O podcast do Estadão traz a colunista Carlos Andreazza em um papo reto e sem rodeios sobre os principais assuntos do momento.
Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.
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O podcast do Estadão traz a colunista Carlos Andreazza em um papo reto e sem rodeios sobre os principais assuntos do momento.
Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.
No “Estadão Analisa” desta terça-feira, 18, Carlos Andreazza comenta sobre a nova tentativa de votação do projeto de lei antifacção na Câmara, governadores de direita reduziram a pressão em Brasília em torno da proposta. Por ora,Ronaldo Caiado(União-GO) foi o único que confirmou viagem à capital federal nesta terça-feira, 18, para um “corpo a corpo” com deputados e tentar convencê-los a fazer mudanças no texto.
Na semana passada, estiveram em Brasília, além de Caiado, os governadores Cláudio Castro (PL-RJ), Romeu Zema (Novo-MG) e Jorginho Mello (PL-SC). A ofensiva no Congresso também contou com a vice-governadora do Distrito Federal, Celina Leão (PP). Dessa vez, a maioria do grupo preferiu se dedicar a atividades em seus respectivos Estados.
Também há cautela política dos governadores em relação às polêmicas do parecer do relator, Guilherme Derrite (PP-SP). A avaliação é de que, no começo da discussão sobre segurança pública, a direita obteve repercussão positiva, com a formação de um “Consórcio da Paz” e declarações desastrosas do presidente Luiz Inácio Lula da Silva sobre a pauta. No entanto, na última semana os impasses no projeto pesou negativamente contra Derrite, com risco de respingar nos gestores estaduais.
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No “Estadão Analisa” desta segunda-feira, 17, Carlos Andreazza comenta sobre as possíveis candidaturass bolsonaristas para enfrentar o PT em 2026, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) publicou uma foto com o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), para defender união da direita.
Os dois são cotados para herdar o lugar do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que está condenado a 27 anos de prisão por tentativa de golpe de Estado e prestes a seguir para a prisão.
Eleito ao Senado em 2018, Flávio precisará defender sua candidatura em 2026 se quiser continuar no Senado. Caso concorra à Presidência da República e perca, ficará sem mandato.
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A inteligência artificial está transformando profundamente a medicina. De diagnósticos mais rápidos e precisos a sistemas capazes de prever riscos e personalizar tratamentos, a tecnologia vem ampliando o alcance e a eficiência dos cuidados com a saúde. Mas surgem também grandes desafios: como preparar os novos profissionais e atualizar os que já atuam há décadas para acompanhar esse ritmo acelerado da inovação? A formação médica precisa se reinventar, incorporando habilidades digitais, pensamento crítico e ética no uso da IA. O futuro da medicina já começou — e ele exige uma nova forma de aprender, de atender e de cuidar. Para falar disso, e como a cultura da inovação e da IA vem se incorporando à formação profissional, o apresentador Daniel Gonzales recebe, no Start Eldorado, o radiologista Gustavo Meireles, vice-presidente médico da Afya, o maior hub de educação e soluções para a prática médica do Brasil. O Start vai ao ar todas as quartas-feiras, às 21h, na Rádio Eldorado FM (107,3 para toda a Grande SP), app, site e assistentes de voz
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No “Estadão Analisa” desta sexta-feira, 14, Carlos Andreazza comenta sobre as críticas do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Para o governador, o enfraquecimento do petista na pesquisa de intenções de voto da Genial/Quaest para a Presidência da República se deve a um “esgotamento de modelo” e ausência de propostas relacionadas ao tema da segurança pública.
Embora a distância entre Lula e seus principais adversários tenha diminuído, o presidente segue numericamente à frente em todos os cenários de segundo turno testados para 2026.
No Congresso, Guilherme Derrite, relator do projeto de lei antifacção, apresentou novo relatório e atendeu a mais uma demanda do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O deputado incluiu previsão de recursos para a Polícia Federal no caso de bens apreendidos em operação contra organizações criminosas.
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No “Estadão Analisa” desta quinta-feira, 13, Carlos Andreazza comenta sobre situação da segurança pública no país. Desde a escolha de Hugo Motta que indicou o deputado Guilherme Derrite (PP-SP) para ser relator do projeto do governo Lula contra facções criminosas, o cenário parece que se intensificou.
O relator do projeto de lei antifacção apresentou novo relatório e atendeu a mais uma demanda do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O deputado incluiu previsão de recursos para a Polícia Federal no caso de bens apreendidos em operação contra organizações criminosas.
No novo parecer, Derrite diz que a destinação de bens apreendidos devem ir ao Fundo de Segurança Pública do respectivo Estado, se o crime estiver investigado pelas autoridades locais; ao Fundo para Aparelhamento e Operacionalização das Atividades-Fim da Polícia Federal (Funapol), se o delito for investigado pela Polícia Federal. Se houver atuação conjunta, o recurso é dividido igualmente. O governo continua crítico ao texto.
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No “Estadão Analisa” desta quarta-feira, 12, Carlos Andreazza comenta a desistência do relator Guilherme Derrite de equiparar o crime organizado ao terrorismo e a promessa de penas mais duras contra as facções.
“Vamos manter um texto duro. Isso eu não abro mão nesse marco legal do combate ao crime organizado. Enquanto a lei de terrorismo continua do jeito que está, o marco legal contra o crime organizado aumenta as penas de prisão”, disse Derrite.
A nova mudança é resposta às críticas do governo Lula, da Polícia Federal e de integrantes do Ministério Público. O projeto original do governo alterava o Código Penal. Já a proposta do deputado previa colocar tudo dentro da lei de combate ao terrorismo.
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No “Estadão Analisa” desta terça-feira, 11, Carlos Andreazza comenta sobre a escolha de Hugo Motta que indicou o deputado Guilherme Derrite (PP-SP) para ser relator do projeto do governo Lula contra facções criminosas. O deputado já anunciou que fará mudanças no texto apresentado pelo governo.
O substitutivo de Derrite tem sido alvo de críticas de especialistas e de porta-vozes do governo Lula, principalmente em torno de dois pontos: o que enquadra facções criminosas na Lei Antiterrorismo e o que retira a Polícia Federal e o Ministério Público do combate ao crime organizado.
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No “Estadão Analisa” desta segunda-feira, 10, Carlos Andreazza comenta sobre a escolha de Hugo Motta que indicou o deputado Guilherme Derrite (PP-SP) para ser relator do projeto do governo Lula contra facções criminosas.
Derrite se licenciou do cargo de secretário de Segurança Pública de São Paulo para reassumir temporariamente sua vaga como parlamentar. Ele já anunciou que fará mudanças no texto apresentado pelo governo. E pretende colocar na proposta a previsão de pena de 20 a 40 anos (podendo aumentar de metade a 2/3 se for liderança) para condutas cometidas por membros de organizações criminosas, como “domínio de cidades, novo cangaço, ataques a carros fortes, instalação de barricadas, ataques a presídios, dentre outros”.
O chamado “PL antifacção”, do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, altera em leis como o Código Penal, o Código de Processo Penal, a Lei dos Crimes Hediondos, a Lei da Prisão Temporária e a Lei de Execução Penal.
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O Start Eldorado desta semana discute o avanço da inteligência artificial nas empresas com base no novo estudo global da Cisco (Índice Anual de Preparação para IA (Cisco AI Readiness Index), que chega a sua terceira edição. O apresentador Daniel Gonzales recebe Renier Souza, CTO da Cisco Brasil, para uma conversa sobre os dados e previsões do estudo, que é bastante extenso e foi feito com mais de 8 mil líderes em 30 países. O levantamento mostra que combinação de visão de futuro e bases sólidas está gerando resultados reais em torno do emprego de IA em diferentes segmentos. Tudo isso em um momento em que duas grandes forças começam a remodelar o cenário nos negócios: os agentes de IA que executam tarefas de forma autônoma e independente, superando a era dos chatbots; e a chamada dívida de infraestrutura de IA, que representa sinais de alerta precoce de gargalos ocultos capazes de comprometer o valor de longo prazo para as corporações. No Brasl, 92% das empresas brasileiras planejam implementar agentes de IA e 52% delas esperam que essa tecnologia trabalhe ao lado dos seus colaboradores dentro de um ano. O Start Eldorado vai ao ar às 21h, na Rádio Eldorado FM (107,3 para toda a Grande SP), app, site e assistentes de voz, todas as quartas-feiras.
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No “Estadão Analisa” desta sexta-feira, 07, Carlos Andreazza comenta falas de Lula que passou a criminalizar a atuação da polícia na megaoperação no Rio, que desfruta hoje de um apoio na população tão inédito quanto o número de mortos registrados no confronto com uma organização criminosa preparada para combater.
Em menos de uma semana, o governo Lula e parlamentares de 16 Estados e 12 partidos apresentaram 51 projetos de lei sobre o tema, transformando a pauta da criminalidade em palco de disputa política e nova arena de confronto entre Planalto e oposição, a menos de um ano das eleições de 2026.
Especialistas consultados pelo Estadão destacam que esse salto no número de projetos apresentados ao longo dos último dias repete um padrão do Congresso: após episódios de grande repercussão acontece uma enxurrada de propostas de soluções apresentadas no calor da comoção pública, sem planejamento de longo prazo.
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