O podcast do Estadão traz a colunista Carlos Andreazza em um papo reto e sem rodeios sobre os principais assuntos do momento.
Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.
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O podcast do Estadão traz a colunista Carlos Andreazza em um papo reto e sem rodeios sobre os principais assuntos do momento.
Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.
No “Estadão Analisa” desta segunda-feira, 09, Carlos Andreazza fala sobre o caso Master e as possíveis relações entre Alexandre de Moraes e Daniel Vorcaro, o ministro do STF nega contatos, mas falas da esposa de Moraes, que enfraquecem a versão do próprio marido, que alega que os prints dos textos enviados pelo banqueiro a seus interlocutores foram armazenados em pastas junto com os contatos das pessoas que os receberam e, depois, entregues à CPI do INSS.
Uma reportagem do Estadão mostra como funciona a investigação da organização das pastas com arquivos encontrados no celular do banqueiro Daniel Vorcaro.
Segundo apuração, o aplicativo segue uma lógica de programação considerada básica na engenharia de dados e que foi aplicada no desenvolvimento do programa criado pela própria Polícia Federal há mais de dez anos para processamento e análise de dados extraídos de dispositivos eletrônicos, colocando ainda mais dúvidas sobre o assunto.
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O Brasil vem avançando rapidamente na digitalização dos serviços públicos, e o portal Gov.br se tornou a principal porta de entrada do cidadão para acessar serviços do Estado. A plataforma já reúne milhares de serviços e milhões de usuários, mas também avança diante de novos desafios, como ampliar a integração com estados e municípios, garantir segurança digital e melhorias no uso de tecnologias como inteligência artificial e biometria. No Start Eldorado desta semana, falamos sobre os próximos passos da estratégia de governo digital no País com Rogério Mascarenhas, secretário de Governo Digital do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos. Apresentado por Daniel Gonzales, o Start Eldorado vai ao ar todas as quartas-feiras, às 21h, na Rádio Eldorado FM (107,3), app, site e assistentes de voz.
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No “Estadão Analisa” desta sexta-feira, 6, Carlos Andreazza comenta sobre as trocas de mensagens entre o banqueiro Daniel Vorcaro e o ministro do STF Alexandre de Moraes. O ministro já estava envolvido no caso Master após a revelação de um contrato de R$ 130 milhões entre o banco e o escritório da família de Moraes, mas as novas mensagens intensificam a percepção de proximidade entre ele e o banqueiro.
As conversas foram reveladas pela jornalista Malu Gaspar e mostram que, horas antes de ser preso pela primeira vez, em novembro, Vorcaro perguntou a Moraes: “Alguma novidade? Conseguiu ter notícia ou bloquear?”. Essas mensagens levantam mais dúvidas sobre o envolvimento do ministro e a necessidade de afastamento dele do caso.
A terceira fase da Operação Compliance Zero prendeu Daniel Vorcaro e foi a primeira ação autorizada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça depois que assumiu a relatoria do caso.
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O 'Estadão Analisa' é transmitido ao vivo de segunda a sexta-feira, às 7h, no Youtube e redes sociais do Estadão. Também disponível no agregador de podcasts de sua preferência.
Apresentação: Carlos Andreazza
Edição/Produção: Jefferson Perleberg
Coordenação: Renan Pagliarusi
Foto: Wilton Junior/Estadão
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No “Estadão Analisa” desta quinta-feira, 5, Carlos Andreazza comenta sobre a terceira fase da Operação Compliance Zero que prendeu Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. Essa foi a primeira ação autorizada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça depois que assumiu a relatoria do caso.
Ele foi preso em sua residência em São Paulo, no início da manhã da quarta-feira, 4, e encaminhado à Superintendência da PF na capital paulista. Também houve outros três mandados de prisão e 15 mandados de busca e apreensão.
Além disso, Andreazza fala sobre outra prisão, a de Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, o “Sicário” de Daniel Vorcaro, que acabou se suicidando enquanto estava sob custódia dos federais na Superintendência Regional do órgão em Minas Gerais, segundo informação divulgada pela própria corporação no Estado.
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No “Estadão Analisa” desta quarta-feira, 4, Carlos Andreazza comenta sobre o recurso do Senado contra a decisão do ministro Gilmar Mendes, que anulou a quebra de sigilos bancário, fiscal, telefônico e telemático (de mensagens de telefone e e-mails) da empresa Maridt Participações, que pertence ao ministro Dias Toffoli e seus irmãos.
Senadores da oposição e integrantes da CPI do Crime Organizado criticaram a decisão do ministro Gilmar Mendes e afirmaram que se tratou de uma ação “corporativista”, “uma pedrada na instituição” e uma “interferência indevida”.
Já Carlos Andreazza avalia que o próprio ministro deve recorrer no Supremo Tribunal Federal, com grande probabilidade de ter a decisão chancelada pelos outros ministros, reafirmando seu poder e blindando a Corte.
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No “Estadão Analisa” desta terça-feira, 3, Carlos Andreazza comenta as últimas pesquisas eleitorais, que apontam um empate técnico, com cenário mais favorável ao senador Flávio Bolsonaro (PL) do que ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). É a primeira vez que esse resultado aparece nessa pesquisa em relação à primeira etapa do pleito.
O levantamento do instituto Paraná Pesquisas mostrou no segundo turno, Flávio Bolsonaro numericamente à frente de Lula, com 44,4% a 43,8%. Tecnicamente, eles seguem empatados por causa da margem de erro, como já havia ocorrido nas últimas rodadas da pesquisa.
O colunista analisa os fatores que levam Lula a perder apoio em ano eleitoral, como os novos desdobramentos do caso Master, a CPI do INSS e o envolvimento de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, nas investigações. Também aborda os motivos do crescimento do apoio a Flávio Bolsonaro.
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No “Estadão Analisa” desta segunda-feira, 2, Carlos Andreazza comenta a decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes de anular a quebra de sigilos bancário, fiscal, telefônico e telemático da empresa Maridt Participações, que pertence ao ministro Dias Toffoli e seus irmãos.
Na decisão, Gilmar Mendes afirma que houve desvio de finalidade e abuso de poder na decisão, por se tratar de “circunstâncias desconexas ou alheias ao ato de instauração” da CPI.
Andreazza ainda fala sobre as manifestações realizadas neste domingo, 1.º, que defenderam a liberdade do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), preso pela trama golpista, e fizeram críticas ao governo federal e aos ministros do STF Alexandre de Moraes e Dias Toffoli.
E também comenta as menções a um dos filhos do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, nas investigação sobre desvios de aposentadorias do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, disse que ele nunca teve relação com o INSS e classificou as referências como “ilações”.
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A Inteligência Artificial está redefinindo a forma como as empresas trabalham com temas como privacidade, governança e responsabilidade no uso de dados e ainda influindo fortemente na competitividade. Um novo estudo da Cisco revela que, no Brasil, 95% das organizações ampliaram seus programas de privacidade e 91% planejam investir ainda mais para acompanhar a complexidade da IA. Porém, o desafio vai além do compliance, já que 73% das empresas brasileiras enfrentam dificuldades para acessar dados relevantes e de alta qualidade. E apenas 20% delas consideram essas estruturas maduras o suficiente para lidar com a rápida evolução dos modelos de IA, inclusive os agênticos. Para falar deste cenário e desafios, o apresentador Daniel Gonzales recebe, no Start Eldorado desta semana, Marcia Muniz, diretora jurídica da Cisco América Latina e Canadá e DPO da Cisco no Brasil. O Start vai ao ar todas as quartas-feiras, às 21h, na Rádio Eldorado FM (107,3 para a Grande SP), no app e site e também pode ser ouvido nas principais plataformas de áudio em formato de podcast.
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No “Estadão Analisa” desta sexta-feira, 27, Carlos Andreazza fala sobre a autorização do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça para a quebra dos sigilos bancários, fiscais e telemáticos de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha. A decisão foi tomada antes da sessão desta quinta-feira, 26, da CPI do INSS, quando foi aprovada a quebra dos sigilos bancário e fiscal do filho mais velho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
A quebra de sigilos bancário e fiscal do Lulinha remete aos piores momentos da longa carreira política do pai, o presidente Lula − mensalão, Lava Jato e prisão – e desaba sobre a campanha da reeleição justamente quando o senador Flávio Bolsonaro se firma e ganha fôlego como o principal candidato da oposição. Quanta poeira, ou lama, pode sair daí?
Afinal, Lula está virtualmente reeleito? É o mais forte candidato, mas a resposta, nua e crua, é que não. Se as pesquisas até aqui capturavam o favoritismo do presidente, começam a registrar que não é bem assim e a campanha vai ser uma pedreira, ainda mais difícil do que a de 2022, que ele venceu já por margem bem apertada.
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No “Estadão Analisa” desta quinta-feira, 26, Carlos Andreazza fala sobre a CPI do Crime Organizado que aprovou o convite para o comparecimento do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Dias Toffoli ao colegiado e a quebra de sigilo fiscal da Maridt Participações no período entre 2022 e 2026. Toffoli é sócio da empresa, que vendeu parte do resort Tayayá a fundo ligado ao Banco Master.
A comissão aprovou ainda a convocação dos irmãos do ministro, José Carlos Dias Toffoli e José Eugênio Dias Toffoli, que são gestores da Maridt. Pelo tipo de requerimento, a presença deles para prestar depoimento à CPI é obrigatória. Já a de Toffoli é facultativa.
A CPI também aprovou o convite ao ministro Alexandre de Moraes e a convocação de Daniel Vorcaro, dono do Master.
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