O podcast do Estadão traz a colunista Carlos Andreazza em um papo reto e sem rodeios sobre os principais assuntos do momento.
Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.
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O podcast do Estadão traz a colunista Carlos Andreazza em um papo reto e sem rodeios sobre os principais assuntos do momento.
Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.
Neste episódio da série 'Cenários', Sonia Racy recebe José Alexandre Scheinkman, professor de Economia das Universidades de Columbia e Princeton e conselheiro da Cosan. Ele analisa o panorama político e econômico no pós-pandemia e fala sobre os desafios do Brasil para os próximos quatro anos.
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Doze Estados brasileiros devem, além de escolher o candidato a presidente, optar por uma das opções para governador. Algumas dessas disputas refletem a polarização entre Lula e Bolsonaro, e prometem deixar o pleito do próximo dia 30 de outubro mais emocionante.
Pesquisas do segundo turno mostram um quadro de indefinição em pelo menos 9 unidades da federação, algumas com reviravoltas em relação ao resultado das urnas no primeiro turno, como é o caso de Pernambuco e Rio Grande do Sul. Em Mato Grosso do Sul e Rondônia, os candidatos estão rigorosamente empatados com 50%, cada.
Desde que as eleições passaram a ter segundo turno, cerca de 72% dos pleitos tiveram como vencedor o mesmo candidato que ganhou no primeiro turno. O número de viradas é menor, 28%. Isso quer dizer que das 107 vezes que a eleição de governador foi decidida no segundo turno, em 30 houve virada.
Afinal, o que podemos esperar dessas disputas de segundo turno nos estados? Como elas influenciam nas eleições presidenciais? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre esses assuntos com o cientista político, coordenador do blog e podcast Legis-Ativo, Humberto Dantas.
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Apresentação: Emanuel Bomfim
Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Gabriela Forte e Alex Braga
Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.
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O Reino Unido anunciou seu terceiro primeiro-ministro, neste ano. Trata-se de Rishi Sunak, que substitui a também conservadora Liz Truss, que perdeu apoio no parlamento após propor medidas, como o corte de impostos, para solucionar o problema econômico do país.
Sunak terá pela frente um cenário de muita preocupação por parte dos ingleses, que atravessam um período de baixo crescimento, e inflação acima dos 10%. Ao contrário da sua antecessora, o novo primeiro-ministro diz que não vai cortar impostos e que pretende tomar medidas para reduzir o buraco orçamentário do país.
Além da questão econômica, cabe a Sunak acalmar os ruídos políticos dentro do Partido Conservador. Apesar de estar relacionado à ala mais à direita, o primeiro-ministro não se encaixa totalmente em nenhuma das facções sectárias. Por isso, já disse que vai abrir diálogo e conquistar apoios em setores de centro e mais liberais do partido.
Afinal, o que se pode esperar do governo de Sunak no Reino Unido? Qual deve ser a relação com o novo governo brasileiro? No Estadão Notícias de hoje, vamos conversar sobre o assunto com Carolina Pavese, professora de Relações Internacionais da ESPM.
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Apresentação: Gustavo Lopes
Produção/Edição: Jefferson Perleberg, Gabriela Forte e Alex Braga
Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.
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A forma com que o brasileiro tem se alimentado vem mudando constantemente. Entre as opções saudáveis estão os orgânicos, por exemplo. E para a produção dos produtos orgânicos existe uma lista de exigências que faz com que a qualidade seja garantida. Foi com essa qualidade, somada à credibilidade, que a Native, empresa referência em orgânicos, conquistou a certificação internacional Regenerative Organic Certified, conhecida pela sigla ROC, em Agricultura Orgânica Regenerativa. Para falar mais sobre o assunto, a jornalista Bárbara Guerra conversou com Leontino Balbo Jr., diretor agrícola e vice-presidente executivo da Native.
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A campanha de Jair Bolsonaro (PL) tem uma bomba para tentar desarmar a menos de uma semana das eleições do segundo turno. Roberto Jefferson, apoiador do presidente, atirou contra policiais federais, que foram até a sua residência para cumprir um mandado de prisão, expedido pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), por ter descumprido as regras da prisão domiciliar.
O primeiro passo foi gravar um vídeo em que o presidente diz que não tem amizade com o ex-deputado, e se referiu ao aliado como “bandido”. Além disso, a equipe do candidato do PL tenta associar Roberto Jefferson ao ex-presidente Lula (PT). Os dois foram aliados durante o governo do PT, até que o ex-deputado denunciou o esquema do Mensalão, do qual fazia parte.
Bolsonaro foi criticado ainda por mandar o ministro da Justiça, Alexandre Torres, ao Rio de Janeiro para acompanhar de perto a rendição de Roberto Jefferson. A atitude foi mal vista entre os agentes de segurança e o meio político. Por ter atirado em agentes da Polícia Federal (PF), o ex-deputado foi indiciado por 4 tentativas de homicídio.
Afinal, qual o impacto que esse fato terá na última semana de campanha antes das eleições do segundo turno? O caso pode inviabilizar a já difícil reeleição de Bolsonaro? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com o cientista político e professor da FGV, Fernando Abrucio.
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Apresentação: Emanuel Bomfim
Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Gabriela Forte e Alex Braga
Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.
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Chegamos a última semana de campanha antes do segundo turno das eleições, que acontece no dia 30 de outubro. Os candidatos têm apenas alguns dias para tentar convencer os indecisos, ou aqueles que vão votar branco e nulo, a mudar de ideia. Segundo as pesquisas eleitorais, de 6% a 7% dos entrevistados ainda se encaixam nesse grupo.
Para isso, as campanhas prometem ir com tudo nas críticas a seus adversários. A equipe de Lula (PT) vai levar ao ar peças publicitárias ligando Jair Bolsonaro (PL) à pedofilia. Para isso, vão relembrar um episódio em que o presidente homenageou o ex-ditador paraguaio Alfredo Stroessner, acusado de ser pedófilo.
Já o candidato do PL vai apostar em aumentar a rejeição do seu adversário através do antipetismo, relembrando as corrupções em governos petistas. Além disso, a campanha vai trabalhar para dar a entender que o presidente e seus apoiadores são vítimas de censura, após decisões recentes do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) terem removido conteúdos de Bolsonaro.
Afinal, intensificar o ataque ao adversário pode conquistar votos dos indecisos? O que podemos esperar dessa última semana de campanha? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com Vitor Oliveira, cientista político da consultoria Pulso Público. Conversamos também com a repórter Renata Cafardo sobre as estratégias que as candidaturas vão utilizar nas redes sociais nesta reta final de campanha.
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Apresentação: Emanuel Bomfim
Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Gabriela Forte e Jennifer Neves
Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.
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Inteligencia computacional nas indústrias de base, com aplicações de internet das coisas, automação e análise de dados, enlaçadas por redes de alta velocidade. Na indústria 4.0, essas transformações ganham força em áreas como siderurgia, mineração e logística, no gerenciamento inteligente de frotas e máquinas pesadas, permitindo melhorar a sua operação e, consequentemente, o fluxo da produção, com grande economia e melhor aproveitamento dos equipamentos, que valem milhões de reais. Vamos detalhar como funcionam essas aplicações na conversa com Vinícius Callegari, co-fundador e diretor da GaussFleet, empresa que tem entre seus clientes pesos-pesados como CSN, Vale, ArcelorMittal e Usiminas. O Start Eldorado vai ao ar toda quarta-feira, às 21h, na Eldorado FM 107,3 - SP, e canais digitais, com a apresentação de Daniel Gonzales.
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Após a polêmica envolvendo o episódio do “pintou um clima” com meninas venezuelanas, a campanha de Jair Bolsonaro (PL) teve uma boa notícia na reta final do segundo turno. As últimas pesquisas mostram uma queda na diferença entre o presidente e o candidato do PT, Lula. No Datafolha, a distância é de 4 pontos, na Quaest é de 6%.
Em alguns Estados, principalmente no Nordeste, a disputa deve ser acirrada também. Na Bahia, Jerônimo (PT) ultrapassou ACM Neto (União Brasil) nos levantamentos do segundo turno. Em Pernambuco, a candidata do PSDB, Raquel Lyra também está à frente de Marília Arraes (Solidariedade)
Com receio de um aumento exponencial de fake news, na última semana de campanha, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou uma resolução que amplia os poderes do colegiado para determinar a remoção de notícias falsas e acelera o prazo para que a ordem seja cumprida.
Estes são alguns dos temas presentes nessa edição do Poder em Pauta, nossa conversa semanal com os repórteres que cobrem a política e as eleições dentro do podcast ‘Estadão Notícias’. Participam desta edição Felipe Frazão, de Brasília, e Pedro Venceslau, de São Paulo.
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Apresentação: Emanuel Bomfim
Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte.
Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.
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A desigualdade social no Brasil vem crescendo a passos largos. Enquanto os 10% mais ricos possuem 80% das riquezas privadas do País (investimentos e imóveis, por exemplo), 33 milhões de pessoas vivem com insegurança alimentar, quando não conseguem realizar todas as refeições do dia.
Essa desigualdade vem desde que o Brasil foi descoberto. Com a chegada dos portugueses, aqueles que eram ligados a monarquia tinham educação, saúde e riquezas, enquanto a maioria da população nativa vivia em condições análogas à escravidão.
Os presidenciáveis prometem reduzir essa desigualdade, seja pelo pagamento de benefícios ou pela geração de empregos. Lula (PT) promete taxar grandes fortunas e reverter os valores para programas sociais. Jair Bolsonaro (PL) aposta no Auxílio-Brasil de 600 reais para reduzir a desigualdade.
Afinal, quais são os principais desafios para diminuir a desigualdade social? O que deve estar na pauta do próximo presidente? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre esse assunto com Carla Beni, economista e professora do MBA da FGV.
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Apresentação: Emanuel Bomfim
Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Gabriela Forte e Jennifer Neves
Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.
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O fator econômico era apontado como o principal tema de debate nas eleições presidenciais deste ano. Mas, o que tem tomado a frente dos embates entre os candidatos são os assuntos ligados à uma agenda religiosa, como o aborto. Lula (PT) já foi acusado de querer fechar igrejas. Jair Bolsonaro (PL) foi acusado de satanismo por causa de um encontro com maçons.
No centro disso tudo está a tentativa de conquistar os votos daqueles que têm alguma crença. Pesquisa DataFolha mostra que para 60% dos eleitores a religião importa na hora do voto. Por isso, as campanhas estão investindo cada vez mais neste segmento. Enquanto Bolsonaro é preferido entre os evangélicos, Lula tem a maioria dos católicos.
Mas, algumas entidades religiosas têm se posicionado contra o uso político da religião. A Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) afirmou, em nota, que a união da fé com política “desvirtua valores do Evangelho e tira o foco dos reais problemas que precisam ser debatidos e enfrentados no País”.
Afinal, arrastar o debate religioso para as eleições têm um efeito prático? Qual o perigo da radicalização religiosa no embate político? No Estadão Notícias de hoje, vamos conversar sobre o assunto com a repórter de ‘Política’ do Estadão, Beatriz Bulla, e com a historiadora Tayná Louise de Maria, do Programa de Pós-Graduação em História Comparada da UFRJ.
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Apresentação: Emanuel Bomfim
Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Gabriela Forte e Jennifer Neves
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