O podcast do Estadão traz a colunista Carlos Andreazza em um papo reto e sem rodeios sobre os principais assuntos do momento.
Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.
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O podcast do Estadão traz a colunista Carlos Andreazza em um papo reto e sem rodeios sobre os principais assuntos do momento.
Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.
A preocupação do eleitor brasileiro em escolher o próximo presidente da República fez com que as escolhas para outros cargos, neste pleito, fossem deixadas para última hora. As pesquisas mostram um grande contingente de indecisos nos votos para governadores, senadores, e deputados estadual, federal e distrital.
Mas esse não é um efeito provocado somente pela polarização dos últimos anos entre lulistas e bolsonaristas. Em linhas gerais, o brasileiro sempre deu mais atenção à disputa pelo Executivo federal do que aos outros players da nossa democracia.
A reta final de campanha já apresenta importantes variações nas intenções de voto nas eleições estaduais, o que vem sendo captado pelas pesquisas. Ainda assim, muitas das disputas podem ir com cenário totalmente imprevisível até domingo.
Tão importante quanto o voto para presidente, a escolha para os cargos de governador, senador e deputados é de extrema relevância para o funcionamento das instituições democráticas e para a definição e execução de políticas públicas nas mais diversas áreas.
Mas, se esses cargos são tão importantes, por que o eleitor deixa para escolher de última hora? O que será decisivo na definição do voto em âmbito estadual? Por que a escolha para o Legislativo é tão negligenciada? No Estadão Notícias de hoje, vamos debater esses assuntos com o cientista político da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Carlos Pereira.
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Apresentação: Emanuel Bomfim
Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Gabriela Forte e Guilherme Santiago.
Sonorização/Montagem: Moacir Biasi
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Após 100 anos, a extrema-direita alcança o poder, novamente, na Itália. O partido Irmãos da Itália, junto com as legendas de direita Liga e Forza Itália, conquistou o maior número de votos nas eleições nacionais do país e, com isso, vai indicar o novo primeiro-ministro da nação europeia.
Quem deverá ser conduzida ao cargo é a deputada Giorgia Meloni, figura controversa que se define como conservadora e contra os direitos da comunidade LGBTQIA+. Admiradora do líder fascista Benito Mussolini, a parlamentar, assim como o presidente brasileiro, Jair Bolsonaro (PL), sempre usa o lema: “Deus, Pátria e Família”.
O resultado da eleição italiana preocupa a União Europeia, não apenas pela ascensão da extrema-direita no bloco, mas também pelos acordos que o país mantém com o bloco. Inclusive, há dúvidas se as dívidas financeiras serão honradas. A guerra da Ucrânia, e a relação desse novo governo com o mundo também são uma incógnita.
Afinal, estamos presenciando a volta do fascismo na Itália após 100 anos? Qual será o papel do país, agora, dentro da União Europeia? E como fica a relação com outros países fora do bloco? No Estadão Notícias, hoje, falamos sobre esse assunto com o professor de Relações Internacionais, Manuel Furriela.
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Apresentação: Emanuel Bomfim
Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Gabriela Forte e Ana Luiza Antunes.
Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.
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De 2020 para 2021, o saldo social do País fechou com mais de 20 milhões de brasileiros na pobreza. Segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas), famílias viram o seu rendimento mensal, por pessoa, despencar de R$59 para R$39. A queda é reflexo dos efeitos da pandemia, desemprego e do aumento exponencial da inflação, que afetou o custo de vida da população mais vulnerável
As estratégias feitas pelo governo Bolsonaro para reverter a situação causaram desconforto e desconfiança no ambiente político e financeiro. A criação do auxílio emergencial, encerrado em 2021, gerou um gasto bilionário aos cofres públicos e, ao contrário do que se propunha no início do governo, Paulo Guedes rompeu com o chamado teto de gastos para conseguir colocar em prática a medida.
Diante deste cenário, a projeção para a melhoria da economia no ano que vem ainda é incerta. O próximo governo terá que encarar um Brasil estagnado, com um orçamento comprometido, déficit público nas alturas e um cenário externo de provável recessão.
Mas o que esperar do próximo governo para a economia? As propostas dos presidenciáveis estão bem consolidadas e podem fazer o Brasil voltar a crescer? Quais os riscos e desafios para o próximo ano? Para explicar este cenário, o episódio desta segunda-feira (26), recebe a Editora Executiva do Broadcast e comentarista de Economia na Rádio Eldorado, Silvia Araújo.
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Apresentação: Emanuel Bomfim
Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Gabriela Forte e Ana Luiza Antunes.
Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.
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Governo Digital, o futuro dos pagamentos, redes 5G em padrão de arquitetura aberta, biometria e segurança online, confiança na inovação aberta em vários campos de negócio. Futuro, cenários e tendências ao redor do mundo que influenciam a vida em sociedade nos mais diferentes contextos são os destaques do Start Eldorado, que relembra o NEC Visionary Week 2022. A apresentação é de Daniel Gonzales.
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Jair Bolsonaro (PL) aproveitou os holofotes que teria em dois importantes eventos internacionais para fazer campanha. No velório da Rainha Elizabeth II, na Inglaterra, o presidente subiu na sacada da embaixada brasileira e discursou para apoiadores, onde criticou a esquerda e disse que vencerá a eleição no primeiro turno.
O mesmo se repetiu na Assembléia-Geral da ONU, em Nova York, nos Estados Unidos. Enquanto o mundo usou o espaço para mostrar preocupação em relação à guerra na Ucrânia, Bolsonaro resolveu criticar seus adversários e promover seu governo.
Já no Brasil, o presidente confirmou sua participação no debate do Estadão/Rádio Eldorado, em parceria com SBT, CNN, Terra, Nova Brasil e Veja, no sábado (24). Enquanto isso, o líder das pesquisas, Lula (PT), ainda não disse se comparecerá ao embate. A possível recusa do petista virou alvo de ataques de seus adversários.
Por outro lado, a campanha de Lula voltou suas forças à tentativa de convencer o eleitor de Ciro Gomes (PDT) e Simone Tebet (MDB) a mudar o seu voto em favor do petista, visando uma vitória em primeiro turno.
Um evento com a presença de Caetano Veloso, Chico Buarque e Anitta, está sendo preparado para convencer esse eleitor. O grupo ganhou o reforço do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, que divulgou uma nota defendendo o voto “pró-democracia”.
Esses são os assuntos que guiam nossa conversa do “Poder em Pauta” com os jornalistas que acompanham o dia a dia da política. Participam no episódio de hoje do Estadão Notícias, Pedro Venceslau, de São Paulo, e Felipe Frazão, diretamente da capital federal.
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Apresentação: Emanuel Bomfim
Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte.
Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.
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O mundo está em pânico com a mais nova ameaça de utilização de armas nucleares por parte de uma das nações mais importantes do planeta. O presidente russo, Vladimir Putin, disse que usará seus artefatos, caso os EUA, e os aliados da Ucrânia, interfiram na sua investida para anexar territórios ucranianos à Rússia.
Além disso, Putin ordenou a convocação de 300 mil reservistas para defender esses territórios, e evitar que os ucranianos continuem a avançar sobre tropas russas. A Ucrânia já afirmou que não vai reconhecer qualquer referendo de anexação de territórios ucranianos por parte dos russos.
Após as declarações sobre uso de armas nucleares, a reação das principais autoridades do mundo foi imediata. Na ONU, o presidente americano, Joe Biden, disse que Moscou estava fazendo ameaças "irresponsáveis" de uso de armas nucleares. Já Emmanuel Macron, presidente da França, afirmou que aqueles que estão em silêncio diante da situação, são cúmplices de Putin.
Afinal, quais os riscos de uma guerra nuclear após as ameaças de Putin? Podemos entrar definitivamente em uma terceira guerra mundial? No episódio desta quinta-feira, 22, vamos conversar com o professor de Relações Internacionais da Sociologia e Política- Escola de Humanidades (FESPSP) e do Centro Universitário das Faculdades Metropolitanas Unidas (FMU-SP), Bernardo Wahl.
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Apresentação: Emanuel Bomfim
Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Gabriela Forte e Ana Luiza Antunes.
Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.
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Quando, em 2015, no auge da Operação Lava Jato, foi decretado o fim do financiamento empresarial de campanha, havia um sentimento de correção sobre a configuração da relação entre o público e o privado no processo eleitoral. O Brasil migrou, em 2017, para o fundo eleitoral bancado por recursos públicos, sob a argumentação de que haveria mais transparência e responsabilidade. Passados todos esses anos, e dois ciclos eleitorais (2018 e 2020), o diagnóstico é positivo?
A proibição da doação de pessoas jurídicas para campanhas estancou um dos graves problemas do funcionamento do sistema político brasileiro, mas não significou, necessariamente, que o novo modelo acabou com todos os males. A começar pela falta de um teto sobre o quanto ele pode custar aos cofres do Tesouro. Para essas eleições, foram aprovados quase R$ 5 bilhões, mais que o dobro das últimas eleições.
Depois, há o mau uso deste montante, como mostra reportagem do Estadão desta terça-feira (20): partidos repassaram ao menos R$ 5,8 milhões do fundo eleitoral para candidatos “fantasmas”. E, por fim, há as distorções atreladas à autonomia partidária, que deixam candidatos sem verba, enquanto outros recebem investimentos elevados.
Mas, afinal, como tornar o fundo eleitoral mais justo e mais transparente? Por que, no Brasil, o dinheiro dos filiados não é a principal fonte de recurso para as campanhas? Faria sentido liberar novamente o financiamento empresarial?
Para analisar estes temas, o episódio desta quarta-feira (21) conversa com o cientista político da FGV, Sérgio Praça. O repórter do Estadão em Brasília, Daniel Weterman, fala sobre a existência dos “candidatos fantasmas”. Ouça ainda um depoimento do jornalista Marcos Uchôa (ex-Globo), que desistiu de sua candidatura a deputado federal no Rio justamente pela falta de apoio financeiro de seu partido (PSB).
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Apresentação: Emanuel Bomfim
Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Gabriela Forte e Ana Luiza Antunes.
Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.
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A multiplicação de institutos e, portanto, de pesquisas eleitorais, não é um fenômeno totalmente novo, mas se mostra muito presente na corrida presidencial deste ano. Além dos tradicionais Ipec (ex-Ibope) e Datafolha, fazem parte deste cenário estatístico empresas como Quaest, Paraná Pesquisas, Vox Populi, Sensus, MDA, PoderData, Ipespe, Ideia, Futura, FSB, Gerp e Real Time Big Data. Ou seja, nunca se produziu tantos dados com base amostral sobre as intenções de voto do eleitor brasileiro ao longo da campanha.
Com um número maior de retratos de valor estatístico, amplia a possibilidade de diferenças entre os resultados. Muitas vezes com margens elásticas. Isso tem sido verificado, por exemplo, no desempenho dos líderes, Lula (PT) e Bolsonaro (PL). Ora a diferença entre eles é maior, a depender do instituto, ora é menor. Diversos aspectos podem explicar as discrepâncias, como a metodologia empregada e, também, o tipo de base amostral. A falta de um Censo atualizado do IBGE é outro fator que pode interferir no resultado desses levantamentos.
Afinal, ter mais pesquisas eleitorais à disposição qualifica o processo eleitoral? O quanto uma pesquisa influencia no voto? É possível dimensionar? O chamado “voto envergonhado” é uma realidade dessas eleições? Para tratar desses temas, o episódio desta terça-feira (20), conversa com o cientista político e pesquisador da FGV, Jairo Nicolau.
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Apresentação: Emanuel Bomfim
Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Gabriela Forte e Ana Luiza Antunes.
Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.
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O Brasil passou os últimos quatro anos sem qualquer projeto de combate à criminalidade na área da Segurança Pública. A principal frente de atuação do governo foi transferir a responsabilidade da proteção às próprias pessoas, facilitando o acesso a armas de fogo através de decretos.
Para agravar esse cenário, o arsenal de guerra nas mãos de civis se tornou uma realidade preocupante, e que impacta o cenário da segurança pública brasileira. Segundo dados dos institutos Igarapé e Sou da Paz, o número de novas armas registradas no país chegou a 1 milhão.
Os dados revelam a fragilidade dos arranjos institucionais da segurança pública no País e levantam questionamentos sobre os passos do próximo ocupante da cadeira presidencial. Mas qual será o cenário que o próximo presidente vai encontrar? Quais os principais desafios a serem enfrentados? Para ampliarmos o entendimento sobre o tema, o episódio desta segunda-feira (19), conversa com Samira Bueno, socióloga e diretora-executiva do Fórum Brasileiro de Segurança Pública.
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Apresentação: Emanuel Bomfim
Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Gabriela Forte e Victória Ribeiro
Montagem: Moacir Biasi
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O Start Eldorado fala de inovação em vários setores - da produção agrícola à distribuição de produtos e serviços ao consumidor final. O futuro da energia, os ganhos da transformação digital no campo, o investimento em novos meios de pagamento integrados na venda dos produtos, a logística digital - na conversa com José Massad, diretor de TI e digital da Raízen, uma das maiores produtoras globais de açúcar, etanol, bioenergia e uma dos maiores distribuidoras de energia do mundo, que trabalha em toda a cadeia, do campo aos postos de combustível. Com a apresentação de Daniel Gonzales, o programa vai ao ar todas as quartas-feiras, às 21h, na Eldorado FM 107,3 - SP e canais digitais.
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