O podcast do Estadão traz a colunista Carlos Andreazza em um papo reto e sem rodeios sobre os principais assuntos do momento.
Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.
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O podcast do Estadão traz a colunista Carlos Andreazza em um papo reto e sem rodeios sobre os principais assuntos do momento.
Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.
Se em outros governos as comemorações de 7 de Setembro eram apenas ações protocolares, com Jair Bolsonaro o cenário mudou. O atual presidente tem usado o dia da Independência para mobilizar seus apoiadores e levantar bandeiras importantes para o seu mandato. Este ano, com as eleições se aproximando, Bolsonaro pretende usar as manifestações também como demonstração de força para seus eleitores, que há meses veem seu candidato atrás nas pesquisas eleitorais.
Entre os diversos atos convocado ao redor do País, Bolsonaro estará presente no Rio de Janeiro. Por lá, a programação desta quarta-feira, 7, contará com show da Esquadrilha da Fumaça, salto de paraquedistas, apresentação de bandas militares e execução de salva de tiros, segundo o Ministério da Defesa.
Apesar do teor comemorativo vendido pelo governo, o clima é de tensão. Para evitar possíveis conflitos, o governo do Distrito Federal montou um esquema de segurança sem precedentes para as manifestações, e contará com o apoio da Polícia Militar do DF, Polícia Rodoviária Federal, Polícia Federal e Força Nacional.
Neste 7 de Setembro, enquanto Bolsonaro está no Rio de Janeiro, outros presidenciáveis estarão cumprindo sua agenda eleitoral em outros cantos do País. Lula, no Norte do País, participará de atos com apoiadores no Pará. Ciro Gomes cumprirá agenda em São Paulo e Simone Tebet estará em Porto Alegre. Em resposta aos atos bolsonaristas, grupos de oposição convocaram mobilizações para este sábado, 10.
No episódio de hoje do Estadão Notícias vamos conversar sobre o assunto com a doutoranda em Ciência Política pela USP e pesquisadora do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (CEBRAP), Lilian Sendretti.
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Apresentação: Emanuel Bomfim
Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Gabriela Forte e Letícia Pille
Montagem: Moacir Biasi
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A pandemia da Covid-19 trouxe aos brasileiros a percepção da importância de um Sistema Único de Saúde forte. Com a atenção focada na nossa saúde pública, ficou evidente para a população os diversos gargalos que precisam ser enfrentados daqui para frente. Além disso, os últimos anos vêm sendo marcados por surtos e novas doenças, como a varíola dos macacos.
A própria Covid-19 gerou uma série de consequências ao Sistema Único de Saúde (SUS). Grande parte da população deve utilizar o sistema para tratamento das sequelas do vírus. Outra questão é o atraso no atendimento, diagnóstico e agendamento de cirurgias de outras doenças, como o câncer. E claro, que a vacinação deve continuar. De acordo com dados do Ministério da Saúde, a cobertura vacinal da população vem despencando.
A gestão caótica da saúde no governo de Jair Bolsonaro, PL, já é munição para os adversários. O presidente tenta contornar a situação em seu plano, onde afirma que a atenção primária continuará sendo um foco importante se reeleito.
Já o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, PT, planeja continuar com a principal bandeira dos governos petistas, o fortalecimento do SUS. Simone Tebet, do MDB, pretende restabelecer de forma gradual a participação da União no financiamento do SUS. Ciro Gomes, PDT, pretende melhorar os serviços de saúde com a reconstrução do SUS e modernização da atenção primária. Estas são algumas das propostas dos candidatos, mas na prática os desafios de melhorias na saúde ainda são grandes.
Episódio de hoje do Estadão Notícias discute os desafios na área da saúde pública no Brasil numa conversa com o especialista da FGV Saúde, Adriano Massuda.
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Apresentação: Gustavo Lopes
Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Gabriela Forte e Francielle Oliveira
Montagem: Moacir Biasi
Tags: saúde, SUS, gestão, vacina, covid-19, atendimento, público, privado
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Inovação e transformações digitais em prol de produtos mais inteligentes e personalizados, atendimento mais suave e clientes mais fidelizados e satisfeitos. As seguradoras investem forte em inteligência de dados, inclusive na atenção a sinistros, para entender o perfil do público e dos serviços mais demandados e também no ponto de empoderamento digital dos corretores. O Start Eldorado recebe Adilson Lavrador, diretor-executivo de Operações, Tecnologia e Sinistros da Tokio Marine, que conversa com o apresentador Daniel Gonzales. No rádio, o programa vai ao ar às 21h, toda quarta-feira, na Eldorado FM 107,3 - SP.
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Jair Bolsonaro (PL) teve motivos para sorrir, nesta quinta-feira, com a notícia de que o PIB brasileiro cresceu 1,2% no segundo trimestre do ano, acima dos 0,9% que eram previstos pelos especialistas. O crescimento aconteceu em praticamente todos os segmentos, com destaque para a indústria e o setor de serviços.
Mas, nem tudo são flores. O atual presidente teve que lidar com uma apuração do portal UOL, que revelou que ele e sua família adquiriram, em três décadas, 51 imóveis com dinheiro vivo. Apesar de não ser ilegal, os órgãos de controle dizem que essa forma de pagamento torna difícil ou até impossível rastrear se a origem é lícita.
E o debate na Band TV continua rendendo louros para Simone Tebet (MDB). Com um bom desempenho, a senadora foi a que mais conquistou seguidores nas redes sociais após o encontro. No entanto, precisa lidar com alguns esqueletos. Crítica do orçamento secreto, Tebet precisou lidar com a informação de que a sua vice, Mara Gabrilli (PSDB), recebeu 19 milhões através do dispositivo.
Quem também teve que lidar com um momento de “sincericídio”, nesta semana, foi Ciro Gomes (PDT). Em um evento com empresários, no Rio de Janeiro, o pedetista disse que aquele era "comício para gente preparada" e disse que seria um "serviço pesado" falar sobre os mesmos temas na favela.
Esses são os assuntos que guiam nossa conversa do “Poder em Pauta” com os jornalistas que acompanham o dia a dia da política. Participam no episódio de hoje do Estadão Notícias, Pedro Venceslau, de São Paulo, e Felipe Frazão, diretamente da capital federal.
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Apresentação: Emanuel Bomfim
Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte.
Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.
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Todo mundo já teve um momento na carreira profissional em que foi necessário atualizar seu currículo. Talvez esse seja até um momento tenso, afinal como potencializar o seu perfil profissional e se tornar mais atraente para as empresas?
Esse é o assunto do podcast que hoje. A jornalista, Bárbara Guerra, conversou com a CEO do Infojobs, Ana Paula Prado, sobre dicas e orientações práticas para quem está à procura de uma oportunidade. Ouça agora!
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Mensalão, Petrolão, Rachadinhas, Pastores do MEC, pagamento de imóveis com dinheiro vivo e orçamento secreto. Esses escândalos, diretamente ligados à corrupção, devem ficar cada vez mais frequentes nas campanhas eleitorais. Uma amostra disso foi o debate realizado no último domingo, 28, em um pool da Rede Bandeirantes, TV Cultura, portal UOL e o jornal Folha de S. Paulo.
Jair Bolsonaro (PL) já adotou essa estratégia, ao relembrar os crimes cometidos contra o dinheiro público nas gestões petistas. O objetivo é um só: tentar minar a superioridade do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas pesquisas. A ideia é instaurar o clima do antipetismo que foi o ingrediente principal para a eleição do atual presidente em 2018.
Fato é que os dois mais bem posicionados nas pesquisas eleitorais tem teto de vidro, e isso é constantemente relembrado pelos outros candidatos. Nesta semana, uma reportagem do UOL mostrou que quase metade do patrimônio em imóveis do presidente Bolsonaro e de seus familiares mais próximos foi construída nas últimas três décadas com uso de dinheiro em espécie.
Até o momento Lula tem sido bastante cobrado pela corrupção ocorrida em gestões petistas. Já Bolsonaro, quase não tem sido interpelado em sabatinas sobre o mau uso do dinheiro público. Afinal, quem tem mais a perder com o assunto corrupção? Como as campanhas devem explorar o tema, sem que ele se volte contra o seu candidato?
Episódio de hoje do Estadão Notícias, vamos conversar sobre o assunto com o cientista político, Antônio Lavareda.
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Apresentação: Emanuel Bomfim
Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Gabriela Forte e Francielle Oliveira
Montagem: Moacir Biasi
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O Senado aprovou na última segunda-feira, 29, o projeto de lei que obriga planos de saúde a cobrir tratamentos que estão fora da lista obrigatória de procedimentos estabelecida pela Agência Nacional de Saúde (ANS), o chamado rol taxativo.
Agora, com a decisão do Senado, entra em cena o rol exemplificativo, que é mais amplo e permite a entrada de novos tratamentos.
O Congresso Nacional se debruçou sobre o tema após o Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidir, em junho deste ano, restringir os procedimentos oferecidos pelas operadoras de planos de saúde no País. A ANS se posicionou favorável, assim como o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga.
A avaliação do STJ causou reação contrária entre entidades de defesa de pacientes e grupos de pais de crianças com deficiência. Celebridades e influenciadores digitais como Luísa Sonza e Pabllo Vittar aderiram a campanha contra a mudança na lista de procedimentos obrigatórios. A mobilização ainda foi encabeçada pelo apresentador Marcos Mion, que é pai de um jovem autista.
As operadoras de planos de saúde já reagiram à última decisão, segundo representantes da categoria, o projeto abre o acesso a terapias sem comprovação de segurança, ainda argumentam que a mudança pode levar a um aumento no valor das mensalidades e migração de beneficiários para o Sistema Único de Saúde (SUS).
Episódio de hoje do Estadão Notícias debate o assunto numa conversa com o professor da FGV Direito Rio, Gustavo Kloh.
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Apresentação: Emanuel Bomfim
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O primeiro debate entre presidenciáveis foi realizado no último domingo, 28, em um pool da Rede Bandeirantes, TV Cultura, portal UOL e o jornal Folha de S. Paulo. Além dos embates entre o atual presidente Jair Bolsonaro, PL, e do ex-presidente Lula, PT, uma resposta de Bolsonaro à jornalista Vera Magalhães repercutiu pelo teor misógino. Na ocasião, apenas as candidatas mulheres foram solidárias à jornalista após a agressão.
As duas candidatas à presidência não fugiram dos enfrentamentos, Tebet bateu na tecla da má gestão do atual governo e lembrou das corrupções das administrações petistas. Soraya, se posicionou em relação à misoginia e disse que defende as mulheres em todas as situações de adversidades.
Outra questão abordada no debate foi sobre a formação de um Ministério com paridade em relação aos homens. Lula não quis assumir um compromisso em ter 50% de mulheres à frente das pastas, caso seja eleito. Já Tebet assumiu o compromisso. Na França este assunto já é debatido, no atual governo de Emmanuel Macron, 13 mulheres ocupam os cargos mais altos do governo, ante 14 homens.
A paridade entre homens e mulheres no primeiro escalão do governo seria fundamental para a melhoria da nossa democracia? Como um presidente pode ser indutor de políticas para mulher? E de que maneira o debate mexe com as estratégias das campanhas a partir de agora?
Episódio de hoje do Estadão Notícias debate o assunto com Ana Claudia Farranha, Professora Associada de Direito da Universidade de Brasília, Doutora em Ciências Sociais pela UNICAMP, e pesquisadora visitante da Universidade de Oklahoma.
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Montagem: Moacir Biasi
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A busca por fontes de energia mais limpa, o combate ao desmatamento, a redução da emissão de gases de efeito estufa e a fiscalização de crimes ambientais. Essas pautas são importantes para o País, mas o que será que os candidatos à Presidência da República realmente estão planejando em seus planos de governo? A agenda ambiental vai ganhar o protagonismo que merece?
A retórica pode até iludir, especialmente em período de campanha, mas o retrato do governo Bolsonaro na área ambiental é o pior possível. Os recordes de desmatamento na Amazônia e no Cerrado, o afrouxamento na fiscalização, o desmonte de órgãos que atuam na área são alguns pontos que tendem a fragilizar o discurso do presidente. Ainda assim, seu plano de governo traz algumas linhas sobre política ambiental e promete conciliar a preservação com o desenvolvimento econômico.
Já o candidato mais bem colocado nas pesquisas, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) dá ênfase a “defender a Amazônia da política de devastação posta em prática pelo atual governo”. O candidato do PDT, Ciro Gomes, aposta na transformação da Petrobras em uma empresa de desenvolvimento de energia limpa entre suas metas. A candidata Simonet Tebet (MDB) diz que em seu governo o Brasil lideraria a geopolítica mundial com base na sustentabilidade e na economia verde.
No episódio do Estadão Notícias desta segunda-feira, 29, vamos falar sobre as prioridades ambientais do País e os temas que devem ser levados em conta pelos candidatos numa conversa com a jornalista de meio-ambiente e ciência, autora do podcast Tempo Quente (Rádio Novelo), Giovana Girardi.
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Apresentação: Emanuel Bomfim
Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte
Montagem: Moacir Biasi
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As inovações no campo com a hiperconectividade sustentando a transformação digital neste setor que representa mais de 25% do PIB brasileiro. Grandes empresas investem na importância de se trabalhar com parcerias - incorporando soluções digitais das agtechs para fomentar esse movimento em direção ao Agro 4.0 e o aumento da produção. O Start Eldorado desta semana fala sobre isso e sobre as expectativas da chegada da conectividade 5G ao campo com o especialista em agricultura digital e gerente de Inovação Digital da BASF, Eduardo Menezes Barbosa. O programa vai ao ar às 21h na Eldorado FM 107,3 - SP e canais digitais, com a apresentação de Daniel Gonzales, toda quarta-feira.
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