O podcast do Estadão traz a colunista Carlos Andreazza em um papo reto e sem rodeios sobre os principais assuntos do momento.
Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.
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O podcast do Estadão traz a colunista Carlos Andreazza em um papo reto e sem rodeios sobre os principais assuntos do momento.
Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.
O Brasil enfrenta um apagão financeiro na área da saúde, que o próximo governo terá que enfrentar em meio a uma nova onda de contágios da covid-19. A equipe de transição identificou ainda não haver recursos reservados para despesas regulares do Ministério da Saúde no valor de 10 bilhões de reais, o que inclui compra de medicamentos.
O Programa Nacional de Imunizações também perdeu recursos, medida que o grupo de transição tenta reverter para ter condições de colocar em prática a promessa de ampliar as campanhas de vacinação em 2023. Em um relatório, o Tribunal de Contas da União (TCU) apontou para a ausência de indicadores sobre a cobertura vacinal contra a Covid-19.
No mesmo relatório, o TCU apresentou um diagnóstico sobre o SUS. Segundo o documento, o atual modelo de gestão da saúde pública no país tem "indícios de insustentabilidade".
Afinal, como lidar com um quadro de crise financeira em meio a uma pandemia? Como voltar a fortalecer o SUS? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar com a repórter especial do Estadão, Fabiana Cambricoli.
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Apresentação: Emanuel Bomfim
Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte
Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.
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O governo Jair Bolsonaro facilmente entra no rol dos mais polêmicos e turbulentos desde a redemocratização do Brasil. Antes um deputado do baixo clero, que frequentava programas de TV de cunho duvidoso, o capitão do exército ganhou notoriedade e subiu a rampa do Palácio do Planalto.
Bolsonaro deixa um Brasil mais armado, desmatado e com cortes recorde de recursos na saúde e educação. Na pandemia, perdurou o negacionismo de medidas sanitárias, o que prejudicou o controle da doença.
Foi na gestão Bolsonaro que o Ministério da Educação ficou no centro de vários escândalos, entre eles, o do ex-ministro Milton Ribeiro que afirmou em áudio que priorizava a liberação de verbas a prefeituras ligadas a dois pastores. Para se ter uma ideia, foram 5 ministros da educação em apenas 4 anos de governo.
Bolsonaro teve que se render aos encantos do Centrão para ter o mínimo de governabilidade. No Congresso Nacional, o grupo formou a base do governo, principalmente após o deputado Arthur Lira ter sido eleito presidente da Câmara. E o toma lá dá cá aconteceu em diversas formas, principalmente no chamado Orçamento Secreto, descoberto e revelado pelo Estadão.
Afinal, Como podemos classificar os 4 anos de seu governo? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com Luiz Bueno, Professor de Filosofia da FAAP, Coordenador do Núcleo de Filosofia Política do Laboratório de Política, Comportamento e Mídia da PUC-SP.
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Alguns dos principais temas da transformação digital da sociedade e dos negócios, com destaque para o #5G, levados ao ar no Start Eldorado, na primeira parte da retrospectiva 2022. O Start vai ao ar todas as quartas-feiras, às 21h, na Eldorado FM 107,3 - SP, com apresentação de Daniel Gonzales.
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Se tem uma área em que Lula (PT) não pode errar é a economia. Sempre com o olhar desconfiado do mercado, o petista não tem tido vida fácil nos seus anúncios para a área. O nome de Fernando Haddad (PT-SP) para assumir a pasta não agradou num primeiro momento.
Além disso, a quebra do teto de gastos, garantido pela PEC da Transição, aprovada pelo Congresso Nacional, também foi mal recebida por agentes econômicos A liberação de R$145 bilhões fora do freio fiscal foi vista como uma forma de desequilibrar as contas públicas.
Fato é que Lula tem o desafio de equalizar a responsabilidade fiscal com a responsabilidade social. Em 2021, faltou dinheiro para comprar alimento, em algum momento do ano, para 36% dos brasileiros, o maior patamar da série histórica.
Tudo isso diante de um cenário de recessão econômica mundial. Os EUA sofrerão com a alta de juros, a Europa com a falta de gás e a China com sua desaceleração estrutural. O Fundo Monetário Internacional (FMI) projeta que o PIB mundial em 2,7%, mas alerta que “mais de um terço da economia global vai se contrair em 2023”.
Diante deste cenário, como equilibrar finanças com as questões sociais? Qual deve ser o caminho econômico traçado por Lula no próximo ano? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos analisar este cenário com o economista da Tendências Consultoria, Silvio Campos Neto.
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Neste episódio da série 'Cenários', Sonia Racy recebe o médico Claudio Lotemberg, presidente do Conselho Deliberativo da Sociedade Beneficente Albert Einstein. Ele analisa os desafios que o novo governo Lula terá na área da saúde a partir de 2023, fala sobre o futuro do SUS e destaca a importância da telemedicina na atualidade.
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Rosângela da Silva, mais conhecida como Janja, assume o papel de primeira-dama do Brasil, a partir de 1º de janeiro de 2023. A socióloga foi fundamental na campanha de Lula (PT), quando promoveu eventos e reuniões para fortalecer a candidatura do petista.
Janja disse que quer ressignificar o papel de primeira-dama no próximo governo. A socióloga já disse que pretende reafirmar sua luta contra a insegurança alimentar e a violência doméstica contra a mulher. Como exemplo, há a atuação de mulheres que foram importantes para o social do País.
Um caso recente foi o de Ruth Cardoso, falecida esposa de Fernando Henrique Cardoso. Pesquisadora reconhecida no mundo acadêmico, a antropóloga trabalhou e dialogou com empresários, ativistas, políticos, artistas, jovens, homens e mulheres, e teve um papel social fundamental nos 8 anos de governo do seu marido.
No entanto, a intenção de Janja em ter um papel ativo no governo vem incomodando aliados e membros do PT.
Afinal, por que a atuação política de Janja desperta tanto incômodo? Seria um traço evidente do machismo na política brasileira? Que tipo de papel ela pode ter no governo Lula? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com Hannah Maruci, cientista política e Diretora d'A Tenda das Candidatas, organização social que capacita mulheres líderes para o jogo eleitoral
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Camilo Santana (PT), ex-governador do Ceará e senador eleito pelo Estado, deve assumir uma das pastas que mais sofreram no governo de Jair Bolsonaro (PL): a Educação. O petista é reconhecido, junto com a atual governadora, Izolda Cela, como os grandes responsáveis pelo sucesso no ensino público do Ceará.
Mas os desafios são enormes no Ministério da Educação (MEC). A equipe de transição apontou que falta dinheiro para o orçamento da pasta, a partir de 2023, e que mudanças profundas precisam ser feitas na estrutura do MEC.
A educação básica (0 a 17 anos) deve ser a área mais importante no novo governo, após déficit de aprendizagem das crianças durante a pandemia e paralisação de programas pelo governo de Jair Bolsonaro.
As universidades e institutos federais também vêm sofrendo com constantes cortes e bloqueios nos seus orçamentos. Agora no final de novembro, a União bloqueou cerca de R$ 466 milhões dessas instituições, inclusive de bolsas de pesquisas.
Afinal, Lula conseguirá reestruturar a educação em um governo que já começa com o orçamento totalmente comprometido? É possível recuperar a educação em apenas 4 anos? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com a repórter especial do Estadão, Renata Cafardo.
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O Estadão Blue Studio e o Grupo Ambipar realizaram um bate papo para falar sobre as reais consequências da COP-27, que aconteceu esse ano, no Egito.Na conversa, foi debatido o protagonismo brasileiro em sustentabilidade, como os projetos de descarbonização podem impulsionar a economia do país e qual a contribuição das empresas nesse desafio.
A conversa foi mediada pela jornalista Michelle Trombelli, e contou com o diretor de sustentabilidade do Grupo Ambipar, Rafael Tello, e a líder de relações institucionais da Biofílica Ambipar Environment, Annie Groth.
Ouça agora!
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Simone Tebet (MDB-MS) pode acabar ficando sem nenhum ministério do futuro governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Os petistas têm rejeitado o nome da senadora para assumir pastas ligadas a área social, que é um desejo da congressista para se fortalecer para as próximas eleições.
A ideia de Lula e do PT era que Tebet aceitasse a pasta da Agricultura, pela sua ligação com o agronegócio, principalmente, do Centro-Oeste do País. No entanto, a senadora, que tem apoio do seu partido MDB, gostaria de um ministério com importância e força popular.
Essa disputa interna tem desgastado a relação dos petistas com Simone Tebet. O MDB já reclamou para o vice-presidente eleito, Geraldo Alckmin (PSB), sobre a sede do PT por ministérios, que está inviabilizando uma frente ampla dentro do novo governo. Alckmin garantiu que a senadora será ministra, só não cravou em que pasta.
Afinal, qual será o futuro de Simone Tebet no novo governo? Quem perde mais caso se confirme sua ausência na Esplanada dos Ministérios? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com a cientista política, e professora de pós- graduação da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo e pesquisadora da PUC-SP, Tathiana Chicarino.
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Apresentação: Emanuel Bomfim
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Depois de uma dose de otimismo, a PEC da Transição pode estar com seus dias contados. Nesta terça-feira (20), o texto, que foi aprovado pelo Senado, será votado na Câmara dos Deputados. O presidente da Casa, Arthur Lira (PP-AL), está pessimista sobre atingir a quantidade de votos necessários para essa aprovação.
Em paralelo, existe uma negociação política em relação ao apoio à PEC e a distribuição de cargos no primeiro escalão do novo governo. Apurações dão conta que o Centrão quer pastas importantes, como Saúde e Minas e Energia. Em sessão da Câmara, Lira negou que esteja fazendo “barganha” por votos.
O relator-geral do Orçamento de 2023, senador Marcelo Castro (MDB-PI), disse que, se a Câmara não aprovar a PEC, o País vai “parar” já no 1º mês de governo do presidente eleito, Lula. O PT tem um plano B para, pelo menos, garantir o pagamento do Bolsa-Família de 600 reais no ano que vem: editar uma Medida Provisória (MP).
Afinal, Lula vai conseguir aprovar a PEC? O que acontece se o texto não avançar na Câmara dos Deputados? No “Estadão Notícias” de hoje, vamos conversar sobre os bastidores dessa negociação com a colunista do Estadão, em Brasília, Vera Rosa.
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