O podcast do Estadão traz a colunista Carlos Andreazza em um papo reto e sem rodeios sobre os principais assuntos do momento.
Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.
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O podcast do Estadão traz a colunista Carlos Andreazza em um papo reto e sem rodeios sobre os principais assuntos do momento.
Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.
No “Estadão Analisa” desta quinta-feira, 29, Carlos Andreazza fala sobre possível bloqueio de emendas que Governo Lula deve usar contra o Congresso. O governo possui um argumento na ponta da língua para tentar convencer o Centrão a ignorar a ofensiva oposicionista e votar a favor do aumento do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF): sem a alta do tributo, o Planalto terá de ampliar a contenção de despesas, e isso pode gerar bloqueio no pagamento de emendas parlamentares.
Na última quinta-feira, 22, o governo anunciou R$ 31,3 bilhões em contenção de gastos para cumprir as metas fiscais. Desse montante, R$ 7,8 bilhões foram em emendas, de acordo com a proporcionalidade prevista na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para bloqueio e contingenciamento de despesas.
A aposta entre governistas é que, para não elevar essa proporção, o grupo político que domina o Legislativo vai frear o andamento dos projetos de decreto legislativo (PDL) apresentados por deputados da oposição para derrubar todo o aumento do IOF - após repercussão negativa, o próprio Ministério da Fazenda revogou parte do decreto.
Leia mais: https://www.estadao.com.br/politica/coluna-do-estadao/bloqueio-de-emendas-e-arma-do-governo-para-convencer-centrao-a-manter-alta-do-iof/
Apresentado pelo colunista Carlos Andreazza, programa diário no canal do Estadão no YouTube trará uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante.
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O 'Estadão Analisa' é transmitido ao vivo de segunda a sexta-feira, às 7h, no Youtube e redes sociais do Estadão. E depois, fica disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.
Apresentação: Carlos Andreazza
Edição/Pós-produção: Jefferson Perleberg
Coordenação: Manuella Menezes e Everton Oliveira
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No “Estadão Analisa” desta quarta-feira, 28, Carlos Andreazza fala sobre teste de resistência que a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, enfrentou em sessão marcada por intenso bate-boca, na Comissão de Infraestrutura do Senado.
A gestão que não tem maioria no Legislativo e precisa de presidente do Congresso, favorável à exploração de petróleo na foz do Amazonas.
Marcos Rogério presidia a sessão em que a ministra foi convidada para explicar o motivo da criação de uma unidade de conservação ambiental marinha na chamada Margem Equatorial da foz do Amazonas. A Petrobras reivindica autorização do Ibama para prospectar petróleo naquela área e os senadores avaliam que Marina é quem cria obstáculos para dificultar a exploração.
Pouco antes, o mesmo Plínio Valério, líder do PSDB, tinha feito o seguinte comentário: “Ministra Marina, que bom reencontrá-la! E, ao olhar para a senhora, eu estou vendo uma ministra, eu não estou falando com uma mulher. Porque a mulher merece respeito; a ministra, não”.
Soube-se, horas depois, que o presidente Lula, a primeira-dama Janja da Silva e outros ministros telefonaram para Marina e se solidarizaram com ela. Não basta.
Leia mais: https://www.estadao.com.br/politica/vera-rosa/desrespeito-a-marina-em-sessao-do-senado-indica-que-governo-lula-e-refem-de-alcolumbre/
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Neste episódio da série 'Cenários', Sonia Racy recebe O economista brasileiro José Alexandre Scheinkman, professor emérito da Universidade de Princeton, ex-professor e chefe de departamento na Universidade de Chicago. O professor da Universidade de Columbia, NY, analisa o efeito Trump na economia dos Estados Unidos e do mundo.
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No “Estadão Analisa” desta terça-feira, 27, Carlos Andreazza fala sobre como o Governo não corta despesas, maquia a conta e cobra IOF para tapar o buraco e cumprir metas que criou.
Se o governo Lula já aciona, em maio de 2025, o botão do IOF, ao que estará apelando em maio de 26?
Ministro Fernando Haddad disse que recuou – revogou parte do decreto – porque o aumento de imposto sobre aplicações no exterior “passava uma mensagem equivocada”. A mensagem foi transmitida de forma claríssima – e captada perfeitamente. Equivocada fora a decisão por instrumentalizar o IOF para estabelecer repressão financeira. Equivocada fora a decisão por instrumentalizar o IOF para elevar a arrecadação.
Um conjunto de medidas que pretendeu controlar capitais. Não flertou com o controle de capitais. Quis mesmo reprimir o trânsito de dinheiros. Essa era a intenção. As iniciativas foram pensadas para segurar a saída de recursos do país. Jogada que o ministro da Fazenda chamou de “pequeno ajuste”. E que era “estudada há bastante tempo” – havia mais de ano. Imagine se a turma não estudasse. Estudando, avaliaram que o lance desvalorizaria o dólar.
Leia a coluna completa: https://www.estadao.com.br/politica/carlos-andreazza/haddad-faz-o-diabo-para-empurrar-lula-rampa-acima-em-26/
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No “Estadão Analisa” desta segunda-feira, 26, Carlos Andreazza fala sobre como o governo Lula tinha decidido aumentar o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) sobre planos de previdência privada (VGBL), sobre o crédito de empresas e também sobre operações de câmbio que atingem empresas e pessoas físicas.
Com isso, a expectativa era arrecadar R$ 20,5 bilhões neste ano e R$ 41 bilhões no ano que vem.
Mas o Ministério da Fazenda confirmou ter voltado atrás na ideia de tributar com Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) aplicações de fundos de investimentos no exterior.
A incidência do imposto sobre transferências de pessoas físicas para contas no exterior também voltará à tributação anterior, desde que com o intuito de investir.
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No programa ‘Não vou passar raiva sozinha’ desta segunda-feira, 19, a colunista do ‘Estadão’ fala sobre as exceções da reforma tributária
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Com cargas de trabalho cada vez maiores e a exigência de processamento aumentando a níveis exponenciais, com as demandas de trabalho da Inteligência Artificial, o consumo de eletricidade pelos datacenters cresce a níveis nunca vistos - e na mesma medida, a necessidade de encontrar fontes de energia renovável que suportem toda essa demanda, maior a cada dia. Um novo relatório da International Data Corporation (IDC) analisa os gastos com eletricidade em datacenters e as implicações para provedores de tecnologia e operadores, estimando que o consumo global do processamento mais que dobre entre 2023 e 2028. Repleto de fontes renováveis e limpas de energia, o Brasil se posiciona como um destaque mundial, ao mesmo tempo em que grandes players desse mercado anunciam investimentos em diversas modalidades de geração, como a nuclear, para suprir a demanda. Para falar do cenário, perspectivas e futuro, o apresentador Daniel Gonzales recebe, no Start Eldorado o diretor de Pesquisa e Consultoria de Telecomunicações América Latina da IDC, Luciano Saboia. O programa vai ao ar às 21h em FM 107,3 para toda a Grande São Paulo, site, app, canais digitais e assistentes de voz.
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Marcel Rizzo explica os bastidores da eleição de Samir Xaud para novo presidente da entidade, a movimentação dos clubes no meio deste processo o que deve mudar (quase nada) na gestão dele
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No “Estadão Analisa” desta sexta-feira, 23, Carlos Andreazza fala sobre como o governo Lula tinha decidido aumentar o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) sobre planos de previdência privada (VGBL), sobre o crédito de empresas e também sobre operações de câmbio que atingem empresas e pessoas físicas.
Com isso, a expectativa era arrecadar R$ 20,5 bilhões neste ano e R$ 41 bilhões no ano que vem.
Mas o Ministério da Fazenda confirmou ter voltado atrás na ideia de tributar com Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) aplicações de fundos de investimentos no exterior.
A incidência do imposto sobre transferências de pessoas físicas para contas no exterior também voltará à tributação anterior, desde que com o intuito de investir.
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No “Estadão Analisa” desta quinta-feira, 22, Carlos Andreazza fala sobre a fraude no INSS.
A Advocacia-Geral da União (AGU) calcula que os pedidos de reembolso de aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) que tiveram descontos indevidos já somam R$ 1 bilhão, segundo apurou o Estadão/Broadcast.
O valor é uma estimativa baseada nos cerca de 1,7 milhão de beneficiários que informaram, até o momento, que foram lesados pelos descontos a associações e sindicatos – que desencadearam a Operação Sem Desconto, da Polícia Federal e da Controladoria-Geral da União (CGU).
Ainda sobre a fraude, o colunista comenta também sobre o parecer da AGU, que através do advogado-geral da União, Jorge Messias, afirmou que há 12 entidades associativas bloqueadas como o “núcleo da fraude” do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), sendo que algumas foram responsáveis pelo pagamento de propina e outras atuaram como empresas fantasmas.
Até o momento, a AGU solicitou à Justiça Federal o bloqueio de R$ 2,56 bilhões em bens destas 12 associações, além de outros 14 envolvidos, entre empresas e dirigentes, pelos descontos indevidos na folha de benefícios dos previdenciários.
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