O podcast do Estadão traz a colunista Carlos Andreazza em um papo reto e sem rodeios sobre os principais assuntos do momento.
Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.
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O podcast do Estadão traz a colunista Carlos Andreazza em um papo reto e sem rodeios sobre os principais assuntos do momento.
Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.
O horário eleitoral gratuito das eleições vai iniciar nesta sexta-feira, 26, no rádio e na televisão. Ele tem duração até o dia 29 de setembro. O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem o maior tempo diário dentre todos os candidatos, por ter a maior coligação. Serão 3 minutos e 39 segundos de fala, com 287 inserções.
Apesar da ampliação do alcance das redes sociais, a TV e o rádio ainda são considerados por especialistas, políticos e marqueteiros de todas as campanhas os instrumentos mais poderosos do processo eleitoral, e por isso estão no centro das estratégias.
E talvez essa seja a única forma de saber como o candidato pensa. O primeiro debate entre os presidenciáveis, que deve acontecer neste domingo (28), pode não ter a presença dos dois mais bem colocados nas pesquisas eleitorais. Lula já confirmou sua presença. Jair Bolsonaro sinalizou que pode ir.
O atual presidente e o petista também não confirmaram, ainda, a presença no debate do SBT/Estadão no dia 24 de setembro, e nem nas sabatinas realizadas pelo jornal a partir de 16 de setembro. Ciro Gomes (PDT) e Simone Tebet (MDB) já informaram que vão comparecer em todos os eventos.
Ainda nesta semana, uma decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, colocou mais combustível na “quentura”das eleições. O magistrado determinou que a Polícia Federal cumprisse mandados de busca e apreensão em endereços de oito empresários bolsonaristas que compartilharam mensagens golpistas em um grupo de mensagens virtuais.
Esses são os assuntos que guiam nossa conversa quinzenal do “Poder em Pauta” com os jornalistas que acompanham o dia a dia da política. Participam no episódio de hoje do Estadão Notícias, Pedro Venceslau, de São Paulo, e Felipe Frazão, diretamente da capital federal.
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Apresentação: Emanuel Bomfim
Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte.
Sonorização/Montagem: Moacir Biasi
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Neste episódio da série 'Cenários', Sonia Racy recebe o presidente do Grupo Mantiqueira, Leandro Pinto. O empresário fala sobre a trajetória de 35 anos da sua empresa, maior produtora de ovos da América Latina, e da urgência de práticas sustentáveis para os negócios e o planeta.
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A maioria das mudanças em nosso País é decidida via Congresso Nacional, por meio de leis e emendas propostas e votadas pelos deputados e senadores. Entretanto, existem dois mecanismos de consulta popular para saber a opinião do povo sobre algum assunto: o referendo e o plebiscito.
No caso de um referendo, o Congresso Nacional apresenta à população um projeto pronto, e cabe aos eleitores acatar ou rejeitar a proposta. Em 2005, por exemplo, a população teve que decidir sobre a proibição da comercialização de armas de fogo e munição em todo o território nacional, a maioria votou não.
O plebiscito é uma forma de consulta popular em que os cidadãos são provocados antes de uma lei ser constituída. Em 1993, a jovem democracia brasileira teve que passar por essa escolha sobre a forma de governo do País. O Brasil escolheu a república presidencialista, que é o nosso atual sistema de governo.
Essa questão da consulta popular foi trazida pelo candidato à presidência da República pelo PDT, Ciro Gomes, em entrevista ao Jornal Nacional. O ex-ministro defendeu a adoção de um “plebiscito programático” para solucionar os problemas políticos de difícil definição.
Afinal, a maior participação popular nas decisões qualificaria nossa democracia? Ou há o risco de enfraquecer o Congresso Nacional? No episódio desta quinta-feira, 25, vamos analisar essa questão numa conversa com Leandro Consentino, cientista político e professor do Insper.
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Apresentação: Gustavo Lopes
Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte
Montagem: Moacir Biasi
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Neste ano, o brasileiro se prepara para um evento importante, daqueles que mexem com o sentimento e a paixão do povo. Calma! Não estamos falando das eleições presidenciais, e sim, da Copa do Mundo, que este ano ocorre no mês de novembro, no Qatar.
A expectativa é enorme para que o País conquiste a sexta estrela e volte a dominar o futebol de seleções no mundo. Esta será também a última oportunidade do técnico Tite conquistar a tão sonhada taça. “Hoje, temos 80% a 85% da lista para a Copa do Mundo definida”, destaca Tite, que deixa o comando do Brasil depois da Copa.
E a trajetória que trouxe Tite até aqui não foi das mais fáceis. Eliminado nas quartas de final na Copa do Mundo da Rússia, em 2018, a pressão sobre o gaúcho aumentou para a conquista do hexa, que sem medo de cravar diz: “A seleção brasileira é Neymardependente”.
O Estadão Notícias, hoje, traz uma entrevista exclusiva com o técnico da Seleção Brasileira, Tite. No bate papo, ele falou sobre as expectativas para o mundial, e também analisou o momento político do País. “Minha resposta continua a mesma: não vou à Brasília se ganhar a Copa do Mundo”, conclui.
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Apresentação: Gustavo Lopes
Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte
Montagem: Moacir Biasi
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O conjunto recente de pesquisas eleitorais mostra um cenário estabilizado na disputa presidencial, com um leve crescimento do presidente Jair Bolsonaro (PL) nas intenções de voto. O ex-presidente Lula (PT), porém, não tem perdido pontos e mantido um patamar que lhe possibilita sonhar com uma vitória ainda no primeiro turno. O estreitamento se dá no campo fora da polarização, que já arregimentou cerca de 30% das preferências e, hoje, mal chega a 10%. Isso é sinal de que o primeiro turno terá, de fato, cara de segundo?
A última pesquisa realizada por telefone BTG Pactual/Instituto FSB pesquisas, mostra Lula na liderança com 45%, na pesquisa estimulada. O percentual do petista é o mesmo registrado pelo instituto na sondagem da semana passada. Em segundo lugar, oscilando positivamente dois pontos, está o presidente Jair Bolsonaro, com 36%. A pesquisa também mostrou o efeito do Auxílio Brasil “turbinado”.
Bolsonaro tem 31% das intenções de voto entre os beneficiários do Auxílio Brasil, programa que substituiu o Bolsa Família. No levantamento anterior, ele tinha 24% neste grupo. Lula segue à frente nas intenções de voto desse segmento, com 52%. Mas já chegou a ter 73%.
O espaço para grandes mudanças está cada vez menor nesta campanha presidencial? Teremos, de fato, um segundo turno já no primeiro? Que papel podem cumprir candidatos como Ciro Gomes e Simone Tebet?
No episódio do podcast desta terça-feira, 23, vamos falar sobre o que deve acontecer nas próximas semanas com o início da propaganda eleitoral no rádio e na TV, para isso convidamos Tathiana Chicarino, Cientista Política e professora da Fundação Escola de Sociologia e Política de SP.
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Apresentação: Emanuel Bomfim
Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte
Montagem: Moacir Biasi
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Segundo os dados do Tribunal Superior Eleitoral, a eleição deste ano deverá ser a mais representativa da democracia. Este será o pleito em que há mais negros se candidatando do que brancos, 49,6% do total de concorrentes se autodeclararam pretos ou pardos e 48,8%, brancos. Das 27.667 candidaturas registradas, 13.732 são de pessoas negras, 558 a mais que há quatro anos atrás.
Os números estão longe de serem os ideais, já que 56,2% dos brasileiros se declararam como pretos ou pardos, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios de 2019.
Mas o que será que pode estar provocando essa mudança de perfil? O ponto chave foi a decisão do TSE, no final do ano passado, que estabeleceu novas regras de distribuição dos recursos do fundo eleitoral.
Agora, as legendas precisam distribuir o dinheiro do fundo para financiamento de campanha e o tempo de TV para propaganda de forma proporcional para candidatos negros e brancos. Se uma legenda tem 50% dos postulantes que se identificam dessa forma, por exemplo, metade dos recursos deve ser direcionada a essas candidaturas.
Além disso, a partir deste ano os votos dados a candidatas mulheres ou a candidatos negros para a Câmara dos Deputados serão contados em dobro na definição dos valores do fundo partidário e do fundo eleitoral distribuídos aos partidos políticos. A medida será válida até 2030.
Só que na prática nem tudo vem ocorrendo da forma como devia. O Estadão apurou que um grupo de 33 deputados candidatos à reeleição mudou de cor ao disputar a eleição deste ano. Em 2018, eles se declararam brancos e, em 2022, se apresentaram à Justiça Eleitoral como pardos.
De que maneira a pauta identitária se coloca nessas eleições? O aumento de candidatos pretos e pardos significa, necessariamente, uma transformação de um ambiente político majoritariamente branco e masculino? Sobre estes temas vamos conversar com a professora da UFRB (Universidade Federal do Recôncavo Baiano), pesquisadora dos temas das desigualdades de gênero, raça, classe e feminismo negro, Angela Figueiredo.
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Apresentação: Emanuel Bomfim
Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte
Montagem: Moacir Biasi
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Nesta edição, o Start Eldorado destaca a tecnologia e seus impactos no setor jurídico, com a aplicação de análise de dados e inteligência artificial e seus ganhos na área de "Legal". A apresentação é de Daniel Gonzales.
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As campanhas eleitorais deram o pontapé inicial e foram para as ruas divulgar seus candidatos, nesta semana. Os dois principais nomes desta disputa focaram em núcleos diferentes para conquistar votos para as eleições de outubro.
O ex-presidente Lula (PT) tenta diminuir a vantagem de Bolsonaro no segmento evangélico. Hoje, de acordo com a pesquisa Genial/Quaest, 52% deste eleitorado declara voto no atual presidente, enquanto 28% estão com o petista.
Jair Bolsonaro (PL) tenta reverter uma desvantagem que tem na região Sudeste, onde em 2018 ele ganhou de Fernando Haddad (PT). Segundo a mesma pesquisa, Lula vence Bolsonaro em São Paulo (43% x 31%), em Minas Gerais (42% x 29%), e no Rio de Janeiro (41% x 37%).
Por falar em Bolsonaro, o presidente teve um entrevero com um youtuber, nesta quinta-feira, na saída do Palácio da Alvorada. Ao ser chamado de “tchutchuca do Centrão”, Bolsonaro tentou tomar o celular do rapaz, que foi contido pela segurança da presidência. O fato terminou em uma conversa pacífica entre os dois.
Também nesta semana, Bolsonaro participou da posse do novo presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Alexandre de Moraes, e teve que ouvir calado as palavras de defesa do magistrado ao sistema eleitoral brasileiro.
Esses são os assuntos que guiam nossa conversa quinzenal do “Poder em Pauta” com os jornalistas que acompanham o dia a dia da política. Participam no episódio de hoje do ‘Estadão Notícias’, Pedro Venceslau, de São Paulo, e Felipe Frazão, diretamente da capital federal.
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Apresentação: Emanuel Bomfim
Produção/Edição: Gustavo Lopes e Gabriela Forte.
Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.
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O ministro Alexandre de Moraes é o novo presidente do Tribunal Superior Eleitoral. Durante seu discurso de posse, o magistrado destacou o papel da Justiça Eleitoral na garantia do exercício da democracia no Brasil e a importância do combate à desinformação para assegurar a liberdade dos eleitores diante das urnas. Desde 2018, medidas mais duras foram adotadas e conteúdos passaram a ser removidos e usuários bloqueados nas redes para minimizar o impacto das fake news.
Para as eleições deste ano, o tribunal também assinou um acordo com as redes sociais para incentivar medidas de checagem e retirada de conteúdo falso. E o próprio presidente da corte, ministro Alexandre de Moraes, já afirmou que registros de candidaturas poderão ser cassados no caso de algum candidato promover fake news.
As redes sociais também passaram a criar regras para combater as notícias falsas. O YouTube, por exemplo, passou a proibir em sua plataforma vídeos que alegam fraudes na eleição de 2014 e 2018. O Facebook informou que irá banir posts políticos pagos que contestam a legitimidade da eleição.
Já o Twitter exige que os candidatos tenham um perfil próprio da candidatura e, com isso, pretende ampliar a possibilidade de denúncia de desinformação por parte dos usuários. Nos aplicativos de mensagens, o Whatsapp vem dificultando o disparo de mensagens em massa, com o alerta de "conteúdo encaminhado com frequência". O Telegram passou a contar com parceria de agências de checagens e a marcar alguns conteúdos desinformativos.
No episódio desta quinta-feira, 18, vamos debater a importância dessas ações para o combate da desinformação com Caio Machado, Diretor executivo e cofundador do instituto VERO. E para saber das novidades da ferramenta de checagem do Estadão conversamos com o editor do Estadão Verifica, Daniel Bramatti.
Para conferir mais sobre a ferramenta de checagem do Estadão acesse:
- Telegram
- E-mail: estadaoverifica@estadao.com
Recebeu algum conteúdo suspeito pelo WhatsApp? Por favor, encaminhe para nosso número, (11) 97683-7490.
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Apresentação: Emanuel Bomfim
Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte
Montagem: Moacir Biasi
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Enquanto o governo comemora a queda da inflação no País, a população ainda se depara com altos preços dos alimentos no mercado. O litro do leite, por exemplo, está 14% mais caro que o litro da gasolina, que vem caindo devido a queda no preço do barril do petróleo e a redução de impostos.
Em alguns estados, o preço do leite chega a mais de 6 reais, e tem feito com que famílias parem de consumir o produto. O leite é só um dos exemplos. Dentre os 13 itens da cesta básica, 12 tiveram alta na janela de 12 meses do indicador de preços medido pelo IBGE. A batata subiu mais de 66%, o café 58%, o feijão 28% e a farinha quase 20%.
Mas o que explica a deflação de 0,68% em julho, e mesmo assim o preço dos alimentos continuarem subindo? Primeiro, precisamos lembrar que houve sucessivos aumentos da inflação antes dessa queda. Por isso, o acumulado do ano ainda está em 10%. Segundo, a deflação em julho é explicada principalmente pelo recuo dos preços dos combustíveis e energia.
No entanto, além dos alimentos, outros grupos também tiveram alta no índice de preços, como é o caso dos vestuários e da saúde e cuidados pessoais. Segundo dados do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas, a deflação deve continuar em agosto.
Nesta semana, a Petrobras anunciou mais uma queda de 4,8% no preço da gasolina em suas distribuidoras. Uma redução de 18 centavos para o consumidor. Essa nova redução aconteceu porque os preços do petróleo chegaram a cair mais de US$ 5 por barril, devido a temores de queda da demanda, já que dados econômicos decepcionantes da China renovaram as preocupações com uma recessão global.
No episódio desta quarta-feira, 17, vamos falar mais sobre a deflação e as razões para os preços exorbitantes dos alimentos, junto da editora do broadcast/Estadão, Sílvia Araújo.
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