O podcast do Estadão traz a colunista Carlos Andreazza em um papo reto e sem rodeios sobre os principais assuntos do momento.
Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.
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O podcast do Estadão traz a colunista Carlos Andreazza em um papo reto e sem rodeios sobre os principais assuntos do momento.
Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.
No “Estadão Analisa” desta quinta-feira, 06, Carlos Andreazza fala da megaoperação policial no Rio de Janeiro, a mais letal da história do Estado, que politizou o debate sobre segurança pública e antecipou o calendário eleitoral. Em menos de uma semana, o governo Lula e parlamentares de 16 Estados e 12 partidos apresentaram 51 projetos de lei sobre o tema, transformando a pauta da criminalidade em palco de disputa política e nova arena de confronto entre Planalto e oposição, a menos de um ano das eleições de 2026.
Especialistas consultados pelo Estadão destacam que esse salto no número de projetos apresentados ao longo dos último dias repete um padrão do Congresso: após episódios de grande repercussão acontece uma enxurrada de propostas de soluções apresentadas no calor da comoção pública, sem planejamento de longo prazo.
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O 'Estadão Analisa' é transmitido ao vivo de segunda a sexta-feira, às 7h, no Youtube e redes sociais do Estadão. Também disponível no agregador de podcasts de sua preferência.
Apresentação: Carlos Andreazza
Edição/Produção: Jefferson Perleberg
Coordenação: Leonardo Cruz e Everton Oliveira
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No “Estadão Analisa” desta quarta-feira, 05, Carlos Andreazza fala a megaoperação policial no Rio de Janeiro, a mais letal da história do Estado, politizou o debate sobre segurança pública e antecipou o calendário eleitoral. Em menos de uma semana, o governo Lula e parlamentares de 16 Estados e 12 partidos apresentaram 51 projetos de lei sobre o tema, transformando a pauta da criminalidade em palco de disputa política e nova arena de confronto entre Planalto e oposição, a menos de um ano das eleições de 2026.
Especialistas consultados pelo Estadão destacam que esse salto no número de projetos apresentados ao longo dos último dias repete um padrão do Congresso: após episódios de grande repercussão acontece uma enxurrada de propostas de soluções apresentadas no calor da comoção pública, sem planejamento de longo prazo.
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No “Estadão Analisa” desta terça-feira, 04, Carlos Andreazza fala sobre o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que se reuniu com o governador Cláudio Castro (PL), o prefeito do Rio, Eduardo Paes (PSD), e autoridades da área de segurança pública do Estado para tratar sobre a megaoperação que deixou 121 mortos nos complexos da Penha e do Alemão na capital fluminense.
O ministro assumiu a relatoria da ADPF 635, conhecida como a ADPF das Favelas, ação que estabeleceu parâmetros de atuação para reduzir a letalidade policial no Rio, especialmente nas comunidades, e obrigou o governo do Estado a criar um plano de recuperação territorial de áreas dominadas por facções e milícias.
De acordo com o Governo do Rio, foram apresentados ao ministro dados sobre o planejamento e a execução da megaoperação realizada nos complexos da Penha e do Alemão. O relatório, que, segundo o governo, “mostra total transparência no cumprimento da ADPF 635″, será encaminhado ao Supremo Tribunal Federal.
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Foto: Philippe Lima/Governo do Rio
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No “Estadão Analisa” desta segunda-feira, 03, Carlos Andreazza fala sobre as reações de Lula e Tarcísio de Freitas aos eventos havidos no Rio de Janeiro. O protagonismo da questão “segurança pública” para 2026 parece incômodo a ambos. Já que não podem ter sido pegos de surpresa pela centralidade eleitoral do tema, a hipótese é de que esse incômodo derive da existência concreta do fato “maior operação policial da história contra uma facção criminosa”; como se esperassem que o assunto se derramasse etereamente ano que vem adentro.
Esse era o desejo. O mundo real se impôs. Aí está o episódio; enclave material – um marco – a pressioná-los. Estão cobrados. Instados a se posicionar; e tendo ambos pouco a oferecer em matéria de realizações para segurança pública. Lula, ademais, limitado sob a dificuldade histórica da esquerda em se apropriar da atividade policial como valor, ao mesmo tempo ciente de que a maioria da população aprova a operação. Daí que, não lhe faltando chances de falar a respeito, tenha privilegiado a prudência de comentar em rede social.
A timidez tática faz ganhar tempo tanto quanto não fará o problema ir embora. Será peleja perdida, no mundo real, bancar essa conversa de que se deva combater algo como o Comando Vermelho “com a cabeça”, com inteligência, por cima, no ritmo Lewandowski, quando milhões de pessoas sobrevivem cercadas por fuzis e com barricadas em suas ruas, muitas das quais sob a opressão que se expressa em tortura.
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No Start Eldorado desta semana, destaque para uma iniciativa inovadora que une tecnologia e preservação ambiental. O apresentador Daniel Gonzales conversa com Marcos Rosa coordenador técnico do MapBiomas, que em parceria com o Google Cloud e a Fundação Grupo Boticário, lança na COP30 a plataforma NaturezON, que usa dados e imagens de satélite monitorados por uma IA de alto desempenho, para mapear áreas vulneráveis a eventos climáticos e cenários de vulnerabilidade. O sistema tem o objetivo de antever desastres naturais e monitorar mudanças, desmatamento, pontos de risco, etc, fortalecendo a proteção de biomas e a proteção das comunidades vulneráveis, ajudando a detectar crimes ambientais e ocupações ilegais. Assim, a NaturezaON gera uma enorme quantidade de dados para apoiar o planejamento de projetos e a tomada de ações preventivas de governos e autoridades, causando impacto positivo na gestão de desastres naturais e impulsionando o futuro da sustentabilidade no País. O Start vai ao ar às 21h, todas as quartas-feiras, na Rádio Eldorado FM 107,3 (para toda Grande SP), site, apps, canais digitais e assistentes de voz.
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Na coluna em vídeo, no programa Fronteiras, Rodrigo da Silva explica como o grande culpado pela pobreza em Cuba não está em Washington
Sim, Cuba é pobre.
Na coluna em vídeo acima, no programa Fronteiras, Rodrigo da Silva explica que omais impressionante nem é o quanto ela é pobre – mas o quanto ela já foi ultrapassada por outros países que eram mais pobres que ela até pouco tempo.
Por exemplo: em 1959, no ano da revolução, a economia cubana era maior que a de Taiwan. Hoje é cinco vezes menor.
Cuba era seis vezes mais rica que Botswana, então país mais pobre do mundo. Hoje a economia de Botswana é duas vezes maior que a cubana.
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O modelo brasileiro de encargos sobre o trabalho, herdado da CLT de 1943, virou um dos principais entraves à formalização do emprego. O custo total de um trabalhador registrado — somando 13º, férias, FGTS, INSS e adicionais — é alto. Para o empresário, isso significa adiar contratações e limitar a expansão. Para o trabalhador, a alternativa de virar PJ aparece como forma de ganhar mais e ter autonomia, mesmo com menos proteção social.
No programa Não vou passar raiva sozinha desta semana, a colunista do Estadão Maria Carolina Gontijo, a Duquesa de Tax, afirma que, quando contratar formalmente custa caro e a produtividade é baixa, a economia naturalmente busca saídas laterais. O problema é que esse movimento corrói a base de arrecadação da Previdência e da Saúde, forçando o governo a tapar buracos com remendos e exceções setoriais que tornam o sistema ainda mais desigual e complexo.
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No “Estadão Analisa” desta sexta-feira, 31, Carlos Andreazza fala sobre as eleições de 2026 e um dos principais temas a ser debatido, a segurança pública. Nesta semana operação policial no Rio contra o Comando Vermelho (CV) resultou na morte 121 pessoas, incluindo 4 policiais. Foi a mais letal da história da polícia fluminense.
Em reação à ofensiva policial, o CV usou drones adaptados para lançar bombas. A tática repete estratégias usadas em guerra como a da Ucrânia e a da Faixa de Gaza e revela o novo estágio de sofisticação das facções, conforme especialistas em segurança pública ouvidos pelo Estadão.
Além dos drones, o arsenal inclui armamento cada vez mais pesado - com a descoberta pelas autoridades até de fábricas clandestinas de fuzis, com uso de matéria-prima importada -, câmeras termográficas para monitorar a movimentação de alvos e bloqueadores de GPS.
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No “Estadão Analisa” desta quinta-feira, 30, Carlos Andreazza fala sobre as eleições de 2026 e um dos principais temas a ser debatido, a segurança pública. Nesta terça-feira, 28, uma operação policial no Rio contra o Comando Vermelho (CV) resultou na morte 121 pessoas, incluindo 4 policiais. Foi a mais letal da história da polícia fluminense.
Em reação à ofensiva policial, o CV usou drones adaptados para lançar bombas. A tática repete estratégias usadas em guerra como a da Ucrânia e a da Faixa de Gaza e revela o novo estágio de sofisticação das facções, conforme especialistas em segurança pública ouvidos pelo Estadão.
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No “Estadão Analisa” desta quarta-feira, 29, Carlos Andreazza fala sobre a operação policial no Rio contra o Comando Vermelho (CV) nesta terça que resultou na morte de 64 pessoas, incluindo 4 policiais. Foi a mais letal da história da polícia fluminense.
Em reação à ofensiva policial, o CV usou drones adaptados para lançar bombas. A tática repete estratégias usadas em guerra como a da Ucrânia e a da Faixa de Gaza e revela o novo estágio de sofisticação das facções, conforme especialistas em segurança pública ouvidos pelo Estadão.
Além dos drones, o arsenal inclui armamento cada vez mais pesado - com a descoberta pelas autoridades até de fábricas clandestinas de fuzis, com uso de matéria-prima importada -, câmeras termográficas para monitorar a movimentação de alvos e bloqueadores de GPS.
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