O podcast do Estadão traz a colunista Carlos Andreazza em um papo reto e sem rodeios sobre os principais assuntos do momento.
Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.
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O podcast do Estadão traz a colunista Carlos Andreazza em um papo reto e sem rodeios sobre os principais assuntos do momento.
Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.
O Brasil reabriu a embaixada da Venezuela como forma de se reaproximar do vizinho sul-americano, após o governo de Jair Bolsonaro não reconhecer Nicolás Maduro como líder do país, e sim, o autoproclamado presidente, Juan Guaidó. Inclusive, em Brasília, havia uma representante da oposição como representante diplomático do país.
Desde que venceu as eleições, Lula já havia dito que retornaria esses laços entre as duas nações. A medida já tinha sido anunciada também pelo novo ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira. O governo Maduro apresentou o ex-cônsul-geral venezuelano em São Paulo Manuel Vicente Vadell como futuro embaixador no País.
Nos últimos vinte anos, as relações econômicas entre Brasil e Venezuela foram estruturadas em torno do comércio bilateral, do financiamento à exportação de bens e serviços de engenharia, dos investimentos em infraestrutura e da parceria energética entre os dois países.
Afinal, o que o Brasil ganha ao se aliar novamente ao governo ditatorial de Nicolás Maduro? O que esse relacionamento pode trazer de benefícios aos países? No Estadão Notícias de hoje, vamos conversar sobre o assunto com o coordenador do DSI - Grupo de Análise de Estratégia Internacional (USP), Alberto Pfeifer.
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Apresentação: Gustavo Lopes.
Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte.
Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.
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O ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, assumiu um papel de defensor da democracia. Mas é claro, que nem todos aceitam essa denominação. Aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) dizem que o magistrado age como um censor desta ala ideológica.
Ao longo dos últimos anos, o ministro do STF mandou prender, acionou a Polícia Federal (PF) para fazer buscas e apreensões na casa de políticos e civis, derrubou perfis em redes sociais, e enquadrou diversos deles nos inquéritos dos atos antidemocráticos e das fake news.
Após os ataques à praça dos Três Poderes, em Brasília, as decisões monocráticas do magistrado ficaram mais evidentes. Em um de seus discursos depois do ocorrido, Alexandre de Moraes prometeu o rigor da lei contra os golpistas que atentaram contra o estado democrático de direito.
Afinal, as decisões do magistrado são necessárias para proteger a democracia ou são exageradas e criam precedentes perigosos para situações futuras? No Estadão Notícias de hoje, vamos conversar com Rubens Glezer, professor de Direito Constitucional da Fundação Getúlio Vargas (FGV).
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Apresentação: Gustavo Lopes.
Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte.
Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.
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O Grupo Prerrogativas vai montar uma ofensiva para levar o ex-presidente Jair Bolsonaro a responder por ações de seu governo na Justiça. A estratégia do grupo, que reúne advogados e juristas ligados ao PT, será traçada com o objetivo de tornar Bolsonaro inelegível.
Entre as acusações que pairam sobre Jair Bolsonaro estão: a condução na pandemia da Covid-19; a interferência na Polícia Federal ao trocar a chefia da instituição para proteger os filhos; O vazamento de uma investigação sigilosa da PF sobre um suposto ataque hacker ao TSE e por divulgar notícias falsas sobre o processo eleitoral.
O movimento “Sem Anistia” já começa a ganhar corpo entre políticos de esquerda e nas redes sociais. Mas, alas moderadas da coalizão formada em torno de Lula temem transmitir uma ideia de revanchismo ou de "caça às bruxas" com o apoio formal às investigações e a adesão ao movimento.
Afinal, o cerco sobre Bolsonaro pode acirrar a polarização no País? Qual seria o futuro do bolsonarismo com Bolsonaro inelegível? No Estadão Notícias de hoje, vamos conversar sobre o assunto com o cientista político e professor da Fundação Getúlio Vargas, Eduardo Grin.
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Apresentação: Gustavo Lopes.
Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Gabriela Forte e Aline Fernandes.
Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.
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Transformação digital nas cadeias produtivas, desde a fábrica até a distribuição dos produtos, com análise de dados para otimização das linhas e conexão aos pontos de venda - sem se esquecer da integração dos consumidores ao ecossistema do negócio, que se vale também de inovações trazidas pelas startups. A nova era da indústria é a 4.0, e você vai ouvir os cases de uma das maiores fabricantes de bebidas do mundo, a brasileira Ambev. O apresentador Daniel Gonzales recebe Eduardo Horai, CTO e VP de Tecnologia da empresa. O Start vai ao ar às 21h todas as quartas-feiras na Eldorado FM 107,3 - SP, aplicativo, site e canais digitais.
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O governador de São Paulo, Tarcisio de Freitas (Republicanos), se encontrou com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para tentar convencê-lo da importância de privatizar o maior porto da América Latina: o Porto de Santos, no litoral paulista. O ministro de Portos e Aeroportos, Márcio França, afirmou que está aberto ao diálogo, porém, voltou a descartar a privatização da autoridade portuária em Santos.
Após vencer as eleições, o presidente Lula disse que as privatizações iam acabar no Brasil durante seu governo. Logo no segundo dia de mandato, o novo chefe do executivo revogou atos que davam andamento à privatização de sete empresas públicas, entre elas a Petrobras.
Diante das reações negativas, coube ao ministro da Fazenda, Fernando Haddad, colocar panos quentes na situação. O novo chefe da economia defendeu fortemente as parcerias público privadas no lugar das privatizações. Em uma PPP, a empresa normalmente fica responsável pelo projeto, assim como seu financiamento, execução e operação.
Afinal, Lula erra ao demonizar as privatizações? As parcerias Público-Privadas seriam uma alternativa? No Estadão Notícias de hoje, vamos conversar sobre o assunto com a economista e advogada, Elena Landau.
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Apresentação: Gustavo Lopes.
Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte.
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Nos atos golpistas praticados em Brasília, o que se viu foi a presença de inúmeros parlamentares. Deputados federais, estaduais e vereadores foram identificados em vídeos publicados nas redes sociais, durante a invasão de prédios públicos.
Não apenas isso, diversos parlamentares também fizeram postagens de apoio ao ato, e alguns incitaram a população à barbárie na capital federal. Nas imagens é possível ver um grande número de políticos do Partido Liberal, sigla do ex-presidente Jair Bolsonaro.
Nesta terça-feira, o líder do PT na Câmara dos Deputados, Reginaldo Lopes, e o líder eleito para a próxima legislatura, Zeca Dirceu, entraram com uma ação no Supremo Tribunal Federal pedindo a responsabilização criminal de 3 parlamentares e uma suplente de deputado federal que endossaram o golpismo na capital federal.
O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), decidiu discutir mais para frente outras ações, como tornar inelegíveis aqueles que participarem de atos golpistas, em Brasília.
Afinal, o que pode, de fato, acontecer a esses parlamentares? Eles poderão ser detidos após as investigações? No Estadão Notícias de hoje, vamos conversar sobre o assunto com o advogado especialista em direito eleitoral, Alberto Rollo.
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Os ataques terroristas no domingo (08) tinham a intenção de depor o governo eleito e implantar uma ditadura militar. A questão é que o tiro saiu pela culatra, e o que vemos agora é uma espécie de fortalecimento do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Essa força foi demonstrada na última segunda-feira (09), quando os governadores de todos os estados, inclusive os que apoiaram Jair Bolsonaro (PL), se reuniram com o chefe do executivo em uma reunião de solidariedade ao que aconteceu na Praça dos Três Poderes.
Um levantamento feito pelo Instituto Quaest, mostra que a população também condenou os ataques. 90% dos internautas reprovaram os atos terroristas que tiveram como alvo as sedes do executivo, legislativo e judiciário.
O apoio veio ainda de deputados e senadores, que aprovaram em tempo recorde, a manutenção da intervenção federal na segurança pública do Distrito Federal. O aceno veio também das Forças Armadas, que condenaram os atos e defenderam a manutenção da democracia.
Afinal, Lula sai maior desse episódio? A oposição ficará acanhada após os ataques em Brasília? No Estadão Notícias de hoje, vamos conversar sobre o assunto com Glauco Peres, professor associado de Ciência Política da Universidade de São Paulo.
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Após um dia de terror em Brasília com a invasão dos prédios dos três poderes por bolsonaristas radicais, a meta do governo federal e das forças de segurança é identificar e deter aqueles que participaram do ato terrorista no coração do País. Após uma reunião entre os chefes dos Três Poderes, foi divulgada uma nota em que dizem “rejeitar” os “atos de terrorismo, vandalismo, criminosos e golpistas” e pedem à população a “defesa da paz e da democracia”.
O Ministério da Justiça, a Procuradoria-Geral da República e o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios criaram canais para receber denúncias e informações sobre os invasores e depredadores dos prédios públicos. As instituições pedem que sejam encaminhados vídeos, fotos ou prints de redes sociais que possam ajudar a identificar os responsáveis pelos atos golpistas e de depredação no denuncia@mj.gov.br.
No final da noite, o presidente Lula fez uma reunião com todos os governadores de estado, ministros e representantes do judiciário para discutir ações que impeçam que atos como o de domingo se repitam.
Afinal, esse ataque aos Três Poderes pode ser um divisor de águas em como a sociedade, e até os políticos passarão a enxergar a extrema-direita? De que forma o governo federal, junto com o legislativo e o judiciário, deve agir para desarticular esses movimentos radicais? No Estadão Notícias de hoje, vamos conversar com a cientista política e doutora em ciência política pela USP, Camila Rocha.
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A democracia brasileira viveu um dos seus piores ataques desde a redemocratização do País. Bolsonaristas radicais invadiram a Praça dos Três Poderes, e depredaram o Congresso Nacional, o Palácio do Planalto e o Supremo Tribunal Federal (STF).
A Polícia Militar do Distrito Federal não só fez vista grossa como facilitou o acesso à maioria dos acessos vicinais livres, o que permitiu a chegada dos extremistas sem dificuldade até o gramado da Esplanada. Com isso, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva decretou uma intervenção federal na segurança pública em Brasília até o dia 31 de janeiro.
Segundo o governador do DF, Ibaneis Rocha, mais de 400 pessoas já foram presas pelos atos terroristas em Brasília. Esses extremistas apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro podem responder por diversos crimes, incluindo dano qualificado, atentado contra o estado democrático de direito e terrorismo.
Os atos terroristas foram condenados também pelo presidente do Congresso Nacional, senador Rodrigo Pacheco e pela presidente do STF, ministra Rosa Weber. Mais de seis horas após o início dos ataques terroristas às sedes dos Três Poderes em Brasília, o ex-presidente Jair Bolsonaro publicou, em Orlando, nos Estados Unidos, três tuítes em que afirma que depredações e invasões “fogem à regra”.
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Apresentação: Gustavo Lopes.
Produção/Edição: Gustavo Lopes, Gabriela Forte e Laís Gottardo.
Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.
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No primeiro #Start Eldorado de 2023, falamos de um assunto que vem ganhando enorme relevância nos negócios, na temática ESG e na sociedade: desenvolvimento e inovação aliados à redução nas emissões de carbono. Os impactos da indústria no meio ambiente, a importância de adequar linhas de produção e produtos à pegada “Zero Carbon”, as iniciativas e as tecnologias associadas foram temas do painel “A indústria a caminho de um futuro sem emissões”, que reuniu Roberto Braun, diretor de assuntos governamentais e regulamentação da Toyota; Sergei Epof, vice-presidente de Aplliance da Panasonic; Anicia Pio, gerente do Departamento de Desenvolvimento Sustentável da Fiesp; e Alex Borges, sócio-líder de risco estratégico e regulatório e porta-voz de ESG da Deloitte. O Start Eldorado vai ao ar às 21h na Eldorado FM 107,3 - SP, com a apresentação de Daniel Gonzales, todas aas quartas-feiras.
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