O podcast do Estadão traz a colunista Carlos Andreazza em um papo reto e sem rodeios sobre os principais assuntos do momento.
Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.
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O podcast do Estadão traz a colunista Carlos Andreazza em um papo reto e sem rodeios sobre os principais assuntos do momento.
Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.
No “Estadão Analisa” desta quarta-feira, 25, Carlos Andreazza fala sobre as respostas por meio da imprensa, mensagens nas redes sociais e acusações de pouco apoio à pré-candidatura presidencial do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) dão os contornos dos recentes conflitos envolvendo os filhos do ex-presidente Jair Bolsonaro, o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) e até a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro.
Na última sexta-feira, 20, o deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) afirmou, em entrevista ao programa Poder Expresso, do SBT News, que Michelle e Nikolas deveriam se dedicar à campanha de Flávio Bolsonaro, hoje pré-candidato à Presidência da República, “com mais afinco”.
“Acho que o apoio está aquém do desejável. Pessoas que foram eleitas ou estão debaixo do guarda-chuva de Jair Bolsonaro, que se dizem seguidoras das suas ordens e determinações, deveriam ter se dedicado, com mais afinco, à campanha do Flávio”, disse.
Não é a primeira vez que Eduardo, que está nos Estados Unidos, critica a postura de Nikolas. Além de ter afirmado que Nikolas tem intenções de se descolar de Bolsonaro, Eduardo acusou o deputado, no ano passado, de ser pouco enfático na defesa por mais sanções dos Estados Unidos contra o Brasil.
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O 'Estadão Analisa' é transmitido ao vivo de segunda a sexta-feira, às 7h, no Youtube e redes sociais do Estadão. Também disponível no agregador de podcasts de sua preferência.
Apresentação: Carlos Andreazza
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No “Estadão Analisa” desta terça-feira, 24, Carlos Andreazza fala sobre 'Xandão Orloff' que observa Dias Toffoli e pensa: eu sou você amanhã. E se antecipa. O juiz “com sangue nos olhos”. Houvesse República entre nós, estando ele também no celular de Vorcaro, o País esperaria relatório da Polícia Federal sobre as relações do delegadão com a turma do Master. Documento da mesma natureza daquele que a PF entregou a Fachin relativamente a Dias Toffoli – peça que reúne indícios de crimes.
Eu não serei você amanhã – reage. E então a operação policial contra servidores da Receita Federal; Alexandre de Moraes de repente relator paralelo do caso Master, para o qual escreve novela concorrente e da qual dispara capítulos intimidatórios em que a trama central se tornou a atividade ilícita do fisco. Contra a revelação de relações econômicas cruzadas de “altas autoridades”, a intimidação cruzada também à Polícia Federal e à imprensa.
A Receita não vaza a ocorrência de charutadas de juiz com empresário interessado no tribunal que tem como advogada a esposa do juiz. As divulgações do contrato multimilionário da mulher de Moraes com o Master e da sociedade de Dias Toffoli com os fundos operadores do banco não são produtos de quebra-vazamento de dados fiscais. Isso é o que se quer intimidar.
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No “Estadão Analisa” desta segunda-feira, 23, Carlos Andreazza fala sobre o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça que convocou delegados da Polícia Federal para uma nova reunião sobre a investigação das suspeitas de irregularidades do Banco Master e do seu dono, Daniel Vorcaro, para a próxima segunda-feira, 23.
Em decisão proferida na última sexta-feira, 20, André Mendonça já havia autorizado a PF a retomar as diligências do inquérito e organizar o trabalho dos peritos para a extração dos dados de aparelhos apreendidos.
A expectativa dos investigadores é finalizar esse primeiro inquérito nas próximas semanas. Já foram abertas diversas outras frentes de apuração que estão em estágio inicial, como os crimes financeiros envolvendo fundos de investimento e o uso de influenciadores para ataques a autoridades públicas.
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A inteligência artificial já deixou de ser tendência para se tornar infraestrutura. Mas como construir o futuro de forma cuidadosa em temas como produtividade, responsabilidade e cultura organizacional em um momento em que a IA já ultrapassou com folga a barreira de ser apenas uma mera curiosidade? Um grupo com 32 pesquisadores de seis países, incluindo o Brasil, está estudando não apenas o potencial da inteligência artificial, mas também seus riscos, impactos sociais e efeitos sobre a persuasão e o comportamento humano. No Start Eldorado desta semana, Daniel Gonzales conversa com Magno Maciel, pesquisador, ex-pesquisador da OpenAI e coordenador do GA.IA (Grupo de Análise Integrada de IA), dedicado à pesquisa e ao letramento em inteligência artificial. O especialista fala sobre como a IA pode amplificar talentos dentro das empresas e de temas como o avanço do uso da IA no cibercrime e os novos desafios da segurança; os impactos no mercado de trabalho; regulação, transparência e o combate aos deepfakes; e por que a curiosidade pode se tornar a principal competência da nova era. O Start vai ao ar todas as quartas-feiras, às 21h, na Rádio Eldorado FM (107,3 para toda a Grande SP), além do app, site e assistentes de voz, e depois pode ser ouvido pelas plataformas digitais como podcast.
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No “Estadão Analisa” desta sexta-feira, 20, Carlos Andreazza fala sobre o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que quer criar uma teoria da conspiração para desviar o foco do principal: o suposto contrato milionário entre o escritório da sua esposa e o falido Banco Master e a sociedade do ministro Dias Toffoli em um resort de luxo por valores muito acima da sua renda acumulada como servidor público.
Moraes acredita estar sendo perseguido por integrantes do governo Lula - resta saber por quais motivações - e isso fica evidente sobre a ordem dada à Receita Federal para investigar a quebra de sigilo fiscal de integrantes da Corte, mas com um recorte de 2023 para cá. Ou seja, não houve suspeitas por parte de Moraes sobre a atuação do órgão no governo Bolsonaro.
O que se comenta nos corredores de Brasília é que Moraes faz parte de um grupo de autoridades próximas ao banqueiro Daniel Vorcaro, ao lado do também ministro do STF Dias Toffoli e de políticos como o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, o ex-presidente da Câmara Arthur Lira e o atual presidente da Casa, Hugo Motta. A lista ainda incluiria dezenas de deputados e senadores que, direta ou indiretamente, surfaram na onda de crescimento do Master nos últimos anos.
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No “Estadão Analisa” desta quinta-feira, 19, Carlos Andreazza fala sobre o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que quer criar uma teoria da conspiração para desviar o foco do principal: o suposto contrato milionário entre o escritório da sua esposa e o falido Banco Master e a sociedade do ministro Dias Toffoli em um resort de luxo por valores muito acima da sua renda acumulada como servidor público.
Moraes acredita estar sendo perseguido por integrantes do governo Lula - resta saber por quais motivações - e isso fica evidente sobre a ordem dada à Receita Federal para investigar a quebra de sigilo fiscal de integrantes da Corte, mas com um recorte de 2023 para cá. Ou seja, não houve suspeitas por parte de Moraes sobre a atuação do órgão no governo Bolsonaro.
O que se comenta nos corredores de Brasília é que Moraes faz parte de um grupo de autoridades próximas ao banqueiro Daniel Vorcaro, ao lado do também ministro do STF Dias Toffoli e de políticos como o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, o ex-presidente da Câmara Arthur Lirae o atual presidente da Casa, Hugo Motta. A lista ainda incluiria dezenas de deputados e senadores que, direta ou indiretamente, surfaram na onda de crescimento do Master nos últimos anos.
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Avaliação considera a redução da extrema pobreza no Brasil durante a gestão de cada ministro, desde Zélia Cardoso de Mello, passando por Fernando Henrique Cardoso até Fernando Haddad.
Veja o vídeo completo: https://www.estadao.com.br/economia/pedro-fernando-nery/qual-foi-o-melhor-ministro-da-fazenda-da-historia-do-brasil/
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No ‘Fala, Duquesa!’ desta semana, colunista reage à proposta da Receita de cobrar 3,5% sobre os ativos virtuais; segundo ela, medida é tentativa de enquadrar cripto ao sistema financeiro.
Assista ao vídeo: https://www.estadao.com.br/economia/duquesa-de-tax/o-que-voce-precisa-saber-sobre-a-proposta-de-cobranca-de-iof-sobre-investimento-em-ativos-virtuais/
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O Start Eldorado desta semana mostra que a IA amplia oportunidades, mas também exige mais responsabilidade, governança e consciência digital: um estudo do Fórum Econômico Mundial revela que 94% de executivos e especialistas apontam a Inteligência Artificial como o principal fator de impacto na segurança cibernética nos próximos 12 meses. Fraudes digitais, phishing automatizado, ransomware e ataques à cadeia de suprimentos estão entre as ameaças que mais cresceram no último ano. E o dado mais preocupante: quase três em cada quatro pessoas afirmam que elas próprias ou alguém próximo já foram vítimas de fraude online. O apresentador Daniel Gonzales conversa com dois especialistas para discutir os riscos, os impactos e o que pode ser feito para proteger empresas e cidadãos na era da Inteligência Artificial, que infelizmente também vem sendo utilizada para potencializar e amplificar golpes. No Start, estão Américo Alonso, diretor de Cibersegurança da Atos América do Sul, e Rafael Garcia, especialista em prevenção a fraudes da FICO. O programa vai ao ar todas as quartas-feiras, a partir das 21h, na Rádio Eldorado FM (107,3 para toda a Grande SP), além do app, site e assistentes de voz, e depois pode ser ouvido pelas plataformas digitais como podcast.
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No “Estadão Analisa” desta sexta-feira, 13, Carlos Andreazza fala sobre o ministro Dias Toffoli que decidiu deixar a relatoria das investigações sobre fraudes no Banco Master. A decisão foi anunciada pelo Supremo Tribunal Federal após reunião dos dez ministros da Corte.
Em nota assinada por todos os magistrados do tribunal, o STF informou que não há suspeição ou impedimento de Toffoli, e que ele atendeu a todos os pedidos formulados pela Polícia Federal e pela Procuradoria-Geral da República (PGR).
Como não houve declaração de impedimento ou suspeição, Toffoli continua apto a votar no processo em caso de julgamento. Isso se o próximo relator sorteado pertencer à Segunda Turma também, o colegiado que Toffoli integra. Se o próximo relator integrar a Primeira Turma, o caso será deslocado para o colegiado vizinho e Toffoli não participará de julgamentos.
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