O podcast do Estadão traz a colunista Carlos Andreazza em um papo reto e sem rodeios sobre os principais assuntos do momento.
Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.
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O podcast do Estadão traz a colunista Carlos Andreazza em um papo reto e sem rodeios sobre os principais assuntos do momento.
Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.
No “Estadão Analisa” desta quarta-feira, 10, Carlos Andreazza comenta sobre a aprovação na Câmara dos Deputados do projeto de lei que reduz as penas de envolvidos nos ataques do 8 de Janeiro e que pode beneficiar o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). A proposta agora vai tramitar no Senado.
A aprovação do chamado projeto de lei da Dosimetria se deu por um placar de 291 a 148 na madrugada desta quarta-feira, 10. O resultado foi proclamado às 2h27.
O texto “concede anistia aos participantes das manifestações reivindicatórias de motivação política” ocorridas entre 30 de outubro de 2022 e a data de entrada em vigor a lei. O prazo extenso compreende desde os acampamentos golpistas erguidos a partir da derrota eleitoral de Bolsonaro e a insurreição que culminou nos ataques aos prédios dos Três Poderes, em 8 de janeiro de 2023.
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No “Estadão Analisa” desta terça-feira, 09, Carlos Andreazza comenta sobre a pré-candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) a presidente nas eleições do ano que vem com autorização do pai, Jair Bolsonaro, que está preso por tentativa de golpe de Estado.
Jair disparou uma ordem unida. Reação aos movimentos de independência acelerados neste pós-Bolsonaro. Ato que obriga os agentes políticos a se posicionar; que exige adesão dos que, ante a omissão do líder, armavam dissidências. Se o que lhe cobravam era a delegação sobre quem o representaria, aí está.
Ao apontar Flávio, Jair quer dificultar o processo de superação a Bolsonaro. E responde à imagem constituída a partir de sua prisão: a de homem frágil, que soluça sem parar, que alucina. Ele tomou uma decisão. Exerceu o poder. Liderou, afinal. Natural que fosse por meio de um filho, considerado o peso que o DNA tem no sistema de crenças bolsonarista.
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No “Estadão Analisa” desta segunda-feira, 08, Carlos Andreazza comenta sobre o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) que fez a primeira aparição pública neste domingo, 7, após se lançar como pré-candidato a presidente nas eleições do ano que vem com autorização do pai, Jair Bolsonaro, que está preso por tentativa de golpe de Estado.
O agora pré-candidato assumiu que há possibilidade de desistir futuramente da corrida presidencial, mas que há um “preço” para tal recuo e que será negociado. “Tem uma possibilidade de eu não ir até o fim e eu tenho preço para isso. Eu vou negociar. Tem um preço para não ir até o fim”, disse Flávio em conversa com jornalista, mas sem detalhar qual seria a sua exigência para abdicar da corrida presidencial.
Questionado pelo Estadão/Broadcast se pautar a anistia seria o preço para retirar a sua candidatura, Flávio respondeu: “está quente”. “Imagina quanto custa. Quero que vocês pensem o que está em jogo no Brasil e quanto custa retirar a minha candidatura”, completou, afirmando que dará mais detalhes sobre a desistência em conversas futuras com a imprensa.
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Até aqui, mais de 150 mil pessoas morreram por causa do conflito no Sudão.
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No programa ‘Não vou passar raiva sozinha’, colunista do ‘Estadão’ explica como vai funcionar a nova tributação do mercado imobiliário.
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Vivemos um momento em que a inteligência artificial, a computação em nuvem, as redes de alta velocidade, o sensoriamento de ambientes e o processamento de grandes volumes de dados ampliam a capacidade de inovação de empresas e governos. Ao mesmo tempo, esses avanços elevam a demanda por energia, infraestrutura e recursos naturais. O Start Eldorado desta semana traz a primeira parte de mais um evento da série Conexões - Construindo o Futuro com Inovação e Tecnologias Sustentáveis -, que reuniu convidados que trouxeram suas visões sobre quais caminhos precisam ser construídos em datacenters, cidades inteligentes e suas políticas públicas, nas estratégias corporativas e operadoras para sustentar a nova era da IA, dados e dispositivos de forma eficiente e responsável. O apresentador Daniel Gonzales recebeu Eduardo Zago, presidente Latam da Equinix; Mário Rachid, diretor executivo da Claro Empresas; Hingo Hammes, prefeito de Petrópolis (RJ); e José Renato Gonçalves, presidente da NEC no Brasil. O Start vai ao ar todas as quartas-feiras, às 21h, na Rádio Eldorado FM (107,3 para toda a Grande SP), app, site e assistentes de voz.
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No “Estadão Analisa” desta sexta-feira, 05, Carlos Andreazza comenta sobre a medida liminar concedida pelo ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF) que altera o rito e torna mais difícil o impeachment de ministros do tribunal. Com o despacho, o decano se antecipou ao julgamento das ações movidas pelo Solidariedade e pela Associação de Magistrados Brasileiros (AMB), que serão analisadas no plenário virtual da Corte a partir da próxima sexta-feira, 12 de dezembro.
Em resposta, o Senado afirmou que tem aplicado adequadamente a Lei do Impeachment, e que uma mudança na legislação cabe ao próprio Congresso. A manifestação foi enviada ao gabinete do ministro Gilmar Mendes, após restringir ao procurador-geral da República o direito de pedir o impeachment de ministros do STF, o que irritou senadores. Gilmar desconsiderou os argumentos do Senado na decisão.
No documento, o Senado disse que tem cumprido “sua missão de zelar pela adequada aplicação da Constituição e da Lei do Impeachment quanto às denúncias de impeachment”, especialmente ao rejeitar pedidos de sem fundamento. O órgão nunca abriu esse tipo de processo contra um ministro do STF.
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No “Estadão Analisa” desta quinta-feira, 04, Carlos Andreazza comenta sobre a decisão do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), de dificultar o impeachment de integrantes da Corte trouxe implicações políticas, jurídicas e eleitorais.
A liminar amplia o quórum necessário para o afastamento de ministros e entrega à PGR o monopólio de pedidos de impeachment dos integrantes do Tribunal. Os demais ministros vão deliberar sobre a decisão em plenário virtual que começa no dia 12 de dezembro.
Vista como uma blindagem em meio às ameaças bolsonaristas de impedimento de magistrados, a decisão vem às vésperas do julgamento dos primeiros deputados investigados por irregularidades com emendas parlamentares do orçamento secreto. Além disso, tem potencial para azedar a estratégia eleitoral e, em consequência, os caminhos para uma reversão da prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro.
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No “Estadão Analisa” desta quarta-feira, 03, Carlos Andreazza comenta sobre as negociações de Davi Alcolumbre, presidente do Senado, que adiou sabatina de Jorge Messias.
Se ele quisesse derrubar a indicação do advogado-geral da União, Jorge Messias, para o tribunal, seguiria fazendo lobby contrário e manteria a sabatina para o dia 10, derrotando o nome do presidente Luiz Inácio Lula da Silva no plenário.
Alcolumbre soltou nota indignada, reclamando da “omissão” do governo em enviar a comunicação oficial, mas fez o gesto e cancelou a sabatina. É bem verdade que o presidente do Senado e seus aliados estão aborrecidos com o governo. Alcolumbre ficou muito contrariado com a recusa de Lula em aceitar a sugestão do senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG) para a vaga no STF. Mas na prática, recuou. Saiu da rota de colisão com Lula.
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No “Estadão Analisa” desta terça-feira, 02, Carlos Andreazza comenta sobre o bolsonarismo ‘puro-sangue’. Com medo de perder influência e definhar na política nos próximos anos, o bolsonarismo deflagrou uma “guerra fratricida” nos Estados, com uma série de “traições” na formação de chapas para 2026. O objetivo é garantir que os mais radicais do grupo liderem as candidaturas, e nomes de centro tenham menos espaço.
Esse cenário tende a se aprofundar com a prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro em regime fechado, decretada na semana passada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), e conta principalmente com a pressão dos filhos zero dois e zero três do capitão: o vereador Carlos Bolsonaro e o deputado federal Eduardo Bolsonaro.
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