O podcast do Estadão traz a colunista Carlos Andreazza em um papo reto e sem rodeios sobre os principais assuntos do momento.
Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.
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O podcast do Estadão traz a colunista Carlos Andreazza em um papo reto e sem rodeios sobre os principais assuntos do momento.
Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.
No “Estadão Analisa” desta quinta-feira, 12, Carlos Andreazza fala sobre o ministro do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli, sócio anônimo da empresa Maridt que é dirigida por seus dois irmãos e tinha participação em dois resorts da rede Tayayá. A empresa vendeu sua fatia no negócio de hospedagem no Paraná a fundos de investimentos que tinham como acionista o pastor Fabiano Zettel, cunhado e operador financeiro do banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Master.
Por conta da participação na empresa, Toffoli recebeu dividendos. As transações financeiras da Maridt estão declaradas à Receita Federal. Essas informações foram confirmadas ao Estadão por duas fontes: uma do STF e outra por advogado que atuou junto ao resort no interior do Paraná.
Nesta quarta-feira, 12, veio a público informação de que a Polícia Federal pediu a suspeição de Toffoli por conta de seu envolvimento com Vorcaro. Foram encontradas conversas entre o banqueiro e o ministro em celular apreendido pela PF. Também foram identificadas menções a Toffoli em troca de mensagens de Vorcaro com terceiros.
Em nota, o ministro diz que a PF parte de ilações e não tem poder legal para requisitar que o magistrado do STF se afaste de um caso. Toffoli é relator das investigações que envolvem o Banco Master. A defesa de Vorcaro reclamou de “vazamento seletivo de informações”.
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No “Estadão Analisa” desta quarta-feira, 11, Carlos Andreazza fala sobre a mansão alugada por um ex-sócio da Fictor no Lago Sul, em Brasília, que foi palco de encontros com ministros do governo Lula e de montagem de dossiê fraudulento contra testemunha em CPI.
A Fictor era uma relativamente desconhecida empresa do mercado financeiro que ganhou algum holofote por patrocinar o Palmeiras. Mas ficou famosa, mesmo, em novembro de 2025, quando anunciou um acordo para a compra do Master em consórcio com investidores dos Emirados Árabes - até hoje desconhecidos. No dia seguinte a esse anúncio, porém, o Master foi liquidado, o dono do banco, Daniel Vorcaro, foi preso pela Polícia Federal e investigadores entraram no rastro da Fictor.
Antes disso tudo, a empresa vinha tentando se aproximar de políticos em Brasília para fazer negócios. Em um dos episódios descobertos pelo Estadão, um consultor da Fictor, Felipe Alcântara, reuniu o deputado federal Paulo Pimenta (PT), líder da bancada do PT na CPMI, e o ex-policial civil Rogério Giglio, que havia gravado o advogado Eli Cohen e o acusou, na CPMI, de cobrar dinheiro da bancada bolsonarista para prestar um depoimento, também na comissão, contra o governo federal.
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No “Estadão Analisa” desta terça-feira, 10, Carlos Andreazza fala sobre a criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar a crise do Banco Master, que tem apoio da maioria dos parlamentares da Câmara e do Senado, a despeito da resistência da cúpula do Congresso em avançar no tema. No entanto, governistas e oposição travam uma disputa nos bastidores pelo protagonismo e pelo enfoque da investigação no Legislativo.
O Placar da CPI do Master – levantamento feito pelo Estadão para identificar como cada parlamentar se posiciona em relação ao assunto – aponta que, dos 513 deputados, 304 (59%) são favoráveis à abertura de uma CPI do Master, enquanto só um diz ser contrário. Quatro não quiseram responder e o restante não se manifestou.
Já entre os 81 senadores, 56 (69%) defendem a criação de uma comissão para investigar as suspeitas de fraudes bilionárias do banco de Daniel Vorcaro, liquidado pelo Banco Central em novembro. Um senador é contrário, dois não quiseram se manifestar e o restante não respondeu.
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No “Estadão Analisa” desta segunda-feira, 09, Carlos Andreazza fala sobre os discursos do presidente Lula e o silêncio de Flávio Bolsonaro. E também a relação de políticos no caso Master.
Em um evento em Salvador, Lula cobrou mais ousadia dos militantes. “Nós temos que ser mais desaforados. Porque eleição é lição de desaforo. E nós não podemos ficar sendo quietinhos. Não tem essa mais de Lulinha paz e amor. Essa eleição vai ser uma guerra”, afirmou.
Flávio Bolsonaro comentou sobre o vídeo e classificou as declarações do presidente como uma demonstração de “ódio”. E criticou o presidente citando o escândalo no INSS e chamou o PT de “partido das trevas”.
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A inteligência artificial na prática, usada pela administração pública para melhorar a gestão de grandes, médias e pequenas cidades brasileiras. O Start Eldorado desta semana fala de casos práticos da IA no cotidiano das prefeituras - desde o uso de veículos equipados com câmeras inteligentes e visão computacional, nos quais a tecnologia coleta dados diretamente das ruas, identificando buracos, problemas no pavimento, falhas na sinalização e na iluminação pública, árvores em risco e até vazamentos de água - até o desenvolvimento de ferramentas modulares de chat centradas em IA agêntica pelas quais os gestores podem conversar com os dados e obter informações estratégicas para decisões mais rápidas, precisas e baseadas em evidências. O resultado é menos improviso, mais planejamento, redução de custos para os cofres públicos e um atendimento muito mais ágil às demandas do cidadão. O apresentador Daniel Gonzales recebe Gustavo Miyake, diretor da Intelicity, em uma conversa cheia de insights e cases no Start Eldorado, que vai ao ar todas as quartas-feiras, às 21h, na Rádio Eldorado FM (107,3 para toda a Grande SP), além do app, site e assistentes de voz, e depois pode ser ouvido pelas plataformas digitais como podcast.
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No “Estadão Analisa” desta sexta-feira, 06, Carlos Andreazza fala sobre o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino que concedeu liminar para suspender o pagamento dos chamados penduricalhos para servidores federais do Executivo, Legislativo e Judiciário. A decisão de Dino ainda atinge Estados e municípios.
Pela decisão, os pagamentos de adicionais que não estão previstos em lei devem ser suspensos após 60 dias. Até lá, os Três Poderes deverão rever todos os itens pagos como adicionais salariais e que acabam contribuindo para que vencimentos no funcionalismo ultrapassem o teto que é o salário de um ministro do STF, equivalente hoje a R$ 46,3 mil.
O colunista comenta também as falas dos ministros Dias Toffoli e Alexandre de Moraes no julgamento sobre regras de uso de redes sociais por juízes. Os ministros mostraram que não vai ser fácil aprovar um código de conduta para o Supremo Tribunal Federal (STF). Parte dos ministros que apoiam o projeto do presidente, Edson Fachin, consideraram o posicionamento da dupla “absurdo”.
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No “Estadão Analisa” desta quinta-feira, 05, Carlos Andreazza fala sobre os desdobramentos do caso Master. Em meio a revelações de que irmãos do ministro do Supremo Tribunal Federal foram sócios de um resort de luxo, Toffoli defendeu, ao lado do ministro Alexandre de Moraes, que magistrados não podem ficar ‘na bolha’; ‘vários magistrados são donos de empresas’; ‘não exercendo a administração, eles têm todo o direito de receber seus dividendos’, disse no Plenário.
Relator da ação, o ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes, e Dias Toffoli usaram a sessão plenária desta quarta-feira para rebater críticas que abalaram a Corte durante o recesso judiciário.
Os ministros são alvo de questionamentos públicos sobre eventuais conflitos de interesse, envolvendo relações familiares, empresariais e a atuação de advogados próximos em causas analisadas pela Corte.
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No “Estadão Analisa” desta quarta-feira, 04, Carlos Andreazza fala como o caso Master ter vindo para ficar pode condicionar o debate público, suas entranhas mostradas como capítulos de um folhetim, hipótese em que o fato novo e imprevisível se tornaria agente gerador de instabilidades no chão sobre o qual se desenrolará a disputa eleitoral.
Há motivos para considerar razoáveis as chances de o vulcão permanecer ativo, se, analisadas as informações, analisarmos também suas possíveis origens. A quem interessaria vazar que ministro do STF fumava charutos na casa de Vorcaro? A quem interessaria dar ciência a Brasília de que sabe gerir o tempo da distribuição das informações?
A semana passada foi dedicada a lembrar que Lula recebeu o banqueiro fora da agenda, quando a pirâmide do banco já derretia, lembrado também que a história de construção desse castelo de cera passa pelos governos petistas na Bahia. Tudo verdade.
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No “Estadão Analisa” desta terça-feira, 03, Carlos Andreazza fala sobre a participação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na abertura do ano judiciário, em cerimônia realizada no Supremo Tribunal Federal (STF), em Brasília.
Além disso, o colunista comenta sobre a pressa do governo para a votação da proposta que prevê o fim da jornada de trabalho 6x1, bandeira da campanha do presidente Lula à reeleição, e por isso deve enviar à Câmara um projeto de lei em regime de urgência constitucional. Esta é a alternativa em estudo no Palácio do Planalto para apressar a análise do tema.
Andreazza também comenta desdobramentos do caso Master, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Dias Toffoli registrou por escrito que tinha a intenção de buscar “omissões” e “contradição” no depoimento do diretor do Banco Central, Ailton de Aquino, prestado no dia 30 de dezembro no STF e conduzido pela Polícia Federal.
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No “Estadão Analisa” desta segunda-feira, 02, Carlos Andreazza fala sobre o impacto do caso Master nas eleições de 2026. As relações políticas de Daniel Vorcaro impactam o cenário político e devem ainda influenciar no futuro do caso.
Um grupo de parlamentares agiu para aprovar propostas no Congresso Nacional que favoreciam o Banco Master, blindavam políticos, pressionavam a Polícia Federal e o Banco Central e agora tenta evitar a criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) sobre o caso.
Nos bastidores, as iniciativas têm sido atribuídas à chamada “Bancada do Master” no Congresso. A bancada deixou digitais enquanto o Master vendia carteiras “podres” para o Banco de Brasília (BRB), o banqueiro Daniel Vorcaro aumentava seu leque de relações políticas com festas e eventos patrocinados e o BRB, controlado pelo governo do Distrito Federal, tentava comprar o banco.
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