O podcast do Estadão traz a colunista Carlos Andreazza em um papo reto e sem rodeios sobre os principais assuntos do momento.
Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.
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O podcast do Estadão traz a colunista Carlos Andreazza em um papo reto e sem rodeios sobre os principais assuntos do momento.
Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.
O presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deverá anunciar alguns futuros ministros nesta sexta-feira. A expectativa é que, entre os anunciados, estejam os ministros da Fazenda, Fernando Haddad (PT), da Defesa, José Múcio Monteiro, e da Justiça, Flávio Dino (PSB).
O novo governo, ainda na sua fase de transição, já conseguiu sua primeira vitória no Congresso Nacional. Os senadores aprovaram em duas votações a chamada PEC da Transição, que abre um espaço fora do teto de gastos de R$ 145 bilhões, mais R$ 23 bilhões para recompor o orçamento deste ano.
No entanto, a fase mais difícil começa agora, quando o texto vai para a Câmara dos Deputados, e pode ser modificado, ou até rejeitado. A tendência é que Lula consiga o número de parlamentares para a aprovação. Mas os deputados têm condicionado essa aprovação a um outro tema: orçamento secreto.
Nesta semana, começou no Supremo Tribunal Federal (STF), o julgamento sobre a constitucionalidade da medida. Em um entendimento anterior, os ministros já suspenderam o instrumento pela falta de transparência. Os parlamentares se defendem e dizem que já tomaram medidas para tornar o orçamento menos secreto.
A agitação acontece também com países vizinhos. No Peru, após uma tentativa fracassada de destituir a Câmara dos Deputados, o presidente Pedro Castillo foi deposto e preso. O líder peruano tentava se salvar de um processo de impeachment por parte dos parlamentares.
Estes são alguns dos assuntos que guiam o ‘Poder em Pauta’, nossa conversa semanal com os repórteres do Estadão que cobrem o dia a dia da política. Participam desta edição Felipe Frazão, de Brasília, e Pedro Venceslau, de São Paulo.
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Apresentação: Emanuel Bomfim
Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte.
Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.
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O governador eleito de São Paulo, Tarcisio de Freitas (Republicanos), homem forte do governo de Jair Bolsonaro, e principal candidato do atual presidente nas eleições de 2022, têm deixado os bolsonaristas chateados com suas declarações. Em entrevista à CNN, o ex-ministro disse que nunca foi “bolsonarista-raiz”, e criticou a guerra cultural e ideológica no País.
Mas essa foi apenas uma das declarações que causaram polêmica. Para quem esperava que Tarcísio iria embarcar na onda de contestar o resultado das eleições, se enganou. Não apenas isso, defendeu o diálogo com o STF e com o presidente eleito, Lula (PT).
Para os bolsonaristas, Tarcísio começou a se descolar de Jair Bolsonaro com a intenção de liderar a direita moderada daqui pra frente. Sob a tutela de nomes do centrão, como o presidente do PSD, Gilberto Kassab, o novo governador de São Paulo poderia ser um nome mais palatável por quem se incomodou com o “jeito” de Bolsonaro.
A questão é: existe força na direita sem os bolsonaristas? A derrota de Bolsonaro mostrou que é preciso encontrar uma liderança mais moderada? Tarcisio desponta como um nome possível? No 'Estadão Notícias' de hoje, vamos conversar sobre o assunto com o cientista político e coordenador do blog Legis -Ativo do Estadão, Humberto Dantas.
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O Supremo Tribunal Federal (STF) começa a julgar, nesta quarta-feira (07), as ações dos partidos Verde, PSOL, PSB e Cidadania, sobre a suposta inconstitucionalidade do orçamento secreto, que são verbas federais destinadas pelo relator do Orçamento da União a parlamentares.
Para esses partidos que foram ao STF, a liberação de recursos pelo orçamento secreto prejudica a moralidade, a legalidade, a transparência, a publicidade e o controle social das contas públicas.
O governo eleito de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) coloca suas fichas nesta decisão do tribunal para conseguir cumprir a promessa de campanha de acabar com o instrumento, revelado pelo Estadão, e usado pelo atual presidente Jair Bolsonaro para barganhar apoio no Congresso Nacional.
No entanto, os congressistas não estão vendo com bons olhos esse julgamento. Para eles, a decisão sobre o orçamento secreto deve partir do Legislativo, e não do Judiciário. Mas os parlamentares reconhecem que terão que implantar novas regras para tornar as emendas do relator mais transparentes.
Afinal, o quanto o STF vai mexer nesse vespeiro? Será o fim do orçamento secreto? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com Oscar Vilhena, professor da FGV Direito SP
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Neste episódio da série 'Cenários', Sonia Racy recebe a professora, pesquisadora e doutora em genética humana Lygia da Veiga Pereira. Ela fala sobre a importância de se decifrar o DNA do brasileiro para o desenvolvimento da medicina de precisão com a criação de um banco de genomas “abrasileirado”, de uma sociedade que resultou da miscigenação de europeus, indígenas e africanos.
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Autoridades iranianas resolveram dissolver a chamada “polícia moral”, após a onda de protestos que tomaram conta do país durante 3 meses por conta da morte de Mahsa Amini, de 22 anos, que foi detida por "uso inadequado" do hijab, que é o véu islâmico, obrigatório no Irã.
Após o caso, eclodiram manifestações por todas as partes do Irã, que foram reprimidas com violência pelo governo do país. Segundo a Iran Human Rights Watch, a principal organização de monitoramento das manifestações, mais de 350 pessoas morreram durante os protestos. As críticas também tomaram conta dos parlamentos europeus, e chegou à Copa do Mundo do Catar.
Agora, o novo procurador-geral do Irã, Mohammad Jafar Montazari anunciou que o governo está analisando a questão da obrigatoriedade do véu, mas não antecipou se a lei será modificada. O resultado dessa análise, por parte do governo, deve ser divulgado em 15 dias.
Afinal, o que significa esse recuo do governo ultraconservador do Irã? Como fica o poder religioso no país, após essa onda de protestos? Há espaço para uma democratização do Irã?
No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com Danielle Ayres, coordenadora da pós-graduação de Relações Internacionais da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e vice-presidente da ABED (Associação Brasileira de Estudos de Defesa).
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O PL prometeu ser oposição ao longo dos 4 anos do governo Lula (PT) e quer que Jair Bolsonaro, que saiu derrotado nas eleições, lidere esse grupo dentro e fora do Congresso Nacional. Inclusive, o presidente do partido, Valdemar Costa Neto, ofereceu moradia, em Brasília, e um salário para que Bolsonaro tenha vida política ativa dentro da sigla.
O problema é que o presidente não tem se mostrado disposto a ser uma voz de liderança da oposição. Recluso desde a derrota, ele tem sido cobrado por apoiadores a falar com manifestantes bolsonaristas que estão na porta de quartéis do Exército, pelo País.
Mas o clima no PL é de racha, já que uma parte dos integrantes da legenda querem isolar os deputados mais radicais, como é o caso de Carla Zambelli (PL-SP). No entendimento desses políticos, o caminho da radicalização só irá isolar a sigla dentro do Congresso.
O PL vai conseguir se manter homogêneo durante o governo Lula? A legenda está preparada para ser oposição ou passará a integrar o Centrão? Sobre esse assunto, vamos conversar com Rodrigo Prando, Cientista Político da Universidade Presbiteriana Mackenzie.
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As tecnologias aplicadas aos sistemas de última geração de identificação de pessoas, nas cidades e muito além em destaque no Start Eldorado. Além de digitais, leitura de íris e reconhecimento facial, a indústria já pesquisa até mesmo o uso da biometria por meio do canal auditivo - técnica pela qual é emitido um som e o eco, único para cada pessoa, é lido - além de meios de realizar a identificação até mesmo de recém-nascidos. Tudo para garantir um 'onboard' seguro dos dados e evitar fraudes. Além de um futuro sem senhas, esses sistemas garantem um melhor planejamento de políticas públicas e podem ser integrados globalmente, inclusive a bancos de dadoa do setor privado. O apresentador Daniel Gonzales recebe Adriano Finamore, Biometrics Subject Matter Expert da NEC. O Start vai ao ar na Eldorado FM 107,3 - SP todas as quartas-feiras, às 21h.
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Com a volta do presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva, à Brasília, as articulações para a montagem do futuro governo se intensificaram. E nomes importantes do próprio PT ficarão de fora da Esplanada dos Ministérios. É o caso da deputada Gleisi Hoffmann (PR), que seguirá à frente do comando nacional da sigla, além de cumprir seu mandato na Câmara. Especula-se que Aloizio Mercadante também pode ficar sem ministério.
Aliás, a escolha por nomes que podem compor as pastas não têm sido tarefa fácil para Lula. O ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, deve ser o escolhido para o Ministério da Fazenda, mesmo sem ter convencido o mercado sobre a sua capacidade para tocar a área. Outro nome que está definido é o do ex-presidente do Tribunal de Contas da União (TCU), José Múcio Monteiro, para a Defesa. O nome foi bem recebido dentro das Forças Armadas.
Enquanto isso, Lula segue em negociações intensas com o Congresso Nacional para aprovar a PEC da Transição, que prevê um “fura teto” para pagar benefícios sociais. Além disso, a equipe do novo governo trabalha em uma série de medidas para garantir um socorro financeiro para as áreas da Educação, Saúde e Segurança Pública.
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Neste episódio da série 'Cenários', Sonia Racy recebe Roberto Klabin, criador do Instituto SOS Pantanal e um dos fundadores do SOS Mata Atlântica. Ele analisa o futuro do Brasil e do mundo em relação ao meio ambiente e fala sobre as responsabilidades do novo governo Lula em relação ao assunto.
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Arthur Lira (PP-AL) ganhou um importante aliado na sua candidatura à reeleição para presidência da Câmara dos Deputados: Lula (PT) e de todos os parlamentares eleitos na coligação do presidente eleito. O anúncio foi feito nesta terça-feira (29) pelos petistas, durante o encontro da equipe de transição.
A atitude de Lula mostra uma preocupação em garantir a governabilidade para seu governo. A ideia é formar um bloco de parlamentares na Câmara suficiente para aprovar projetos e colocar apoiadores no controle das principais comissões da Casa, como a de Constituição e Justiça.
No entanto, para esse acordo se manter, o petista terá que descumprir uma de suas promessas de campanha: a de acabar com o orçamento secreto. Isso porque, Lira já deixou claro que não pretende acabar com esse instrumento, que lhe dá ainda mais poder sobre os parlamentares.
Jair Bolsonaro não gostou nada dessa aproximação e mandou suspender o pagamento das emendas do orçamento secreto. Na prática, a medida deixa o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), sem capacidade de honrar os acordos feitos para bancar sua reeleição ao comando da Casa.
Afinal, esse acordo com Lira é fundamental para que Lula garanta governabilidade para seu governo? Lira tem perfil confiável, mesmo sendo um dos herdeiros do governo Bolsonaro? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com Carlos Pereira, colunista do Estadão, professor titular da FGV EBAPE e Professor Visitante da Universidade Paris 1 Panthéon-Sorbonne.
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