O podcast do Estadão traz a colunista Carlos Andreazza em um papo reto e sem rodeios sobre os principais assuntos do momento.
Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.
php/*
O podcast do Estadão traz a colunista Carlos Andreazza em um papo reto e sem rodeios sobre os principais assuntos do momento.
Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.
A proposta da reforma da Previdência foi entregue ontem pelo governo Bolsonaro ao Congresso. Com um texto arrojado, ela permite um importante impacto fiscal nos cofres públicos, gerando uma economia na ordem de R$ 1 trilhão no prazo de dez anos, e busca ser mais equânime em sua lógica de arrecadação e distribuição dos benefícios. Episódio de hoje avalia os principais pontos do projeto numa conversa com o editor de economia do Broadcast, Fernando Nakagawa.
Avaliamos também o aspecto político envolvido na tramitação da reforma. De que forma o governo Jair Bolsonaro conseguirá aprová-la? Ministros e líderes do governo têm mostrado dificuldades na articulação política, principalmente com os parlamentares que não foram contemplados com cargos públicos pelo governo. Um exemplo de como a relação pode ser espinhosa é a recente derrota na Câmara dos Deputados em que se derrubou o decreto sobre sigilo em documentos públicos. Diante disso, qual será a estratégia do governo federal? Manter a sua política de não institucionalizar o “toma lá da cá” ou ceder à velha política de negociação com os parlamentares? Conversamos com a editora do Broadcast Político da Agência Estado, Clarissa Oliveira, sobre o assunto.
See omnystudio.com/listener for privacy information.
O presidente Jair Bolsonaro vai levar hoje ao Congresso a proposta da reforma da Previdência. É o projeto que pode verdadeiramente dar uma nova guinada ao governo, já que seus efeitos tendem a criar um ambiente econômico extremamente positivo para o País. A questão que se impõe é: existe hoje articulação política suficiente para que uma PEC seja aprovada? Em quase dois meses de gestão, Bolsonaro já teve que gastar parte de seu capital político por conta de interferências de um dos filhos na condução do governo. A formação de um ministério tomado de militares e a falta de uma base aliada sólida também podem vir a comprometer uma agenda tão desgastante e complexa como a Previdência. Teria Bolsonaro esquecido de fazer política? Analisamos o tema numa conversa com o cientista político Rafael Cortez, da Tendências Consultoria.
See omnystudio.com/listener for privacy information.
Caiu o primeiro ministro do governo do presidente Jair Bolsonaro. Era uma queda esperada e até anunciada, mas a crise estranhamente se prolongou por mais alguns dias. A demora pela exoneração aprofundou o desgaste e alimentou novas teorias da conspiração. Gustavo Bebianno, agora ex-ministro da Secretaria-Geral da Presidência, deixa o Planalto com a suspeita de que tem revelações comprometedoras a fazer sobre Bolsonaro. Ninguém sabe ao certo o potencial deste passivo de uma relação construída ao longo de toda a campanha eleitoral. E se ele de fato existe. O futuro alvo de Bebianno talvez não seja o presidente, mas seu filho, Carlos, desafeto declarado e pivô desta crise que terminou em demissão. Episódio de hoje analisa os desdobramentos desta convulsão palaciana numa conversa com jornalistas do Estadão: o editor executivo Alberto Bombig, responsável pela Coluna do Estadão, e a colunista Eliane Cantanhêde.
See omnystudio.com/listener for privacy information.
O presidente Jair Bolsonaro não gosta da imprensa. Ou melhor, não costuma reconhecer o valor institucional do trabalho jornalístico como um dos pilares da democracia. Mesmo depois da campanha eleitoral, mantém a crença de que a comunicação direta, sem intermediação, será suficiente para informar a sociedade de sua agenda pública– as redes sociais cumpririam este papel. Curioso é notar que boa parte das crises e desgastes do governo até agora tem como natureza o comportamento desenfreado em posts virulentos no Twitter. Afinal, por que Bolsonaro lida tão mal com jornalistas e os veículos que os representam? Conversamos sobre o tema com o professor da ECA (USP), Eugenio Bucci, convidado do episódio de hoje.
See omnystudio.com/listener for privacy information.
Conheça as inovações tecnológicas que já auxiliam milhares de pacientes e os profissionais de saúde, na conversa com Carlos Zago, fundador e CEO da consultoria de inteligência Innovster, e José Albani Carvalho, diretor da Stefanini Health. A apresentação é de Daniel Gonzales.
See omnystudio.com/listener for privacy information.
Com o retorno do presidente Jair Bolsonaro a Brasília, o texto final da reforma da Previdência começa a ganhar forma. Alguns pontos já foram definidos, entre eles o mais polêmico, a idade mínima. Será de 65 anos para homens e 62 anos para mulheres. Na negociação com o presidente, o ministro da economia, Paulo Guedes, apesar de ceder neste aspecto, conseguiu o que mais perseguia: a economia de R$ 1,1 trilhão num prazo de dez anos – fundamental para o equilíbrio das contas públicas. Para isso, os prazos para transição serão mais curtos: 10 anos para homens e 12 para mulheres. As sinalizações dadas pelo governo sobre a reforma animaram o mercado, com a Bovespa batendo quase os 100 mil pontos. Apesar do otimismo, o caminho a ser percorrido até uma possível aprovação será árduo. Debatemos o tema no episódio de hoje numa conversa com a editora do Broadcast em Brasília, Silvia Araujo.
See omnystudio.com/listener for privacy information.
Após 17 dias de internação no Hospital Albert Einsten, em SP, o presidente Jair Bolsonaro recebeu alta e, agora, está de volta ao Palácio do Planalto, em Brasília. Ainda que tenha exercido funções administrativas de dentro hospital, Bolsonaro não conseguiu evitar uma certa paralisia do governo neste período, em especial sobre a conclusão de uma proposta final para a reforma da Previdência. A partir de agora, o presidente será testado exaustivamente em sua liderança, já que precisa conciliar expectativas da equipe econômica e política, estabelecer uma articulação eficaz junto ao Congresso e, de quebra, aparar arestas internas, como as desavenças entre seu filho, Carlos Bolsonaro, e o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Gustavo Bebianno. Os desafios que lhe aguardam não são nada simples. Conversamos sobre o tema com o cientista político Humberto Dantas, convidado do episódio de hoje.
See omnystudio.com/listener for privacy information.
A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que pretendia investigar o ativismo judicial de cortes superiores foi arquivada após alguns senadores retirarem suas assinaturas. São eles: Tasso Jereissatti (PSDB-CE), Katia Abreu (PDT-TO) e Eduardo Gomes (MDB-TO). Reportagem do Estadão revelou que ministros do Supremo articularam nos bastidores para que a CPI não fosse adiante. O jurista Modesto Carvalhosa, convidado da edição de hoje do programa, lamenta episódio e lembra que é parte da missão do Legislativo fiscalizar a conduta do Poder Judiciário. Para Carvalhosa, existe uma “seletividade” do STF na escolha do que é julgado e processado.
Ainda dentro desta relação conflituosa entre os Poderes, o STF começa a julgar hoje alguns temas vinculados à pauta de costumes, como a criminalização da homofobia. Segundo relata o repórter Rafael Moraes Moura, temas sensíveis como esse colocarão o Supremo em rota de colisão com o Congresso Nacional, notadamente mais conservador.
See omnystudio.com/listener for privacy information.
Episódio de hoje colhe depoimentos de jornalistas do ‘Estado’ e da Rádio Eldorado sobre a morte de Ricardo Boechat, âncora da Band e da rádio BandNews, vítima fatal de um trágico acidente aéreo ocorrido ontem (11). Alexandre Garcia, Eliane Cantanhêde, Roberto Godoy, Marcelo de Moraes, Alberto Bombig e José Nêumanne Pinto falam sobre a importância do jornalista, desde seus tempos de impresso, passando inclusive pelo Estadão, até a condução de programa matinal em rádio. O ‘Acervo Estadão’ também participa deste podcast e relembra quando Boechat ganhou prêmio Esso em reportagem feita para este jornal.
O ‘Estadão Notícias’ desta terça-feira ainda conversa com a repórter Tânia Monteiro sobre atuação do Palácio do Planalto em tentar se blindar de críticas da Igreja Católica. No último domingo, o Estado revelou que o governo quer neutralizar a ação do que chama de “clero progressista”.
See omnystudio.com/listener for privacy information.
A lenta recuperação do presidente Jair Bolsonaro após cirurgia para retirada da bolsa de colostomia, em SP, gerou um desgaste inesperado: por que o vice Hamilton Mourão (PRTB) não poderia assumir por mais alguns dias as funções de Chefe do Executivo? Ficou evidente que há uma desconfiança em relação ao general, alimentada por bolsonaristas como o filósofo Olavo de Carvalho e os próprios filhos do presidente, em especial Eduardo Bolsonaro. Desde que tomou posse, Mourão não tem sido um “vice decorativo”: demonstrou discurso independente, além de atender a imprensa com mais frequência. O repórter de “Política”, Pedro Venceslau, convidado do episódio de hoje, relata que certas declarações dele despertaram a ira dos evangélicos – um dos mais importantes setores da base de apoio de Bolsonaro. Qual seria o tamanho do descompasso de Mourão com o governo? Ou tudo não passa de mais uma narrativa paranoica do clã Bolsonaro? Vamos buscar a refletir sobre essas questões no programa de hoje.
See omnystudio.com/listener for privacy information.