O podcast do Estadão traz a colunista Carlos Andreazza em um papo reto e sem rodeios sobre os principais assuntos do momento.
Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.
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O podcast do Estadão traz a colunista Carlos Andreazza em um papo reto e sem rodeios sobre os principais assuntos do momento.
Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.
Inovação na gestão pública, levando projetos que incorporem inteligência e tecnologia e façam a diferença na vida dos cidadãos em municípios de diferentes perfis, sempre entendendo as necessidades de cada administração. A IMA – Informática dos Municípios Associados – é uma das maiores empresas municipais de tecnologia do País, cuja maior acionista é a Prefeitura de Campinas, especializada em unir análise de dados de ponta com inovação, formatando iniciativas de transformação que estão em andamento em diferentes cidades brasileiras, muitas delas premiadas e em parceria com big techs - de redes de alto desempenho até a implementação de mais de 200 sistemas diferentes de governo digital integrados a dados. No Start Eldorado dessa semana, o apresentador Daniel Gonzales recebe o diretor-presidente da IMA, Elias Tavares, para uma conversa sobre cidades inteligentes e inovação. Com transmissão pela Rádio Eldorado FM 107,3 para toda Grande São Paulo, site, aplicativo, canais digitais e assistente de voz, o Start vai ao ar todas as quartas-feiras, às 21h.
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No “Estadão Analisa” desta sexta-feira, 06, Carlos Andreazza fala sobre desaprovação do Governo Lula. Segundo pesquisa da Genial/Quaest a aprovação ao governo federal segue em tendência de queda entre os menos escolarizados e famílias com menor renda.
Lula não conseguiu recuperar sua margem de aprovação entre nordestinos, um dos segmentos que apresentavam os melhores resultados de avaliação do petista. A aprovação ao governo está em tendência de queda entre os menos escolarizados e as famílias com menor renda. Também houve piora nos índices de aprovação entre beneficiários do Bolsa Família.
O levantamento mostra que a aprovação ao governo Lula atingiu o pior patamar numérico desde janeiro de 2023: são 57% os que desaprovam a gestão federal, enquanto 40% aprovam o mandato. Embora a percepção sobre a economia do País tenha melhorado, o escândalo dos descontos indevidos no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) agravou a imagem negativa do governo.
Leia mais: https://www.estadao.com.br/politica/aprovacao-luiz-inacio-lula-silva-volta-cair-grupos-mais-favoraveis-petista-desempenho-segmento-nprp/
Apresentado pelo colunista Carlos Andreazza, programa diário no canal do Estadão no YouTube trará uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante.
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O 'Estadão Analisa' é transmitido ao vivo de segunda a sexta-feira, às 7h, no Youtube e redes sociais do Estadão. E depois, fica disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.
Apresentação: Carlos Andreazza
Edição/Pós-produção: Jefferson Perleberg
Coordenação: Manuella Menezes e Everton Oliveira
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No “Estadão Analisa” desta quinta-feira, 05, Carlos Andreazza fala sobre o caso Leo Lins que foi condenado a oito anos e três meses de prisão por “discursos preconceituosos contra diversos grupos minoritários”. Após a repercussão da decisão, humoristas se pronunciaram sobre o caso.
Nas redes sociais, grandes nomes atuais do humor no Brasil, como Renato Albani, Thiago Ventura, Mauricio Meirelles, Danilo Gentili, Victor Sarro, entre outros se manifestaram sobre a decisão da Justiça Federal.
A decisão contra Leo Lins, proferida pela Justiça Federal, inclui o pagamento de multa de 1.170 salários mínimos e uma indenização de R$ 303,6 mil por danos morais coletivos. O processo teve origem em um vídeo do comediante publicado no YouTube, no qual ele faz piadas consideradas discriminatórias.
Leia mais: https://www.estadao.com.br/politica/blog-do-fausto-macedo/justica-condena-comediante-a-oito-anos-de-reclusao-por-show-de-intolerancias-contra-minorias/
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No “Estadão Analisa” desta quarta-feira, 04, Carlos Andreazza fala sobre o adiamento para a semana que vem do anúncio de medidas alternativas ao aumento do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) para fechar as contas. O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou nesta terça-feira, 3, que o cardápio de opções discutido em reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva em reunião com a cúpula do Congresso precisa primeiro ser apresentado aos líderes do Câmara e do Senado – em reunião prevista para o próximo domingo, 8.
Haddad disse que houve um alinhamento entre Executivo e Legislativo para dar um passo mais ousado no encaminhamento das medidas. As declarações foram feitas após um almoço no Palácio da Alvorada, com o presidente Lula, os presidentes da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), além de outros integrantes do governo.
“O que eu posso assegurar é que, do que diz respeito ao presidente das duas Casas e o presidente da República, acompanhado do vice-presidente, houve um alinhamento muito grande em relação aos parâmetros que nós estabelecemos para encaminhar essas medidas. Há um compromisso de não anunciá-las antes de uma reunião com os líderes, nem parcialmente, em respeito ao Congresso Nacional – que é quem vai dar a última palavra sobre as propostas encaminhadas”, disse Haddad.
Leia mais: https://www.estadao.com.br/economia/governo-adia-anuncio-medidas-alternativas-iof/
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No “Estadão Analisa” desta terça-feira, 03, Carlos Andreazza fala sobre campanha antecipada do governo Lula em busca de votos para 2026.
Como não governa, Lula da Silva faz comícios, caçando votos antes da hora e posando de messias – como na Paraíba, onde se apresentou como um enviado de Deus para levar água ao sertão.
O presidente, já naturalmente em estado permanente de campanha, deflagrou a temporada populista de caça ao voto, surpreendendo até mesmo quem se acostumou ao seu modo palanqueiro de governar: em discurso durante um evento na região de Cachoeira dos Índios, no sertão da Paraíba, onde entregou um trecho da obra que integra o projeto de transposição do Rio São Francisco, o demiurgo petista se apresentou como um enviado de Deus para salvar os pobres da seca.
“Graças a Deus, descobri uma coisa”, anunciou Lula, qual um profeta, para uma plateia selecionada. “Deus deixou o sertão sem água porque Ele sabia que eu ia ser presidente da República e que eu ia trazer água para cá.”
Em tom de quem tem poderes quase divinos, o presidente-candidato pregou seu evangelho – a crença de que, não obstante a reconhecida mediocridade do seu terceiro mandato, é o responsável pela redenção nacional.
Lula lembrou à plateia dócil de militantes e moradores escolhidos a dedo que a obra em questão é esperada há 179 anos como forma de trazer água para a região, e precisou que ele chegasse à Presidência para garantir tal bem àqueles castigados pela escassez. “Essa obra é a redenção de um povo”, afirmou, triunfante.
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No “Estadão Analisa” desta segunda-feira, 02, Carlos Andreazza fala sobre campanha antecipada do governo Lula em busca de votos para 2026.
Como não governa, Lula da Silva faz comícios, caçando votos antes da hora e posando de messias – como na Paraíba, onde se apresentou como um enviado de Deus para levar água ao sertão.
Leia a coluna: https://www.estadao.com.br/opiniao/profeta-de-araque/
O presidente, já naturalmente em estado permanente de campanha, deflagrou a temporada populista de caça ao voto, surpreendendo até mesmo quem se acostumou ao seu modo palanqueiro de governar: em discurso durante um evento na região de Cachoeira dos Índios, no sertão da Paraíba, onde entregou um trecho da obra que integra o projeto de transposição do Rio São Francisco, o demiurgo petista se apresentou como um enviado de Deus para salvar os pobres da seca. “Graças a Deus, descobri uma coisa”, anunciou Lula, qual um profeta, para uma plateia selecionada. “Deus deixou o sertão sem água porque Ele sabia que eu ia ser presidente da República e que eu ia trazer água para cá.”
Em tom de quem tem poderes quase divinos, o presidente-candidato pregou seu evangelho – a crença de que, não obstante a reconhecida mediocridade do seu terceiro mandato, é o responsável pela redenção nacional. Lula lembrou à plateia dócil de militantes e moradores escolhidos a dedo que a obra em questão é esperada há 179 anos como forma de trazer água para a região, e precisou que ele chegasse à Presidência para garantir tal bem àqueles castigados pela escassez. “Essa obra é a redenção de um povo”, afirmou, triunfante.
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Sem atualização da tabela do IR, quem recebe aumentos apenas para manter o poder de compra acaba sendo tratado como “rico” pela Receita Federal
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De grandes estruturas de processamento que requeriam em torno de 5 megawatts de energia para funcionar a enormes centros que hoje demandam 150 megawatts ou mais, por conta das demandas de dados em tempo real trazidas pela Inteligência Artificial. A isso, soma-se a dependência global de dados cada vez maior e as necessidades de expansão. Quais os desdobramentos? Como isso pode entrar em conflito com as questões de sustentabilidade? Qual o posicionamento do Brasil nesse cenário? Os desafios da maior empresa de infraestrutura data centers da América Latina, que opera 34 deles no Brasil e na região, em endereçar essas questões, em destaque no Start Eldorado, que recebe Rodrigo Radaieski, COO da Ascenty. Com apresentação de Daniel Gonzales, o programa vai ao ar todas as quartas-feiras, às 21h, em FM 107,3 para toda a Grande São Paulo, site, app, canais digitais e assistentes de voz.
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No “Estadão Analisa” desta sexta-feira, 30, Carlos Andreazza fala sobre ações do Presidente da Câmara, Hugo Motta, que disse querer construir solução com o governo e não ‘colocar fogo no País’; segundo ele, equipe econômica poderá ou não apresentar em dez dias uma alternativa ao aumento do IOF.
Mais cedo, em publicação nas redes sociais, Motta afirmou que, na reunião com Haddad e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, na noite de quarta-feira, 28, “ficou combinado” que a equipe econômica terá dez dias para apresentar ao Congresso um “plano alternativo” ao aumento do IOF. Na visão de Motta, tal plano deve ser duradouro, consistente e “evitar gambiarras tributárias só para aumentar arrecadação”.
Segundo o presidente da Câmara, após o prazo, ele pode decidir se vai ou não alterar a proposta. Motta destacou em entrevista à imprensa após a reunião de líderes nesta manhã, que, se a proposta não mudar, o Congresso pode sustar a medida com um projeto legislativo. E ressaltou que deixou o cenário claro na reunião de quarta-feira.
Leia mais: https://www.estadao.com.br/economia/motta-lula-negociacao-iof-cansados-tantos-impostos/
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