O podcast do Estadão traz a colunista Carlos Andreazza em um papo reto e sem rodeios sobre os principais assuntos do momento.
Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.
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O podcast do Estadão traz a colunista Carlos Andreazza em um papo reto e sem rodeios sobre os principais assuntos do momento.
Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.
A série de sabatinas do Estadão com os presidenciáveis foi retomada ontem (04) com a presença do candidato Ciro Gomes, do PDT. Os encontros são realizados na sede da Faap, em SP. Respondendo a perguntas de jornalistas e da plateia pelo período de duas horas, Ciro falou sobre propostas de governo em diversas áreas, comentou a situação do ex-presidente Lula e fez críticas a Jair Bolsonaro. Preparamos aqui um resumo com os principais trechos da entrevista com o pedetista.
As perspectivas nada empolgantes para a economia brasileira daqui até o fim do ano, contaminada por cenário eleitoral e influência externa, é outro dos temas aqui do programa, numa entrevista com o economista Gustavo Loyola, ex-presidente do Banco Central.
Confira ainda a tradicional coluna “Direto ao Assunto”, com os comentários de José Nêumanne Pinto.
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A dor de ver o guardião de 200 anos de história ser consumido em algumas horas por um grande incêndio. A edição desta terça-feira do programa colheu o depoimento de uma das museólogas do Museu Nacional, Thais Mayumi. Ainda muito emocionada pelo ocorrido, ela deu uma dimensão da riqueza do acervo que era preservado pela instituição numa entrevista concedida a jornalista Carolina Ercolin. Mayumi criticou a falta de responsabilidade das administrações públicas ao diminuir o volume investimento ao longo dos anos. Ela ainda reforça a ligação afetiva que os funcionários tinham com o local. "Para população, talvez para quem não conheça o museu, às vezes fica a imagem de que o museu estava um pouco decadente, de que as coisas não iam bem. Mas para gente que estava lá dentro, era muito um momento de muita esperança. A gente estava comemorando os 200 anos, a gente está comemorando os 200 anos".
Confira ainda nesta edição uma conversa com Andreza Matais, editora da “Coluna do Estadão”. Na pauta, a estratégia do PT de “esticar a corda” e manter Lula como virtual candidato.
José Nêumanne Pinto, colunista do programa, também fala sobre o PT e critica a decisão do partido de “testar” a Justiça eleitoral.
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O candidato Jair Bolsonaro tem sido o alvo principal de parte dos adversários nas peças de campanha inseridas nas programações de rádio e TV desde sexta-feira (31). Geraldo Alckmin (PSDB) é quem montou uma artilharia mais pesada para tentar desconstruir o representante do PSL. A questão que se coloca é: a estratégia de buscar votos entre os eleitores de Bolsonaro é a que pode produzir um resultado mais efetivo? As pesquisas dão indicativos de que essa conversão não será nada fácil. Analisamos o assunto num bate-papo com o jornalista José Fucs, do BR18.
Edição desta segunda-feira traz ainda a agenda econômica da semana, com os comentários da editora do Broadcast, Silvia Araujo. Na pauta, tem resultado do IPCA de agosto, a disparada do dólar e a reunião da Argentina com o FMI.
Confira também a coluna “Direto ao Assunto”, com os comentários de José Nêumanne Pinto.
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Ouça o Start Eldorado, sobre tecnologia, mercado e transformação digital, que vai ao ar nas quartas-feiras, às 22h, na Rádio Eldorado (107,3 FM - SP). Arnaldo Fontenele, diretor do Instituto de Identificação do Distrito Federal e Cristiano Blanez dos Santos, da NEC, falam sobre a multibiometria e suas aplicações na área policial e de segurança pública.
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A campanha eleitoral ganha um novo contorno a partir desta sexta-feira com a entrada da propaganda obrigatória em rádio e TV. A exposição dos candidatos, antes restritas às ruas e à internet, cresce absurdamente. Com isso, há uma crença de que esse volume de inserções irá mexer com a posição dos presidenciáveis nas pesquisas de intenção de voto, favorecendo, evidentemente, aqueles que detêm mais tempo, caso do tucano Geraldo Alckmin. Ainda assim, não há plena segurança de que a TV terá este papel vital na definição do resultado do primeiro turno. Será um fenômeno a ser observado a partir de agora. A definição sobre o futuro de Lula é outro fator que deve mexer com a consolidação das candidaturas. Conversamos sobre estes e outros assuntos com o professor de Ética e Filosofia da Unicamp Roberto Romano, que visitou nossos estúdios e foi entrevistado pelo jornalista Haisem Abaki.
Edição de hoje ainda apresenta um resumo de como foi a participação da candidata Marina Silva (Rede) na série de sabatinas promovida pelo Estadão e a Faap. Ela respondeu a perguntas de jornalistas e da plateia presente ao auditório da universidade, em SP.
Na coluna “Direto ao Assunto”, José Nêumanne Pinto comenta sobre o processo de análise da candidatura de Lula no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
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A partir desta sexta (31), com o início do horário político eleitoral gratuito, os jingles das campanhas dos candidatos à Presidência vão começar a martelar na cabeça do eleitorado, especialmente nas inserções distribuídas nas grades de programação das emissoras de rádio e TV. Essa é uma das estratégias mais tradicionais do marketing político para tentar atrair a atenção (e empatia) da audiência. Convidamos o repórter do Caderno 2, Julio Maria, para analisar as produções musicais das campanhas de alguns dos presidenciáveis. Apesar do discurso pluralista, voz masculina predomina nas músicas. O crítico musical foi entrevistado pela jornalista Carolina Ercolin. Programa ainda ouve a opinião de Carlos Manhanelli, especialista em marketing político - autor do livro “Jingles Eleitorais e Marketing Político – Uma Dupla do Barulho”.
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Se o peso do engajamento digital fosse o único elemento definidor para o resultado dessas eleições, o partido Novo poderia estar em vantagem sobre players mais tradicionais. De fato, nas redes sociais, a atuação dos militantes da agremiação recém-criada impressiona. Nas pesquisas de intenção de voto, porém, a mobilização da web não tem se convertido em números mais expressivos. João Amoêdo, candidato à Presidência, figura na parte de baixo, próximo ao bloco do 1% entre os presidenciáveis. Para além do desempenho matemático, o Novo aproveitou a janela de desencanto generalizado da sociedade com a classe política para projetar um discurso de renovação. Que tem como base essencial o liberalismo econômico, além da refutação de toda práxis que sustenta a governabilidade. Isto é, o “toma lá, da cá” e a concessão de uma infinidade de privilégios aos que detém o poder. Para entender melhor este fenômeno e o quanto ele tem viabilidade no quadro eleitoral do Brasil, conversamos com o cientista político Vitor Oliveira.
A análise se conecta diretamente com a sabatina de ontem promovida pelo Estadão, que foi justamente com o candidato João Amoêdo. Ele respondeu a perguntas de jornalistas e da plateia que esteve presente na Faap, em SP. Nas propostas, o representante do Novo reforçou a linha programática do partido, pregando privatizações e o enxugamento do Estado.
Confira ainda a tradicional coluna “Direto ao Assunto”, com os comentário de José Nêumanne Pinto.
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A campanha eleitoral deste ano já elegeu sua Geni: Michel Temer. Não há quem queira estar associado ao nome do presidente, dado o patamar de sua impopularidade. Ontem, foi a vez do senador Romero Jucá (MDB) tentar se afastar do status de homem forte do governo. O cálculo político é um só: se viabilizar em seu Estado, Roraima – onde ele é candidato à reeleição. O ex-presidente Lula, que facilmente poderia estar neste posto de rejeição ampla da classe política e do eleitorado, vê seu nome cada vez mais ganhar força nas pesquisas. O cenário paradoxal mexe claramente com as estratégias dos postulantes ao Palácio do Planalto. Quem comenta em detalhes na edição desta terça-feira do programa é a editora da Coluna do Estadão, Andreza Matais.
O Estadão iniciou ontem a série de sabatinas com os candidatos à Presidência da República. Ontem, o entrevistado foi Alvaro Dias, do Podemos. Ao longo de duas horas, o senador respondeu perguntas dos jornalistas, da plateia e falou sobre propostas de reforma política, previdenciária e tributária, combate à corrupção, educação e economia. Além disso, o candidato comentou o convite ao juiz Sérgio Moro para assumir o Ministério da Justiça e fez críticas ao presidente Michel Temer e à candidatura do ex-presidente Lula. Programa de hoje traz um resumo das principais declarações do representante do Podemos.
Confira ainda a tradicional coluna “Direto ao Assunto”, com os comentário de José Nêumanne Pinto.
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A campanha ganhou as ruas e as redes sociais, mas ainda não foi suficiente para mexer nas pesquisas de intenção de voto – que confirmaram tendências já apresentadas na fase de pré-campanha. A propaganda na TV será o mesmo o grande fator de mudanças? Analisamos o tema numa conversa com o sociólogo e professor do Mackenzie, Rodrigo Prando.
Edição desta segunda-feira (27) ainda aborda um assunto muitas vezes tratado como tabu, mas é hoje uma das principais causas de morte no mundo: o suicídio. A cada 40 segundos, alguém interrompe a própria vida, segundo a Organização Mundial da Saúde. Nos últimos meses, ao menos quatro casos entre estudantes da USP foram registrados. A universidade reagiu e criou o Escritório de Saúde Mental como meio para orientar e dar suporte psicológico. Quem dá mais detalhes é Andrés Eduardo Aguirre Antúnez, vice-diretor do Instituto de Psicologia da USP, entrevistado pela jornalista Carolina Ercolin.
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Ouça o Start Eldorado, sobre tecnologia, mercado e transformação digital, que vai ao ar nas quartas-feiras, às 22h, na Rádio Eldorado (107,3 FM - SP). O uso de inteligência artificial, aprendizado de máquinas e internet das coisas já é realidade no relacionamento de bancos tradicionais ou digitais, empresas do setor financeiro e fintechs no relacionamento com os clientes. Carlos Augusto de Oliveira, diretor de tecnologia do Banco Original, e Ricardo Anhesini, sócio-líder da consultoria KPMG, foram recebidos pelo programa.
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