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    News & Politics

    Estadão Analisa com Carlos Andreazza

    O podcast do Estadão traz a colunista Carlos Andreazza em um papo reto e sem rodeios sobre os principais assuntos do momento.

    Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.

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    Latest Episodes:
    Por que o Telegram está na mira do TSE? Jan 26, 2022
    Show notes

    O Tribunal Superior Eleitoral tem uma preocupação a mais para a eleição de 2022, redes como o Telegram que não tem escritório representativo no Brasil. A plataforma tem sido a alternativa para aqueles que querem compartilhar conteúdos que desinformam, mas sem representação no país, como controlar e até mesmo punir essa desinformação?

    O Telegram é um aplicativo de mensagens de rápido crescimento no Brasil, estando presente em 53% de todos smartphones ativos disponíveis no país. O presidente Jair Bolsonaro, que tem 1 milhão de inscritos no Telegram, e seus aliados passaram a usar mais a plataforma após serem alvo de bloqueios e interrupções de uso de outros aplicativos.

    Diferentemente de outras plataformas do tipo, o Telegram permite grupos de até 200 mil pessoas e canais sem limite de usuários, além de não moderar conteúdos.

    Em 16 de dezembro passado, o atual presidente do TSE, Luís Roberto Barroso, enviou um ofício ao diretor executivo do aplicativo, Pavel Durov, pedindo uma reunião para discutir formas de combate às chamadas fake news.

    Entretanto, o TSE ainda não obteve respostas ao pedido de reunião, por isso o tribunal avisou que deverá discutir na volta do recesso, em fevereiro, providências a serem tomadas sobre o caso. A corte eleitoral não descarta, inclusive, a medida drástica de determinar o bloqueio da plataforma no Brasil.

    No episódio do podcast desta quarta-feira, 26, vamos falar sobre essa questão envolvendo o Telegram, com o professor de Gestão de Políticas Públicas da USP e pesquisador do Monitor do Debate Público no Meio Digital, Pablo Ortellado.

    O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.

    Apresentação: Gustavo Lopes

    Produção/Edição: Jefferson Perleberg e Gabriela Forte

    Montagem: Moacir Biasi

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    Rússia X Ucrânia: o mundo à beira de uma guerra? Jan 25, 2022
    Show notes

    Durante os últimos meses, a Ucrânia, país que pertence ao leste europeu, voltou a fazer parte dos noticiários, por causa de uma iminente guerra com a Rússia. As tensões se agravaram com o conflito no leste da Ucrânia, que deixou mais de 13 mil mortos até agora, e onde a Rússia é acusada de apoiar separatistas.

    Em 10 de novembro, os Estados Unidos pediram explicações à Rússia após detectar movimentos de tropas “incomuns” na fronteira com a Ucrânia. Em abril, Moscou já havia concentrado cerca de 100 mil soldados na fronteira, alimentando os primeiros temores de invasão.

    A Otan, a União Europeia, a França e a Alemanha alertam a Rússia contra qualquer nova ação “agressiva”. O presidente russo, Vladimir Putin, acusa os ocidentais de exacerbar as tensões ao entregar armamento moderno à Ucrânia e realizar “exercícios militares provocativos” no Mar Negro e perto de suas fronteiras.

    Em entrevista ao podcast desta terça-feira, 25, o professor de relações internacionais da ESPM, Gunther Rudzit, falou sobre a tensão entre os países e o principal interesse da Rússia no território. “São alguns interesses, o principal deles é a retomada de influência nos países que faziam parte da União Soviética”, afirma o especialista.

    Apesar do tensionamento do conflito, para Gunther Rudzit, ainda existe possibilidade de negociações sem um contato bélico. “Enquanto houver esse esforço de manter o diálogo, é um bom sinal”, disse Rudzit ao podcast.

    O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.

    Apresentação: Gustavo Lopes

    Produção/Edição: Jefferson Perleberg e Gabriela Forte

    Montagem: Moacir Biasi

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    Federação partidária: o que muda no jogo eleitoral? Jan 24, 2022
    Show notes

    Neste ano, a federação partidária fará parte pela primeira vez do cenário eleitoral. A união de partidos em federações foi instituída pelo Congresso Nacional na reforma eleitoral de 2021 com o objetivo de permitir às legendas atuarem de forma unificada em todo o país, como um teste para eventual fusão ou incorporação.

    Os partidos poderão se unir para apoiar qualquer cargo, desde que assim permaneçam durante todo o mandato a ser conquistado, diferente das coligações que não tinham essa obrigação. A federação de partidos vale para eleições majoritárias, e também para as proporcionais, como deputados federais e estaduais.

    Por terem que permanecer unidos por 4 anos, o ideal é que as federações sejam firmadas entre partidos com afinidade programática. A medida diminui o risco de o eleitor ajudar a eleger um candidato de ideologia oposta à sua, como ocorria muitas vezes nas coligações em eleições proporcionais.

    As punições que se aplicam aos partidos políticos também são cabíveis às federações. Se algum partido deixar o grupo antes do prazo mínimo, estará sujeito a diversas sanções, como por exemplo, a proibição da utilização dos recursos do Fundo Partidário durante o período restante do mandato.

    Porém, antes de colocar o modelo das federações em prática, os partidos políticos precisam se entender entre si. Diferenças regionais, como disputas para indicar candidatos a governador e divergência sobre apoio na corrida presidencial se tornaram obstáculos para que as alianças sejam fechadas.

    No episódio do Estadão Notícias desta segunda-feira, vamos entender melhor como funcionará na prática a federação partidária com o cientista político da Unesp de Araraquara, Bruno Silva. E para falar sobre os entraves entre os partidos e as perspectivas de federações para as próximas eleições, conversamos com o repórter do Estadão, em Brasília, Lauriberto Pompeu.

    O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.

    Apresentação: Gustavo Lopes

    Produção/Edição: Jefferson Perleberg e Gabriela Forte

    Montagem: Moacir Biasi

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    Tecnologia #203: #Start Eldorado: Cloud na estratégia dos negócios Jan 22, 2022
    Show notes

    Estamos vivendo a segunda onda de transformação digital após a adoção massiva de soluções em nuvem para suportar o trabalho remoto/híbrido, o e-commerce, a telemedicina, a educação online e até o entretenimento à distância. Para falar da nuvem e de suas tecnologias associadas, como a inteligência artificial, nessa aceleração da digitalização e no cenário da inovação, e também as perspectivas para 2022 e futuro, o Start Eldorado recebe a diretora de Azure da Microsoft, Mariana Hatsumura. O programa vai ao ar na Eldorado FM 107,3 - SP, toda quarta-feira, às 21h, com a apresentação de Daniel Gonzales

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    Conteúdo patrocinado: São Bernardo vem crescendo em investimentos Jan 21, 2022
    Show notes

    Hoje o nosso assunto é investimento e sobre uma cidade que está passando por uma transformação econômica. São Bernardo do Campo é sede de importantes montadoras de veículos e um dos principais polos industriais do Brasil.

    A cidade que tem os menores impostos da Grande São Paulo realizou, em dezembro de 2021, o evento Investe São Bernardo. Para falar mais sobre o crescimento da cidade, a jornalista Bárbara Guerra conversou com o prefeito de São Bernardo do Campo, Orlando Morando. Acompanhe no podcast.

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    Eleições 2022: PT e PSB juntos? Bolsonaro emplaca seus candidatos? Jan 21, 2022
    Show notes

    O presidente do PSB, Carlos Siqueira, e a presidente do PT, Gleisi Hoffmann, se encontraram nesta quinta-feira (20), em Brasília, para discutir ajustes em palanques estaduais em troca de apoio formal à chapa do ex-presidente Lula à Presidência da República.

    Mesmo sem a resposta de Geraldo Alckmin sobre a filiação ao partido, o PSB quer o apoio do PT nos palanques estaduais, principalmente, em São Paulo, Espírito Santo e Pernambuco. Mas os petistas já lançaram pré-candidatos nestes locais: Fernando Haddad (SP), Humberto Costa (PE) e Fabiano Contarato (ES).

    Enquanto isso, um dos embates mais aguardados, já começou. Os pré-candidatos à Presidência Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Sérgio Moro (Podemos) subiram o tom na troca de ataques por meio de declarações e publicações em rede social. Chamado de “canalha” pelo ex-presidente petista, Moro respondeu: “Canalha é quem roubou o povo brasileiro durante anos e usou o dinheiro para financiar ditaduras”.

    Quem também começa a se movimentar, é o presidente Jair Bolsonaro. Depois de anunciar o ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, que vai concorrer ao governo de São Paulo, o chefe do Executivo afirmou que gostaria de indicar a ministra Damares Alves (Mulher, Família e Direitos Humanos) para concorrer ao Senado também por São Paulo.

    Esses são os assuntos que guiam nossa conversa quinzenal do “Poder em Pauta” com os jornalistas que acompanham o dia a dia da política, em Brasília. Participam no episódio de hoje do ‘Estadão Notícias’ Vera Rosa e Felipe Frazão, diretamente da capital federal.

    O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.

    Apresentação: Gustavo Lopes.

    Produção/Edição: Jefferson Perleberg e Gabriela Forte.

    Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.

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    Combate às fake news: novo recurso do Twitter vai funcionar? Jan 20, 2022
    Show notes

    Por causa das inúmeras reclamações de usuários brasileiros, o Twitter anunciou, nesta semana, que a plataforma no Brasil receberá o recurso para denúncia de desinformação, ainda em fase de testes. De acordo com a empresa, a eleição de 2022 pesou para que o país fosse integrado ao experimento.

    Testado nos Estados Unidos, Austrália e Coreia do Sul, o recurso já recebeu quase 4 milhões de denúncias referentes a dois milhões de diferentes tuítes publicados por 64 mil contas distintas, segundo a plataforma.

    A pressão para que o Twitter tomasse medidas mais restritivas contra publicações contendo desinformação sobre a covid-19, vinha se intensificando. Na primeira semana do ano, a plataforma afirmou que acompanhava a discussão e “avaliava revisões” em suas políticas.

    A política de exigir a remoção de um conteúdo foi aplicada recentemente contra o pastor Silas Malafaia, da Assembleia de Deus Vitória em Cristo. Ele teve de excluir uma publicação na qual descrevia a vacinação de crianças contra a covid como “infanticídio”. Naquela ocasião, usuários usaram a hashtag “DerrubaMalafaia” para pedir que o Twitter fosse além e banisse o pastor da plataforma.

    Para o diretor executivo do Instituto de Tecnologia e Sociedade (ITS-Rio), Fabro Steibel, a medida sozinha pode não ser o suficiente. “É uma ótima notícia, ela é eficaz, mas é ineficiente sozinha”, disse o executivo ao podcast. Ele também explica que o processo de denúncia deve vir acompanhado de uma série de verificações de conteúdo feita por profissionais da checagem.

    Fabro também falou sobre o debate em torno da liberdade de expressão e do conteúdo massivo difundido por desinformadores profissionais. “Não é a liberdade de expressão que está em jogo, é um modelo de negócio que produz esse conteúdo falso”, afirmou o especialista.

    No episódio do podcast desta quinta-feira, 20, você encontra a entrevista completa com o diretor executivo do Instituto de Tecnologia e Sociedade (ITS-Rio), Fabro Steibel.

    O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.

    Apresentação: Gustavo Lopes

    Produção/Edição: Jefferson Perleberg e Gabriela Forte

    Montagem: Moacir Biasi

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    Reforma tributária será aprovada? Quem se beneficia com a medida? Jan 19, 2022
    Show notes

    O Senado Federal promete dar prioridade à discussão da reforma tributária na volta aos trabalhos do Congresso Nacional. O senador Davi Alcolumbre, presidente da Comissão de Constituição e Justiça, disse que a proposta será pautada na primeira reunião da CCJ após o recesso parlamentar.

    O relatório do senador Roberto Rocha (PSDB-MA) deve ser lido na comissão no começo de fevereiro, e a intenção é encaminhá-la ao Plenário do Senado ainda em fevereiro, junto com um pedido de urgência. A proposta determina a “unificação da base tributária do consumo”, com a criação de um imposto sobre valor agregado dual: um para a União e outro para estados e municípios.

    O IVA para a União seria chamado de Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) e teria origem na unificação de IPI, PIS e Cofins. A CBS teria uma alíquota única de 12%, aplicável a diversos setores — com exceção dos serviços financeiros, que seriam tributados à alíquota de 5,8%.

    Já o IVA para estados e municípios seria chamado de Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e teria origem na unificação de ICMS e ISS. A princípio, estados e municípios teriam autonomia para fixar suas alíquotas.

    O repórter do Estadão, em Brasília, Daniel Weterman destaca que não existe consenso no texto a ser debatido. “Ainda não há acordo firmado sobre o texto final da reforma tributária. Há uma pressão de estados e municípios que temem queda de arrecadação”, destaca o repórter.

    Mesmo assim, há urgência na votação da reforma. Para Bernard Appy, Diretor do Centro de Cidadania Fiscal, a mudança tributária pode trazer importantes benefícios para o crescimento econômico. “Corrigida essas distorções, há um efeito muito positivo sobre o crescimento do país. Não é de curto prazo, num horizonte de 10, 15, 20 anos é a agenda mais importante para aumentar o potencial de crescimento do país”, afirma o economista ao podcast.

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    Apresentação: Gustavo Lopes

    Produção/Edição: Jefferson Perleberg e Gabriela Forte

    Montagem: Moacir Biasi

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    O retorno às aulas presenciais em meio a Ômicron Jan 18, 2022
    Show notes

    Os estudantes de escolas públicas e privadas saíram de férias com a certeza de que voltariam às aulas presenciais em 2022. Porém este retorno ainda não é certo, por conta da variante Ômicron, que resultou em um aumento de infectados no mundo e causou o aumento de internações na maioria das cidades do País.

    O atraso no início da vacinação das crianças também contribui para este cenário incerto. Apenas na semana passada, municípios receberam a dose pediátrica do imunizante da Pfizer. Por causa disso, existe alerta, por parte dos especialistas, para o aumento de transmissão das crianças em sala de aula pela capacidade de reprodução da variante Ômicron.

    Algumas dessas crianças podem acabar voltando às aulas sem nenhuma dose da vacina, pois pelo calendário, não há garantias que todas terão se imunizado até o início do ano letivo. “ Quem deveria definir sobre o assunto são as autoridades sanitárias, infelizmente não há diretrizes do Ministério da Educação, em conjunto com a Saúde, sobre a questão”, afirma a diretora do Centro de Excelência e Inovação em Políticas Educacionais da Fundação Getulio Vargas (FGV), Cláudia Costin.

    Por parte do governo federal, ainda não houve nenhuma manifestação do ministro da Educação, Milton Ribeiro sobre essa situação. No país, apesar de governadores e prefeitos ainda não falarem em cancelar o retorno presencial dos alunos, a medida já começa a ser pensada.

    No episódio do podcast desta terça-feira, 18, vamos conversar sobre esse assunto com Claudia Costin, diretora do Centro de Excelência e Inovação em Políticas Educacionais da Fundação Getulio Vargas (FGV).

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    Paulo Guedes: de superministro a tutelado pelo Centrão? Jan 17, 2022
    Show notes

    O ministro Paulo Guedes chegou ao governo Bolsonaro como um dos principais nomes do presidente para salvar a economia do país. Após 3 anos de governo, o superministro tornou- se uma figura quase que decorativa na administração federal. Até mesmo a gestão orçamento público, responsabilidade da pasta de Guedes, terá que ter aval do ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira.

    Esse movimento de Jair Bolsonaro para empoderar o Centrão às vésperas da campanha eleitoral é parte de uma estratégia para não perder apoio no congresso e tentar se reeleger. O ato representa uma mudança em relação aos últimos 25 anos em que a equipe econômica sempre deu a última palavra em relação ao Orçamento. “ Você tem um ministro que não apita, perdeu a credibilidade, e mesmo com acenos feitos para o Centrão, o bloco continua avançando dentro do governo”, destaca Breno Pires, repórter do Estadão, em Brasília.

    No entanto, este só é mais um capítulo da derrocada de Paulo Guedes dentro do governo de Jair Bolsonaro. As tão esperadas respostas para a economia e prometidas por Guedes, tais como as reformas administrativa e tributária e privatizações de grandes estatais, não vieram, e muitos acusam o governo de não se empenhar nas causas.

    No episódio do podcast desta segunda-feira, 17, vamos conversar sobre os aspectos políticos dessas mudanças no governo Bolsonaro com o repórter do Estadão, em Brasília, Breno Pires.

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    Apresentação: Gustavo Lopes

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    Montagem: Moacir Biasi

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