O podcast do Estadão traz a colunista Carlos Andreazza em um papo reto e sem rodeios sobre os principais assuntos do momento.
Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.
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O podcast do Estadão traz a colunista Carlos Andreazza em um papo reto e sem rodeios sobre os principais assuntos do momento.
Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.
No Start Eldorado, você ouve a segunda parte da conversa com Leonardo Capdeville, CTIO da TIM, sobre o cenário da quinta geração no País. Ele conversa com o apresentador Daniel Gonzales sobre temas como network slicing, redes privadas de alta velocidade e seus impactos no modelo de negócios da operadora e fala sobre o modelo de arquitetura aberta (Open RAN) que, para ele, vai se tornar o padrão na expansão do 5G em alguns anos. O Start vai ao ar às 21h, nos 107,3 da Eldorado FM para toda Grande São Paulo, aplicativos e canais digitais, toda quarta-feira.
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Nos últimos dias a chapa ainda não confirmada de Lula e Alckmin está trabalhando para melhorar a imagem do ex-presidente com o agronegócio. O ex-governador paulista quer ser atuante dentro do possível governo e, por isso, Lula já teria lhe oferecido o Ministério da Agricultura.
O ex-presidente também mira o PSD de Gilberto Kassab. A ideia em negociação é reconduzir Rodrigo Pacheco à presidência do Senado, ao invés de lançá-lo ao Executivo, em troca do apoio à chapa do PT nas eleições.
Os pré-candidatos à presidência ainda disputam o voto dos evangélicos que ainda é uma incógnita. O ex-juiz Moro, filiado ao Podemos, já fez sua carta de intenções que agrada em cheio os fiéis, o atual presidente Jair Bolsonaro e o ex-presidente Lula também buscam espaço no campo da fé.
Esses são alguns dos temas eleitorais que vão guiar o nosso debate quinzenal do ‘Poder em Pauta’, com os repórteres diretamente de Brasília, Vera Rosa e Felipe Frazão.
Apresentação: Emanuel Bomfim
Produção/Edição: Jefferson Perleberg
Sonorização/Montagem: Moacir Biasi
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À medida que a nova variante Ômicron se espalha pelo País e pelo mundo, com recordes de casos de covid-19, a ampliação da cobertura vacinal se faz cada vez mais necessária. Aproximadamente 70% da população vacinável no Brasil já está imunizada. Isso mostra que, ao menos aqui, o discurso anti-vacina não teve a mesma força como em outros países.
Apesar da não obrigatoriedade do imunizante, muitos gestores passaram a exigir o passaporte vacinal. A prática foi adotada na maioria das capitais, mas também gera discussões acaloradas, nas quais o próprio presidente Jair Bolsonaro tem se posicionado contra.
Os governos europeus estão começando a suspender rapidamente restrições relativas à covid, mas vacinar o máximo possível de pessoas é visto como um elemento crucial para o retorno à normalidade.
Aqui no Brasil, um projeto de Lei apresentado prevê que quem não se vacinar contra Covid terá de pagar o próprio tratamento. A proposta é do deputado Alexandre Frota (PSDB-SP), e tramita na Câmara dos Deputados. Pelo texto, cidadãos têm o direito de escolher se vacinar ou não. Mas aqueles que não se vacinarem e contraírem a doença posteriormente terão de arcar com custos hospitalares no SUS.
Adotar medidas drásticas é fundamental para fechar o cerco contra não-imunizados? No episódio do podcast desta quinta-feira, 03, discutimos o assunto com o epidemiologista da Universidade Federal de Pelotas, Pedro Hallal. A repórter especial de Educação do Estadão, Renata Cafardo, conta como as escolas têm lidado com o tema. E também vamos ouvir o relato de como anda a imunização nos Estados Unidos diretamente com a correspondente do Estadão no país, Beatriz Bulla.
Apresentação: Emanuel Bomfim
Produção/Edição: Jefferson Perleberg, Julia Corá e Gabriela Forte
Montagem: Moacir Biasi
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No último fim de semana, o Estado de São Paulo foi atingido por fortes chuvas que causaram enchentes e deslizamentos em mais de dez municípios. Desde dezembro do ano passado, centenas de municípios da Bahia e de Minas Gerais também foram afetados e decretaram estado de emergência. Porém, o clima não é o único responsável pelos desastres. Os desmoronamentos e inundações demonstram a falta de estrutura e investimento na contenção deste tipo de tragédia.
Os temporais do fim de semana levaram a cidade de São Paulo superar a média histórica de chuvas esperadas para todo o mês de janeiro: foram 284 milímetros até a tarde de domingo. No Estado, já são 24 mortes confirmadas em oito municípios paulistas e cerca de 1.546 famílias desalojadas ou desabrigadas.
Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia, as chuvas foram causadas pela zona de convergência do Atlântico Sul somadas a um ciclone subtropical, o que provocou as primeiras enchentes e deslizamentos de terra na Bahia.
A gestão do governador Doria gastou menos da metade do orçamento previsto para obras de infraestrutura antienchente em todo estado de São Paulo em 2021, apenas 45% do total disponibilizado pelos deputados estaduais. E no ano anterior, o gasto foi menor ainda, apenas 18%.
As tragédias deveriam servir de alerta para prevenir novas ocorrências, mas historicamente não é o que se verifica, segundo o arquiteto e urbanista Kazuo Nakano, professor do Instituto das Cidades da Universidade Federal de SP. “A gente não extrai aprendizagens preventivas com as tragédias, sempre operamos no atendimento a emergências e improviso”, afirma ao podcast.
A cada ano novos deslizamentos ocorrem sem que haja uma política de prevenção destas catástrofes, garante Nakano. Ele ainda afirma que o planejamento urbano também deve levar em conta as zonas periféricas e as peculiaridades das grandes metrópoles. “É necessário lidar com os reais problemas coletivos, ou a gente vai ficar chorando, aprendendo e desaprendendo a cada nova tragédia”, conclui.
Apresentação: Emanuel Bomfim
Produção/Edição: Jefferson Perleberg, Julia Corá e Gabriela Forte
Montagem: Moacir Biasi
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Esta semana o Comitê de Política Monetária do Banco Central, o Copom, se reúne para definir e fixar a taxa de juros básica da economia. A expectativa do mercado é que a taxa Selic chegue aos dois dígitos e passe de 9,25% para 10,75%.
Este ciclo de alta na taxa de juros começou ainda em março de 2021, quando a Selic subiu de 2% para 2,75% ao ano. Desde lá, foram 7 subidas seguidas até o atual patamar, que é o maior dos últimos 4 anos.
O Banco Central tem elevado os juros para combater a inflação, que atingiu 10,06% ao ano em 2021. A instituição atua com base no sistema de metas de inflação. Entre as previsões do mercado financeiro está que a taxa suba para 11,75% ao ano, no próximo mês de março, e que volte a cair somente no começo de 2023.
O aumento da Selic é consequência de uma série de fatores como a pandemia e a crise hídrica, que geraram aumento nos preços da energia elétrica e dos alimentos. A falta de insumos para produção, em razão da pandemia, também ajudou na alta dos preços.
Para a consultora econômica, Zeina Latif, a desorganização fiscal do governo influenciou no aumento da inflação. “Não existe ação do ministro da Economia para o compromisso com a disciplina fiscal. Cada vez mais a política econômica sai das mãos do governo e fica com o Congresso e isso atrapalha o trabalho do Banco Central”, afirma a economista ao podcast.
O controle da inflação poderia auxiliar para a redução da taxa Selic novamente. Porém especialistas dizem que essa redução deve ficar somente para 2023. E está condicionada às decisões do governo eleito este ano, como uma política de credibilidade para as contas públicas e reformas econômicas.
No episódio do podcast desta terça-feira, 01, vamos falar sobre o aumento na taxa de juros e as consequências para economia com a consultora econômica, Zeina Latif.
Apresentação: Emanuel Bomfim
Produção/Edição: Jefferson Perleberg, Julia Corá e Gabriela Forte
Montagem: Moacir Biasi
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A campanha eleitoral ainda nem começou oficialmente, mas os pré-candidatos já trabalham intensamente suas imagens e as agendas públicas. Quem lidera as pesquisas é o ex-presidente Lula, que tem chance de vencer ainda no primeiro turno a corrida presidencial, segundo as pesquisas. Para sustentar essa liderança, o PT deve até mesmo excluir a ex-presidente Dilma Rousseff, com intuito de afastar o atual candidato dos equívocos do último governo petista.
Em recente entrevista, Lula deu a entender que a ex-presidente não fará parte de um eventual novo governo petista e afirmou que Dilma falhou ao não ter “jogo de cintura” e “paciência que a política exige”.
Em entrevista ao episódio de hoje do ‘Estadão Notícias’, o cientista político Vítor Oliveira afirmou que é natural que ela fique de fora da campanha. “É uma combinação desfavorável ao ex-presidente. O PT entende que ela é uma vidraça, um ponto fraco que pode ser atacado muito facilmente.”
Ainda no ano passado, um jantar promovido pelo Prerrogativas reuniu o ex-presidente Lula, o ex-governador Geraldo Alckmin e políticos de diversas legendas, inclusive do MDB, que apoiou o impeachment de Dilma. A ex-presidente não foi convidada.
O partido tentou minimizar o fato, justificando como uma falha de comunicação. Entretanto, o vice-presidente nacional do PT, Washington Quaquá, declarou que Dilma não tem mais relevância eleitoral.
No episódio desta segunda-feira, 31, analisamos o fator Dilma e como ele mexe nas eleições numa entrevista com o cientista político e consultor da Pulso Público, Vitor Oliveira.
Apresentação: Emanuel Bomfim
Produção/Edição: Jefferson Perleberg, Julia Corá e Gabriela Forte
Montagem: Moacir Biasi
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Sentir a demanda dos consumidores por 5G, sejam os negócios ou as pessoas físicas, realizando uma implementação robusta das redes mixando as diversas frequências - 2,3 GHz, 3,5 GHz ou 26 GHz - conforme o perfil do uso, fazendo com que se complementem e ofereçam conectividade de alto desempenho. A TIM, uma das principais operadoras do País, adquiriu lotes em todas as faixas e já trabalha em modelos de negócios baseados em fatiamento de rede e redes 5G privadas, além de formatar estratégias para oferecer a consumidores individuais acesso a smartphones de última geração. No Start Eldorado, você ouve a primeira parte da conversa com Leonardo Capdeville, CTIO da TIM, sobre o cenário da quinta geração. Apresentado por Daniel Gonzales, o programa vai ao ar às 21h, nos 107,3 da Eldorado FM para toda Grande São Paulo, aplicativos e canais digitais, toda quarta-feira.
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2022 começou e as nossas expectativas foram renovadas. A gente vem encarando meses difíceis nos últimos dois anos e tudo o que todo mundo pensa é na retomada, na melhoria do convívio, torcemos pelo fim da pandemia, só pensamentos positivos!
Falando em retomada, nós também podemos falar de tendências. Tendência de como será a retomada do trabalho, por exemplo. Será que vai aumentar a demanda por espaços profissionais mais flexíveis? As pessoas estão procurando imóveis residenciais mais próximas ao seu trabalho ou estão procurando lares que proporcionem um trabalho home office mais aconchegante? O fato é que o movimento no mercado imobiliário está acontecendo.
Pra falar mais sobre o assunto, a jornalista Bárbara Guerra conversou com Jardel Cardoso da Rocha, vice-presidente de Relações Institucionais do Grupo Loft.
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O Brasil foi convidado nesta última semana a fazer parte da OCDE, a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico. Ter o carimbo da organização pode facilitar acordos comerciais e a entrada de recursos de origem estrangeira, mesmo que a adesão efetiva possa demorar alguns anos.
Segundo o ministro da Economia, Paulo Guedes, o convite foi efetivado após o País cumprir dois requisitos que faltavam: a Lei Cambial e o comprometimento da Receita Federal em reduzir o IOF sobre as operações financeiras.
Também foram convidados outros dois países sul-americanos, Argentina e Peru, e outros três europeus, Bulgária, Croácia e Romênia. Além disso, o convite não garante o ingresso do País ao grupo. São mais de 20 comitês técnicos que deverão avaliar a situação de cada nação. Para serem aprovados pelo grupo é preciso que haja consenso.
O Brasil já está na dianteira aderiu a 104 parâmetros normativos da OCDE, sendo 38 deles no governo Bolsonaro. A última adesão foi para o tema “Crianças no ambiente digital”, nesta quinta-feira, 27.
No episódio do podcast desta sexta-feira, 28, vamos entender como funciona a organização e os pré-requisitos necessários para ingressar neste grupo com a repórter especial do Broadcast em Brasília, Celia Froufe. E para falar sobre as reais chances do Brasil e os benefícios econômicos de fazer parte da OCDE, vamos conversar com a economista Vera Thorstensen, professora da FGV de São Paulo, Coordenadora do Centro do Comércio Global e Investimento e titular da Cátedra OMC no Brasil.
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Apresentação: Emanuel Bomfim
Produção/Edição: Jefferson Perleberg, Julia Corá e Gabriela Forte
Montagem: Moacir Biasi
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Desde que anunciou a pré-candidatura pelo Podemos à presidência, o ex-juiz Sérgio Moro vem sendo cobrado por sua atuação na iniciativa privada. Após deixar o governo, Moro ingressou, em novembro de 2020, como diretor no setor de disputas e investigações na consultoria Alvarez & Marsal.
Esse movimento foi alvo de apuração no Tribunal de Contas da União, já que a Alvarez & Marsal era a administradora da recuperação judicial da Odebrecht desde junho de 2019. Moro encerrou seu contrato com a Alvarez & Marsal em outubro, e os termos da rescisão também passaram a ser alvo de investigação no Tribunal de Contas da União. Por ordem do ministro Bruno Dantas, o TCU abriu procedimento para apurar eventual conflito de interesses na atuação de Moro junto à consultoria.
Esta semana, o Ministério Público junto ao TCU encaminhou pedido para que o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) seja acionado e ajude a quebrar o sigilo que impede a divulgação do salário do ex-juiz nos Estados Unidos.
Outro apontamento a Moro seria pela prática do revolving door, que é quando um servidor público migra para o setor privado na mesma área em que atuava, levando consigo benefícios à empresa, como acesso a informações privilegiadas. E também do lawfare, que é o uso estratégico do sistema jurídico em benefício próprio.
No episódio do Estadão Notícias desta quinta-feira, vamos conversar sobre as implicações na esfera jurídica das ações de Moro durante seu período na iniciativa privada com o advogado Mauro Menezes, ex-conselheiro da Comissão de Ética Pública da Presidência da República. E para entender as implicações políticas para o pré-candidato vamos falar com a cientista política da FGV, Graziella Testa.
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Apresentação: Emanuel Bomfim
Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Julia Corá e Gabriela Forte
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