O podcast do Estadão traz a colunista Carlos Andreazza em um papo reto e sem rodeios sobre os principais assuntos do momento.
Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.
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O podcast do Estadão traz a colunista Carlos Andreazza em um papo reto e sem rodeios sobre os principais assuntos do momento.
Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.
Qual é a temperatura do Congresso em relação à reforma da Previdência? Pesquisa da XP Investimentos feita diretamente com os parlamentares mostra que a percepção sobre a necessidade de se fazer uma reforma já não é mais objeto de teses obsoletas. A ampla maioria, 77% na Câmara e 64% no Senado, defendem a PEC. O problema é: que texto vai sair a partir do escrutínio dos congressistas? Quanto eles vão ceder ao lobby das corporações e de suas bases eleitorais? A proposta sobre a idade mínima, por exemplo, está longe de contemplar as expectativas de boa parte de deputados e senadores – e este levantamento já capta isso. Nos aprofundamos por este debate hoje numa conversa com Paulo Gama, analista da XP Investimentos.
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Nesta edição, o Start Eldorado relembra alguns dos temas e entrevistados que passaram pelo programa no primeiro ano no ar, pela Eldorado FM (107,3 - SP). A apresentação é de Daniel Gonzales.
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O Produto Interno Bruto do Brasil (PIB) cresceu 1,1% no ano de 2018, de acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Para os especialistas, alguns episódios pontuais, como as eleições e a greve dos caminhoneiros, prejudicaram o crescimento no ano passado. Segundo o colunista de economia do Estadão, Celso Ming, o dado mais preocupante é o avanço de apenas 0,1% no último trimestre, pois mostra que o aumento do PIB nos próximos meses será lento. Além disso, Ming atribui o baixo crescimento ao fato do País gastar mais do que pode, e ter pouca preocupação em poupar e investir, o que está diretamente ligado aos maiores PIBs do mundo. O colunista foi entrevistado por Gustavo Lopes.
Edição desta sexta-feira ainda aborda um tema de fundamental importância para este período de carnaval: o aumento de casos de assédio sexual. A novidade é que desta vez uma nova legislação estará em vigor: a de importunação sexual, que tipifica e prevê penas mais duras para atos libidinosos sem consentimento, como o “beijo roubado” ou a “mão boba”. A nova lei será suficiente para coibir a ação de agressores? Conversamos sobre o tema com Maíra Zapater, doutora em Direitos Humanos pela USP e professora de Direito Penal.
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Pode parecer um tanto precoce para conclusões mais alarmantes, visto que são apenas dois meses de governo, mas o índice de aprovação da gestão de Bolsonaro no comando do País não chega a metade dos brasileiros. Segundo pesquisa recente CNT/MDA, ficou em 38,9%. É a pior avaliação para um presidente em começo de mandato desde FHC, em 1995. Se o resultado ainda não é motivo para desespero, pode servir de alerta para quem acreditou que a “lua de mel” com as urnas facilitaria a efetivação de uma nova agenda pública. Entre elas, a nada fácil reforma da Previdência. Quais seriam os motivos para uma aprovação abaixo das expectativas? Desgastes internos, retórica de palanque, perseguições de cunho ideológico e a demonização da política? Conversamos sobre o tema com o sociólogo e professor do Mackenzie, Rodrigo Prando.
Episódio de hoje ainda aborda o encontro do presidente americano Donald Trump com o líder norte-coreano, Kim Jong-um, no Vietnã, assim como o depoimento bombástico de Michael Cohen, ex-advogado de Trump. Quem traz as informações é a correspondente do Estadão nos EUA, Beatriz Bulla.
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Desde que o governo Bolsonaro apresentou oficialmente o texto da reforma da Previdência, a pressão se elevou para que uma articulação política “profissional” entrasse em cena. Ou seja, a interlocução com o Congresso não poderia mais depender apenas de influência externa, da mobilização da sociedade – até porque um projeto desta complexidade não costuma ter um engajamento popular favorável tão expressivo. Na prática, o Planalto se viu obrigado a reconsiderar as lideranças partidárias como meio fundamental para negociar apoio e organizar pela primeira vez uma base governista estável – algo que não foi feito até agora. Para o cientista político Carlos Pereira, da FGV, se o governo não tiver sucesso na montagem desta coalizão, a reforma da Previdência poderá sofrer sérios abalos. Convidado de hoje do programa, ele ainda reforça: é possível, sim, construir maiorias a partir de uma negociação racional e sem fisiologismo.
Edição desta quarta-feira volta a conversar com a repórter especial Renata Cafardo sobre os desdobramentos do pedido do Ministério da Educação para que as escolas coloquem as crianças perfiladas para cantar o hino nacional. Ela explica que o MEC reajustou o teor do email, mas que a orientação ainda está mantida – e por isso, poderá ser objeto de questionamentos jurídicos.
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A coleção de excentricidades de certas alas do governo do presidente Jair Bolsonaro ganhou um novo capítulo nesta segunda-feira (25). O Ministério da Educação enviou email para escolas públicas e particulares pedindo que os alunos fossem gravados cantando o hino nacional, perfilados diante bandeira brasileira. Os vídeos deveriam ser enviados ao governo. A revelação foi feita pela repórter especial do Estadão, Renata Cafardo, convidada de hoje do programa. Ela relata mais detalhes da medida e como ela foi recebida pelo meio educacional. Além de um sentimento generalizado de incredulidade, conta Renata, o MEC estaria sujeito a uma série de processos judiciais por conta desta orientação – tanto pelo seu teor, quanto pelo fato das crianças serem gravadas sem autorização prévia.
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A edição de número 91 do Oscar deu a 'Green Book' o principal prêmio da noite: o de melhor filme. Havia uma expectativa de que a Academia pudesse dar um passo mais arrojado e consagrar longas como 'Pantera Negra' ou 'Roma'. Mas se preferiu escolher um retrato mais convencional, do ponto de vista de linguagem, e mais conciliador em sua temática - quando aborda o racismo. Spike Lee, premiado na noite pela direção de 'Infiltrado na Klan', deu as costas ao palco quando a equipe de 'Green Book' subiu para receber o prêmio.
De Los Angeles, o editor do 'Caderno 2', Ubiratan Brasil, faz um balanço da premiação, que ainda pulverizou suas estatuetas para outros destaques desta temporada, como 'A Favorita', 'Vice', 'Roma' e 'Bohemian Rhapsody'. Ouça nesta edição extraordinária do 'Estadão Notícias'.
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Episódio que abre a semana aqui do nosso podcast ataca três temas. Acompanhando a crise na fronteira com a Venezuela, tanto do Brasil, quanto da Colômbia, vamos entender qual é o real poder de fogo das Forças Armadas comandadas pelo presidente Nicolás Maduro. Para isso, ouvimos o jornalista Roberto Godoy – especialista em Defesa e estratégia militar.
Edição desta segunda ainda vai à Antártida e ouve o depoimento da editora do Estadão, Luciana Garbin, sobre a nova estação brasileira no continente gelado. Sete anos depois do incêndio que destruiu 70% das instalações, uma nova e moderna estrutura foi erguida, tendo a China como executora da obra. A inauguração está prevista para o próximo verão, apesar de sua conclusão ser agora em meados de março.
Por fim, programa ainda discute o modelo de financiamento eleitoral e partidário. O caso do “laranjal do PSL” demonstra que a troca pelo fundo público esteve longe de coibir práticas corruptas. Segundo o advogado Marcelo Issa, do Movimento Transparência Partidária, a fiscalização é muito falha e a punição praticamente inexistente.
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Inteligência artificial, análise de dados e de imagens (video analytics) são tecnologias já utilizadas para direcionar promoções, diminuir filas, gerenciar estoques e otimizar negócios na era da informação. Saiba mais na conversa com André Campos, diretor de TI da rede Assaí/GPA e Alexandre Soyama, head de soluções e negócios da NEC Brasil. A apresentação é de Daniel Gonzales. O Start Eldorado vai ao ar todas as quartas-feiras, às 22h, Eldorado FM (107,3 FM - SP).
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Às vésperas da entrega de ajuda humanitária à Venezuela, o grau de tensão nas áreas de fronteira com o país subiu consideravelmente. O acesso ao Brasil foi fechado ontem (21) após ordem do presidente Nicolás Maduro. Blindados foram enviados à região numa tentativa de impedir a entrada dos suprimentos enviados pelos EUA. O governo do presidente Jair Bolsonaro manteve a missão humanitária, mesmo com o fechamento da fronteira.
De acordo com o jornalista Roberto Godoy, especialista em segurança e estratégia militar, o Brasil irá manter uma posição de não intervenção, além de aumentar o reforço militar na fronteira, ainda que o governo não confirme. Ele avalia, porém, que a depender do comportamento das tropas venezuelanas na fronteira, um cenário de conflito poderá ser suscitado, especialmente com a Colômbia. E o Brasil, também pode reagir? Ouça análise completa no episódio de hoje. A correspondente do Estadão nos EUA, Beatriz Bulla, relata como o governo americano de Donald Trump tem monitorado a crise na região.
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