O podcast do Estadão traz a colunista Carlos Andreazza em um papo reto e sem rodeios sobre os principais assuntos do momento.
Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.
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O podcast do Estadão traz a colunista Carlos Andreazza em um papo reto e sem rodeios sobre os principais assuntos do momento.
Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.
No “Estadão Analisa” desta quinta-feira, 16, Carlos Andreazza fala sobre críticas que Luiz Inácio Lula da Silva fez ao Congresso Nacional quando disse que ele “nunca teve o baixo nível como tem agora”. Lula disse que o que ele chamou de “extrema-direita que se elegeu em 2022 é o que existe de pior”.
A crítica foi feita ao lado do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), durante evento de comemoração do dia dos professores no Rio de Janeiro. Motta não esboçou reação, seja de concordância ou discordância.
As críticas também ocorrem em um momento em que há a possibilidade de judicialização de diversos temas no Supremo Tribunal Federal, como a medida provisória do IOF, questões tributárias, orçamentárias e de regulação ambiental.
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O 'Estadão Analisa' é transmitido ao vivo de segunda a sexta-feira, às 7h, no Youtube e redes sociais do Estadão. Também disponível no agregador de podcasts de sua preferência.
Apresentação: Carlos Andreazza
Edição/Produção: Jefferson Perleberg
Coordenação: Leonardo Cruz e Everton Oliveira
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No “Estadão Analisa” desta quarta-feira, 15, Carlos Andreazza fala sobre como o governo Lula busca empréstimo de R$20 bilhões do Banco do Brasil, da Caixa e de instituições privadas aos Correios.
A operação deve ter garantias da União e estar condicionada a medidas para sanear a gestão da estatal para recompor as perdas dos últimos três exercícios e dos dois primeiros trimestres deste ano — o prejuízo foi de R$2,6 bilhões de abril a junho.
Esses recursos provenientes de crédito serviriam para viabilizar medidas como um programa de demissões voluntárias e o cumprimento de dívidas junto a fornecedores, além de investimentos com vistas ao ganho de eficiência. A informação foi publicada pela Folha de S. Paulo e confirmada pelo Estadão.
Em setembro, o novo presidente da estatal, Emmanoel Schmidt Rondon, um funcionário de carreira do Banco do Brasil, assumiu o cargo no lugar de Fabiano da Silva, conforme antecipou o Estadão. A gestão anterior se queixava de medidas do Ministério da Fazenda, como a chamada “taxa das blusinhas”, que fechou o cerco contra a importação de produtos de pequenos valores sem pagamento de tributos.
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No “Estadão Analisa” desta terça-feira, 14, Carlos Andreazza fala sobre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que diz querer indicar uma “pessoa gabaritada e não um amigo” para a vaga de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) aberta com a aposentadoria de Luís Roberto Barroso, que assinou nesta segunda-feira, 13, o documento que oficializa sua aposentadoria antecipada.
De acordo com o requerimento, a aposentadoria passa a valer a partir desta sexta-feira, 18, encerrando um ciclo de 12 anos do ministro na mais alta Corte do País.
Sobre a vaga no STF, Lula disse em coletiva de imprensa em Roma: “Não sei se homem ou mulher; não sei se preto ou branco”.
Ainda na disputa pela cadeira no STF, o presidente do Senado Davi Alcolumbre(União-AP) recebeu o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF)Edson Fachin, o procurador-geral da República Paulo Gonet e o presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ)Herman Benjamin.
Oficialmente, o encontro era para tratar do projeto de lei 429/2024, que atualiza os valores das custas processuais da Justiça Federal.
Contudo, também estava presente o senador Rodrigo Pacheco, cotado para a vaga aberta no STF, Pacheco tem o apoio de Alcolumbre para ser o indicado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
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No “Estadão Analisa” desta segunda-feira, 13, Carlos Andreazza fala sobre como o presidente Lula se prepara para o ano eleitoral de 2026.
Sua relação com o Congresso, abalada pela recente derrota na votação da MP que aumentava tributos para viabilizar o cumprimento da meta fiscal do governo, provocou uma reação imediata de Lula. “Não é uma derrota imposta ao governo, mas ao povo brasileiro”, afirmou o presidente, numa tentativa de deslocar a responsabilidade do Executivo para o Legislativo.
Somada à instabilidade do campo da direita, com a guerra interna pelo comando e o enfraquecimento do clã Bolsonaro, tornam o ano e a eleição de 2026 complexos para o atual mandatário.
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A economia digital requer que plataformas de mobilidade, pagamentos, superapps, varejo, cidades, etc operem em tempo real com alto desempenho e segurança. Redes de alta performance são fundamentais para garantir tais operações escaláveis e eficientes em diversos setores de negócios, especialmente com o aumento das demandas de processamento impulsionadas por inteligência artificial. É crucial que essas redes cumpram rígidos padrões de funcionamento ponta a ponta, já que isso vem moldando a competitividade futura do mercado. O Start Eldorado desta semana mostra a terceira parte do debate gravado em mais um evento da série 'Conexões', realizado na Japan House, e que reuniu executivos que discutiram a relevância das redes para o desenvolvimento de produtos e serviços inteligentes, essenciais para a economia moderna. O painel contou com a participação de Carlo Gonçalves, founder e COO da Greenpass e VP da Abepam (Associação Brasileira das Empresas de Pagamento Automático para Mobilidade); Daniel Elidio, vice-presidente de Tecnologia da Fiserv no Brasil; Renier Souza, CTO da Cisco Brasil; e Roberto Murakami, vice‑presidente de Redes e Telecom da NEC América Latina. Com apresentação de Daniel Gonzales, o Start vai ao ar às 21h, na Rádio Eldorado FM 107,3 (para toda Grande SP), site, apps, canais digitais e assistentes de voz.
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No “Estadão Analisa” desta sexta-feira, 10, Carlos Andreazza fala sobre o ministro Luís Roberto Barroso, que confirmou nesta quinta-feira, 9, que vai antecipar a aposentadoria do Supremo Tribunal Federal (STF).
O anúncio foi feito em pronunciamento no plenário, após a sessão de julgamentos.
“Sinto que agora é hora de seguir outros rumos. Nem sequer os tenho bem definidos, mas não tenho qualquer apego ao poder e gostaria de viver um pouco mais da vida que me resta sem a exposição pública, as obrigações e as exigências do cargo”, disse o ministro.
Com a decisão do ministro, aumenta o movimento de campanha de candidatos à vaga noSupremo.
Barroso conversou previamente com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sobre a decisão.
Antes da sessão desta quinta-feira, 9, falou com o presidente do tribunal, Edson Fachin.
Agora, caberá a Lula escolher um novo ministro para o tribunal.
Ele deve conversar com integrantes do Supremo sobre o assunto, mas já tem um favorito: o advogado-geral da União, Jorge Messias.
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No “Estadão Analisa” desta quinta-feira, 09, Carlos Andreazza fala de uma derrota para o governo Lula, pois a Câmara dos Deputados retirou de pauta nesta quarta-feira, 8, a Medida Provisória (MP) 1303, com medidas de
arrecadação alternativas ao aumento maior do Imposto Sobre Operações Financeiras (IOF). Foram 251 votos contra 193.
A medida, que reforçaria o caixa do governo em ano eleitoral, precisava ser aprovada pela Câmara e pelo Senado ainda nesta quarta-feira para não perder a validade. Com a retirada da pauta, a proposta irá caducar.
Aliados de Lula veem crise do IOF como ‘prova’ de que Tarcísio ainda mira Planalto em 2026, pois os governistas desconfiam que o recuo recente do governador de São Paulo, que afirmou em público ter foco na reeleição em SP, é apenas uma estratégia para sair dos holofotes no curto prazo, após série de desgastes.
O governo Lula deve bloquear aproximadamente R$10 bilhões em emendas parlamentares para compensar o “buraco” na arrecadação que ocorrerá após a rejeição da Medida Provisória destinada a reforçar o caixa federal em 2026, ano de eleições.
O líder do governo no Congresso, senador Randolfe Rodrigues (PT-AP), admitiu que, a partir de agora, o bloqueio das emendas está nos planos da equipe econômica. “Haverá contingenciamento de R$7 bilhões a R$10 bilhões só de emendas. Vamos buscar alternativas para manter a arrecadação, mas essa é uma consequência inevitável”, afirmou Randolfe.
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No “Estadão Analisa” desta quarta-feira, 08, Carlos Andreazza fala sobre a confusão vivida pela direita na política brasileira, e como isso ajuda o presidente Lula em sua busca pela reeleição.
Enquanto uma guerra de projetos pessoais é travada para ver quem substitui o ex-presidente Jair Bolsonaro no campo político eleitoral em 2026, o atual mandatário começa a colocar em pauta diversos projetos que podem marcar positivamente o seu governo.
Após a aprovação da isenção de IR para trabalhadores que ganham até R$5.000,00 na Câmara dos Deputados e do início de diálogo com o governo Trump, o Lula fala na possibilidade de gratuidade no transporte público e na expansão de projetos já em andamento.
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No “Estadão Analisa” desta terça-feira, 07, Carlos Andreazza fala sobre a nova fase do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Antes uma administração reativa, após a aprovação da isenção do imposto de renda para quem ganha até R$5.000,00 no Congresso e a conversa com o presidente americano Donald Trump, deve começar a pautar o debate político sobre diversos temas.
Os setores afetados pelo tarifaço imposto a exportações brasileiras pelos Estados Unidos reagiram com otimismo à notícia de que os presidentes dos dois paísestiveram uma conversa de cerca de meia hora por videochamada nesta segunda-feira, 6.
Para entidades dos setores têxtil e de máquinas industriais, o diálogo pode significar um avanço para abertura de mais exceções às tarifas ou para um acordo comercial.
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No “Estadão Analisa” desta segunda-feira, 06, Carlos Andreazza fala sobre a guerra aberta na Direita brasileira, a fala do senador Ciro Nogueira, que diz que só existem duas alternativas, Ratinho ou Tarcísio, deixando Ronaldo Caiado e Romeu Zema e outras lideranças do espectro político em pé de guerra. Com a impossibilidade de união da direita, o colunista também fala da ascensão de Lula e das votações no Congresso após a aprovação da isenção do imposto de renda.
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