O podcast do Estadão traz a colunista Carlos Andreazza em um papo reto e sem rodeios sobre os principais assuntos do momento.
Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.
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O podcast do Estadão traz a colunista Carlos Andreazza em um papo reto e sem rodeios sobre os principais assuntos do momento.
Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.
Edição desta segunda-feira fala sobre o debate referente ao uso da tecnologia como forma de influenciar nas eleições brasileiras. Inclusive, influenciadores políticos nas redes sociais, como o Movimento Brasil Livre (MBL), tiveram páginas bloqueadas no facebook por, supostamente, utilizar o espaço para publicar informações inexistentes. Empresas como Twitter, Instagram e Whatsapp também passaram a tomar medidas para diminuir esse tipo de compartilhamento.
Mas como as ‘fake news’ conseguem ser disseminadas com tanta velocidade e por tantas pessoas ao mesmo tempo? Essa tarefa é realizada pelos chamados ‘Bots’ (abreviação da palavra Robots), que são programados por um indivíduo interessado em impulsionar artificialmente um conteúdo.
O programa continua apresentando as propostas dos coordenadores dos programas econômicos dos presidenciáveis. Hoje é a vez de André Lara Resende, responsável pelo capítulo econômico do programa de governo da candidata à Presidência Marina Silva (Rede). Ele foi entrevistado pela repórter Luciana Dyniewicz após participar de evento do Estadão, sobre o tema.
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Ouça o Start Eldorado, sobre tecnologia, mercado e transformação digital, que vai ao ar nas quartas-feiras, às 22h, na Rádio Eldorado (107,3 FM - SP). O programa recebeu o CEO global do Grupo Stefanini, Marco Stefanini, e o diretor-geral da Udacity no Brasil, Carlos Souza, para debater sobre o mercado de trabalho e a transformação digital em indústrias e empresas.
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Edição desta sexta-feira fala sobre o PT e o PC do B que, de forma surpreendente, anunciaram uma chapa composta por três elementos: Lula, Fernando Haddad e Manuela D'Ávila. Neste cenário, segundo explicação dos dois, a deputada gaúcha será vice de qualquer forma, e que o ex-prefeito de São Paulo será a voz do ex-presidente enquanto a justiça não define a situação eleitoral do petista. No entanto, existe um esforço do Partido dos Trabalhadores para manter o discurso de que Lula é o candidato, e que não há ‘Plano B’ sendo estudado.
Na coluna “Direto ao Assunto” de hoje, José Nêumanne Pinto comenta o reajuste de 16,38% que os ministros do Supremo Tribunal Federal querem aprovar no próprio salário para 2019.
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Apenas três candidatos à Presidência da República dispõem de mais de um minuto de tempo de televisão na propaganda eleitoral obrigatória. São eles: Geraldo Alckmin (PSDB), Lula (PT) e Henrique Meirelles (MDB). Os demais terão que abusar da criatividade para marcar presença junto ao eleitorado nos 35 dias que compreendem a campanha midiática massiva. São eles: Alvaro Dias, Ciro Gomes, Marina Silva, Guilherme Boulos, Cabo Daciolo, Eymael, Jair Bolsonaro, Vera Lucia, João Goulart Filho e João Amoêdo. A mesma lógica quantitativa vale para o número de inserções de trinta segundos ao longo das programações. Alckmin, fortalecido por uma ampla coligação partidária, possui mais que o dobro do segundo colocado. E pelo menos 30 vezes mais do que Jair Bolsonaro, hoje o líder das pesquisas – se considerarmos o cenário mais provável, sem Lula.
Para o cientista político da USP, Rubens Figueiredo, especialista em marketing político, a campanha na televisão ainda será o meio de maior impacto na decisão do eleitor. Ele reconhece o poder cada vez maior das redes sociais, mas pondera que elas ainda não têm a mesma penetração do que o rádio e a TV. E, o pior: não possuem o mesmo grau de credibilidade. Em suma, “quem tem pouco tempo na TV, só tem a perder”, na visão do especialista.
A estratégia de comunicação eleitoral também é tema do nosso papo com Andreza Matais, editora da “Coluna do Estadão”. Ela analisa os planos do PT nesta seara, que vai poupar Bolsonaro de suas críticas, pois deseja enfrentá-lo no segundo turno.
Confira ainda a tradicional coluna “Direto ao Assunto”, com José Nêumanne Pinto.
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O Supremo Tribunal Federal (STF) decide nesta quarta-feira (08), em sessão administrativa, se vai reajustar o salário dos onze ministros que compõem a Corte. A proposta precisa ser entregue junto à previsão orçamentária para o próximo ano, que depois passa pela deliberação do Congresso. Em meio a um profundo questionamento de como o Brasil pode solucionar sua grave crise fiscal, faz algum sentido o Supremo atender apenas a interesses corporativistas? Qual deveria ser o grau de responsabilidade do tribunal com a situação econômica do País? Fizemos essas perguntas para o professor de Direito da FGV, Rubens Glezer, especialista em STF.
A partir de hoje, o nosso programa passa a apresentar as propostas dos coordenadores dos programas econômicos dos presidenciáveis. Hoje é a vez de Marco Antonio Rocha, “guru” econômico do candidato Guilherme Boulos.
Na coluna “Direto ao Assunto” de hoje, José Nêumanne Pinto comenta as desastrosas declarações do vice do candidato Jair Bolsonaro (PSL), general Hamilton Mourão.
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Com a definição das chapas e alianças após todo processo das convenções, que cenário se desenha para a corrida presidencial? Os vices escolhidos serão bons puxadores de votos? A velha polarização PT X PSDB voltará a ditar os rumos da preferência do eleitorado? O tempo de TV e a capilaridade partidária poderão mesmo definir o resultado do primeiro turno? Ouvimos na edição de hoje o professor de Comunicação Política do Mackenzie, Roberto Gondo.
O tema eleitoral é também assunto de José Nêumanne Pinto na coluna “Direto ao Assunto”.
Confira ainda bate um papo com a editora do ‘Paladar’, Patricia Ferraz, para falar sobre a importância do francês Joël Robuchon, um dos mais importantes chefs de cozinha da história. Ele morreu ontem (06) em decorrência de um câncer.
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A bordo do Jeep Compass, a repórter Mafê Luvizotto enfrentou muita lama, poeira, pedras e se aventurou até por travessias de rio para chegar em cartões postais como o Cânion Montenegro e o Mirante da Serra do Rio do Rastro. O dia começou com uma aula de Yôga que ajudou nessa conexão com a natureza.
Ouça agora!
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Olga Curado desistiu dos políticos. Após trabalhar por muitos anos ajudando vários deles a melhorarem discurso, postura e imagem, ela afirma não querer mais “dourar a pílula” de ninguém. “Prefiro que eles se apresentem como eles são”, declarou em entrevista a este programa. Olga é jornalista e consultora de imagem. No seu portfólio, que inclui políticos de fora do Brasil, está a ex-presidente Dilma Rousseff, quando disputou o primeiro pleito, em 2009. Mas não foi uma escolha ideológica. Já prestou serviços para campos distintos no espectro partidário. Nestas eleições, boa parte dos presidenciáveis tentou contratar sua consultoria.
Convidada a fazer uma breve avaliação sobre o perfil justamente deles, ela sentencia: “nenhuma deles possui o grande carisma”.
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Ouça o programa Start Eldorado, sobre tecnologia, mercado e transformação digital, que vai ao ar nas quartas-feiras, às 22h, na Rádio Eldorado (107,3 FM - SP). A relação entre as grandes empresas e as inovadoras startups, os processos de parceria, as experiências de aceleração são os destaques desta edição, na conversa com Juliano Seabra, diretor do iDEXO, e Jorge Vargas Neto, CEO da fintech Zen.
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O aborto volta a ser debatido no Supremo Tribunal Federal (STF) nesta sexta (3), sob o comando da segunda presidente mulher da Corte, ministra Cármen Lúcia. O tema será relatado por Rosa Weber, que decidiu ouvir especialistas antes de fechar questão. Integram o debate mais de 40 entidades e especialistas ligadas à área de saúde, direitos humanos, religião e ciências.
São dois dias para discutir se devemos deixar de considerar crime o aborto voluntário até o terceiro mês de gestação. A ação do PSOL ainda pede o reforço do protagonismo da mulher na decisão, sem a necessidade de qualquer autorização legal.
A questão central a ser discutida nas audiências e nos autos está em arbitrar o início da vida e quais os direitos mais importantes, o do feto ou o da mulher. Antagônicos por natureza, os conceitos se aproximam neste podcast.
O que você vai ouvir aqui são dois especialistas, uma juíza de Direito e um filósofo, estabelecendo ao menos um ponto de contato no embate entre valores morais e de saúde pública.
A discussão no Brasil se estabelece ao mesmo tempo em que o Congresso argentino se prepara para votar uma lei pró-aborto no Senado, que tem arrastado multidões às ruas e uma posição firme da Igreja Católica (lembre que o Papa Francisco é argentino).
Convidados:
Filósofo Francisco Razzo autor do livro "Contra o Aborto", editora Record
Dra. Dora Martins, juíza do Tribunal de Justiça de SP e porta-voz da Associação Juízes para a Democracia
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