O podcast do Estadão traz a colunista Carlos Andreazza em um papo reto e sem rodeios sobre os principais assuntos do momento.
Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.
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O podcast do Estadão traz a colunista Carlos Andreazza em um papo reto e sem rodeios sobre os principais assuntos do momento.
Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.
Na terça-feira, 6, o presidente Joe Biden anunciou que todos os adultos americanos poderão se vacinar contra a covid-19 a partir do dia 19 de abril. Antes, a previsão para o início da vacinação para o público geral nos Estados Unidos era 1º de maio. Mas com a aceleração da imunização, foi possível adiantar a data. Vários estados já têm vacinado adultos a partir de 16 anos há vários dias.
Estima-se que mais de 160 milhões de doses da vacina já foram administradas nos EUA até o momento. Com isso, cerca de 4 em cada 10 americanos já receberam pelo menos uma dose do imunizante. Diariamente, uma média de 3 milhões de pessoas são vacinadas no país. No último sábado, o número de doses aplicadas em um único dia chegou ao recorde de 4 milhões.
No Brasil, a falta de imunizantes faz com que a vacinação se mova ainda em ritmo muito lento, principalmente se comparado à capacidade já provada pelo Sistema Único de Saúde em campanhas anteriores. Na Europa, a lentidão também preocupa autoridades.
Como os Estados Unidos conseguiram superar sua meta de vacinas aplicadas em tão pouco tempo? E como isso tem afetado a vida de quem vive no país? No episódio de hoje, quem nos ajuda a entender a situação da pandemia nos EUA e o ritmo avançado da vacinação por lá é a correspondente do Estadão em Washington, Beatriz Bulla.
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Apresentação: Emanuel Bomfim
Produção/Edição: Gustavo Lopes, Ana Paula Niederauer e Bárbara Rubira
Sonorização/Montagem: Moacir Biasi
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No último sábado, 3, em meio ao feriado de Páscoa, o ministro do Supremo Tribunal Federal Kassio Nunes Marques decidiu autorizar a realização de celebrações religiosas em todo o País. O ministro concedeu liminar à Associação Nacional de Juristas Evangélicos (Anajure), que moveu ação alegando que a suspensão dos cultos e missas viola o direito fundamental à liberdade religiosa e o princípio da laicidade estatal. Nunes Marques determinou que sejam aplicados protocolos sanitários em igrejas e templos, com uso de máscaras e limite de ocupação a 25% da capacidade de público.
A decisão foi recebida com reações mistas. Líderes religiosos apoiaram a reabertura enquanto alguns políticos como o prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil, foram contrários à medida. O ministro do STF Gilmar Mendes fez duras críticas ao colega Nunes Marques, a quem atribuiu uma postura “negacionista” diante do caos da pandemia.
Agora, a decisão vai para o plenário do Supremo, que decide nesta quarta se templos religiosos podem ou não ser abertos ao público durante medidas restritivas
No episódio de hoje, quem traz os bastidores da tensão no STF é o repórter do Estadão em Brasília Rafael Moraes Moura. Conversamos também com o jornalista Ricardo Alexandre, autor de “E a verdade os libertará: Reflexões sobre religião, política e bolsonarismo”.
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Apresentação: Emanuel Bomfim
Produção/Edição: Gustavo Lopes, Ana Paula Niederauer e Bárbara Rubira
Sonorização/Montagem: Moacir Biasi
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O jogo eleitoral mudou depois que a decisão do ministro Edson Fachin tornou o ex-presidente Lula novamente elegível para 2022. Com isso, as chances de uma repetição do que aconteceu em 2018 ficaram maiores: a polarização entre o PT e a direita bolsonarista.
Enquanto isso, líderes de outros partidos e figuras de destaque na política tentam articular uma terceira via de candidatura. Legendas como DEM, PSDB e MDB intensificaram as conversas sobre as eleições de 2022 e subiram o tom no discurso de oposição ao presidente.
Na semana passada, um manifesto pró-democracia reuniu assinaturas de seis possíveis presidenciáveis: o ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta (DEM); o apresentador de TV Luciano Huck; os ex-candidatos de 2018 Ciro Gomes (PDT) e João Amoêdo (Novo) e os governadores tucanos João Doria (SP) e Eduardo Leite (RS).
Mas é possível que haja consenso entre todas essas forças políticas para articular essa terceira via? E essa candidatura tem força para bater de frente com Lula e Bolsonaro em 2022?
No episódio de hoje, conversamos com o repórter de política do Estadão Pedro Venceslau, e com o cientista político e coordenador do Blog Legis-Ativo, Humberto Dantas.
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Sonorização/Montagem: Moacir Biasi
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Nesta terça-feira, 6, começam os pagamentos da nova rodada do auxílio emergencial. Quase quatro meses depois da última parcela do benefício, ainda no ano passado, muita coisa mudou. Para começar, o valor é outro, bem menor do que os R$ 600 pagos em 2020. Dessa vez, o auxílio varia entre R$ 150 e R$ 375, de acordo com a situação familiar do beneficiário.
No ano passado, o auxílio emergencial foi pago a 68 milhões de pessoas. Agora, serão 46 milhões de beneficiários — uma queda de 22 milhões. O programa não prevê a abertura de novos cadastros.
A volta do benefício era vista também como uma peça chave para recuperar a popularidade do presidente Jair Bolsonaro, que está em queda devido ao agravamento da crise da pandemia.
Quais os impactos econômicos da volta do auxílio? E como ele pode impactar na imagem do presidente? No episódio de hoje, conversamos com o economista Marcelo Neri, diretor do FGV Social, e com a pesquisadora Viviane Gonçalves Freitas, doutora em Ciência Política pela Universidade de Brasília (UnB).
Apresentação: Emanuel Bomfim
Produção/Edição: Gustavo Lopes, Ana Paula Niederauer e Bárbara Rubira
Sonorização/Montagem: Moacir Biasi
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A montanha russa que marcou o mercado financeiro em 2020 até aqui não se fez presente em 2021. Mas se engana quem pensa que a vida para o investidor ficou mais fácil. Escolher a melhor alternativa para rentabilizar ou mesmo proteger o dinheiro exige cada vez mais atenção. Há incertezas quanto a uma saída definitiva da pandemia, com recuperação do consumo e do valor das empresas. A alta da Selic, para conter a inflação, também impacta a rentabilidade dos produtos de Renda Fixa. Sem uma tendência clara para os ativos domésticos, a saída para proteger seu investimento passa pela inclusão de ativos internacionais na carteira. Como investir no exterior, as oportunidades, quais mercados e tipos de produtos estão disponíveis para o brasileiro são tema deste podcast com dois especialistas do Itaú Unibanco, Victor Vietti e Bruno Stein. A apresentação é de Bárbara Guerra.
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A virada digital no campo está em pleno andamento. A inteligência de dados já consegue precisar quantas sementes por metro quadrado plantar, quais os locais de uma propriedade que têm o solo mais adequado para determinado tipo de cultura, o quanto de defensivos aplicar - ajudando a aumentar a produtividade, economizando água, recursos, preservando o ambiente. A gestão agrícola com o uso da alta tecnologia, acesso de imagens via satélite e monitoramento em tempo real, de qualquer lugar, em pauta hoje no Start Eldorado, que recebe Abdalah Novaes, líder de negócios da Climate FieldView, plataforma de agricultura digital da Bayer. A apresentação é de Daniel Gonzales, na Eldorado FM 107,3 - SP, toda quarta-feira, às 21h..
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O fantasma da inflação voltou a assolar o País, e tem comprometido a renda de milhões de brasileiros, principalmente das classes mais baixas que viram o carrinho de supermercado esvaziar cada vez mais.
Essa situação, somada com a pandemia, pode criar um problema social de enormes proporções, como a volta da miséria no Brasil. Em 2014, a ONU retirou o País do chamado Mapa da Fome.
Mesmo com diminuição do consumo, provocado, em parte, pelo fim do auxílio-emergencial, o crescimento da inflação continuou. Isso porque, o vilão do momento é a desvalorização do real frente ao dólar.
A indústria produtiva do Brasil depende de insumos importados, que são negociados pela moeda americana, o que faz encarecer o produto final para o consumidor. Além disso, para os produtores o momento é de exportar, já que recebem em dólar. Como consequência, sobram menos produtos para serem comercializados no País.
Para segurar a inflação, o Comitê de Política Monetária (Copom), do Banco Central (BC), resolveu subir a Selic após 6 anos. Mas será que essa decisão melhora ou piora o atual momento?
No episódio de hoje, vamos conversar com o economista e coordenador do Índice de Preços ao Consumidor da FGV/IBRE, André Braz, que ressalta: “A situação não deve melhorar nos próximos meses”.
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Apresentação: Gustavo Lopes
Produção/Edição: Gustavo Lopes, Ana Paula Niederauer e Bárbara Rubira
Sonorização/Montagem: Moacir Biasi
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As tensões entre o presidente Jair Bolsonaro, governadores e prefeitos vem escalando há meses. Mas recentemente, têm crescido os ataques diretos aos líderes regionais que adotam medidas mais rígidas e necessárias para o controle da pandemia, enquanto o País bate diariamente o recorde de novos óbitos.
O governador do Ceará, Camilo Santana (PT), recebeu ameaças de morte que circularam em grupos de WhatsApp e estão sendo investigadas pela polícia. O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), resolveu se mudar para o Palácio dos Bandeirantes depois de protestos em frente a sua casa e ataques nas redes sociais.
Na segunda-feira, 29, dezesseis governadores assinaram uma carta denunciando “uma onda crescente de agressões e difusão de fake news que visam a criar instabilidade institucional nos Estados e no País”. A carta é também uma reação à tentativa bolsonarista de insuflar um motim na Polícia Militar da Bahia após a morte do policial militar Wesley Soares Góes.
Em entrevista a este podcast, o ex-secretário nacional de Segurança Pública e coronel reformado da Polícia Militar de São Paulo José Vicente disse acreditar que o risco de insurreição é “próximo de zero” e que os policiais militares têm vinculação sólida com suas corporações.
No episódio de hoje, além do Coronel José Vicente, conversamos com o repórter do Estadão Bruno Ribeiro, que comenta a mudança do governador João Doria. Participa também o prefeito de Araraquara (SP), Edinho Silva (PT), que recebeu ameaças de morte depois de decretar o lockdown na cidade para conter o coronavírus.
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Depois de uma breve reforma ministerial na segunda-feira, 29, com mudanças de titularidade em seis pastas, a terça-feira, 30, foi marcada por mais demissões. Na manhã de ontem, depois de uma reunião tensa, o ministério da Defesa anunciou a substituição de todos os comandantes do Exército, da Marinha e da Aeronáutica. Além dos comandantes, estavam presentes no encontro o ex-ministro Fernando Azevedo e Silva e seu sucessor, Walter Braga Netto.
As demissões acontecem depois que o agora ex-ministro Azevedo e Silva resistiu a um alinhamento político das Forças Armadas com o governo. Os comandantes apoiaram a postura do então ministro e deixaram claro que não dariam um passo que pudesse contrariar a Constituição ou caracterizar ingerência nos outros Poderes.
No episódio de hoje, comentamos os bastidores da queda dos comandantes com a colunista do Estadão e da Rádio Eldorado Eliane Cantanhêde e o repórter do Estadão em Brasília Felipe Frazão. Também analisam os fatos o repórter especial Roberto Godoy e o ex-ministro da Defesa Celso Amorim.
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Apresentação: Emanuel Bomfim
Produção/Edição: Gustavo Lopes, Ana Paula Niederauer e Bárbara Rubira
Sonorização/Montagem: Moacir Biasi
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A segunda-feira foi agitada no governo Bolsonaro. O presidente oficializou ontem, 29, seis trocas em seus ministérios. As mudanças ocorrem no momento mais agudo da pandemia de covid-19 no País, com recordes diários de mortes pela doença e colapso na rede de saúde de diversas cidades, e com o presidente sob forte pressão do Congresso e especialmente de integrantes chamado “Centrão”.
Foram demitidos o ministro da Defesa, Fernando Azevedo, da Advocacia-Geral da União, José Levi, e o ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, que já vinha sob forte pressão há vários dias.
No Ministério da Justiça, Bolsonaro trocou André Mendonça, que volta a comandar a AGU. Outras mudanças foram de nomes que já integravam o governo e foram realocados: o general Walter Braga Netto assume o Ministério da Defesa e o general Luiz Eduardo Ramos vai para o seu lugar na Casa Civil, abrindo a vaga para a deputada Flávia Arruda (PL-DF) na Secretaria de Governo.
No episódio de hoje, quem traz os bastidores das trocas nos ministérios é o editor da Coluna do Estadão, Alberto Bombig. Contamos também com Roberto Goulart Menezes, professor de Relações Internacionais e coordenador do Centro de Estudos Latino-Americanos da UnB, que analisa o legado de Ernesto Araújo no Itamaraty. A correspondente do Estadão em Washington, Beatriz Bulla, conta da repercussão da saída do chanceler nos Estados Unidos.
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