O podcast do Estadão traz a colunista Carlos Andreazza em um papo reto e sem rodeios sobre os principais assuntos do momento.
Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.
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O podcast do Estadão traz a colunista Carlos Andreazza em um papo reto e sem rodeios sobre os principais assuntos do momento.
Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.
Edição desta quinta-feira, 18, traz o cenário que antecede o julgamento do recurso do ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva no Tribunal Regional Federal da 4.ª Região (TRF-4), em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. As autoridades criaram, inclusive, um Grupo de Gestão Integrada (GGI) com corporações do Estado, da União e do município. A principal preocupação é em relação às manifestações, principalmente, aquelas que podem ocorrer após o resultado do julgamento. O repórter do Estadão, Ricardo Brandt, já está na capital gaúcha para acompanhar o clima que antecede o dia 24 de janeiro.
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Edição desta quarta-feira, 17, traz novamente a discussão sobre o aumento de casos de febre amarela no país, especialmente em São Paulo. Isto porque, a OMS passou a considerar todo o Estado como área de risco de febre amarela e recomendou que os estrangeiros que façam viagens à região estejam vacinados. Em São Paulo, a corrida atrás das vacinas já começou, e é comum encontrar longas filas nas portas dos postos de saúde. Por isso, o governo estadual decidiu adiantar a campanha de vacinação, que inicialmente começaria em 3 de fevereiro, para 29 de janeiro, e garantiu que até o final do ano, toda a população de São Paulo estará vacinada. Para o presidente da Sociedade Brasileira de Arboviroses, Artur Timerman, é impossível afirmar que não existem casos em áreas urbanas, já que a vigilância é falha.
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Ouça agora o 4º podcast sobre o Fórum Estadão de Infraestrutura.
Nesta edição, a apresentadora Mafê Luvizotto destaca mais 2 palestras do primeiro painel sobre geração de empregos no setor.
Armando Castelar, Coordenador de Economia Aplicada do IBRE da FGV, falou sobre o que precisa ser feito para o setor se recupere, como altos investimentos, melhorias nas questões fiscais, além de melhor escolha, sinergia de projetos e continuidade dos já existentes.
Venilton Tadini, Presidente Executivo da ABDIB, a Associação Brasileira da Infraestrutura e Indústrias de Base, compartilha da mesma opinião e reforça que a solução não está apenas na iniciativa privada.
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Edição desta terça-feira, 16, fala sobre dados obtidos pelo Estadão sobre como a Câmara dos Deputados tem gasto o dinheiro público com viagens, e até, com suplentes que assumem a vaga de deputados e senadores, por menos de uma semana. Em um dos casos, uma viagem para o Cazaquistão custou cerca de 45 mil reais. E teve suplente que ficou 6 dias no cargo e recebeu o equivalente a R$ 67 mil. O cientista político da consultoria Pulso Público, Vitor Oliveira, lembra que é importante ter verbas para manter a máquina funcionando, mas que alguns gastos devem ser revistos.
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Edição desta segunda-feira, 15, fala sobre o crescimento nos casos de contágio de febre amarela. No Estado de São Paulo, o número de mortes passou de 20. A vacinação está sendo intensificada e doses fracionadas começarão a ser aplicadas a partir de 3 de fevereiro. A meta é imunizar 6,3 milhões de pessoas. Outros cuidados também têm sido tomados, os parques estaduais como o Horto Florestal, o Parque da Cantareira, na zona norte, e o Parque Ecológico do Tietê, na zona leste, só podem ser visitados por pessoas que tomaram a vacina. O infectologista do hospital Emílio Ribas, Jean Gorinchteyn, explica que a dose fracionada tem validade de 9 anos, e o objetivo é fazer com que grande parte da população se vacine.
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Edição desta sexta-feira, 12, fala sobre uma polêmica gerada na França entre feministas e um grupo que tem entre as representantes a atriz Catherine Deneuve. No artigo, publicado no jornal Le Monde, as signatárias argumentam: “O estupro é um crime. Mas a cantada insistente ou desajeitada não é um delito, nem o galanteio é uma agressão machista”. Em resposta, um grupo de 30 outras personalidades públicas e militantes feministas assinou um novo texto acusando o coletivo de Catherine Deneuve de “confundir deliberadamente uma relação de sedução, baseada no respeito e no prazer, com uma violência”.
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Edição desta quinta-feira, 11, fala sobre a movimentação de alguns nomes da política que tentam se firmar como candidatos do chamado “Centrão”, que são partidos de centro-direita que apoiam o atual governo de Michel Temer. Os dois nomes que se mostram mais sintonizados com as idéias desse grupo é o do presidente da Câmara Rodrigo Maia (DEM-RJ) e do ministro da Fazenda Henrique Meirelles (PSD). Para o cientista político Humberto Dantas, o apoio do “Centrão” é importante, pois terá em suas mãos grande parte do dinheiro destinado para campanhas.
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Edição desta quarta-feira, 10, fala sobre o entendimento de ministros do Tribunal Superior do Trabalho de que alguns pontos da reforma trabalhista, em vigor desde o dia 11 de novembro, valem apenas para novos contratos. O parecer, que ainda será votado no plenário, é diferente do que pensa o governo. Para a professora do Curso de Especialização em Direito do Trabalho da PUC/SP, Claudia Abud, a decisão dará mais segurança jurídica aos tribunais pelo país, e lembra que há uma regra, que não foi alterada na reforma, aonde qualquer mudança no contrato de trabalho só pode ser feita se favorecer o empregado.
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Edição desta terça-feira, 09, fala sobre a proximidade do julgamento do recurso do ex-presidente Lula no Tribunal Regional da 4ª Região. No entanto, mesmo que considerado culpado, a defesa de Lula promete ingressar com vários recursos para, pelo menos, garantir a participação do ex-presidente no pleito de 2018. Para o especialista em Direito Eleitoral João Fernandes Lopes de Carvalho, não haverá tempo suficiente para que todos os recursos sejam julgados ainda neste ano, mas existe a possibilidade de Lula conseguir uma espécie de “efeito suspensivo” e com isso, registrar sua candidatura à presidência da República
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Edição desta segunda-feira, 08, fala sobre uma crise humanitária que começa a ter reflexos no mundo das organizações criminosas. Integrantes do Primeiro Comando da Capital (PCC) passaram a cooptar venezuelanos que entraram no Brasil em busca de uma vida melhor, mas que foram presos por crimes comuns, como roubo de celulares. O procurador de Justiça Márcio Sérgio Christino, que estuda a atuação do PCC, diz que o objetivo do grupo é se tornar o primeiro cartel brasileiro internacional, e para isso, precisa estender suas raízes na América do Sul.
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