O podcast do Estadão traz a colunista Carlos Andreazza em um papo reto e sem rodeios sobre os principais assuntos do momento.
Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.
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O podcast do Estadão traz a colunista Carlos Andreazza em um papo reto e sem rodeios sobre os principais assuntos do momento.
Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.
Edição desta sexta-feira faz uma pergunta: A religião tem peso na hora de escolher um candidato para uma cadeira no legislativo, ou em eleições majoritárias, como governador e presidente? Um levantamento do Estadão/Broadcast indica que a bancada, hoje, é composta por pelo menos 84 parlamentares: 82 deputados e dois senadores. Se comparado ao ano de 2006, o número mais que dobrou. A chamada ‘Bancada da Bíblia’ age para detectar e atuar no bloqueio de iniciativas que possam afrontar o ideário conservador.
Para a doutora em Administração Pública e Governo e pesquisadora do Centro de Estudos em Economia e Política do Setor Público da FGV, Cláudia Cerqueira, é errado achar que apenas as pautas conservadoras estão na mira da bancada religiosa. Segundo a estudiosa, boa parte desses deputados se encontra em comissões ligadas a telecomunicações, que é uma área de interesse das igrejas.
O programa continua apresentando as propostas dos coordenadores dos programas econômicos dos presidenciáveis. Hoje é a vez de Marcio Pochmann, responsável pelo programa econômico da chapa Lula/Fernando Haddad do PT. Ele foi entrevistado pelo repórter Douglas Gavras após participar de evento do Estadão, sobre o tema.
E você acompanha também mais análise política no comentário do colunista José Nêumanne Pinto.
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A campanha eleitoral já está a todo vapor nas ruas e as primeiras pesquisas divulgadas nesta semana, pelo Ibope e Datafolha, mostram quadros semelhantes, com Lula e Bolsonaro na liderança. Ambos são campeões de rejeição também. É claro que a situação do ex-presidente é excepcional, já que deverá ter sua candidatura impugnada pela Justiça eleitoral. A questão que se coloca a partir de agora é: este é um cenário que pode favorecer o crescimento do provável candidato do PT, Fernando Haddad? O alto recall de Lula seria suficiente para garantir uma boa taxa de transferência de votos para o ex-prefeito de SP? Conversamos sobre o assunto com dois especialistas, Danilo Cersosimo, diretor do Ipsos, e Hilton Fernandes, cientista político da Fundação Escola de Sociologia e Política de SP. Os dois vieram até nossos estúdios e foram entrevistados pelo jornalista Haisem Abaki.
Confira ainda o comentário do dia de José Nêumanne Pinto na coluna “Direto ao Assunto”.
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Se o cenário na corrida presidencial está cercado de incertezas, o que dizer da eleição no campo legislativo? Um dado extraído da pesquisa Ibope/ Estado/ TV Globo da última segunda-feira (20) deixa claro que grande parte dos eleitores ainda não sabe em quem vai votar nos cargos que preenchem o Congresso Nacional: 60% não tem um candidato para senador no Estado de SP. É evidente que a campanha só está no começo e que a entrada da propaganda no rádio e na TV deverá ajudar nesta aproximação dos postulantes com a população. Ainda assim, cabe perguntar, qual é o peso que o Poder Legislativo terá no debate nacional? Conversamos sobre o assunto com o cientista político Humberto Dantas.
Edição desta quarta-feira, 22, também analisa as reações do mercado financeiro sobre o cenário eleitoral. Ontem, o dólar passou dos 4 reais e a Bovespa registrou queda de 1,5%. Resultado este que tem como lastro a pesquisa eleitoral. Silvia Araujo, editora do Broadcast, conta mais em detalhes no programa de hoje.
Confira ainda o comentário de José Nêumanne Pinto na coluna “Direto ao Assunto”.
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Na primeira pesquisa Ibope desde que as candidaturas foram registradas no TSE (Tribunal Superior Eleitoral), Jair Bolsonaro (PSL) lidera no cenário mais provável, sem o ex-presidente Lula (PT). O deputado tem 20% das intenções de voto, segundo levantamento divulgado nesta segunda-feira, 20. Ele é seguido por Marina Silva (Rede), com 12%, Ciro Gomes (PDT), com 9%, Geraldo Alckmin (PSDB), com 7%, Fernando Haddad (PT), com 4%, e Alvaro Dias (Podemos), com 3%. Convidamos para analisar este retrato eleitoral o cientista político Rafael Cortez, da Tendências Consultoria. Entre os temas, estão: potencial de transferência de votos de Lula para Haddad, real densidade de Bolsonaro e a esperança do tempo de TV para uma alavancagem de Alckmin.
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Edição desta segunda-feira destaca que candidatos à Presidência da República ainda não sabem como adotar estratégias para desconstruir a imagem de Jair Bolsonaro. Líder nas pesquisas de intenção de voto, ele tem sido confrontado somente por temas de sua “zona de conforto”. Por enquanto, a única exceção foi um momento de confronto com Marina Silva, no último debate. Além disso, a redução dos custos de campanha e novas regras eleitorais fizeram os candidatos aparecerem menos em eventos de rua neste início da corrida eleitoral, à espera da propaganda no Rádio e na TV. A análise é do cientista político Vitor Oliveira, da consultoria Pulso Público.
Outro tema desta edição é o plano de governo para a economia numa eventual gestão de Geraldo Alckmin, do PSDB. O Estadão antecipou que a ideia do tucano é dar mais poderes para o Ministério da Fazenda, inclusive na administração do Orçamento. Detalhes com o repórter Pedro Venceslau.
E você acompanha também mais análise política no comentário do colunista José Nêumanne Pinto.
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Ouça o Start Eldorado, sobre tecnologia, mercado e transformação digital, que vai ao ar nas quartas-feiras, às 22h, na Rádio Eldorado (107,3 FM - SP). O programa recebeu Edson Ortega, diretor de risco da Visa do Brasil, e Wagner Coppede, diretor de tecnologia e soluções da NEC, e fala sobre o estudo 'Cashless Cities', feito pela instituição financeira.
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A classe política mais tradicional, aquela formada pelos grandes partidos, tem a confiança de que o espaço na TV poderá mudar o cenário na corrida presidencial. Em outras palavras, de que poderá desidratar a candidatura de Jair Bolsonaro (PSL) e resgatar a velha polarização PT X PSDB. Mas será que isso será consumado tão facilmente? Ou há densidade real na mobilização via redes sociais? Estaríamos diante da implosão de um modelo de campanha que vigorou até agora? Debatemos este tema no programa com um especialista em comunicações, o professor Eugenio Bucci, jornalista e professor da ECA-USP.
No comentário de hoje de José Nêumanne Pinto, a ousadia do PT em tentar colar na Justiça a ideia de que Lula é “ficha limpa”.
Confira ainda como foi a sabatina com o economista Gustavo Franco, ex-presidente do Banco Central e um dos formuladores do programa econômico da campanha de João Amoêdo, do partido Novo.
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A partir desta quinta-feira, 16, o TSE autoriza candidatos a pedirem o seu voto. E eles farão de tudo para convencer um eleitor em especial: o indeciso.
Outra polêmica gira em torno da manobra do Partido dos Trabalhadores iniciada oficialmente ontem. O registro do nome do ex-presidente Lula na corrida ao Palácio do Planalto promete gerar dezenas de pedidos de impugnação na Corte. O petista é considerado inelegível pela Lei da Ficha Limpa porque foi condenado em 2ª instância no caso do tríplex do Guarujá.
Programa de hoje recebe em nosso estúdio para discutir o tema: o cientista político Alberto Carlos Almeida e o professor de Direito Constitucional Luiz Felipe Panelli, numa conversa conduzida pela jornalista Carolina Ercolin.
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Nesta quarta (15), com o término do prazo para o registro de todas as candidaturas no TSE, o PT vai cumprir sua estratégia de sobrevivência de Lula no pleito eleitoral. Tentará dar um caráter simbólico ao que, para os demais postulantes ao cargo, é mero cumprimento de uma formalidade. Não poderia ser diferente: à luz das regras, de acordo com os efeitos da Lei da Ficha Limpa, o ex-presidente, preso em Curitiba, será barrado da disputa das eleições. O que se se verá agora são duas frentes de batalha para o partido: uma no campo jurídico, recorrendo às instâncias superiores da Justiça; e outra no campo eleitoral, com a necessidade de se apresentar o real candidato: o ex-prefeito de SP, Fernando Haddad. Conversamos sobre o assunto com o repórter Ricardo Galhardo, que está em Brasília acompanhando os dirigentes petistas nesta cruzada em favor de seu líder.
Na coluna “Direto ao Assunto” de hoje, José Nêumanne Pinto comenta justamente as paralisações promovidas pelo MST, em estradas e vias públicas, reivindicando que o ex-presidente Lula possa concorrer na eleição deste ano.
Ainda no programa de hoje, entrevistamos a ‘idealizadora’ da União das Repúblicas Socialistas da América Latina (URSAL). O tema acabou virando ‘meme’ na internet, após o candidato do Patriotas à Presidência, Cabo Daciolo, acusar Ciro Gomes de pertencer ao Foro de São Paulo, que teria um plano para implantar o comunismo na América de línguas espanhola e portuguesa. A ironia do caso é que a socióloga e professora universitária aposentada da Universidade Estadual de Londrina, no Paraná, Maria Lucia Victor Barbosa, criou a ‘URSAL’ para criticar um encontro do Foro de São Paulo em 2001, entre os presidentes Lula, do Brasil, e Fidel Castro, de Cuba. O papo, conduzido por Carolina Ercolin, com está imperdível!
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Edição desta terça-feira fala sobre a ministra do Supremo Tribunal Federal (STF), Rosa Weber, que assume, nesta terça-feira (14), a presidência do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) até 2020. Como primeiro grande desafio, a magistrada terá que se debruçar sobre o registro da candidatura do ex-presidente Lula, condenado e preso na Lava Jato. Seu antecessor, ministro Luiz Fux já havia emitido opinião de que a lei da ficha limpa é clara nestes casos. No entanto, Rosa Weber se mantém mais reservada quando perguntada sobre o assunto. Além disso, a ministra terá a árdua tarefa de comandar um combate às ‘fake news’, que é um tema de grande preocupação durante as campanhas eleitorais.
Ainda no programa, o crescimento das candidaturas de militares nas eleições deste ano. O número de candidatos originários das Forças Armadas, da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros quase dobrou em relação ao pleito de 2014. Conversamos com o jornalista Roberto Godoy sobre o assunto.
Na coluna “Direto ao Assunto” de hoje, José Nêumanne Pinto comenta as declarações do diretor-geral da Polícia Federal Rogério Galloro sobre a prisão de Lula.
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