O podcast do Estadão traz a colunista Carlos Andreazza em um papo reto e sem rodeios sobre os principais assuntos do momento.
Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.
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O podcast do Estadão traz a colunista Carlos Andreazza em um papo reto e sem rodeios sobre os principais assuntos do momento.
Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.
Edição desta sexta-feira é dedicada a refletir sobre a situação do terrorismo no mundo e a guerra na Síria. O quanto o Estado Islâmico ainda é um ator importante neste cenário, seja no campo simbólico ou militar? Os países tem se mostrado eficientes no combate ao terrorismo? E, por fim, o quanto a situação da Síria se assemelha ao Afeganistão de 1980, como palco de um conflito internacional? Essas e outras perguntas são respondidas pelo analista internacional Manuel Furriela, coordenador do curso de Relações Internacionais da FMU, e Sidney Ferreira Leite, especialista em Relações Internacionais e Pró-reitor do Centro Universitário Belas Artes de São Paulo.
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Edição desta quinta-feira, 21, analisa a maratona do Supremo Tribunal Federal dos últimos dias, com decisões que atingiram políticos e a Operação Lava Jato. Entre as determinações, está a proibição, por meio de liminar, da condução coercitiva de investigados para a realização de interrogatórios, uma das principais medidas usadas pela Lava Jato. A decisão foi monocrática, tomada por Gilmar Mendes, em face a ações movidas pelo PT e a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). Vamos entender mais sobre o assunto conversando com o professor de Direito da Faap, Luiz Fernando do Amaral.
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No último dia 13 de dezembro, foi realizado o 'Fórum Estadão de Infraestrutura: Investimentos e Geração de Emprego'. O evento contou com a presença de economistas, empresários, investidores e políticos para discutir o futuro do setor. Damos início hoje a uma série de edições especiais de podcasts que trazem informações relevantes apresentadas nas palestras. Nesta edição, você acompanha o depoimento do Ministro do Planejamento Dyogo Oliveira.
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Edição desta quarta-feira discute o posicionamento da esquerda brasileira com a aproximação das eleições majoritárias do ano que vem. O PT, que sempre aglutinou os demais partidos neste campo ideológico, coloca todas as suas fichas na figura do ex-presidente Lula. Diz que não pensa em “plano b”, mas corre o sério risco de não ter um candidato forte em 2018, pois ainda está pendurado na decisão da Justiça sobre a possível condenação de Lula. As siglas que sempre fecharam com o PT, tais como PSOL e PC do B, se movimentam para constituir candidatos próprios. E Ciro Gomes, pré-candidato pelo PDT, tenta ser o herdeiro dos votos de Lula, caso o petista não possa mesmo disputar a eleição. Para além do xadrez eleitoral, e no discurso? O que a esquerda tem apresentado de agenda para a sociedade brasileira? Analisamos este tema numa entrevista com o cientista político e professor do Mackenzie, Rogério Battistini.
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Edição desta terça-feira apresenta os melhores momentos da entrevista com o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, concedida ontem (18) ao programa Conexão Estadão, da Rádio Eldorado. Na conversa, o ministro confirmou que só vai decidir se será candidato à presidência em março do ano que vem, mas aproveitou para ironizar Geraldo Alckmin, postulante ao cargo pelo PSDB e visto como um dos nomes de convergência de centro no espectro político. Meirelles ainda disse que o candidato de centro deve evitar o “discurso fácil” e se comprometer com aprovação de reformas e criação de empregos. No campo econômico, Meirelles falou, entre outros assuntos, sobre a possibilidade de rebaixamento do Brasil nas agências de classificação de risco. Para ele, seria razoável que elas esperassem até a conclusão da votação da reforma da Previdência.
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Edição desta segunda-feira, 18, analisa como será a campanha dos partidos políticos nas redes sociais. Isto porque, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) vai debater e votar as regras para as eleições de 2018. Um dos pontos mais nevrálgicos é como o TSE conseguirá fazer uma fiscalização eficiente em ferramentas como o facebook e o twitter. Para o professor da ESPM, e especialista em marketing digital, Marcelo Vitorino, a justiça não tem preparado para analisar o tema, e que a grande preocupação da Corte deveria ser com a chamada “Fake News”.
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Edição desta sexta-feira analisa no âmbito político o adiamento da votação da reforma da Previdência para fevereiro de 2018. A questão a partir de agora é saber o quanto se conseguirá mobilizar a base para tornar essa pauta uma prioridade no começo do ano que vem, com agravante de que é ano eleitoral e a reforma é vista como impopular. Segundo a colunista Andreza Matais, ouvida aqui pelo programa, o governo vai tentar impor um movimento “de fora para dentro”, ou seja, angariar apoios diversos na sociedade para que ela pressione os parlamentares a votar a favor da reforma. Neste sentido, Temer já ganhou um reforço midiático importante: o apresentador Silvio Santos. Confira ainda nesta edição um bate papo com o editor de Esportes do Estadão sobre a final entre Grêmio e Real Madrid.
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Edição desta quinta-feira, 13, volta a acompanhar o rumo das articulações para tentar aprovar a reforma da Previdência no Congresso. O PSDB decidiu fechar questão em torno do tema. Um movimento que se mostra audacioso por parte do recém empossado presidente do partido, o governador de SP Geraldo Alckmin, já que o fechamento de questão não costuma ser um instrumento corriqueiro na dinâmica de decisões da sigla. Junto a outros jornalistas do Estadão, entrevistamos o deputado federal Nilson Leitão (MT), que será o novo líder do partido em 2018, substituindo o atual Ricardo Tripoli (SP). Complementando a análise sobre a tramitação da reforma, programa ainda conversa com o professor de Direito e Ciência Política da FAAP, Washington Luís Campos Cunha.
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Edição desta quarta-feira analisa a situação política e jurídica do ex-presidente Lula, sob a luz da notícia revelada ontem de que o julgamento do petista já tem data marcada no TRF-4: 24 de janeiro do ano que vem. Ninguém esperava que pudesse ser tão logo, o que traz um horizonte completamente novo para o cenário eleitoral de 2018. Havia uma expectativa de que a insegurança jurídica de Lula se arrastasse ao longo de toda campanha. Mas com o julgamento antecipado, é bem provável que o futuro eleitoral de Lula já esteja definido até julho. Ouvimos aqui no programa o professor de Direito da FVG, Rubens Glezer, para que ele possa esclarecer todos os pontos que envolvem este caso. Afinal, se mantida a condenação na 2ª instância, a Lei da Ficha Limpa tornará Lula automaticamente inelegível? Confira ainda a análise no campo político com a editora da ‘Coluna do Estadão’, Andreza Matais.
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Edição desta terça-feira debate, entre outros assuntos, a proposta de mudar o sistema de governo no Brasil. Uma PEC que já circula nos corredores do Congresso, como revelou reportagem do Estadão, propõe implementar o semipresidencialismo no País. Defendida pelo presidente do TSE, o ministro Gilmar Mendes, a versão preliminar do projeto aumenta os poderes do Congresso, embora o presidente continue sendo forte, com prerrogativa de propor leis ordinárias e complementares. Entrevistamos o cientista político Rafael Cortez, doutor em Ciência Política pela USP e analista da Tendências Consultoria. Ele vê com ceticismo a proposta de troca de sistema.
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