O podcast do Estadão traz a colunista Carlos Andreazza em um papo reto e sem rodeios sobre os principais assuntos do momento.
Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.
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O podcast do Estadão traz a colunista Carlos Andreazza em um papo reto e sem rodeios sobre os principais assuntos do momento.
Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.
Técnicas avançadas de data analytics, internet das coisas, aprendizado de máquinas, análise de imagens com inteligência para identificar padrões de solo, culturas, pragas, drones e máquinas conectadas são algumas das muitas inovações a serviço dos produtores do agronegócio. A agricultura 4.0, digital e inteligente, abre espaço não só para o aumento da capacidade de produção, mas também contribui decisivamente para a economia de recursos como insumos para as plantações, defensivos e água, sendo importante ambientalmente e muito mais viável comercialmente. Com a chegada do 5G, essas inovações ganharão ainda mais impulso. O Start Eldorado recebe Almir Araújo Silva, diretor da área de digital e novos negócios da BASF. O programa vai ao ar nos 107,3 da Rádio Eldorado FM, com a apresentação de Daniel Gonzales, toda quarta-feira.
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O ano mal começou e o governo Bolsonaro voltou a ter atritos com sua ala militar. Desta vez quem reagiu ao presidente e suas acusações levianas contra a Anvisa, foi o almirante da Marinha, Antonio Barra Torres, também Diretor-presidente da agência. Ele cobrou retratação de Bolsonaro após questionamento público do presidente sobre qual seria o 'interesse' do órgão ao liberar vacina da covid para crianças.
O auge do enfrentamento aconteceu no dia 8 de janeiro, quando Torres divulgou nota cobrando de Bolsonaro uma retratação por declarações do presidente que questionavam supostos ‘interesses’ de integrantes da Anvisa em aprovar a vacinação de crianças contra covid-19. “Eu ouvi militares dizendo que Bolsonaro não deixou alternativa, ele insinuou que tem corrupção na Anvisa, ele (Barra Torres) não poderia deixar de responder”, destaca Eliane Cantanhêde, colunista do Estadão e da Rádio Eldorado, que participa hoje do podcast.
Já o presidente Bolsonaro afirmou que ficou ‘surpreendido’ com a carta dele e que a considerou ‘agressiva’. Embora promova um enfrentamento público contra a Anvisa, hoje liderada pelo militar da reserva, Bolsonaro não pode demiti-lo antes de 2025, de acordo com a legislação vigente.
E parece que até os militares estão perdendo a paciência com o presidente, já que é visto que o Exército emite diretrizes em perfeita discordância com o que o Bolsonaro prega o tempo todo na pandemia. O comandante do Exército, general Paulo Sérgio Nogueira de Oliveira, condicionou o retorno dos militares ao trabalho presencial à vacinação contra a Covid-19. “Neste momento, a questão dos militares não é ideológica, é uma questão de que estão espantados com as obsessões pessoais do presidente”, conclui Eliane Cantanhêde.
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Apresentação: Gustavo Lopes
Produção/Edição: Jefferson Perleberg e Gabriela Forte
Montagem: Moacir Biasi
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Com Lula liderando as pesquisas eleitorais, é comum que passemos a analisar quais são suas propostas, caso se eleja presidente, em outubro. Algumas indicações já foram dadas, e tem causado discussões acaloradas entre especialistas, principalmente, na área econômica.
Em postagem nas redes sociais, a presidente do PT, Gleisi Hoffmann, defendeu a revogação da reforma trabalhista, que está em vigor no Brasil desde 2017. O assunto também foi abordado por Lula, ele ainda citou o exemplo da Espanha que derrubou a reforma trabalhista feita no país em 2012, e que serviu de base para a nossa, implantada durante o governo Temer. “Tem um jogo político grande de plano de fundo nessa proposta do ‘revogaço’, mas é interessante que a gente tem um debate feito neste momento, não depois que o governo ganhou a eleição”, afirma o repórter especial do Estadão, Marcelo de Moraes.
A discussão provocou reações contrárias. O deputado licenciado Rodrigo Maia, que presidiu a Câmara durante a votação da reforma trabalhista, avaliou que o ponto que gera esse interesse de rever a medida está na discussão sobre a volta de financiamento dos sindicatos, que historicamente formam a base de apoio do PT. “Se você quer abrir o arco de alianças e ao mesmo tempo você fecha o discurso econômico em torno de uma questão muito radical, como revogação de teto de gastos e privatizações, você fecha a porta para essa turma”, destaca Marcelo de Moraes
Mas a pretensão de uma ala petista é de não parar por aí, e promover um “revogaço” de outras medidas, como por exemplo, a autonomia do Banco Central, aprovada no ano passado. Frear o programa de desestatizações e acabar com o teto de gastos também são temas consensuais dentro da campanha do petista.
Na questão do teto de gastos, a discussão também está bastante avançada. Até porque o atual governo já avançou nessa regra no ano passado ao mudar a forma de cálculo, abrindo margem para poder gastar mais neste ano.
No episódio do Estadão Notícias desta quinta-feira, 13, vamos analisar do ponto de vista político e eleitoral esse plano do ex-presidente Lula, junto do repórter especial do Estadão e colunista da Rádio Eldorado, Marcelo de Moraes.
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Apresentação: Gustavo Lopes
Produção/Edição: Jefferson Perleberg e Gabriela Forte
Montagem: Moacir Biasi
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Desde o começo de 2022, manifestações eclodiram no Cazaquistão, após o governo dobrar o preço do gás GLP e de outros combustíveis no primeiro dia do ano. O país é uma ex-república soviética localizada no leste europeu e atravessa um dos momentos mais turbulentos de sua história.
Os protestos também refletem as insatisfações da população com o governo. As pautas se ampliaram, como a mudança do regime político, a eleição direta dos governos locais, o fim das prisões arbitrárias e a redução da desigualdade.
O país tem uma parte da população de classe média e uma elite ultra rica, mas o grosso do povo enfrenta dificuldades financeiras. A média da remuneração dos trabalhadores é de menos de 3 mil reais, o sistema bancário passa por uma crise que piorou por uma alta taxa de inadimplência.
Na última sexta-feira, o presidente do país, Kassym Jomart Tokayev, autorizou as forças da segurança a abrirem fogo "sem aviso prévio" para pôr fim às manifestações. Dezenas de manifestantes e membros das forças de segurança já morreram nos confrontos.”Essa repressão é permanente, então é preciso contar com a ajuda de outros grupos que atentem para a grave violação dos direitos humanos no País”, afirma o professor do Instituto de Relações Internacionais da Universidade de Brasília, Roberto Goulart Menezes.
Em meio a esses distúrbios, a Rússia enviou ao país uma "força de paz" que inclui mais de 2 mil militares de Armenia, Belarus, Quirguistão e Tadjiquistão, países que integram a Organização do Tratado de Segurança Coleta junto com o Cazaquistão.
Para analisar o quadro no Cazaquistão e na região, vamos conversar no episódio do Estadão Notícias desta quarta-feira, 12, com o professor do Instituto de Relações Internacionais da Universidade de Brasília, Roberto Goulart Menezes.
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Apresentação: Gustavo Lopes
Produção/Edição: Jefferson Perleberg e Gabriela Forte
Montagem: Moacir Biasi
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O aumento de casos de covid-19 e de pacientes com sintomas gripais, após as festas de final de ano, tem levado a uma corrida por testes para detectar o coronavírus. Filas em farmácias e falta de testes também foram registrados em diferentes cidades do Brasil.
Dados da Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias apontam que 284 mil testagens foram feitas entre 27 de dezembro e 2 de janeiro: 50% superior ao de 20 a 26 de dezembro. “A gente conseguiu reforçar os estoques, mas continua difícil porque a demanda ainda é muito grande'', afirma o CEO da Abrafarma, Sérgio Mena Barreto.
Já o volume de resultados positivos para covid pulou de 22 mil para 94,5 mil. A epidemia de influenza em vários Estados e o espalhamento da variante Ômicron do coronavírus, mais contagiosa, são os principais motivos para a aceleração da procura.
Ouvido pelo podcast, o neurocientista da Universidade de Duke, Miguel Nicolelis falou que muitas decisões tomadas no ano passado foram antecipadas e causaram o atual cenário de maior transmissão da variante ômicron. “Foi plenamente imatura as previsões de que a pandemia iria acabar em dezembro de 2021, ainda temos um longo caminho”, diz o neurocientista.
Para o especialista, o país desperdiçou a chance de se preparar para a variante Ômicron que avançava na Europa antes de chegar aqui. “Desde o início da pandemia o que faltou foi planejamento e agora, com essa nova variante, foi a cereja do bolo da desorganização”, afirma Nicolelis. Ainda destaca ao podcast que a proteção das vacinas é clara, tanto para adultos como para crianças, e que sem imunização a quantidade de casos graves da variante seria muito maior.
No episódio do Estadão Notícias desta terça-feira, 11, vamos ouvir o CEO da Abrafarma, Sérgio Mena Barreto, para entender como esses estabelecimentos estão lidando com o aumento de testagem e se há risco de desabastecimento generalizado de testes. Para falar sobre o problema da falta de testes, devido a alta demanda, vamos conversar com Miguel Nicolelis, neurocientista da Universidade de Duke.
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O combate a corrupção no Brasil tem sofrido duros golpes com o enfraquecimento de leis, e sufocamento de operações que visam investigar recursos dos cofres públicos. Mesmo com um discurso anticorrupção, o presidente Jair Bolsonaro agiu no sentido contrário para defender familiares e aliados, tentando interferir na autonomia de instituições e fazendo uma aliança com um grupo de políticos que antes condenava.
Em entrevista ao podcast, o procurador Roberto Livianu afirmou que o presidente não é o único com este objetivo, seus aliados do Centrão e também adversários do PT trabalham para enfraquecer cada vez mais o combate à corrupção. “Há uma união perversa entre governo e oposição contra o combate à corrupção”, disse o procurador.
Uma das decisões de Bolsonaro que mais enfraqueceu o combate à corrupção foi a escolha de Augusto Aras como Procurador-Geral da República. Crítico à atuação da Lava Jato, Aras travou diversas quedas de braço com os procuradores de Curitiba, até que, em fevereiro do ano passado, a força-tarefa da capital paranaense foi dissolvida.
O partido dos trabalhadores teve também protagonismo em outras mudanças legislativas que tendem a enfraquecer a anticorrupção no País. Podemos citar aqui a Lei da Improbidade e da proposta de emenda à Constituição que muda a composição do Conselho Nacional do Ministério Público, e amplia a influência do Legislativo no órgão.
Deputados do PT propuseram também uma série de mudanças na Lei das Organizações Criminosas, criando regras rígidas para os acordos de delação premiada e a exclusão da possibilidade de prisão preventiva para garantia da ordem pública e econômica – justificativa que motivou inúmeras ordens de custódia na Lava Jato.
No episódio do Estadão Notícias desta segunda-feira, 10, convidamos o procurador de Justiça Roberto Livianu, presidente do Instituto Não Aceito Corrupção. E para falar sobre como governo e partidos de oposição tem agido para enfraquecer o combate à corrupção, vamos conversar com a repórter do Estadão, em Brasília, Julia Affonso.
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Na segunda parte da retrospectiva do ano passado, o Start Eldorado relembra os principais temas levados ao ar em 2021. Do cloud ao 5G, do varejo ao agronegócio, exploramos as ramificações e impactos da transformação digital em diversas áreas de nosso cotidiano. O que eles nos mostram sobre os próximos desafios do futuro? O programa vai ao ar às 21h, na Eldorado FM, 107,3 FM, aplicativos e canais digitais, toda quarta-feira, com a apresentação de Daniel Gonzales.
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O presidente Jair Bolsonaro iniciou o último ano do seu primeiro mandato como chefe do executivo com um grupo de apoiadores inferior se comparado ao início do governo. Muitos nomes que fizeram campanha para o presidente, como Joice Hasselmann, Alexandre Frota e integrantes do Movimento Brasil Livre (MBL), o abandonaram ao longo do governo. Para Carlos Melo, professor do Insper, no ano eleitoral é um movimento natural o abandono de parlamentares do Centrão ao governo. “Pulam de uma barca para outra, conforme as pesquisas, isso é normal no Brasil”, afirma o cientista político.
Muitos destes parlamentares ex-bolsonaristas se tornaram críticos da gestão do atual presidente. Paulo Marinho, suplente de Flávio Bolsonaro no Senado, foi outro que rompeu com Bolsonaro ainda em 2020. O empresário foi um dos nomes fortes da campanha do presidente, em 2018, ao ceder sua mansão no bairro do Jardim Botânico, no Rio, para as reuniões de planejamento.
No mês passado foi a vez daquele que é chamado “guru do bolsonarismo”, Olavo de Carvalho dividir opiniões entre os apoiadores do governo. Em uma live no YouTube, o astrólogo afirmou que o presidente Jair Bolsonaro o usou como “poster boy” com o objetivo de “se promover e se eleger”. Sobre o pleito de 2022, Olavo disse que a eleição já está perdida.
As últimas pesquisas eleitorais divulgadas ainda no fim de 2021, mostraram uma grande rejeição ao governo e cenários não favoráveis ao presidente Bolsonaro. “Por mais que eles neguem as pesquisas, elas criam um calor e aflição para estes grupos que estão ‘perdendo’ e aí começa a se buscar culpados para esses resultados, gerando os conflitos”, disse Carlos Melo ao podcast.
Afinal, o que tem feito a base do presidente ruir, porque bolsonaristas passaram a se estranhar nas redes sociais? Qual o peso desse racha para as eleições? No episódio do Estadão Notícias desta sexta-feira, 07, vamos debater estes e outros questionamentos com o professor e cientista do Insper, Carlos Melo.
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Apresentação: Gustavo Lopes
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Depois de muita demora, polêmicas e trocas de farpas, o Ministério da Saúde divulgou nesta quarta-feira, 05, as regras para vacinação de crianças entre 5 e 11 anos. A imunização desse grupo já havia sido autorizada pela Anvisa em 16 de dezembro, mas o ministro Marcelo Queiroga afirmou diversas vezes que a autorização da agência não era suficiente para iniciar a vacinação. “Não houve uma palavra de estímulo a campanha de vacinação de crianças”, afirma o infecto pediatra Renato Kfouri, representante da Sociedade Brasileira de Imunizações, e que foi entrevistado pelo Estadão Notícias
A pasta da saúde aguardava consulta pública para liberação do imunizante às crianças. A maioria das pessoas e entidades ouvidas se opôs à necessidade de receita médica para imunização dessa faixa etária.
O imunizante que será utilizado é o da Pfizer. Segundo a farmacêutica, a vacina é segura e garante mais de 90,7% de eficácia na prevenção de infecções em crianças de 5 a 11 anos. O estudo acompanhou 2.268 crianças que receberam duas doses da vacina, com três semanas de intervalo. “O risco de miocardite em crianças é desprezível, inclusive menor do que em adolescentes”, destaca o infectologista Renato Kfouri.
O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, antecipou que cerca de 4 milhões de doses pediátricas da Pfizer chegarão ao Brasil na segunda quinzena deste mês. No Brasil tem aproximadamente 20 milhões de crianças nesta faixa etária, que estão aptas a serem imunizadas
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Apresentação: Gustavo Lopes
Produção/Edição: Jefferson Perleberg e Gabriela Forte
Montagem: Moacir Biasi
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Desemprego em alta, inflação na casa dos dois dígitos, recessão técnica com pequena queda do PIB. O cenário não parece muito animador para o Brasil de 2022. Com os efeitos da pandemia, a projeção dos economistas não é muito animadora.
Para este ano, o mercado financeiro subiu de 5% para 5,02% a estimativa de inflação. Já para o governo, a meta central de inflação para 2022 é de 3,50%. O mercado reduziu também a previsão de alta do PIB de 0,58% para 0,51%, para este ano. No entanto, o Ministério da Economia insistiu em manter a previsão de crescimento do PIB, acima de 2%.
Para controlar a inflação, que tem impacto direto no preço de produtos e serviços, o Comitê de Política Monetária deve subir a taxa Selic para os dois dígitos, chegando a 11,25%.
Soma-se a isso, o início do pagamento de um novo auxílio de 400 reais para os mais pobres, que foi o estopim para a aprovação da chamada PEC dos Precatórios, que abriu um espaço fiscal, acima do teto de gastos, de mais de 80 bilhões de reais.
Para a economista Elena Landau, ouvida pelo podcast, um dos maiores responsáveis pela situação do País é o atual presidente que, segundo ela, não deve se reeleger. “Eu tenho certeza absoluta que Bolsonaro não vai se reeleger. Temos que olhar para 2022 preparando o Brasil para se curar dessa doença, organizar a sociedade, recuperar a imagem do País na comunidade internacional”, afirma a economista.
No episódio do Estadão Notícias vamos projetar o futuro da nossa economia e os desafios para este ano com a colunista do Estadão, Adriana Fernandes, e também com a economista Elena Landau.
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Apresentação: Emanuel Bomfim
Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer.
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