com/listener for privacy information.