O podcast do Estadão traz a colunista Carlos Andreazza em um papo reto e sem rodeios sobre os principais assuntos do momento.
Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.
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O podcast do Estadão traz a colunista Carlos Andreazza em um papo reto e sem rodeios sobre os principais assuntos do momento.
Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.
Nesta terça-feira, 27, foi instalada a CPI da Covid, que vai apurar ações e omissões do governo Bolsonaro no enfrentamento da pandemia e fiscalizar a aplicação de recursos federais enviados a Estados e municípios na crise sanitária.
O senador Omar Aziz (PSD-AM) foi eleito o presidente da Comissão. Randolfe Rodrigues (Rede-AP), um dos autores do pedido de criação da CPI, é o vice. E depois de muita controvérsia, Renan Calheiros (MDB-AL) foi escolhido por Aziz como relator.
Os primeiros nomes a serem ouvidos já foram definidos, a começar pelo ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta. Seus sucessores na pasta devem ser ouvidos em seguida. Os integrantes do colegiado devem oficializar o plano de trabalho e votar o cronograma em uma nova sessão nesta quinta-feira, 29.
O Estadão lançou nesta terça o Monitor da CPI, para acompanhar o andamento das apurações e depoimentos ao longo dos próximos 90 dias. E para trazer os bastidores e o que podemos esperar dos próximos passos da Comissão, participam do episódio de hoje os repórteres de política do Estadão Adriana Ferraz e André Shalders.
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Apresentação: Emanuel Bomfim e Bárbara Rubira
Produção/Edição: Gustavo Lopes, Ana Paula Niederauer e Bárbara Rubira
Sonorização/Montagem: Moacir Biasi
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O A.C. Camargo acaba de completar 68 anos de atuação contra o câncer no Brasil. Nessas mais de seis décadas, a instituição se tornou referência no cuidado integrado e atencioso ao paciente oncológico, além de pioneiro em pesquisa, ensino e inovação. Quem fala sobre essa trajetória de sucesso é o Diretor Geral da instituição, o Dr. Victor Piana de Andrade. A apresentação é de Bárbara Guerra.
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O Amazonas já se prepara para uma nova onda da covid, no próximo mês. O governo do Estado já realizou reuniões com o Ministério da Saúde com o intuito de se precaver do colapso sanitário que se abateu na região, em janeiro, quando a população sofreu com a falta de oxigênio para o tratamento da doença.
O governador Wilson Lima (PSC) reiterou que a medida é preventiva, e que a gestão trabalha para que o Estado não atravesse mais um período caótico na pandemia. No entanto, especialistas dizem que a falta de medidas restritivas e a lentidão da vacinação trarão um aumento de casos na região.
A Europa já tem enfrentado uma terceira onda de contaminações, que obrigou governos locais a decretarem “lockdowns” para tentar desacelerar o número de casos e mortes pela covid. Países como Alemanha, Inglaterra, França e Itália, que estavam em isolamento desde fevereiro, começaram a flexibilizar as restrições, nesta semana.
Afinal, a terceira onda que deve atingir o Amazonas, tomará conta de todo o País? Na edição de hoje, vamos conversar sobre o assunto com o pesquisador do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia, Lucas Ferrante, que nos traz um panorama da situação no Estado e no Brasil. O especialista teme o surgimento de uma “supervariante”, resistente às vacinas, com essa nova onda.
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Apresentação: Emanuel Bomfim
Produção/Edição: Gustavo Lopes e Ana Paula Niederauer
Sonorização/Montagem: Moacir Biasi
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A CPI da Covid deve ser instalada nesta terça-feira (27), no Senado, e já promete um embate entre o provável relator, Renan Calheiros (MDB-AL), e membros do governo federal, inclusive, o presidente Jair Bolsonaro.
Crítico voraz do líder do Executivo, Renan já tem dado o tom da sua atuação na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI). Segundo ele, uma das principais ações do grupo é responder quantas vidas teriam sido salvas se Bolsonaro “tivesse acertado a mão”.
Por causa dessa sua posição, os parlamentares bolsonaristas tentam de toda forma retirar o nome do senador da relatoria. A deputada Carla Zambelli (PSL-SP), protocolou uma ação na Justiça Federal para tentar impedir sua indicação, com o argumento de que Renan Calheiros é alvo de processos na Justiça.
Para tentar aparar as arestas, Jair Bolsonaro tem se aproximado de pessoas ligadas ao senador, como o governador de Alagoas, Renan Filho (MDB), que, como o nome diz, é filho de Renan Calheiros.
Na edição de hoje, vamos mostrar resumidamente a trajetória do senador na política, desde a redemocratização do País, e analisar o seu papel na CPI da Covid com o repórter especial do Estadão e colunista da Rádio Eldorado, Marcelo de Moraes.
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Apresentação: Emanuel Bomfim
Produção/Edição: Gustavo Lopes e Ana Paula Niederauer
Sonorização/Montagem: Moacir Biasi
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Mais do que uma montadora, Toyota é provedora de soluções de mobilidade. Uma das maiores fabricantes automotivas do mundo, empresa japonesa criou a Kinto, que oferece serviços de compartilhamento de carros e gerenciamento de frotas no Brasil. Além disso, investe forte na tecnologia de veículos híbridos e elétricos - uma vasta gama já é oferecida ao consumidor brasileiro - e está criando, no Japão, uma cidade totalmente sustentável. Saiba como, na pandemia, ganhou força o conceito de "Mobility as a Service" (Mobilidade como Serviço) e fique por dentro de todas as novidade na conversa com Roger Armellini, Diretor de Mobilidade da Toyota do Brasil e também Diretor Comercial da Kinto. A apresentação é de Daniel Gonzales.
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A transformação digital em diversas áreas de negócios, em empresas, governos e sociedade vem transformando profundamente as relações de trabalho. Há grande demanda por profissionais capacitados para pensar e trabalhar com tecnologias disruptivas como a inteligência artificial, cloud, data analytics, automação, blockchain, internet das coisas, cibersegurança - e o Brasil ainda enfrenta dificuldades em formar esses profissionais. No Start Eldorado, falamos de formação tecnológica com José Luis Gordon, diretor de Planejamento e Relações Institucionais da Embrapii (Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial), ligada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações, que realizou uma parceria com a IBM para treinar estudantes e professores em 26 centros de pesquisa e redes de inovação, e com Ricardo Pelegrini, CEO da Quantum 4 Soluções de Inovação e ex-presidente da IBM Brasil. O programa vai ao ar toda quarta-feira, às 21h, na Eldorado FM 107,3 - SP, com a apresentação de Daniel Gonzales.
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A CPI da Covid deve ser instalada na próxima semana, mesmo assim, as polêmicas em torno dos nomes indicados para a presidência e relatoria já começaram, principalmente em relação ao segundo posto. Aliados do presidente entraram com ação para impedir que o senador Renan Calheiros (MDB-AL), assuma a relatoria.
Por causa do alto grau de rejeição a sua gestão durante a pandemia pelos membros que compõem a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), Jair Bolsonaro admite usar sua caneta Bic para agradar os senadores com cargos no Executivo.
Não bastasse uma CPI com alto potencial explosivo, a votação do Orçamento também tem tirado o sono da equipe econômica de Bolsonaro. Mesmo após o acordo com o Congresso, a execução do Orçamento deverá ser bastante turbulenta ao longo do ano.
No debate sobre a sucessão presidencial, Bolsonaro viu seu provável adversário obter uma importante vitória nessa quinta (22). O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu enviar todos os processos do ex-presidente, que estavam em Curitiba, para Justiça Federal em Brasília. Além disso, a maioria dos ministros (7 X 2) validou o julgamento da Segunda Turma da Corte que considerou o ex-juiz Sergio Moro parcial na ação penal do tríplex do Guarujá.
Esses temas guiam nossa conversa quinzenal do “Poder em Pauta” com os repórteres que acompanham o dia a dia dos três Poderes da República: Executivo, Legislativo e Judiciário. Participam no episódio de hoje do Estadão Notícias Rafael Moraes Moura e André Shalders, diretamente de Brasília.
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Apresentação: Emanuel Bomfim
Produção/Edição: Ana Paula Niederauer e Gustavo Lopes
Sonorização/Montagem: Moacir Biasi
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As entidades médicas estão em pé de guerra por causa das orientações dadas pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) sobre a aplicação do chamado tratamento precoce contra a covid-19, com medicamentos que não tem eficácia comprovada pela ciência.
A prescrição desses remédios tem aval do CFM, que, em abril de 2020, emitiu parecer autorizando os médicos a indicarem hidroxicloroquina e azitromicina. O presidente da entidade, Mauro Ribeiro, defende a liberdade do médico em prescrever esses medicamentos, mesmo sem efeitos no tratamento de quem se contaminou com o novo coronavírus.
A Associação Médica Brasileira (AMB) divulgou documento em que defende o banimento do uso desses fármacos. Médicos inconformados com a manutenção da postura do Conselho Federal de Medicina entraram com ações no Ministério Público Federal contra a posição da entidade.
No Brasil, ao menos 43 sindicâncias foram abertas por conselhos regionais de medicina para investigar médicos suspeitos de cometer infrações éticas ao prescrever ou divulgar o suposto tratamento precoce contra a covid.
Na edição de hoje, conversamos sobre o assunto com a repórter do Estadão, Fabiana Cambricoli, que apurou a guerra de narrativas entre entidades médicas. Entrevistamos também o cardiologista Bruno Caramelli, professor associado da Faculdade de Medicina da USP, autor de uma das ações no Ministério Público contra a posição do Conselho Federal de Medicina.
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Produção/Edição: Gustavo Lopes e Ana Paula Niederauer
Sonorização/Montagem: Moacir Biasi
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Para quem acompanha tecnologia, mas também é ligado em finanças, o termo criptomoedas já faz parte do dia-a-dia, e tem levado toda uma geração a entrar nesta modalidade de investimento, que pode trazer ganhos jamais vistos em outras categorias de negócios.
É o caso do Bitcoin, a mais conhecida moeda virtual do mundo. Em 2020, um Bitcoin valia 32 mil reais. Um ano depois, o mesmo Bitcoin era cotado em 321 mil reais. No entanto, assim como qualquer outro investimento, as criptomoedas estão sujeitas às variações do mercado, e podem ter perdas significativas de mercado.
Mas, bancos centrais pelo mundo já estudam a possibilidade de tornar o papel moeda, como conhecemos, totalmente virtual. Neste caso, a moeda virtual não funcionaria como um Bitcoin, e sim, como o dinheiro normal, utilizado em nossa sociedade para compra e venda. Ou seja, o seu valor estaria atrelado às variações cambiais.
Para entender melhor as criptomoedas e o futuro do nosso dinheiro, na edição de hoje, vamos conversar com o professor de Finanças da FGV e colunista do Estadão, Fábio Gallo, e com o editor do E-Investidor do Estadão, Marcio Kroehn.
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Apresentação: Gustavo Lopes
Produção/Edição: Gustavo Lopes e Ana Paula Niederauer
Sonorização/Montagem: Moacir Biasi
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Conforme a eleição presidencial de 2022 se aproxima, o número de possíveis candidatos também aumenta. O último nome da lista, visto como surpresa pelos analistas, é o do humorista Danilo Gentili.
Um dos grandes entusiastas da candidatura do apresentador é o Movimento Brasil Livre (MBL), que tem entre seus integrantes o deputado federal Kim Kataguiri (DEM-SP). O apresentador do SBT também ganhou o apoio de Sergio Moro, ex-aliado de Bolsonaro. Em sua coluna na Revista Crusoé, o ex-ministro afirma que Danilo Gentilli "teria seu voto".
O humorista teve também uma videoconferência com o candidato à presidência em 2018 João Amoedo para debater as eleições de 2022. Os dois compactuam sobre a necessidade de criar uma candidatura alternativa a Lula e Bolsonaro.
Na edição de hoje, conversamos com o repórter especial do Estadão, José Fucs, que entrevistou Gentili, e nos traz as impressões sobre essa possível candidatura. No entanto, a pergunta que fica é: Ainda existe espaço para os outsiders na política brasileira? Eles serão capazes de rivalizar com Lula e Bolsonaro em 2022? Para responder essas e outras perguntas, convidamos a cientista política, Gabriela Lotta, da Fundação Getúlio Vargas.
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